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roberta caribe


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A escritora Renata Spallicci homenageia escritores e fala sobre o poder da literatura de mudar vidas, inclusive a sua própria
O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor foi instituído pela UNESCO em novembro de 1995, para incentivar o gosto pela leitura e homenagear a obra daqueles que, pela escrita, buscam colaborar para o progresso social e cultural da Humanidade.
A escritora e empresária Renata Spallicci, autora do livro “Do Sonho à Realização”, celebrou a data através de sua rede social e falou sobre a importância que a ocasião tem em sua vida: “Nos últimos anos esta data ganhou um novo significado para mim, já que passei de leitora à autora. Tenho muito orgulho em saber que meu livro transformou tantas vidas e tocou tantos corações e mentes”.
Renata afirma que a escrita realmente mudou sua vida, mas não apenas a sua e conta o que a motivou a se tornar uma escritora: “quando eu decidi publicar o livro ‘Do Sonho à Realização’, meu objetivo era poder alcançar mais pessoas com minha história e experiência de vida. Hoje, a cada mensagem que recebo de leitores que se sentiram tocados pela minha obra, mais e mais fico feliz de saber que estou alcançando meu propósito de vida de inspirar as pessoas a realizarem os seus sonhos”.

A data também é uma grande oportunidade para revisitar obras inspiradoras de escritores que servem como referência até os dias de hoje: “Gratidão a todos os autores que me ensinaram e inspiraram, a todos os livros que formaram quem eu sou e a todos os meus leitores. E que a data de hoje seja um motivo de reflexão para todos nós sobre a importância dos livros em nossas vidas e em nossa formação e desenvolvimento”, conclui.
Grupo de câmara celebra o centenário do compositor manauense e, com arranjos exclusivos, realiza estreia mundial de obra do icônico músico americano

O ABSTRAI ensemble apresenta, na Série Vertigens da Sala Cecília Meirelles, um novo repertório para celebrar a dupla homenagem aos compositores Claudio Santoro (1919-1989) e Frank Zappa (1940-1993). A abertura do concerto será com uma das Fantasias do brasileiro Claudio Santoro — que completaria 100 anos em 2019. O encerramento da noite ficará a cargo da música do americano Frank Zappa (com direito a uma estreia mundial) em arranjos exclusivos para o grupo de autoria do compositor paulista Martin Herraiz. O ABSTRAI ensemble também apresenta uma estreia mundial do paulista Alexandre Lunsqui (com formação instrumental inusitada) e obras em estreia carioca do paraibano Marcilio Onofre e do paulista Rodrigo Bussad, radicado nos EUA.
Principal grupo de música de câmara contemporânea no Rio de Janeiro em plena atividade desde 2011, ABSTRAI ensemble tem se apresentado nos principais festivais e salas de concerto brasileiras, além de uma turnê pelo México. É integrado por instrumentistas e compositores de renomada carreira e se dedica ao repertório dos séculos XX e XXI, principalmente em colaborações com compositores vivos (brasileiros e estrangeiros) e expoentes do século XX. Além de peças musicais instrumentais e vocais, o grupo utiliza regularmente nos seus concertos e diversas atividades as últimas tecnologias digitais (eletroacústica e música mista). O grupo se dedica também a atividades pedagógicas como oficinas, master-classes, encontros de interpretação musical/composição, além de realizar concertos comentados, contribuindo pela formação de público de música de concerto no Brasil.
Em setembro de 2018, o ABSTRAI ensemble lançou o seu 1° CD, intitulado “Experiência”, com direção artística do fundador do grupo, o saxofonista, professor e pesquisador Pedro Bittencourt. O CD traz com exclusividade obras recentes dos compositores brasileiros Roberto Victorio, Rodrigo Lima, Michelle Agnes, Pauxy Gentil-Nunes, além do português João Pedro Oliveira, do grego Phivos Angelos-Kollias e do francês Didier Marc Garin. “Experiência” é uma produção independente do ABSTRAI ensemble, disponibilizada em CD físico e nas principais plataformas digitais pelo selo A Casa Estúdio.
As inscrições já estão abertas para as poderosas que vestem a partir de manequim 44. E mais: o concurso deste ano tem categoria sênior.
O que as cantoras Preta Gil, Jojo Toddynho e MC Carol; a atriz Fabiana Karla; a professora e blogueira Tássia Marcondes; e a jornalista Rízia, participante da atual edição do Big Brother Brasil têm em comum? Estão acima do peso? Fora dos padrões de beleza? Têm celulite? Sim, mas o mais importante é a autoestima. E não é fácil construir autoestima numa sociedade ditadora de modelos e que, sem empatia, pratica bullying com quem foge aos padrões. Mas se todas essas empoderadas citadas conseguiram, sinal de que as coisas vêm mudando. E, com certeza, concursos de beleza para mulheres plus size vêm dando sua contribuição para isso. Que o diga Eduardo Araúju, idealizador de concursos locais e nacionais para modelos que vestem a partir de manequim 44! E as inscrições para o concurso Miss Plus Size Rio de Janeiro já estão abertas. E este ano tem novidade!

Até o dia 31 de maio, as candidatas podem se inscrever pelo WhatsApp (21) 97136-9888 para o concurso, que será realizado no dia 2 de julho, pela primeira vez no Teatro João Caetano, local por que Araúju tem grande carinho e do qual guarda ótimas lembranças.
“Fico muito feliz em saber que estamos chegando ao nono ano com pioneirismo no segmento Plus Size. Consegui fazer a inclusão de pessoas que fogem aos padrões. É uma alegria provar, mais uma vez, que as pessoas só precisam de oportunidade para se sentirem vivas e realizadas. Desta vez, o concurso será no palco do consagrado João Caetano! Para mim uma honra voltar ao teatro, onde tive a oportunidade, por dois anos, de apresentar o Oscar Gay ao lado de Meime dos Brilhos! A oportunidade de transformar vidas está sendo concretizada com o concurso, mas o presente maior é a consequência positiva e transformadora na vida de cada participante.”
A novidade da edição 2019 é a categoria sênior, voltada para mulheres a partir dos 46 anos. A inscrição custa R$ 400. A Miss Plus Size Rio de Janeiro vai receber R$ 4 mil, além de bolsa em curso de modelo e manequim e um ensaio fotográfico. A segunda e a terceira colocada – assim como as vencedoras nas categorias Maturidade, Virtual, Fotogenia, Simpatia, Elegante e Popular – ganharão os seus respectivos títulos e outros prêmios, como uma jóia da Amarjon.
“O importante é dissociar o conceito de beleza da juventude, afinal, o mundo não é feito só de jovens de 18 anos e com manequins pequenos. Além de preenchermos uma lacuna no mercado de modelos, que se esquecia da terceira idade e das gordinhas como público-alvo. Não faço apologia à obesidade e sim apologia à felicidade e a oportunidade. Saber aceitar-se, assim do jeito que somos”, ressalta Araúju, deixando claro que, no fim das contas, o que interessa é a saúde do corpo e da alma.
Nos domingos 9, 16, 23 e 30 de junho, acontecerão encontros da produção do evento com as candidatas para diversos workshops e preparação para o desfile, idealizado por Eduardo Araúju, com direção de Marcos Salles e produção da Cenário Produções.
E em novembro, tem Miss Plus Size Nacional, no Teatro Carlos Gomes. Aguardem mais informações!
Sobre Eduardo Araúju
O maquiador, professor de modelos e manequins e produtor visual Eduardo Araúju, tem uma trajetória marcada pela coragem e ousadia. Realizador do primeiro concurso Miss Plus Size Carioca Oficial no Rio de Janeiro, em 2010, Araúju está sempre envolvido em iniciativas que elevem a autoestima de quem foge aos padrões de beleza ditados pela moda. Ao longo de mais de 30 anos de carreira, vem contribuindo para que entrem na moda outros padrões de beleza feminina: mulheres mais cheinhas, mais maduras…
Mas se hoje em dia Eduardo tem grande reconhecimento nacional e internacional, ele não se esquece do começo, quando ainda bancário vendia de cosméticos para reforçar o orçamento. Foi quando conheceu a cantora Elza Soares, então em cartaz no Cassino Amarelinho, na Cinelândia. Por razões que o acaso não explica, o jovem bancário bateu no camarim da cantora justo na noite em que sua maquiadora não apareceu. “Você sabe maquiar?”, indagou a cantora sem nenhum constrangimento. A partir de então, o jovem Eduardo Araúju abraçava o ofício de maquiador, no qual permaneceu acompanhando Elza Soares durante 30 anos.
Desde então, o maquiador ou produtor visual (como o próprio prefere), adquiriu know-how suficiente para figurar entre os melhores profissionais do país. Seus pincéis e batons pintaram os rostos de uma verdadeira constelação que inclui, além de Elza Soares, as cantoras Lana Bittencourt, Waleska, Elizeth Cardoso, Zezé Gonzaga e a apresentadora Xuxa Meneghel; sem esquecer das manequins internacionais Veluma e Maria Rosa.
No ano de 1991, Araúju passou a ministrar aulas de modelo e manequim para mulheres que se encontram na chamada melhor idade, no SESI de Jacarepaguá. Eduardo já perdeu a conta de quantas profissionais formou e colocou no mercado, participando de anúncios televisivos ou ilustrando peças publicitárias. Em seus cursos, gosta mesmo é de aguçar a criatividade e o sex appeal das senhoras. E foi assim que em julho de 1996, 14 senhoras desfilaram roupas confeccionadas com materiais reciclados, criados por elas e comandadas por ele, em plena Avenida Paulista. Também em 1996, os cariocas presenciaram um desfile de roupas íntimas em plena Avenida Atlântica, em Copacabana, e na Feira da Providência. O mesmo ocorreu na comemoração pelos 100 anos do Méier, bairro da Zona Norte carioca. Nada fora do comum, tirando o fato de que as modelos eram todas senhoras na faixa entre 60 e 70 anos.
Em 1998, criou o concurso “Miss Terceira Idade de São Paulo”; em 1999, “A Mais Bela Senhora do Rio de Janeiro”; e em 2001, idealizou os concursos “Miss Rio de Janeiro da Maturidade”, para senhoras entre 40 e 60 anos, “Rainha Rio de Janeiro da Maturidade” e “Rainha das Rainhas” para senhoras a partir de 61 anos.
Sua ousadia e criatividade levaram seu nome correr mundo e passar por países como Argentina, Angola, Polônia, Japão a toda a Europa. Dentre os muitos registros pela mídia internacional, destacou-se na TV europeia ARTE, num documentário feito no Brasil para ser exibido em toda a Europa. Eduardo também foi convidado a gravar um documentário sobre Misses da América Latina, exibido na Polônia.
O carinho e a dedicação a seu ofício e ao público da terceira idade também lhe renderam Moções da Câmara Municipal e Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) entre 2001 e 2007.
A teoria mais importante da biologia foi transformada em livro pelo jornalista Reinaldo José Lopes e pelo paleontólogo e Youtuber Pirula, que escreveram Darwin sem frescura – Como a ciência ajuda a explicar algumas das polêmicas da atualidade. Na quinta-feira (25), os autores estarão no Rio de Janeiro para uma palestra Darwinismo e sobre a exposição Museu Nacional Vive – Arqueologia do Resgate, promovida pelo CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).
O evento é aberto ao público e será realizado no Auditório do CCBB, às 18h30. Em seguida, às 19h30, os autores farão uma sessão de autógrafos na Livraria da Travessa.
Darwin sem frescura foi publicado pela editora HarperCollins e conta com referências atuais e exemplos sólidos muito próximos do nosso dia a dia. O livro é repleto de ilustrações, que exemplificam os assuntos abordados pelos autores.
Reinaldo e Pirula mostram que a Evolução interfere, inclusive, nas preferências individuais de nós, seres humanos, como no fato de alguém não gostar de brócolis. Eles também falam sobre uma das polêmicas mais recorrentes quando o assunto é a teoria evolutiva: como ela explica a existência dos homossexuais.
No livro, os autores utilizam a teoria da Evolução para explicar o motivo pelo qual algumas pessoas desenvolvem intolerância à lactose depois de adulto e por que essa condição é mais comum em chineses e muito rara na Europa Ocidental, por exemplo. A possível extinção da humanidade, a existência de um elo perdido e de onde vem a nossa espécie também são assuntos abordados por Pirula e Reinaldo José Lopes.
Pirula
Paulo Miranda Nascimento, conhecido como Pirula, é um paleontólogo, zoólogo, palestrante e divulgador científico brasileiro. Formou-se em biologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e é mestre e doutor em zoologia pela Universidade de São Paulo. Deu aulas sobre evolução e paleontologia em faculdades e escolas.
Reinaldo José Lopes
Jornalista de ciência nascido e criado em São Carlos (SP), hoje colabora com a Folha de sua cidade natal, depois de passar quase três anos como editor de “Ciência+Saúde” na capital paulista.
É formado em jornalismo pela USP e mestre e doutor em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela mesma universidade, com trabalhos sobre a obra de J.R.R. Tolkien.
Sobre evolução, já escreveu o livro “Além de Darwin” (editora Globo) e tem planos de escrever vários outros. É ainda autor dos livros “Os 11 Maiores Mistérios do Universo” e “Deus: Como Ele Nasceu” (ambos pela editora Abril). É católico, são-paulino, casado e pai de um menino e uma menina.
Serviço:
Darwinismo e a exposição Museu Nacional Vive – Arqueologia do Resgate
Centro Cultural Banco do Brasil – Primeiro de Março, 66, Centro – Rio de janeiro, RJ
25/04, quinta-feira
Palestra, 18h30, senhas serão distribuídas 1 hora antes na bilheteria do CCBB.
Local: Auditório do CCBB – 4º andar.
Sessão de autógrafos do livro Darwin sem frescura – Como a ciência ajuda a explicar algumas das polêmicas da atualidade, 19h30.
Local: Livraria da Travessa do CCBB – Térreo
Cantor lança seu novo trabalho: Collin na Voz
O esporte perdeu um jogador, mas a música ganhou um fenômeno pop. Muitos jovens sonham com uma carreira no futebol, foi o que aconteceu com o jovem Collin, que em 2012 desistiu do futebol, e sem querer seu plano B virou um sucesso quando passou a investir na música. Sua primeira investida foi em um grupo de pagode Novo Poder, e em 2016 ingressou no funk e agora lança seu primeiro trabalho, o DVD solo, intitulado Collin na Voz, com o lançamento previsto para segunda quinzena de abril. No seu trabalho solo, o destaque é para a música: “Bunda no Chão”, em que terá o clique lançado na próxima semana nas mídias sociais. Seu estilo de funk é um Dos mais versáteis ritmos musicais. Poucos são hoje os outros gêneros que não dialogam com as batidas do estilo, e por conta disso, muitos artistas têm deixado o tal rótulo de lado e assumido cada vez mais a raiz de um funk mais pop.
Outro feito deve ser considerado: tal popularização do funk tem feito aqueles que torciam o nariz para o gênero, o assimilarem melhor, e essa mudança é reforçada por conta de artistas de outros ritmos que se unem à causa e nessa fase muitos artistas vem se destacando como é o caso de MC Collin, que manda muito bem com solos de voz e violão. Muito requisitado em casas badaladas em São Paulo, com apenas 24 anos, está com a agenda lotada. Siga nas suas redes sociais e descubra um pouco mais sobre o artista.