Estabelecimentos do Rio comemoram o dia do café (14 de Abril)

Querido no Brasil e no mundo, o famoso cafezinho ganhou um dia só dele, 14 de abril. Presente em sobremesas, drinques e até em cervejas montamos uma lista de casas com sugestão do grão, que traz tantos benefícios, para o Dia Mundial do Café.

Cotidiano_Blind Pig_ Alexander Landau

Do Nordeste Africano ao Nordeste Brasileiro! A história do café passa pelos quatro cantos do mundo e nesse dia, o Explorer Bar, em Santa Teresa, homenageia a bebida com um drinque exclusivo para a data o Rapamolhe – Bourbon, tequila, Campari, Suco de Laranja e espuma de rapadura (R$27)

Já o Blind Pig, o primeiro bar speakeasy da Barra da Tijuca, destaca o coquetel Cotidiano(R$34) – Bacardi 8 anos defumado, café, chocolate amargo e redução de laranja, assinado pelo bartender Fabián Martinez.

Hamburgueria S/A, no centro, oferece um acompanhamento perfeito para um bom hambúrguer ou para se refrescar no calor: o Milksahke de Capuccino (R$10).

Hamburgueria SA – Milkshake de Capuccino –

Para os cervejeiros, o On Tap Pub, na Tijuca, também coloca opções com café na sua carta de cervejas e oferece a Porter da Esperança (R$ 21,90 – half pint) e a Abyssal Coffee Stout (R$ 25,90 – half pint), além de dar um toque de café na Lager da casa ( R$ 10,90 – half pint).

  • Serviço
  • Explorer Bar
  • Rua Almirante Alexandrino 399, Santa Teresa | Tel: 3264-9665
  • Ter a Qui, de 17h às 0h | Sex, de 17h a 01h | Sab, de 14h a 01h | Dom, de 14h às 0h
  • Blind Pig
  • Avenida das Américas, 12300 – Loja 102 – subsolo – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
  • Dom, Ter e Qua – 18h às 0h | Qui – 18h às 1h | Sex e Sab – 18h às 2h
  • Instagram: @blindpigbr / #theblindpig #blindpigbr
  • Hamburgueria S/A
  • Rua Miguel Couto, nº42 – Centro | Telefones: 3174-1595
  • Segunda a Sexta, de 11h às 19h
  • www.hamburgueriasa.com.br
  • On Tap Pub
  • Rua Major Ávila, 455 – Loja H – Tijuca | Tel: 3040-2071
  • Terça a domingo, das 17h à 0h
  • @ontappub
Alfredo Dias Gomes: filho de Janete Clair e Dias Gomes lança novo CD

Alfredo Dias Gomes lança SOLAR, seu 11º disco solo, totalmente autoral e inédito

Tendo acompanhado, até 1993, shows e gravações de artistas como Ivan Lins, Hermeto Pascoal, Lulu Santos e Heróis da Resistência, dentre outros, baterista carioca lança novo CD, marcadamente jazzístico e brasileiro, na contramão do“JAM”, lançado no ano passado com pegada jazz rock

Pode-se afirmar, com absoluta certeza, que Alfredo Dias Gomes é, no mínimo, um músico realizado e (bastante!) inquieto. O filho baterista de Janete Clair e Dias Gomes alcança a marca de onze discos solos, lançando agora o CD “Solar”, gravado em seu próprio estúdio, na Lagoa, nas plataformas digitais – download e streaming no iTunes, Spotify, Napster e CD Baby – e em CD físico. Desta vez, o baterista carioca surpreende reunindo oito faixas autorais e inéditas, revelando-se um exímio compositor também nas harmonias mais brasileiras, regionais. Aliás, “Solar” é justamente o oposto do que Alfredo Dias Gomes apresentou em “Jam” – lançado no ano passado e muito bem recebido pelo público – um disco agressivo, com o característico volume do jazz rock. Importante ressaltar que, ainda em 2018, o baterista lançou, também nas plataformas digitais, o CD “Ecos”, um resgate de gravações realizadas em 2000.

Tendo iniciado sua carreira com Hermeto Pascoal, com quem gravou o icônico “Cérebro Magnético”, e, posteriormente, acompanhando e gravando com Sérgio Dias, Lulu Santos, Kid Abelha, dentre muitos outros, foi a partir de 1993, ao se desligar da banda de Ivan Lins, que o baterista decidiu se dedicar aos próprios projetos e realizar-se também enquanto compositor e entusiasmado virtuose das baquetas. O CD “Solar” não apenas ressalta tais motivações embrionárias, assim como revela um lado mais “brasileiro”: “quando comecei a compor esse novo trabalho, pensei numa proposta diferente: decidi tocar, além da bateria, os teclados e os baixos do disco, dando ênfase à forma como crio minhas composições. Adicionei somente um solista, meu grande amigo e super instrumentista Widor Santiago, no sax tenor, sax soprano e flauta. “Solar” é um disco autoral e nele misturo ritmos e melodias brasileiras com jazz e jazz-fusion”, afirma o músico.

            A jornada começa com “Viajante”, composta em 1980 a pedido da própria mãe, Janete Clair: “minha mãe me pediu uma música para um personagem de uma novela – Coração Alado (1980/81), sobre um nordestino que vinha ganhar a vida no Rio de Janeiro, interpretado por Tarcísio Meira. Nessa época, eu tocava na banda do Hermeto Pascoal e estava ‘respirando’ música brasileira, então compus para a trilha sonora da novela o baião “Viajante”, gravado pelo Dominguinhos. Agora, gravado em versão instrumental inédita”, revela o baterista. Música que dá nome ao disco, “Solar” foi composta em 7/4, com pegada pesada de bateria e melodia abrasileirada. Já “Trilhando” traz o andamento rápido do Jazz, o característico “walking bass”. Em “Corais”, o baterista apresenta seu lado mais doce e suave, com uma balada de melodia bem brasileira. Em “Smoky”, um jazz climático traz a bateria participando da melodia, dobrando juntamente com o sax. Outro grande momento do disco, a faixa “El Toreador” – composta por Alfredo Dias Gomes em 1993 para a trilha sonora da peça teatral de mesmo nome, escrita por sua mãe – traz tinturas hibéricas, fortemente espanholada. Já “Alta Tensão” é fusion inédito, com clima tenso e destaque, no final, para a bateria bem solta e improvisada. De nome sugestivo, a última faixa “Finale” continua na atmosfera fusion, terminando com duo de bateria e sax em ritmo de samba.

ALFREDO DIAS GOMES

Nascido no Rio de Janeiro, em 1960, Alfredo Dias Gomes estreou profissionalmente na Música instrumental aos 18 anos, tocando na banda de Hermeto Pascoal. Gravou o disco “Cérebro Magnético” e tocou em inúmeros shows, com destaque para o II Festival de Jazz de São Paulo e o Rio Monterrey Festival.  Alfredo tocou e gravou com grandes nomes da música instrumental como Márcio Montarroyos, Ricardo Silveira, Torcuato Mariano, Arthur Maia, Nico Assumpção, Guilherme Dias Gomes, Luizão Maia, entre outros.  Na MPB e no Rock, tocou com Ivan Lins, participou do grupo Heróis da Resistência, tocou e gravou com Lulu Santos, Ritchie, Kid Abelha e Sergio Dias, entre outros.

Completam sua discografia os CDs ECOS (2018), JAM (2018), Tributo a Don Alias (2017), Pulse (2016), Looking Back (2015), Corona Borealis (2010), Groove (2005), Atmosfera (1996, com participações de Frank Gambale e Dominic Miller); Alfredo Dias Gomes (1991, com a participação especial de Ivan Lins) e o single Serviço Secreto, de 1985.

  • FICHA TÉCNICA
  • Alfredo Dias Gomes
  • Bateria, Teclados e composições
  • Widor Santiago
  • Sax tenor, sax soprano e flauta
  • Gravado e mixado por
  • Thiago Kropf no ADG STUDIO
  • Masterizado por
  • Alex Gordon no ABBEY ROAD STUDIOS 
  • Produzido por
  • Alfredo Dias Gomes
  • Programação Visual
  • Rec Design 

CD SOLAR – Alfredo Dias Gomes – Links para download ou streaming

https://open.spotify.com/album/1pPImAQLFf6gYBjbwPGTXJ?si=TPWipv0zQJGJhbOt-ECAkw

https://alfredodiasgomes.hearnow.com/solar

 

Mylena Delatorre, ex-participante do “De férias com o Ex”, é destaque nas redes sociais

Nascida na cidade de Bom Jesus do Itabopoana/RJ, a influenciadora digital conquistou ainda mais fãs após sua participação, com muito destaque no reality show “De Férias com o Ex”, exibido nacionalmente pela MTV.

Aos 24 anos, a musa das redes sociais já acumula milhares de seguidores sempre atentos aos seus passos e principalmente em suas dicas.

Com uma personalidade autêntica, bem-humorada e super despojada, Mylena é uma típica mulher brasileira moderna. Com muita inteligência e perspicácia, a bela compartilha em suas redes sociais dicas sobre looks, life style, viagens e muitos outros assuntos que tornaram muito fiéis todos aqueles que a acompanham,

Muito procurada para estrelar campanhas publicitárias e também divulgar produtos e serviços em suas redes sociais, Mylena Delatorre está sempre antenada e consegue manter alta interação de seus seguidores sempre esbanjando atenção com comentários e curiosidades de todos.

A bela tem suas fotos sempre em catálogos de moda e seu corpo escultural chama a atenção por todos os lugares que passa.

Dentre as inúmeras atividades, Mylena dedica-se muito à academia e sempre faz postagens de seus treinos, além de mostrar em vídeos engraçados, o dia a dia na cidade do interior do Rio de Janeiro, agradando muito a todos que a acompanham.

Pedro Paulo Rangel comemora 50 anos de carreira com o monólogo

O ator e o lobo Da obra de António Lobo Antunes Dramaturgia: Pedro Paulo Rangel

Direção: Fernando Philbert Teatro Poeira, de 12 de abril a 2 de junho

“Nasci em Lisboa em setembro 1942, mas quando em dezembro de 1863. Victor Hugo escreveu num dos seus cadernos: ‘Sou um homem que pensa noutra coisa’, referia-se, é claro, a mim” (António Lobo Antunes).

Um dos maiores atores do Brasil celebra, em 2018-19, bodas de ouro com a profissão. Pedro Paulo Rangel, nascido no Rio de Janeiro, 70 anos redondos, escolheu comemorar as cinco décadas de carreira levando ao palco um projeto longamente acarinhado. A peça O ator e o lobo estreia em 12 de abril, no Teatro Poeira, com direção de Fernando Philbert. O espetáculo fez sua primeira temporada em março, no SESC Pinheiros, em São Paulo.

O monólogo com título fabulesco foi construído por Rangel e Philbert tendo por base os textos do português António Lobo Antunes, extraordinário escritor, ganhador do Prêmio Camões, cujo primeiro romance foi publicado há exatos 40 anos. Lobo Antunes verte uma prosa cálida, envolvente; uma narrativa que, sem que o leitor perceba, faz-se ouvir com clareza, por assim dizer. E esses textos agora ganham vida na voz e no corpo do ator.

– Parece que os textos de Lobo Antunes foram feitos para serem ditos – explica Pedro Paulo. – Ele cria situações, personagens, diálogos consigo mesmo… é instigante, um desafio. Difícil de fazer, mas muito gostoso.

Mas não apenas os escritos de Lobo Antunes compõem o espetáculo. Pedro Paulo Rangel, ele próprio um delicioso contador de histórias, um cronista, mescla alguns textos seus aos do escritor, costurando Brasil e Portugal, palco e livro, narrador e personagens. Atravessa também gerações: Lobo Antunes, família, seus antepassados e Pedro Paulo com sua ascendência portuguesa, os avós de coincidente sobrenome Antunes.

Foi de Fernando Philbert a ideia de inserir também alguns textos do próprio ator que resgata memórias pessoais e eventualmente envereda pela ficção.

– As histórias de Pepê, maravilhosamente contadas, se articulam com a voz de Antunes num conjunto de olhares sobre a memória, a família, a solidão. Fomos elegendo os textos. E é bom que, em certos momentos, a gente não saiba exatamente de quem é aquele trecho. É toda uma delicadeza, uma poesia.

A relação de Pedro Paulo com a escrita é antiga; ele ressalta que, como o autor português, escreve e rasga muita coisa:

-Lemos mais de 300 crônicas – diz Pepê. – Fiquei paralisado com a ideia de colocar meus textos, mimetizar o Lobo Antunes. Mas acaba funcionando.

“…palavras que saem da minha boca e não me pertencem, penso

          – não fui eu quem disse isso“ (Aqueles que andam por aí)

– Na abertura do espetáculo, a frase “Sou um homem que pensa noutra coisa” serve à perfeição, define esse jogo de espelhos peculiar aos homens de arte – conta Philbert, que apresentou Pedro Paulo Rangel aos textos de Lobo Antunes cinco anos atrás. – Aderbal Freire-Filho, meu mestre, foi quem trouxe esse escritor aos meus olhos. E quando vi Pepê em cena, ouvi aquela voz,… não deu outra: ele também se apaixonou pelo texto.

“…dúzias de espelhos refletindo-se uns aos outros, olhando-se uns aos outros, colocados diante uns dos outros a se observarem em silêncio (…)  é isso o que ainda hoje me intriga: quando um espelho se contempla ao espelho que diabo de coisa vê?” (Brasil)

Os 50 anos de carreira evocam, para Pepê, “muitas cicatrizes reais e imaginárias”. E uma nostalgia temperada com alguma amargura:

– Essa profissão [de ator] já foi viável, hoje não é mais. Sucessivos desgovernos, desimportância da educação e da cultura… mas repito sempre o que alguém, não sei quem, disse: somos condenamos à esperança.

Num cenário frugal, de bancos e cadeiras, vestido com calça de garrafeiro, camisa e colete (“roupa de português”, diz), Pedro Paulo ainda contracena com projeções de fotos sobre o fundo acortinado.  Mas é na interpretação do ator que ganham vida as dezenas de personagens. Desfilam a comunhão silenciosa de irmãos que fazem xixi lado a lado no jardim; o encontro amargo, dolorido, com um velho amigo no hospital; a histérica amante do Senhor Biscaia; o homem que espera uma mulher na chuva; os mortos que evidentemente não vão embora; o menino que foge de casa porque não queria comer abóbora; a mãe, seu amante de 20 anos e o filho estupefato; a surdez do avô Antunes, a surdez provocada por milhares de tiros de festim. O ator e o Lobo entregam à plateia uma desconcertante humanidade.

 Pedro Paulo Rangel é ator multipremiado – dos mais importantes, foram três Molière, dois Shell, um Mambembe.  “Sou um dileto filho do teatro, um apaixonado embora não correspondido fã de cinema, mas é a televisão que eu cafetinizo e que me deu tudo o que tenho”, escreve ele na apresentação da peça (texto completo no final).

Sua estreia, no tenso ano de 1968, foi em Roda Viva, de Chico Buarque, direção de José Celso Martinez Correa, com Marieta Severo e Antonio Pedro. Mas, em retrospectiva, o balanço destaca as comédias dentre os gêneros teatrais em que atuou.

Muitos dos quase incontáveis personagens televisivos – estreou em 1969 na Tupi e em 1972 na Globo – não saem da lembrança dos brasileiros. No depoimento ao site Memória Globo, conta que, curiosamente, só passou a se sentir confortável com o ritmo da TV na época do humorístico TV Pirata (1989-1992).

Fernando Philbert – Premiado diretor, foi por quinze anos assistente de Aderbal Freire-Filho, codirigindo também os espetáculos Depois do Amor, ultima direção de Marília Pêra, com Danielle Winits e André Gonçalves, Vianninha conta o último combate do homem comumDeixa que eu te ameNa selva das cidadesMacbeth e Medida por medida.

Dirigiu os espetáculos O corpo da mulher como campo de batalhaCabras Cabras., Quero ser Ziraldo uma aventura sobre as obras do autorSilêncios ClarosFio da Meada, Antígona e Ces’t la vie. Assinou ainda a direção de Em Nome do Jogo, com Marcos Caruso, O topo da montanha, com Thais Araújo e Lazaro Ramos, Além do que os nossos olhos registram, com Priscila Fantin e Luíza Tomé, Champanhe e confusão, com Silvia Bandeira  e o premiado, O Escândalo Philippe Dussaert, com Marcos Caruso.

  • FICHA TÉCNICA
  • Dramaturgia e interpretação: Pedro Paulo Rangel
  • Autor: António Lobo Antunes
  • Direção: Fernando Philbert
  • Coach de Pedro Paulo Rangel: Rafael Augusto Fernandes
  • Figurinos: Helena Araújo | Cenário: Fernando Mello da Costa
  • Iluminação: Aurélio de Simoni | Trilha Sonora: Maíra Freitas
  • Projeções: Aníbal Diniz | Projeto gráfico: Ronaldo Alves
  • Fotografia: Lucio Luna | Operador de som: Bob Reis
  • Direção de cena: Ricardo Silva
  • Coordenação de produção: Fabricio Chianello
  • Direção de produção: Fernando Duarte
  • Produção: Vissi Darte Produções Artísticas
  • Realização: Pedro Paulo Marques Rangel Produções Artísticas

 

  • SERVIÇO –   O ATOR E O LOBO
  • Temporada: de 12 de abril a 2 de junho de 2019
  • Dias e horários: Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 19h
  • Teatro Poeira: Rua São João Batista, 104 – Botafogo
  • Informações: (21) 2537-8053
  • Ingressos: R$ 70 (inteira) | R$ 35 (meia)
  • Vendas: tudus.com.br
  • Horário de funcionamento da bilheteria:
  • Terça a Sábado, das 15h às 21h. Domingo 15h às 19h
  • www.teatropoeira.com.br
  • Duração: 60 minutos
  • Classificação indicativa: 14 anos
AS DORES DO MUNDO: COMO SEGUIR EM FRENTE APÓS UMA TRAGÉDIA.
COLUNISTA Bianca Benevenuti
Psicóloga- CRP 05/29057
Tel: 21 964853725       Psicóloga e Terapeuta Familiar Sistêmica  Facebook: @psicologabiabenevenuti

Nos últimos tempos fomos acometidos por muitas notícias trágicas, Brumadinho, alojamento do Flamengo, Macacos, Suzano, fachadas de prédios,  tiroteios, enchentes,  resultando em perdas materiais e perdas de vidas humanas.

E surge a pergunta: Como seguir em frente? Como “dar a volta por cima”?

Perguntas comuns em períodos pós tragédias e perdas e apesar de acreditar que muitos destes eventos pudessem ter sido previstos ou prevenidos o fato é que para os que foram atingidos pelo ocorrido, bem como para os que acompanharam os acontecimentos fica no ar uma atmosfera de perda, tristeza, desamparo e o medo de reviver o momento traumático.

Mas como isto impacta na saúde física e mental?

Impacta, pois, esta atmosfera  que fica pós eventos traumáticos, gera  emoções que podem ser  manifestadas física e emocionalmente; seja através de dores e  doenças; tais como: doenças de pele, dores de cabeça, dores musculares, insônia, ansiedade, depressão entre outras, causando dificuldades na condução do dia a dia. As emoções modulam os comportamentos,  cada indivíduo possui uma forma de resposta que se difere no tipo, na intensidade e na duração.  Sob o ponto de vista biológico elas induzem modificações corporais. Numa perspectiva psicológica modificam características como a percepção, o pensamento, a memória, a atenção, a capacidade de concentração, a consciência crítica. Sob o ponto de vista social, desempenham um papel muito significativo na motivação humana.

enchente rio de janeiro_alagamento ruas

Então…como seguir em frente?

Para seguir em frente após tragédias, é necessário investir e cuidar destas emoções que geram angústia, incertezas, medos e bloqueios. É preciso dar tempo ao tempo e evitar pensar que esta situação nunca terá um fim. Encarar a realidade e viver cada dia de uma vez também ajuda muito.

Veja alguns passos importantes para ajudar neste processo de reconstrução.

  1. Encarar a realidade e buscar fazer o melhor que pode com os recursos materiais e emocionais que tem no momento.
  2.  Tentar olhar ao redor e buscar possibilidades de ajuda, de reconstruir. Manter o foco apenas no problema nem sempre ajuda na solução.
  3.  Se permitir viver o luto, viver a perda. Dê tempo a sua mente e corpo para se reorganizar, sem sentir-se culpado por estar sentindo aquelas emoções.
  4.  Não ficar sozinho, é importante que neste momento você se cerque de pessoas queridas e amigas.
  5. Buscar conhecer a história de pessoas que superaram perdas, tragédias. Ler histórias inspiradoras de superação ou até conhecê-las, ajudará a encontrar esperança e coragem para continuar.
  6. Focar em projetos, sonhos e pessoas que te motivem, pense nelas e encontre a força que você precisa para seguir em frente.
  7.  Caso ainda perceba que permanece com dificuldades em superar, procure uma ajuda profissional. Psicólogos  podem ajudar as pessoas a passarem por todas as fases necessárias para superar o trauma e aprenderem a administrar a perda.

E o mais importante de todo este processo, não perca a fé e não desanime! Entenda que a tristeza e a angústia fazem parte do processo e que nada dura para sempre, nem a dor! Tudo na vida tem um tempo e um período para durar. Se alimentar de fé, esperança e gratidão nos pequenos acontecimentos diários é que fará a diferença no final de todo o caminho percorrido.

 

Fonte:

A linguagem das emoções- Paul Ekman

A fronteira interior- Sam Ken

https://www.familia.com.br/como-encontrar-forca-para-persistir-depois-de-uma-tragedia/

https://www.noticiasagricolas.com.br/videos/agronegocio/231774-mais-do-que-nunca-apos-as-tragedias-e-preciso-dar-um-viva-ao-brasil-e-seguir-em-frente.html#.XK0MtNJKjIU

Chacrinha em Cena realiza a Mostra de Arte Singular

Destinado a pessoas portadoras de deficiências, Mostra será realizada entre  23 e 28 de abril de 2019 na Zona Oeste carioca.

Foto divulgação: Querência quer ver o Mar – uma das peças que compõem a Mostra de Arte Singular.

A PAR Produção em parceria com a FETAERJ, através da cogestão Chacrinha em Cena, apresentam o MAS – Mostra de Arte Singular. Acreditando que cada um tem suas próprias superações e que as limitações não impedem o fazer artístico, a mostra de arte singular surge com o intuito de criar um espaço em que os artistas, com deficiência ou não, possam apresentar todas as suas singularidades, expondo através da arte suas características próprias e únicas. A mostra, gratuita, será realizada no período de 23 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha.

A palavra usada para se referir a características únicas de um indivíduo foi escolhida também para nomear nosso novo projeto que busca expressões artísticas únicas, ideias fora do comum, inusitadas. O evento visa uma interação em que a arte se sobreponha a todas as diferenças, demonstrando que cada um tem suas próprias superações e que as limitações não impedem o fazer artístico. A mostra será realizada no período de 24 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – GRATUITA

Se Essa Rua Fosse Minha

Sinopse – Uma trupe de atores chega à cidade pra contar a história de Zefinha uma menina do interior do sertão que sonha viver na cidade grande. No caminho vai encontrando alguns personagens como: o motorista “doido” do pau de arara, que lhe dá carona até uma parte do caminho; um mecânico que a ajuda, mas antes a aconselha sobre os perigos da cidade grande; entre outros. Por fim, quase atropelada, ela encontra um “Guarda de trânsito” que a ajuda a entender como sobreviver no trânsito da cidade grande e ela decide trabalhar em prol da conscientização de motoristas e pedestres pra diminuir os acidentes no trânsito.

Ficha Técnica – Texto: Paulo Marcos de Carvalho. Direção: Angelah Dantas. Elenco: Angelah Dantas, Thais Manhães e Jorlan  Oliveira. Serviço: Se essa Rua fosse minhaData: 24 e 25 de abril.  Horário: 09h30 e 13h30. Duração: 50 min. Classificação: Livre. Gênero: Infantil
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Querência quer ver o Mar

Sinopse – Quatro meninos brincantes do sertão contam a história é da menina chamada Querência. Ela é cega, negra e vive no bravo sertão. A menina Querência tem sede de mar e de muitas outras coisas. Com a ajuda de seu cachorro guia, ela vai enfrentar a dura realidade que se traça em seu destino, sonhando em reencontrar seus pais, vivendo uma extraordinária jornada, vencendo os obstáculos ao seu redor, onde a força dos sonhos e a do querer são maiores que qualquer barreira.

Ficha Técnica – Texto e direção: Berg Farias. Elenco: Ana Luiza Faria, Berg Farias, Gabriel Breves e Julyanna Werneck. Colaboração dramatúrgica: Ana Luiza Faria.  Serviço – Querência quer ver o MarData: 26 de abril. Horário: 13h30
Duração: 50 min. Classificação: Livre.

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volupia da cegueira _ Foto Janderson Pires

Volúpia da Cegueira

Sinopse – Em cena, as fantasias e tabus sexuais de quatro personagens cegos, num jogo afetivo onde imagem e som atuam em sintonia, leveza e poesia. O elenco traz dois atores deficientes visuais, propondo uma inversão de papéis entre eles e o público.

FichaTécnica – Texto: Daniel Porto. Direção: Alexandre Lino. Elenco: Sara Bentes, Aléssio Abdon, Felipe Rodrigues e Max Oliveira. Serviço – Volúpia da Cegueira. Data: 26 de abril. Horário: 20h.  Duração: 60 min. Classificação: 16 anos. Gênero: documentário cênico

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Ventaneira

Ventaneira – A Cidade das Flautas

Sinopse – Ventaneira – A Cidade das Flautas é um espetáculo escrito e dirigido por Moira Braga.  Inspirada no livro “As Cidades Invisíveis”, de Ítalo Calvino, Moira criou a cidade dos ventos que tocam flautas, das birutas que giram no alto de torres espiraladas, das casas côncavas em forma de conchas. O texto inspira poesia, música, movimento e convida o espectador a reinventar a realidade. Com muita leveza, aborda o tema das diferenças, da diversidade e da capacidade humana de superar limitações.

Ficha técnica – Texto e direção – Moira Braga. Elenco – Fabíola Godoi.

Serviço – Ventaneira – a cidade das flautas. – Data: 27 de abril. Horário: 16h.
Duração: 45 min. Gênero: infantil.  Classificação livre
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Conflitos na mesa do bar

Sinopse – Uma peça com grande influência de Eugen Bertholt Friedrich Brecht, de forma bem plástica e distante é retratada a realidade do momento atual, diversos conflitos que vemos todos os dias e ao mesmo tempo contando a história de dois irmãos que se distanciaram por um tempo e em um momento nem um pouco propenso acabam se reencontrando.

Ficha Técnica – Texto e Direção: Felipe Marques. Elenco: Pedro Fernandes, Ricardo Kreicher, Leonardo Gomes, Camila Braun, Pablo Morada, Samira Ferreira, Matheus Teles, Igor Guimaraes, Lucas Catatau, Ana Carolina Cruz, Brian Ferreira.

Serviço – Conflitos na mesa de bar. Data: 27 de abril. Horário: 20h.
Duração: 30 min. Classificação: 16 Anos. Gênero: Drama.

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A História do Peixe Grande

 Sinopse – A peça conta a trajetória de uma menina, que tem muito medo de água. Ela é filha de um pescador e se vê tendo que vencer um grande desafio: ser levada pelo Peixe Grande, o Rei dos Peixes, para o fundo do rio, por conta de uma promessa feita por seu pai para salvar sua família da fome.

Ficha Técnica – Concepção, Dramaturgia e Direção: Aline Gomes. Elenco: Aline Gomes, Celo Miguez, Victor Nalin.  Serviço: Data: 28 de abril. Horário: 16h. Duração: 55 min. Classificação: livre. Gênero: infantil

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 FETAERJ

A FETAERJ – Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro – é uma instituição sem fins lucrativos e de utilidade pública estadual. Há 41 anos associa grupos de teatro com o objetivo de fomentar a criação, manutenção e a difusão do teatro no nosso estado e o incentivo à formação de plateia. Trabalha com o princípio da descentralização da produção cultural, realizando congressos, concursos, seminários, oficinas, mostras, intercâmbios, palestras, debates, leituras, cursos e festivais de teatro. A partir dos trabalhos realizados, a Federação tem gerado oportunidades para o desenvolvimento de talentos mais diversificados: são autores, iluminadores, sonoplastas, maquinistas, contrarregras, atores, diretores, músicos com especialização na composição para o teatro, etc. Os resultados podem ser comprovados nas montagens que se multiplicam nos municípios e que excursionam pelo estado. Por suas ações, a FETAERJ recebeu o Prêmio Golfinho de Ouro / Estácio de Sá (2000), concedido pelo Governo do Estado do Rio, o Troféu Mandacaru (2004), concedido pela prefeitura de Armação de Búzios pelos 4 anos de desenvolvimento teatral sistemático no município, a Moção de Aplauso (2004), concedida pelo Ateneu Angrense de Letras, pela realização da FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra) e a Moção De Congratulação (2006), concedida pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro pelo “excelente trabalho em prol da cultura brasileira”. Recentemente recebeu o Diploma Heloneida Studart de Cultura 2016, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

MAS – Mostra de Arte Singular

Data: de 23 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha

Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha – Rua Soldado Elizeu Hipólito, 138 – Pedra de Guaratiba. – Telefone: (21) 3404-7980 –GRATUITO