Sonia Vanat, a influenciadora digital que desmistificou a diabetes nas redes sociais

 

Muitas pessoas descobrem a diabetes já na fase adulta e por falta de informação se desesperam ao se depararem com uma doença que muda completamente os hábitos alimentares.

A influenciadora digital Sonia Vanat aproveitou a visibilidade de suas redes sociais para fazer um longo desabafo sobre a convivência com a diabetes.

Moradora da cidade de Guabiruba/SC, a estudante de Psicologia é portadora de Diabetes Tipo 1 e há 12 anos seu pâncreas parou de produzir insulina, um dos agravantes da doença. “A diabetes não escolhe ricos ou pobres, magros ou gordos, baixos ou altos. Depois da descoberta, tudo tem seu tempo e após o choque temos a aceitação, assim é tranquilo conviver com as restrições alimentares”, revela Sonia.

Nas redes sociais, a exposição da doença serviu como um alerta e, principalmente como um incentivo para tantas pessoas diagnosticadas com diabetes.

“São em média de quatro a cinco picadas por dia para a insulina dar conta de sustentar todo o resto que falta. O pavor de agulhas foi embora e sigo aprendendo muito como é o funcionamento do meu corpo e tudo que preciso para ficar bem”, diz a musa das redes sociais.

Após duas internações na UTI, com início de coma diabético, Sonia busca sempre mostra seu dia a dia para provar o quanto é possível manter uma rotina e praticar todas as atividades normalmente.

Os depoimentos após sua postagem emocionaram a bela. “Conheci histórias incríveis, descobri pessoas importantes que tiveram o mesmo diagnóstico e que espalham um bem danado por aí, inspirando e acima de tudo que vivem tranquilamente. Aprendi a ser mais forte e não reclamar todo dia por dor ou mal-estar. Aprendi que a minha dor não diminui a dor do outro”, finaliza Sonia Vanat.

Flip e Sesc promovem encontros sobre Euclides da Cunha

Em parceria com o Sesc por meio de seu Centro de Pesquisa e Formação (CPF Sesc São Paulo), a Flip realiza uma série de encontros sobre Euclides da Cunha (1866-1909), autor de Os Sertões, de 03 a 26 de junho.

Publicado em 1902, Os sertões tem origem no trabalho de cobertura jornalística da revolta de Canudos (1896-97), ocorrida no interior da Bahia, que opôs o exército e o governo brasileiro ao movimento de cunho social, político e religioso liderado por Antônio Conselheiro. O conflito resultou no massacre dos seguidores de Conselheiro e em uma vergonhosa vitória do exército. Correspondente do jornal O Estado de S. Paulo, Euclides da Cunha iniciou a tarefa de reportagem com convicções morais e políticas que foram desafiadas ao longo da experiência. Isso se refletiu profundamente na obra. Dividido em três partes – “A terra”, “O homem” e “A luta” –, Os sertões explora a influência do meio sobre o homem na procura de uma identidade nacional. Observador agudo tanto do ambiente quanto da alma humana, Euclides atravessa a história do Brasil desde a chegada dos portugueses, passando pela exploração dos bandeirantes, até a instituição da república, nessa obra monumental.

Com curadoria de Walnice Nogueira Galvão, professora emérita da Universidade de São Paulo e autora convidada da Flip 2019, e Fernanda Diamant, curadora do Programa Principal da 17ª edição da Festa Literária, o ciclo é composto por oito encontros. A programação conta com a presença de nomes como Heloisa Starling, Pedro Lima Vasconcellos, Nísia Trindade Lima, Leopoldo Bernucci, Milton Hatoum, Dorrit Harazim, entre outros, e com um evento de encerramento no Teatro Oficina com participação de Karina Buhr e José Celso Martinez Corrêa.

Confira a programação:

Ciclo do autor homenageado – Euclides da Cunha

 

03/06 | 19h30 às 21h30 | Religiosidades sertanejas

Com Pedro Lima Vasconcellos e Edwin Reesink

05/06 | 19h30 às 21h30 | Determinismos e individualidades

Com Lilia Schwarcz e Fabiana Moraes

10/06 | 19h30 às 21h30 | Euclides amazônico

Com Francisco Foot Hardman e Milton Hatoum

12/06 | 19h30 às 21h30 | Os sertões

Com Walnice Nogueira Galvão e Heloisa Starling

17/06 | 19h30 às 21h30 | O sertão de fora e de dentro

Com Jorge Henrique da Silva e Leopoldo Bernucci

24/06 | 19h30 às 21h30 | A ciência na época de Euclides

Com José Carlos Barreto Santana e Nísia Trindade

26/06 | 19h30 às 21h30 | Fotografia de guerra

Com Joaquim Marçal Ferreira e Dorrit Harazim

 + Pocket show de Karina Buhr com participação de Zé Celso.

A mesa de encerramento e a apresentação artística acontecem no Teatro Oficina.

SERVIÇO:

 

Ciclo do Autor Homenageado – Flip 2019

– De 03 a 26/06, segundas e quartas, das 19h30 às 21h30. Exceto dia 19/06. No dia 26/06 a atividade ocorrerá no Teatro Oficina

– Recomendação etária: 16 anos

– Capacidade: 70 vagas
– Abertura das inscrições no dia 28/05 a partir das 14h, pelo site sescsp.org.br/cpf ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo

– Preços para série completa: R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública); R$ 15,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).

– Centro de Pesquisa e Formação do Sesc: R. Doutor Plínio Barreto, 285 – 4º andar – Bela Vista

– Tradução em Libras disponível. Solicitação com no mínimo dois dias de antecedência da atividade pelo e-mail centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br.

– Serviço de van até a estação de metrô Trianon-Masp, de segunda a sexta, às 21h30, 21h45 e 22h05, para participantes das atividades.

AMÉRICA DO SUL: UM TRIBUTO À NEY MATOGROSSO COM JERRY KARIRY 
“AMÉRICA DO SUL” é uma viagem tropical através da música, da dança, da filosofia transcendental de Ney Matogrosso, impecavelmente interpretado por JERRY KARIRY!
QUEM É JERRY KARIRY
Nascido no alto sertão do Cariri no sol do Ceará, o músico e ator Jerry Kariry realiza enfim um dos seus maiores sonhos. Interpretar Ney Matogrosso!
Ney Matogrosso estreou em Dezembro de 1972 no conjunto, Secos e Molhados. Nessa época Jerry tinha apenas dois meses de nascido. Logo, cresceu ao som dos sucessos de Ney Matogrosso e se encantara com a forma inovadora e ousada que Ney utilizava em suas performances musicais.
Aos sete anos Jerry já conseguia perceber que aqueles movimentos e trajes usados por Ney, eram repletos de liberdade e emoções. Aquele corpo pintado, ostentando símbolos aparentemente excludentes, provocou naquele menino o desejo de expressão desta mesma liberdade sentida através da arte que já corria em suas veias.
Jerry kariry, sem dúvidas possui um nato universo teatral e poético.
Enfim, para nossa alegria se faz “AMÉRICA DO SUL” uma viagem tropical através da música, da dança, da filosofia transcendental de Ney Matogrosso, impecavelmente interpretado por JERRY KARIRY!
Há quase três anos na estrada com esse show, a banda passou pela zona oeste do Rio de Janeiro, Paraty, Saquarema e agora estão chegando ao centro do Rio de Janeiro e prometem fazer a plateia cantar junto com sucessos que fazem parte da carreira de Ney, dentre eles “Pavão Misterioso”, “O Vira”, “A Balada do Louco”, “Tigresa” e “Homem com H”.
FICHA TÉCNICA:
Roteiro Musical: Jerry Kariry
Direção: Elaine Vieira
Maquiagem: Rosi Guimarães
Assistente de Palco: Francidélia Gomes
Figurinos / Adereços: Jerry Kariry
Confecção de Figurino: Lívia Rosa
Músicos: Jerry Kariry (cantor), Francisco Chagas (Bateria), Wesley Oliveira (Guitarra) e Miguel Sousa (Baixo)
Apoio técnico: Erick Roller
Fotos: Fabiano Ribeiro
Realização: Chagas & Elaine Produções
LOCAL:
Teatro João Caetano, no centro do RJ, no dia 30 de Maio, as 18:45h. 
Ingressos: R$40,00 inteira / R$20,00 meia.