Multigourmet – Edição Mães – de 09 a 12 de Maio com gastronomia francesa

MULTIGOURMET – EDIÇÃO MÃES O DIA DAS MÃES NO MULTICENTER TEM SABOR FRANCÊS

De 09 a 12 de Maio, o Itaipu Multicenter realizará um evento que já entrou para o calendário da cidade como um dos mais gostosos da Região Oceânica de Niterói – O MULTIGOURMET.

Nesta edição, o projeto será dedicado às mães e terá inspiração na culinária francesa. Em uma cozinha cenográfica localizada Praça de Eventos do shopping, profissionais da alta Gastronomia vão promover Workshops abertos ao público com harmonizações, degustações, distribuição de brindes e boa música, em um ambiente aconchegante com floristas, estande de vinhos e perfumes, tudo para entrar no clima Parisiense.

No dia 09/05 (quinta-feira), a partir das 19h30, a Oficina Gourmet com o chef Frédéric Monnier abre o evento com um maravilhoso ‘Tamboril grelhado ao molho beurre blanc e étuvée angevine Molho François premier’.  Nascido no noroeste da França, o chef Frédéric Monnier passou por restaurantes e hotéis estrelados pelo Guia Michelin, em Paris e Luxemburgo, durante oito anos. Em 2001, conheceu o Brasil, se apaixonou pelo país e voltou para tornar-se Chefe Executivo do tradicional e badalado restaurante carioca Garcia & Rodrigues, onde permaneceu por 4 anos.Frederic adaptou a culinária francesa ao paladar brasileiro com criações na padaria, confeitaria e restaurante, marca registrada que carrega até hoje em seu restaurante, que foi inaugurado em 2005, em uma linda casa antiga, com o seu sócio, no centro do Rio de Janeiro. Participa do Rio Gastronomia e é embaixador do Senac desde 2011, onde administra aulas. Hoje, o chef se dedica ao desenvolvimento do seu próprio buffet com seu nome Frédéric Monnier, explorando o desenvolvimento sustentável.

Às 20h30, Valerie Lu sobe ao palco do Multigourmet com seu show “Meu Mundo À Moi’. Nascida em Montmartre, cartão postal da cidade de Paris, Valerie Lu, chegou no Brasil, Niterói-RJ, em 1987, onde residiu por 14 anos. Com sua energia e sua curiosidade, se apresentou em diversas casas de shows do Rio de Janeiro e também na Europa. Durante este período em terras brasileiras, Valerie Lu teve a oportunidade de mostrar seu talento, quando convidada a fazer abertura e participações de espetáculos de artistas como: Ângela Rô Rô, Sivuca, Hermeto Pascoal, Leny Andrade, Arthur Maia, entre outros. Em 1999, recebeu da Câmara Municipal de Niterói o título de cidadã honoraria da cidade. O projeto ‘Meu Mundo à Moi’ leva ao público uma viagem íntima ao mundo musical de Valerie Lu. Além de músicas de seu último álbum ‘Saudade mon amour’, o show traz em seu repertório uma síntese do universo musical da cantora, contando com releituras de clássicos do Jazz em inglês como Cry me a river e Summertime, MPB e clássicos franceses. Em sua apresentação, Valerie Lu será acompanhada do guitarrista, compositor e produtor Marcello Ferreira e do percussionista Filipe Tauil.

No dia 10/05 (sexta-feira), a partir das 20h, o chef Frédéric De Maeyer ensina a fazer uma deliciosa sobremesa: ‘Fondant de chocolate belga, cremeux de cupuaçu e crumble de caju’.  À frente da cozinha do Eça há mais de dez anos, o chef belga Frédéric De Maeyer é uma das boas revelações da gastronomia do Rio nos últimos tempos. Ele faz uma cozinha moderna e de sucesso, em pleno Centro do Rio. Fred veio especialmente de Bruxelas, onde trabalhou profissionalmente no Hotel Hilton, com uma estrela no Guia Michelin, e no L´Écalier du Palais Royal, com duas estrelas no Michelin, para a cozinha do restaurante da H.Stern. A vinda para o Brasil foi resultado da paixão pelo país e pela necessidade de encontrar novos desafios profissionais. No Eça, Frédéric cuida de tudo. O menu oferece combinações contemporâneas, uso de ingredientes genuinamente brasileiros e uma forte presença de produtos orgânicos e sazonais. Sua dedicação já lhe rendeu prêmios como Chef Revelação 2004, Melhor Chef Confeiteiro 2005, ambos da Revista Gula, prêmio Prato Inesquecível do ovo caipira no Guia Danusia Bárbara (2005), Chef Revelação Rio Show 2006, segundo melhor chef e segundo melhor chef pâtissier 2006 eleito pela revista Gula e 1º lugar chef revelação – revista Veja Rio (2006), restaurante com os melhores doces do Rio (2012), pela Veja Rio.

Dia 11/05 (sábado), a partir das 20h, o chef Roland Villard vai ensinar a receita de ‘Pirarucu com farofa de sardinha e caju, purê de couve flor com algas, vinagrete de frutas’. Técnica francesa utilizada para valorizar a riqueza e ressaltar a peculiaridade dos produtos locais. Esse é o principal legado da experiência de trabalhar em três continentes diferentes – Europa, África e América Latina – para o Chef Roland Villard, que comemora mais de quatro décadas dedicadas à gastronomia. Nascido em Saint-Etienne, região central da França, Roland Villard se interessou pela cozinha ainda criança, e começou a trabalhar muito cedo em Paris, a capital da gastronomia mundial. Tendo passado por restaurantes estrelados – como o Le Pré Catelan–nacida de luz, o chef decidiu explorar novos mercados e se instalou, no final dos anos 80, em Abidjan, capital da Costa do Marfim, e permaneceu em terras africanas por dez anos. Foi a convite do grupo Accor que Roland Villard veio para o Brasil para assumir a cozinha do Le Pré Catelan, do Hotel Sofitel Rio de Janeiro. Ao sair do grupo em 2016, o chef ampliou a sua área de atuação e abriu a própria empresa de consultoria em gastronomia, a Re7 Gastronomia, e se especializou, principalmente, na área hospitalar.

Para fechar o evento, no dia 12/05 (domingo), a partir das 16h, é a vez da Oficina infantil ‘Maman Je t’aime’ com a Sweet Cake.  A pâtissière, Fernanda Castro, da doceria Sweet Cake, vai mostrar o passo a passo da elaboração de um delicioso cupcake. Neste workshop, o público além de aprender a receita e os segredinhos de uma massa fofinha, ainda vai poder rechear e decorar os seus cupcakes com elementos bem franceses, como a Torre Eiffel. A oficina que recebeu o nome de ‘Maman Je t’aime’, promove a integração entre pais e filhos em um momento especial, na qual as crianças poderão convidar um membro da família para participar com ela. As senhas serão distribuídas 30 minutos antes da oficina.

De 09/05 a 12/05, em paralelo, um Circuito Gastronômico onde restaurantes, bares e cafés do shopping apresentarão novidades no cardápio inspiradas na encantadora Paris. Além disso, a Aliança Francesa sorteará 3 bolsas de estudo com 50% de desconto durante o evento.

  • Serviço:
  • Datas: De 09 a 12 de Maio
  • Local: Praça de Eventos do Shopping Itaipu Multicenter
  • Endereço: Estrada Francisco da Cruz Nunes, 6501 – Itaipu. Niterói / RJ
  • Evento gratuito
Espetáculo ‘Saia’ estreia, em 13 de maio, no Teatro Firjan SESI

Investigação sobre a superproteção e o instinto maternos, o espetáculo ‘Saia’ estreia, em 13 de maio, no Teatro Firjan SESI

Com direção de Joana Lebreiro, texto de Marcéli Torquato foi escrito durante

a 4ª turma do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI no ano passado.

Em cena, estão as atrizes Eliane Carmo, Elisa Pinheiro e Vilma Melo

 Quando o herói grego Aquiles nasceu, sua mãe (a nereida Tétis) o banhou no Rio Estige na tentativa de torná-lo imortal. Mas segurou-o pelo calcanhar, parte do corpo que acabou vulnerável. O mito é uma das inspirações do espetáculo Saia, que estreia dia 13 maio no Teatro Firjan SESI, propondo uma investigação sobre a superproteção e o instinto maternos e a tentativa do ser humano de ter controle sobre a vida. O texto foi escrito por Marcéli Torquato durante as atividades da 4ª turma do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI em 2018, coordenado pelo diretor e dramaturgo Diogo Liberano, e é sua primeira peça teatral. A história chega ao palco com direção de Joana Lebreiro e elenco que reúne as atrizesEliane Carmo (Neném), Elisa Pinheiro (Mãe) e Vilma Melo (Aquiles). A dramaturgia será publicada pela Editora Cobogó, assim como outras duas criadas na mesma turma do projeto: ‘Desculpe o transtorno’, de Jonatan Magella, e ‘Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo’, de Lane Lopes. O lançamento dos livros será no dia 13 de maio, junto com a estreia da peça.

Saia – Elisa Pinheiro (esq), Vilma Melo (centro) e Eliane Carmo. Foto Guilherme Silva

Quando a autora se tornou mãe, foi tomada pelo medo de morrer, de que sua filha ficasse sem mãe. Os recorrentes episódios de violência da cidade também a perturbavam. Esse foi o ponto de partida da dramaturgia. “Queria investigar essa característica da maternidade: a tentativa de controlar os riscos, de imunizar as filhas e filhos a todo custo. Não se pode fugir de tudo. É preciso que a vida aconteça”, explica.

O dramaturgo Diogo Liberano, que acompanhou todo o processo de escrita, comenta como foi bonito ver a autora se desafiando durante as aulas do núcleo. “Uma questão que sempre discutíamos era o que ela faria com esse medo que veio com a maternidade: confirmar sua existência ou dar um problema para ele? E ela acabou colocando em xeque o medo desta mãe numa história de muita delicadeza, que nos toca e afeta”, define Diogo.

A trama acompanha a rotina de uma mãe que, diante de um mundo violento, cria suas duas filhas literalmente sob a sua saia. O dia a dia não muda: é ir da casa ao trabalho, e vice-versa, até que um furo na vestimenta faz com que as crianças comecem a desconfiar da falta de acontecimentos em suas vidas.

“O texto é extremamente poético, cheio de metáforas nas entrelinhas e, ao mesmo tempo, põe em cena questões muito profundas e reais. É como um enigma, que vamos descobrindo aos poucos”, reflete a diretora Joana Lebreiro, que aceitou dirigir uma das peças criadas no Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI antes mesmo de saber qual seria. “Sei que o Diogo Liberano tem uma pesquisa de dramaturgia muito contundente e que os trabalhos vindo do núcleo seriam, no mínimo, instigantes. E estava certa. Gostei muito de todos, mas ‘Saia’ me arrebatou”, acrescenta.

Ao lado da diretora no time criativo estão Gabriela Estevão (diretora assistente); Ana Luzia de Simoni (iluminadora); Marieta Spada (diretora de arte) e Claudia Castelo Branco (diretora musical e trilha sonora), que compôs uma trilha original para o espetáculo. “Assim como a história apresenta situações cotidianas em cenas surrealistas, quis fazer essa mistura de elementos concretos e poéticos de uma forma experimental”, descreve Claudia. A equipe se completa com a diretora de movimento e preparadora corporal Tatiana Tiburcio, que partiu do jongo e da dança afro para a criação da movimentação das atrizes em cena: “A dança afro é carregada de símbolos, então cada gesto que trabalhamos tem múltiplos significados, como a própria dramaturgia. O jongo também tem uma ligação poética com a trama, já que o girar das saias na dança leva para longe o que é negativo e traz para perto o axé que nos protege”.

Sinopse

Duas crianças são criadas sob a saia da mãe até que um furo na vestimenta faz com que elas comecem a desconfiar da falta de acontecimentos em suas vidas. Saia é uma investigação sobre o instinto materno em um mundo violento.

Núcleo de Dramaturgia

Em sua quinta edição, o Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI nasceu da vontade de descobrir e desenvolver novos autores teatrais brasileiros e é aberto para quem gosta de escrita, com ou sem experiência em dramaturgia. O programa anual de estudo e criação mistura teoria e prática, por meio de atividades de leitura de textos filosóficos e dramaturgias escritas no decorrer dos séculos; discussões; exercícios individuais e de jogos textuais em dupla ou trio; e encontros presenciais com autores e artistas profissionais da cena contemporânea. Além dessas experimentações, os participantes escrevem duas dramaturgias, sob orientação de Diogo Liberano, coordenador do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI: uma menor, com cerca de 15 páginas, e uma final de no mínimo 30 páginas. “Pedagogicamente a atividade se dá a partir de distintos modos e tipos de escrita que cada autor ou autora traz. As turmas são compostas por 15 pessoas, a cada ano, assim, a diversidade de modos de escrita é muito grande. Temos encontros semanais com a turma toda e também individuais, nos quais discutimos a dramaturgia de cada aluno de maneira bastante profunda”, conta Liberano. “É muito gratificante ver o resultado”.

Lançamento

Em parceria com a editora Cobogó, que edita, a Coleção Dramaturgia, haverá a publicação de três obras criadas durante a 4ª Turma do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI: ‘Saia’, de Marcéli Torquato, ‘Desculpe o transtorno’, de Jonatan Magella, e ‘Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo’, de Lane Lopes. O lançamento dos livros será no dia 13 de maio, junto com a estreia do espetáculo.

  • FICHA TÉCNICA:
  • Dramaturga: Marcéli Torquato
  • Diretora: Joana Lebreiro
  • Diretora assistente: Gabriela Estevão
  • Atrizes: Eliane Carmo, Elisa Pinheiro e Vilma Melo
  • Diretora de arte: Marieta Spada
  • Diretora de movimento e preparadora corporal: Tatiana Tiburcio
  • Diretora musical e trilha sonora: Claudia Castelo Branco
  • Iluminadora: Ana Luzia de Simoni
  • Programadora visual e mídias sociais: Thaís Barros
  • Assessora de comunicação: Rachel Almeida – Racca Comunicação
  • Fotógrafo da comunicação visual: Guilherme Silva
  • Produtora: Clarissa Menezes
  • Coordenador do projeto e do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI: Diogo Liberano
  • SERVIÇO:
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  • Saia
  • Temporada: De 13 de maio a 18 de junho
  • Teatro Firjan SESI Centro – Avenida Graça Aranha, 1 – Centro – Rio de Janeiro/RJ (Próximo ao Metrô – Estação Cinelândia).
  • Telefone: 2563-4163.
  • Dias e horários: 2ª e 3ª, às 19h.
  • Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
  • Lotação: 338 pessoas
  • Duração: 1h15 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Funcionamento da Bilheteria: De segunda a sexta, das 11h30 às 19h30. Sábados, domingos e feriados, quando houver atração, duas horas antes da sessão.
“Hamlet Candidato” estreia em 9 de maio, no Sesc Copacabana

Com direção de Alexandre Mello e texto de Cecilia Ripoll, “Hamlet Candidato” estreia em 9 de maio, no Sesc Copacabana

Escrita por volta do ano 1600, “Hamlet”, de William Shakespeare, ecoa debates contemporâneos em “Hamlet Candidato”, peça idealizada e dirigida por Alexandre Mello, com texto inédito de Cecilia Ripoll. Em cena, questões sociopolíticas atuais emergem nos bastidores de uma montagem da tragédia shakespeariana. O espetáculo estreia em 9 de maio, no Teatro de Arena do Sesc Copacabana, e fica em cartaz até 2 de junho (de quinta a domingo, às 19h). No dia 20 de maio, será lançado o livro com o texto da peça, publicado pela Editora Cândido. Com direção de produção de Rogério Garcia, o espetáculo é uma realização da Usina D’Arte.

Trapaças em busca do poder, formações de redes de intrigas, desonestidades para obter informações sigilosas, acidentes misteriosos e armadilhas friamente calculadas estão em pauta em “Hamlet Candidato”. “O projeto surgiu de uma vontade de falar sobre ética a partir dos últimos eventos políticos que vivemos no país. Me lembrei de ‘Hamlet’ e pensei em abordar esse tema nos bastidores de uma encenação da própria obra de Shakespeare”, conta Alexandre Mello que, além de dirigir a montagem, integra o elenco de 14 atores.

Indicada ao Prêmio Shell 2019 pelo texto de “Rose”, a autora Cecilia Ripoll foi convidada por Alexandre e Rogério para participar do projeto. “Escolhemos alguns pontos de contato entre a obra de Shakespeare e o que estamos vivendo hoje no país. Acho que a linha mestra em ‘Hamlet Candidato’ seriam as articulações escusas para chegar ao poder”, conta.

A peça inicia logo após a estreia de uma montagem de “Hamlet”. Nos bastidores, o diretor (papel de Alexandre) está insatisfeito com o resultado do espetáculo. Mas o que parece ser apenas um problema da encenação acaba se revelando uma intricada trama que – a partir da maneira escusa em que um dos atores ganhou o papel principal – reverbera muito as questões políticas e culturais dos dias de hoje. As revelações que se sucedem mostram que, embora tenha sido escrita há mais de 400 anos, “Hamlet” ainda é capaz de falar do homem contemporâneo.

A cenografia de Julia Decache utiliza banners de diferentes produções teatrais, formando um grande tapete de patchwork – transmitindo a ideia de um grupo de teatro que resiste aos tempos difíceis e utiliza em cena o que tinha a mão como peças e móveis de outras montagens. A trilha sonora é assinada por Marcello H. “O elenco é muito musical. Eles fazem coros ao vivo dando um tom épico à cena”, explica o diretor.

Com mais de três décadas de carreira nas artes cênicas, Alexandre Mello fundou o Ateliê Alexandre Mello há quatro anos, em Laranjeiras. “Tinha o desejo de juntar as pessoas com que sempre quis trabalhar para criar parcerias que dialogassem com artes plásticas, cinema, filosofia”, diz. “Não somos um grupo, alguns artistas fazem parte de outras companhias, mas temos uma frequência das mesmas pessoas no ateliê.”

Durante a temporada de “Hamlet Candidato”, três projetos audiovisuais realizados no ano passado no Ateliê serão exibidos no Sesc Copacabana. Entre os dias 23 a 26 de maio, instalada na galeria do subsolo, a videoinstalação experimental “Medeia-Clark” mescla algumas experiências da artista plástica Lygia Clark com o mito da Medeia. O longa “Relato Breve” – feito a partir de um texto escrito por Alexandre e Zé Luiz Rinaldi, com a atriz Cris Amadeo no papel principal — será exibido em 21 de maio no Teatro de Arena. Já o média-metragem “Pierre Rivière” – baseado no livro “Eu, Pierre Rivière, que Degolei Minha Mãe, Minha Irmã e Meu Irmão”,organizado pelo filósofo francês Michel Foucault, sobre o jovem francês Pierre Rivière, que assinou a família em 1835 – será apresentado no foyer do Teatro de Arena, de 30 de maio a 2 de junho.

Sobre Alexandre Mello

Ator, diretor e professor de teatro há mais de 30 anos. Tem um olhar bastante específico sobre o trabalho do ator e desenvolve um conjunto de práticas e procedimentos para a criação de personagens e da cena. Dirigiu alguns sucessos como “Quebra Ossos”, “Um dia Qualquer”, de Julia Spadaccini, com quem tem uma parceria de longa data. Morou na Itália e na Dinamarca nos anos 1990, trabalhando como ator. Foi diretor artístico dos teatros Gonzaguinha e Ipanema nos projetos “Vem!” e “Vem. Ágora!”, além de curador do Festival Dois Pontos. Atualmente, Alexandre dá aulas na Escola Wolf Maya e em seu Ateliê, em Laranjeiras.

 SOBRE Ateliê Alexandre Mello

O Ateliê Alexandre Mello trabalha na criação e formação do artista da cena contemporânea. O procedimento de criação do Ateliê alia provocações filosóficas, práticas corporais de movimento e da dança, inspiração nas artes plásticas e na dramaturgia contemporânea. Entre as produções do Ateliê destacam-se “Quatro janelas para o paraíso”, com textos curtos de T. Williams, e “Os Figurantes”, de José Sanchis Sinisterra. A pesquisa com imagem desencadeou uma produção do longa-metragem “Relato Breve”, do média-metragem “Pierre Rivière” e da instalação de vídeos “Medeia Clark”.

 Sobre Cecilia Ripoll

Diretora, dramaturga e atriz, formada em Artes Cênicas pela UNIRIO. Indicada ao Prêmio Shell 2018 como autora por “Rose”, dramaturgia dirigida por Vinicius Arneiro e publicada pela Editora Cobogó. Selecionada para o projeto de intercâmbio BETSUD (Panorama Sur), participará de residência artística na Itália (Festival Castrovillare). Uma das fundadoras do Grupo Gestopatas, assina direção e dramaturgia de seus trabalhos mais recentes: “Paco e o tempo” (2016/2017) e “Paredolia” (2017).

  • FICHA TÉCNICA
  • Texto: Cecilia Ripoll
  • Direção: Alexandre Mello
  • Direção de produção: Rogério Garcia
  • Diretora assistente: Isabella Lomez
  • Assistente de direção:  Lucas Sereda
  • Produção Executiva: Gabriel Garcia
  • Cenografia: Julia Deccache
  • Iluminação: Renato Machado
  • Trilha sonora: Marcello H
  • Programação visual: Raquel Alvarenga
  • Figurinos: Ticiana Passos
  • Assessoria de imprensa: Paula Catunda e Catharina Rocha
  • Visagísmo: Diego Nardes
  • Costureira de cenário: Nice Tramontin
  • Elenco:
  • Alexandre Mello
  • Debora Salem
  • Edson Zille
  • Elaine Cury
  • Merilyn Bernstorff
  • Thaissa Szapiro
  • Natalie Smith
  • Yuri Farage
  • Rodrigo Ferraro
  • Pedro Cesar Lima
  • Renan Rosselini
  • Osvaldo Novais
  • João Faria
  • Suellen Elleres
  • SERVIÇO – Espetáculo: “Hamlet Candidato”
  • Temporada: de 9 de maio a 2 de junho de 2019, de quinta a domingo, às 19h.
  • Local: Teatro de Arena –Sesc Copacabana. Informações: (21) 2547-0156.
  • Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana.
  • Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia), R$ 30 (inteira).
  • Ingresso solidário – R$ 15 (meia) com a doação de 1 kg de alimento para o Projeto Mesa Brasil do Sesc RJ.
  • Bilheteria – Horário de funcionamento: De terça a sexta, das 9h às 20h.
  • Sábados, domingos e feriados, das 12h às 20h.
  • Capacidade: 260 lugares. Classificação: 16 anos. Duração: 90 minutos.
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  • Lançamento do livro “Hamlet Candidato”: 18 de maio.
  • Entrada franca. Horário a confirmar.
  • Exibição do filme “Relato Breve”: 21 de maio.
  • Entrada franca, às 19h.
  • Instalação performativa “Medeia Clark”: de 23 a 26 de maio.
  • Entrada franca, a partir das 17h.
  • Exibição do tríptico “Pierre Riviére”: de 30 de maio a 2 de junho.
  • Entrada franca, a partir das 17h.
Filha de MC Koringa e vencedora do BBB 18 contracenam em filme nacional
A nova produção nacional “Resistir para Começar” deve chegar aos cinemas ainda este ano e traz a tona a questão do preconceito e dos tabus enfrentados diariamente pelo público LGBT. O filme tem sido muito comentado nas redes sociais e promete promover a reflexão sobre esses temas.
Uma das grandes novidades do filme é que  a vencedora do BBB 18 Gleice Damasceno irá contracenar com a filha do produtor e cantor MC Koringa, Anna Vitória ( Annavitaj ), ambas no papel de Laura, a melhor amiga do protagonista Pedro. Annavitaj faz o papel de Laura na infância e Gleici Damasceno a Laura na fase adulta.
Ontem foi a primeira vez que as duas “Lauras” se encontraram no set de gravações: “foi muito bacana o encontro das duas no set de gravação. A Annavitaj queria conhecer a Gleice porque gosta muito dela. Foi um momento muito bacana e de muito carinho”, conta Manuela, mãe de Annavitaj.
Além de Gleice Damasceno e Junior Provesi a produção conta com um elenco de peso como Josie Pessoa (O Sétimo Guardião), Felipe Roque (Mulheres ao Mar 2, Amor.com, Os Farofeiros), Renata Dominguez (Deus Salve o Rei e Sol Nascente), André Mello (Tropa de Elite 1 e 2), Taisa Gomes (Deus Salve o Rei) e Rosane Braga. Junior Provesi é roteirista, produtor executivo e protagonista da produção.
Ayelet Gundar-Goshen confirmada na Flip 2019

Expoente da nova literatura israelense, Ayelet Gundar-Goshen é a nona presença confirmada na Flip 2019, que acontece de 10 a 14 de julho, em Paraty. A escritora, roteirista e psicóloga é autora de Uma noite, Markovitch, romance traduzido para 14 línguas e publicado no Brasil em março de 2018 pela Todavia. Ganhador do Sapir – principal prêmio literário de Israel – como melhor estreia, o livro é centrado no personagem Iaakov Markovitch, que vai com um grupo de jovens da Palestina até a Europa sob comando nazista para que, por meio de casamentos fictícios, possam resgatar mulheres judias.

Para Fernanda Diamant, curadora da 17ª Flip, “Ayelet Gundar-Goshen tem um olhar delicado e esperto diante do mundo. Narra grandes acontecimentos históricos e políticos como se fossem uma espécie de fábula. Seu romance tem também algo do humor dos contos folclóricos, assim como seus personagens, que parecem saídos de histórias muito antigas e anônimas”.

Uma Noite, Markovitch é um livro de uma autora mulher contando uma história do ponto de vista masculino. A possibilidade de inversão de gêneros e papéis é algo que a imaginação e a literatura sempre possibilitaram, mas que agora, nestes novos contextos em que vivemos, surge de uma maneira atualizada e política. Ayelet Gundar-Goshen, ao inventar para seu livro uma voz masculina, explora os territórios da criação – em paralelo, sua narrativa investiga a formação do território israelense”, diz Mauro Munhoz, diretor geral e artístico do Programa Principal da Flip.

A autora e as obras

Ayelet Gundar-Goshen nasceu em Israel em 1982. Formou-se em psicologia na Universidade de Tel Aviv, e estudou roteiro de cinema na Sam Spiegel Film & Television School, em Jerusalém. Atuou como editora no jornal Yedioth Ahronoth e integrou a Associação dos Direitos Civis em Israel. Como roteirista, recebeu prêmios internacionais, como o Berlin Today – associado aoBerlinale Talents – pelo filme Batman at the Checkpoint.

Em 2012, a escritora estreou na literatura com o romance Uma noite, Markovitch. A história acontece antes, durante e depois da guerra árabe-israelense de 1948, e é baseada no caso real de um homem que se recusou a se divorciar da mulher com quem se casou apenas para que ela pudesse sair da Europa nazista. O protagonista é Iaakov Markovitch, um homem monótono que tem a esperança de que sua esposa passe a amá-lo com o tempo.

Gundar-Goshen também é autora do premiado best-seller Waking Lions, de 2014, sobre um médico que se muda de Tel Aviv para o deserto de Neguev, onde atropela um imigrante e foge sem prestar socorro. The Liar, de 2018, seu título mais recente, retrata uma adolescente que acusa injustamente um homem de estupro. Ambos ainda não têm tradução para o português.

Flip 2019

A 17ª edição da Flip acontece de 10 a 14 de julho, em Paraty, e tem o escritor Euclides da Cunha como Autor Homenageado. Estão confirmados os nomes de Walnice Nogueira Galvão, Kristen Roupenian, Kalaf Epalanga, Sheila Heti, Grada Kilomba, Carmen Maria Machado, Karina Sainz Borgo e Ismail Xavier.

Quem faz a Flip

A Flip tem o patrocínio do Ministério da Cidadania, através de sua Secretaria Especial de Cultura, a partir do Edital de Feiras Literárias e por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além de Patrocínio Oficial do Itaú e Copatrocínio da EDP e da CMPC. A edição 2019 continua em fase de captação de recursos.

Movies Without Spoilers Shazam “Quero Ser Grande do Século XXI?”

O mais recente lançamento do universo DC de 2019 se trata de um menino que assume aparência de um homem de aproximadamente 30 anos, “Shazam”.

Três semanas em primeiro lugar, mostrando que a DC está indo por um caminho melhor que os mal sucedidos: Batman vs Superman, Esquadrão Suicida e Liga da Justiça.

Mas observando os sucessos de: Homem de Aço, Mulher Maravilha, Aquaman e agora, Shazam, talvez o caminho da DC no Cinema seja o “filme de um(a) super-herói (a). Não acham?

                                                      

Sinopse: Billy Batson tem apenas 14 anos de idade, mas recebeu de um mago o dom de se transformar num super-herói adulto chamado Shazam.

Ao gritar a palavra SHAZAM!, o adolescente se transforma nessa sua poderosa versão adulta para se divertir e testar suas habilidades.

Porém ele precisa aprender a controlar seus poderes para enfrentar o vilão Dr. Thaddeus Sivana.

Billy Batson (Asher Angel) tem apenas 14 anos de idade, mas recebeu de um mago o dom de se transformar num super-herói adulto chamado Shazam (Zachary Levi).

Ao gritar a palavra SHAZAM!, o adolescente se transforma nessa sua poderosa versão adulta para se divertir e testar suas habilidades.

Porém ele precisa aprender a controlar seus poderes para enfrentar o vilão Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).

Observação quanto aos atores:

O garoto Billy Batson é interpretado pelo apenas mediano Asher Angel. Sua versão adulta e heroica vivida pelo razoável Zachary Levi se sai bem melhor. Zachari esbanja simpatia e carisma no famoso personagem.

O vilão, Dr. Thaddeus Sivana, é interpretado pelo sempre ótimo Mark Strong.

Quanto ao elenco mirim, se destacam Jack Dylan Grazer (um ótimo ator em potencial, que já  como o irmão adotivo Freddy Freeman. O garoto literalmente rouba a cena no filme!

E a pequena Faithe Herman como a extrovertida e meiga Darla Dudley. A menina já vem se destacando na maravilhosa série This Is Us e rouba cena como a esperta Darla.

O roteiro é simples, mas a direção bem eficiente.  O personagem lembra muito do protagonista vivido por Tom Hanks no filme “Quero Ser Grande”, um homem com alma de menino.

O resultado é um filme divertido, leve e que mostra que nem sempre o universo DC é “sombrio” como dizem.

Patrícia Góes de Lima

Escritora, Roteirista e uma garota nerd.

 Observadora da vida e dos seres que habitam este planeta. Uma pessoa de fé e grata a Deus. Uma cidadã inquieta e sincera. Filha de Drayton e Maria Lúcia. Espectadora e atriz do palco da vida.

patricianaturezas@gmail.com

‘Os Contos de Hoffmann’ de Jacques Offenbach

O Theatro Municipal comemora os 200 anos de Jacques Offenbach encenando a ópera fantástica “Os Contos de Hoffmann”

Espetáculo terá a regência da maestrina Priscila Bonfim, com três récitas e estreia dia 16 de maio

A última e mais popular obra de Jacques Offenbach, a ópera fantástica “Os Contos de Hoffmann” terá uma nova montagem 64 anos depois da última apresentação no Rio de Janeiro, ocorrida em julho de 1955. O espetáculo será, também, uma oportunidade para o Municipal comemorar os 200 anos de nascimento do compositor que era alemãomas considerava-se um genuíno parisiense.

A ópera terá a direção musical da maestrina Priscila Bonfim, à frente do Coro e Orquestra do TMRJ e um elenco de solistas renomados, com três récitas dias 16, 18 e 19 de maio (esta última, a preços populares).

No formato de concerto cênico, a concepção da obra, assinada pelo diretor artístico do TMRJ, André Heller-Lopes, irá inaugurar uma parceria com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage. O coletivo feminino Trovoa, da EAV, se encarregará de pintar o painel de 20 metros de comprimento que vai compor a cenografia.

O libreto da ópera de Offenbach é de Jules Barbier, baseado em contos de E.T.A Hoffmann, escritor alemão que ficou conhecido como um dos principais nomes da literatura fantástica. O escritor é, aliás, o principal personagem da ópera, cuja história gira em torno das decepções amorosas do poeta Hoffman por três musas: a boneca Olympia, a inocente Antonia e a cortesã Giulietta. No presente, ele disputa a paixão de Stella com um vilão rico e sem escrúpulos. “Os Contos de Hoffmann” é uma das óperas mais produzidas no mundo.

Grande elenco nacional

Para dar vida ao poeta Hoffmann do papel-título, o TMRJ convidou o tenor paulista Eric Herrero, que o público carioca conhece de elogiadas participações em óperas como “Tosca”, “Jenufa” e “Norma”. Ao seu lado, como os quatro vilões da trama, o barítono Vinícius Atique. No papel das musas do poeta, dois elencos de artistas: Marina Considera e Marianna Lima (Giulietta, a Cortesã), Maria Gerk e Rose Provenzano-Páscoa (Olympia, a Boneca sem Vida) e Ludmilla Bauerfeldt e Michele Menezes (Antônia, a Virtuosa). Bauerfeldt participou do “Stars and Rising Stars”, festival que acontece em Munique, Alemanha. Completam o elenco cantores solistas do TMRJ – Geilson Santos, tenor que interpretou canções de Hector Berlioz no espetáculo “Be-Marche”, no próprio Theatro Municipal, em abril último, Noeli Mello, Ossiandro Brito, Cícero Pires e Patrick Oliveira, além do baixo Murilo Neves, solista convidado.

Curiosidades dos “Contos”

Jacques Offenbach não viveu para ver a estreia de sua obra em Paris, na Opéra-Comique, em 10 de fevereiro de 1881. Faleceu durante os ensaios, deixando a orquestração e certas passagens incompletas. Por motivos considerados práticos pelo diretor da Opéra-Comique, “Os Contos de Hoffmann” estreou bastante mutilada. Um ato inteiro foi cortado. O que se seguiu nos anos posteriores foi uma coleção de enxertos e modificações que transformaram pouco a pouco a obra. A ópera começou a ser reconstituída a partir de 1970, com uma sucessão de descobertas de manuscritos inéditos que se estende até o final da década de 90. Existem ao menos, desde a estreia absoluta da ópera em 1881, oito diferentes partituras editadas.

Para seu retorno ao palco máximo do Rio de Janeiro foi escolhida a versão mais famosa da ópera, conhecida como “Choudens”, que inclui vários trechos populares cortados das novas edições críticas, notadamente a famosa ária de barítono “Scintille Diamant” e o conhecido septeto do ato de Veneza. A ária “barcarola” (Belle nuit, ô nuit d’amour),  no 3º Ato, foi utilizada em muitos filmes, incluindo “A Vida é Bela” e “Titanic”.

  • Serviço
  • Preços dos Ingressos:
  • 16 de maio, quinta-feira às 20h00 e 18 de maio, sábado, às 17h00
  • Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 360
  • Camarotes (5 lugares) – R$ 300
  • Plateia e balcão nobre – R$ 60
  • Balcão superior – R$ 40
  • Balcão superior lateral – R$ 20
  • Galeria – R$ 20
  • Galeria lateral – R$10
  • 19 de maio, domingo, às 17h00
  • Todos os lugares – R$10 (récita a preços populares)
  •  
  • Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
  • Lotação – 2.226 lugares
  • Duração total – 2h45m (com um intervalo)
  • Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com
Hospital Azevedo Lima em Niterói abre processo seletivo

As inscrições para cadastro de reserva do quadro médico e de funcionários do Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói, serão abertas abertas nesta segunda-feira (06). São 21 diferentes cargos, inclusive para pessoas com deficiência. Os salários variam de R$ 1.665,93 a R$ 8.845,18. A prova de seleção contará com questões de conhecimento técnico e entrevistas.

Os interessados devem comparecer, até sexta-feira (10), entre 9h e 13h, no auditório do hospital, que fica à Rua Teixeira de Freitas, nº 30, Fonseca. Não há pagamento de taxa de inscrição.

É preciso apresentar documentação exigida no edital, com originais e cópias, e a ficha de inscrição preenchida. O edital está disponível no site: www.isgsaude.org

 Cargos disponíveis:

Assistente Social
Enfermeiro de Serviço de Controle de Infecção Hospitalar
Enfermeiro Cento Cirúrgico
Enfermeiro Generalista
Enfermeiro Centro Obstétrico/Maternidade
Enfermeiro do Trabalho
Enfermeiro UTI Adulto
Farmacêutico
Farmacêutico Clínico
Fisioterapeuta
Fisioterapeuta – UTI Neonatal
Médico do Trabalho
Psicólogo
Técnico em Hemoterapia
Técnico em Enfermagem Centro Cirúrgico
Técnico em Enfermagem Generalista
Técnico em Enfermagem – Maternidade/Obstetrícia
Técnico em Enfermagem – UTI Adulto
Técnico em Enfermagem.– UTI Neonatal
Técnico de TI
Técnico de Segurança do Trabalho

CONCURSO DRAG DA CIDADE NO TEATRO RIVAL

 

Concurso segue temporada para escolher a “Drag da Cidade: Rainha do Rival”

Holofotes, glitter, glamour, luxo, poder e glória. Assim é o concurso Drag Star, que neste ano vai dar o título de “Drag da Cidade: Rainha do Rival” a uma das drags queens participantes desta 2ª temporada, que está sendo realizada no Teatro Rival Petrobras. A nova fase classificatória acontece na quarta-feira, dia 08 de Maio, às 19h30.

Nessa quinta etapa do concurso as concorrentes continuam as batalhas brindando o público com lindas performances. Os votos da plateia e das juradas ajudará a definir as chaves das finais. No time de cada jurada (Andreia Andrews, Chloe Van Damme, Ravena Creole e Samara Rios) acontecerão duas disputas, cada dupla terá uma música para a apresentação.

As drags poderão batalhar como amigas transformando a performance apresentação para as duas, e vence quem brilhas mais. Duelaram como rivais, como acontece no RuPaul’s Drag Race: cada uma cria a sua performance com a mesma música e se apresentam ao mesmo tempo simultaneamente, com o palco dividido, um lado para uma e o outro para a outra e cada uma que dê o seu melhor e que a melhor guerreira ganhe. A escolha por quem vai continuar na disputa será feita pelo público.

Drag Star é um concurso para drags de todos os estilos e tempo de carreira. Inspirado no formato dos reality shows The Voice, XFactor e American Idol, o DragStar. Apresentado pela dona de concurso mais carismática da cidade, Miami Pink comanda o DragStar acompanhada do time de jurados formados por Chloe Van Damme, Karina Karão, Ravena Creole e Samara Rios, que são as madrinhas das candidatas selecionadas.

Ao longo das apresentações da temporada, as drag queens serão amadrinhadas pelas juradas, avaliadas por suas mentoras e também pelo público participante de cada apresentação durante as batalhas. Na semifinal – que será realizada em novembro/2019 – acontece a eliminatória, na qual restarão somente seis concorrentes que passaram para a GRANDE FINAL que acontecerá em dezembro/2019. Quem será a próxima “Drag da Cidade: Rainha do Rival” que, além do título ganhará premiação em dinheiro e produtos?

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 08 de maio (quarta) Horário: 19h30.Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 30,00 (Inteira), R$ 15,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.