SHOWZAÇO rock/blues: Nesta QUINTA, Rodica, Julinho Bittencourt e Konrad na TIJUCA

Rodica, Julio Bittencourt Duo e Josiel Konrad resgatam as raízes do blues e do jazz, quinta-feira, 23/05, no Centro da Música Carioca, na Tijuca

Na quinta-feira, dia 23 de maio, o Centro da Música Carioca, na Tijuca, será palco de um sofisticado resgate musical, mais precisamente no que tange à história das matizes negras do blues, folk e soul, e chegando até diversos clássicos de jazz. A cantora Rodica vai apresentar pérolas deste cancioneiro americano, juntamente com com o Julio Bittencourt Duo (Julio Bittencourt: bateria & Luciano Bittencourt: guitarra) e o trompetista Josiel Konrad. Originalmente de Boston (EUA), a cantora é uma estudiosa da música popular norte-americana e tem se destacado no cenário musical não apenas por sua pesquisa na área cultural, mas também por sua originalidade como uma intérprete de voz inconfundível.  Além de cantora, também é antropóloga, o que se reflete na natureza de suas pesquisas; ela está sempre atenta para os contextos nos quais surgem as diversas expressões musicais.

O repertório do show nos remete a uma jornada que revela as várias ramificações do blues, no seu diálogo com outros gêneros musicais como o jazz, o country, folk e soul.  Mostra também a riqueza da tradicão do blues, que consegue interagir com outras vertentes sem, no entanto, perder suas origens.

Rodica tem se apresentado regularmente em casas de shows e teatros de Belo Horizonte e do interior de Minas Gerais, no circuito SESC de São Paulo e participado de importantes eventos e festivais do gênero. Em agosto de 2009, Rodica mudou-se para o Rio de Janeiro, onde tem conseguido ampliar seu leque de parcerias musicais e dar continuidade aos seus trabalhos.  Atualmente trabalha com Julio Bittencourt Trio (SP) e Blues Groovers (RJ) em dois formatos de show bem distintos.

Em julho de 2009, Rodica lançou seu primeiro disco, o CD “Do Mississipi ao São Francisco”, que apresentou ao público os resultados de sua pesquisa desenvolvida ao longo destes anos.  O CD apresenta canções de sua autoria e parceiros, além de canções tradicionais afro-americanas chamadas de “spirituals”, a expressão mais originária do blues. Este álbum conta com participações especiais do gaitista e cantor paulista Vasco Faé, do cantor e percussionista Sérgio Pererê e da cantora Titane, ambos artistas  de Minas Gerais. No Rio de Janeiro, Rodica firmou parceria com o Blues Groovers e partiu para uma nova frente de trabalho, que teve como resultado seu segundo CD: “Blues in my Blood”, lançado em 2012.

JÚLIO BITTENCOURT DUO

Atuante no cenário da música instrumental brasileira desde 2001, com apresentações em todo Brasil e exterior, o duo é formado por Julio Bittencourt (bateria) e Luciano Bittencourt (guitarra e violão), e já acompanhou artistas consagrados como Paulo Moura, Gilson Peranzzeta, Idriss Boudriua, Ben Champion, Ithamara Koorax e atualmente Léo Gandelman , realizando shows e lançando seu mais novo CD “Yellow Sax Marine” ( Jazz Beatles). O duo já participou também de  importantes programas da TV GLOBO  (“Dança dos Famosos”, do Faustão)  e TV Aparecida (“Vivíssima”), entre outros.

JOSIEL KONRAD

Trombonista, compositor e recentemente cantor, natural da Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, Josiel Konrad iniciou na música ainda criança, na igreja que frequentava com o seu irmão, que foi quem lhe ensinou os fundamentos musicais. Desenvolveu um estilo eclético, que recebe influências diretas da MPB, do jazz brasileiro, tradicional e contemporâneo. Com dois álbuns e um EP gravados, Konrad traz uma linguagem musical sofisticada, imprimido atmosferas mistas em seus shows, entre o jazz vocal, jazz instrumental e a MPB. Aos 31 anos, o músico possui um vasto currículo com apresentações nacionais e internacionais. Em carreira solo desde 2015, gravou dois álbuns autorais em 2017 e lançou juntamente com seu EP “Quando Menino?”, em junho de 2018, no Teatro Rival (RJ). Em Londres, se apresentou em casas famosas, como o Ronnie Scott’s Jazz Club, Club Passing Clouds e Florence Latin Jazz. Foi integrante da Big Band UFRJ e da Big Band UERJ, da Orquestra Sinfônica de Pelotas e do Afro Reggae. Acompanhou o pianista Marvio Ciribelli e já fez participações em shows de Lulu Santos e Nana Caymmi.

 

  • SERVIÇO:
  •  23/05, quinta-feira – Rodica se apresenta com Julio Bittencourt Duo no Centro da Música Carioca Artur da Távola
  • Horário: 20h
  • Endereço:  Rua Conde de Bonfim 824 – Tijuca, Rio de Janeiro.
  • Tel.: 3238-3831
  • Lotação: 159 lugares
  • Venda nas bilheterias
  • Valor do ingresso: R$ 30,00 (inteira) e R$15,00 (meia entrada).
PALESTRA:O CLASSICISMO E O ROMANTISMO NA MÚSICA

O CLASSICISMO E O ROMANTISMO NA MÚSICA

A revolta da Emoção contra a pretensão iluminista do império da Razão

A Arte espelha sempre, esteticamente, o olhar que cada geração tem do mundo, da vida e da realidade. Contudo, que olhares e contexto sócio, político, social, filosófico e religioso determinaram as expressões artísticas do Classicismo e do Romantismo nos séculos XVIII e XIX na Cultura do Ocidente?

Ilustrada com imagens e gravações em vídeos, nesta palestra veremos que, se a Antiguidade grega foi referência para a Renascença e o Classicismo, o Romantismo não buscou no Barroco do século 17 a sua fonte de inspiração: antes, foi encontrá-la muitos séculos atrás, na Idade Média, em meio às lendas trovadorescas de sua cavalaria épica e o mito do herói, caracterizando-se pela idealização em detrimento do real, ao perceber a realidade como hostil à vida do espírito.

Maestro Ricardo Rocha

Assim compreenderemos como os artistas, movidos pelos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade dos filósofos iluministas, uniram-se com todas as suas forças aos burgueses na Revolução Francesa em 1789, sentindo-se depois, impotentes para uma contra revolução, ao verem seus sonhos submetidos ao choque da realidade com esta nova classe no poder, com seu perfil secular, pragmático e materialista, voltado para o comércio, os negócios e à acumulação de riquezas, portanto pouco afeita ao cultivo dos bens do espírito, como as artes, a poesia e a literatura.

 A palestra identificará os fatores que contribuíram para o processo de fuga à realidade e o culto à personalidade ocorrida nesse período, expondo os liames e as conexões entre a idealização do “homem superior”, do “gênio” e de seu culto ao indivíduo e à humanidade, como consequência da proclamação da ‘morte’ da religião – tratada como superstição e ópio do povo, e a de Deus, como ficção. Foi neste conturbado contexto que se deu a gênese do ‘pathos‘ romântico, que acabou por produzir uma estética musical grandiloquente, porém melancólica, prolixa e amargurada, expressão das justificativas pelo apoio dado à Revolução. Por fim, será possível identificar porque milhares de artistas, poetas e escritores foram levados à morte prematura, especialmente através da pneumonia e da tuberculose, o chamado ‘mal de siècle’.

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  • SERVIÇO:
  • Palestra:O Classicismo e o Romantismo na Música, dentro do Ciclo  
  • “Do Barroco ao Modernismo: os caminhos tortuosos da Música Ocidental”
  • Dia: 23 de maio – quinta-feira
  • Horário:18h30 às 21h, aberto à perguntas do público
  • Local: Cinema do Centro Cultural Justiça Federal – CCJF –
  •  Av. Rio Branco, 241 – Cinelândia 
  • Preço único:R$40,00 – Promoção para os 10 primeiros inscritos por e-mail: um convidado entra gratuitamente
  • Classificação: Livre

 

 

 

4 anexos

Mulher tem casa apedrejada porque trocou senha do wi-fi

Na Colômbia, uma casa foi apedrejada porque a dona trocou a senha do wi-fi. O caso aconteceu na cidade de Santa Marta. Segundo a polícia, a confusão teria começado porque uma vizinha, que deveria pagar pelo uso do sinal de internet, não respeitou o prazo dado para entregar o dinheiro. Irritada, a responsável pelo wi-fi fez a mudança da chave de acesso e foi o suficiente para a discussão chegar em tons de ameaça e muita violência.

A policia identificou a mulher que incitou a confusão. Ela cumpre prisão domiciliar. Os moradores querem que ela seja expulsa do bairro

veja o vídeo

Ganhe mais e trabalhe menos com as dicas de Tathiane Deândhela

É possível trabalhar menos e mesmo assim multiplicar os ganhos financeiros? É justamente isso o que propõe a escritora do livro Faça o tempo trabalhar para você, palestrante e empresária Tathiane Deândhela. Referência no mundo corporativo em assuntos sobre Produtividade e Alta Performance, ela afirma que com otimização do tempo e planejamento é possível maximizar os resultados e reduzir a jornada de trabalho.

A especialista aponta o segredo por trás de sua filosofia de trabalho: “todos os profissionais bem remunerados são pessoas que tem alta performance, que entregam resultados com excelência e que se consolidaram no mercado de trabalho por esse motivo. O resultado é tudo. No início da carreira eu ganhava 500 Reais por mês e trabalhava 15 h por dia. Trabalhava na área de vendas, mas não conseguia bons resultados. Faltavam as técnicas e performance. Dessa forma eu trabalhava muito e ganhava pouco. Para mudar esse jogo eu comecei a pesquisar o que os profissionais que se destacam fazem. Quais são os pontos em comum dos profissionais mais bem remunerados no mercado? Cheguei a algumas constatações que me fizeram trabalhar menos e investir o meu tempo livre em me capacitar e me desenvolver para alavancar minha performance! assim eu tinha mais resultados com menos visitas e ligações a clientes! A conversão de vendas aumentou mesmo eu trabalhando menos porque eu passei a ter as técnicas certas”.

Pontos chaves para alcançar os objetivos

Para ela, dois pontos são fundamentais para alcançar os resultados pretendidos:

1- Investir em alta performance

Quem é destaque no que faz, consegue ser melhor remunerado pela sua hora de trabalho. Além da agilidade que alcança. Por que existem médicos que ganham x e médicos que ganham 10x? Advogados que ganham 2000 mil por mês e advogados que ganham 100 mil por mês? Professores que ganham 10 reais a hora e professores que ganham 300 reais a hora. E isso se aplica a todas as profissões. Destaques e Fenômenos são mais bem pagos e disputados no mercado. Investir tempo em leituras, cursos online ou presencial e aprimoramento constante é um grande passo em direção ao sucesso!

2- Eliminar os ladrões do tempo

Tathiane fez um levantamento e descobriu que existem mais de 28 ladrões do tempo. Todas as pessoas mais bem pagas investem seu tempo nas coisas certas, logo elas criam planos de ações para eliminar os ladrões do tempo e assim conseguem focar no que realmente importa. Sempre em suas palestras, Tathiane pergunta para líderes e empresários: Quanto do seu tempo você dedica a atividades que realmente gerem lucro? Muitos percebem que gastam muito tempo com demandas operacionais que sequer deveriam fazer. A pior coisa é você gastar tempo e energia fazendo com excelência coisas que você nem deveria fazer. Então Crie um plano de ação para ganhar horas de qualidade e focar naquilo que vai gerar mais resultado para sua vida.

Tathiane detalha quem são os ladrões do tempo em seu site: Fábrica de Produtividade

Sobre Tathiana Deândhela

Tathiane Deândhela é palestrante, empresária e conferencista internacional com mais de 1 Milhão de visualização em seus vídeos do YouTube, tem ajudado profissionais a turbinarem sua produtividade. Foi convidada a gravar para a Exame e tem um quadro semanal na CBN Goiânia, ela tem mestrado em Liderança pela Universidade de Atlanta.

Escritora do best-seller ‘Faça o tempo trabalhar para você’, com mais de 10 mil unidades vendidas em 3 meses e prefácio da Luiza Helena Trajano.

É Master Coach Trainer. Possui cursos de Negociação pela Universidade de Harvard; Curso de Liderança e Coaching pela Universidade de Ohio e Liderança e Inovação pelo MIT. Em 2017 lançou seu livro nos Estados Unidos em Orlando, Miami, Boston e no Reino Unido, em Londres. Em 2018 foi convidada para palestrar em uma conferência que ocorreu na Universidade de Harvard.

Buquê Raiz: MC Koringa explica o porquê usou buquê de couve no seu casament

Após passar por uma cirurgia de retirada de tumor no ouvido, MC Koringa se casou nesta quinta-feira num cartório do Rio Manoela Alcantara. Os dois estão juntos há 16 anos e decidiram enfim oficializar a união.


No entanto, o que chamou atenção dos fãs não foi apenas a ocasião do casamento, mas o inusitado buquê de flores, postado na rede social do cantor, um maço de couve. Chamado por MC Koringa de ‘buquê raiz’ a foto recebeu milhares de curtidas e muitos comentários.

MC Koringa explica de onde veio a ideia de substituir o tradicional buquê por uma couve: “eu tinha comprado uma couve pra servir uma feijoada, só que a couve que ela comprou estragou, e ela insistindo comigo que a couve estava boa, que o cheiro dela era esse mesmo (risos). Ai a caminho do cartório nós compramos outras couves para colocar no lugar daquela e ai eu pensei que seria uma boa oportunidade de brincar com ela. E dai surgiu o buquê raiz”.

“AUTO EUS – A DITADURA DA APROVAÇÃO SOCIAL” VOLTA PARA O TEATRO POEIRA

 Espetáculo solo de Adriana Perin mergulha em desconstrução, recomeços e empatia

Apresentações de terça a quinta-feira, às 21h, até 23 de maio

Auto Eus – Adriana Perin – Crédito da foto_BR Produções

Depois de uma temporada de sucesso no Teatro Poeira, o espetáculo “Auto Eus – A Ditadura da Aprovação Social” volta em cartaz no mesmo teatro, em Botafogo, para mais seis semanas, a partir de 16 de abril. Em cena, a atriz Adriana Perin investiga as pluralidades e as “prisões” do ser humano e a aceitação da condição vulnerável de ser real, inteiro. As apresentações acontecem terça,quarta a quinta-feira, às 21h, até 23 de maio. “Auto Eus” é uma realização da Rodafilmes e da Brisa Filmes, uma das produtoras de “Dogville”.

Com direção de Raíssa Venâncio, a atriz-personagem narra uma espécie de jornada da anti-heroína numa viagem rumo à empatia por si mesma e, por consequência, pelo “outro”. Pelo Todo. Um percurso cênico que retrata vários desafios, entre eles, as expectativas de uma ilusória aprovação social e as decorrentes frustrações que isso pode trazer. “Auto Eus” também questiona os nossos abismos sociais, trazendo histórias densas sobre uma realidade aparentemente distante.

“Utilizamos a singularidade e a experiência pessoal da artista como disparador inicial do processo criativo”, explica a diretora Raíssa Venâncio. “A dramaturgia passa pela trajetória da atriz-personagem: o ex-casamento e as culpas e barreiras internas que permearam seu processo de ruptura; a viagem para a Índia, que acidentalmente se tornou um portal para a espiritualidade; a estadia aos 15 anos em um acampamento do MST; o projeto social de Cinema do qual faz parte, no sertão nordestino, em que adentra o universo de menores em conflito com a lei em unidades socioeducativas. Assim como a pesquisa nesses contextos sobre a desconstrução dela, como mulher”, completa Raíssa.

A dramaturgia foi escrita a seis mãos por Adriana, pela diretora Raíssa e pela diretora assistente Paula Vilela. A encenação também foi construída a partir de uma expressiva narrativa corporal, conduzida pela diretora de movimento Lavínia Bizzotto.

“O espetáculo fala sobre empatia e desconstrução. Depois de ter vivido tantos processos de investigação interna, surgiu a necessidade de criar um trabalho artístico sobre o eu ideal e o eu verdadeiro, sobre a aceitação de sermos tantos fragmentos. Usar o pensamento para nos definir é algo que nos limita”, conta Adriana Perin. “Em cada uma dessas jornadas é surpreendente o contato com as nossas sombras e nossas fragilidades, até que algo inesperado acontece: nós as abraçamos e seguimos com elas. E percebemos o quanto a autenticidade pode resultar em conexão”, completa.

O processo de criação investigou memórias, abismos e recortes vivenciados pela atriz na sala de ensaio, por meio de improvisos gravados em áudio, que depois foram transcritos. “Um dos nossos maiores desafios foi fechar o texto, pois abrimos várias janelas durante a criação e produzimos um material imenso. Auto Eus é uma costura de muitas histórias, e o ponto onde uma se conecta à outra foi nos surpreendendo. Permitimos que o projeto fosse o que ele quisesse ser de modo orgânico”, define Adriana.

O cenário de Constanza de Córdova e Fernanda Mansur remete às paredes de uma casa que, a cada cena, ganham novos significados com projeções que trazem memórias, pensamentos e colagens. A Luz de Renato Machado revela as recordações da anti-heroína embalando a sua jornada. A trilha sonora traz canções que marcaram a trajetória da atriz-personagem e também a músicas deDaniel Lopes, compostas especialmente para o espetáculo.

A primeira temporada de “Auto Eus – A Ditadura da Aprovação Social” no Teatro Poeira foi de 6 de fevereiro a 27 de março.

SOBRE ADRIANA PERIN

Formada em Teatro pela CAL e em Comunicação Social pela UFRJ, Adriana Perin tem 32 anos e é natural de Vila Velha, no Espírito Santo. Estudou atuação também em Londres, na RADA, e o canto. Aprofundou-se em linguagens como Viewpoints, Meisner, Contação de Histórias e Performance. Investigou o corpo como potência criativa com diretoras como Duda Maia, Ana Kfouri e Yael Karavan, experienciou a arte do ator com a Cia Barca dos Corações Partidos e mais recentemente tem mergulhado no universo da palhaçaria com mestres como Karla Concá, Márcio Libar e o canadense Olivier Terreault.

Ao longo de 11 anos de Arte no Rio de Janeiro, Adriana tem como marca uma interpretação bastante plural: atuou no Cinema, séries, novelas, campanhas publicitárias, como apresentadora, além de uma série de trabalhos como locutora e narradora – como em filmes e áudio livros. No Teatro, já atuou em mais de dez espetáculos, tendo sido premiada como Melhor Atriz em festivais no Rio e no Espírito Santo.

Desde 2013 integra o projeto Cinema no Interior, dirigido por Marcos Carvalho, que percorre pequenas cidades do sertão nordestino. Lá atua como professora das oficinas de interpretação e como diretora de elenco nos filmes realizados após as aulas. O projeto originalmente contempla o povo local, no entanto, em 2017, abrangeu também menores em conflito com a lei, sendo realizado dentro de unidades socioeducativas.

Adriana tem profundo interesse nas relações humanas e sociais, na espiritualidade e expansão da consciência, e estuda formas de investigar essa temática em processos artísticos.

AUTO EUS

A Ditadura da Aprovação Social

Temporada: de 16 de abril a 23 de maio – terça, quarta e quinta, às 21h

Local: Teatro Poeira – Rua São João Batista 104, Botafogo. Tel.: 2537 8053

Capacidade: 82 lugares. Duração: 80 min. Classificação etária: 16 anos.

Gênero: autoficção. Ingressos: R$ 25 (meia e lista amiga) e R$ 50 (inteira).

Bilheteria: de terça a sábado, das 15h às 19h. Domingo, das 15h às 19h.

Vendas online:www.tudus.com.br

www.instagram.com/autoeus_espetaculo

 

 

FICHA TÉCNICA

 

Elenco: Adriana Perin

Direção: Raíssa Venâncio

Dramaturgia: Adriana Perin, Paula Vilela e Raíssa Venâncio

Direção assistente: Paula Vilela

Direção de movimento e preparação corporal: Lavínia Bizzotto

Direção de iluminação: Renato Machado

Direção musical: Daniel Lopes

Direção de aarte: Constanza de Córdova e Fernanda Mansur

Ativação energética: Bruna Savaget

Designer gráfico: Pedro Pedreira

Mídias sociais: Natalia Crivilin

Direção de produção: Tarsilla Alves e Mariana Golubi

Produção: Juliana Espíndola

Produção executiva: André Garcia, Pedro Gui e Fernanda Thurann

Assistente de produção executiva: Pedro Pedreira

Realização: Rodafilmes e Brisa Filmes

Idealização: Adriana Perin e Pedro Gui