No dia Mundial de Conscientização do Autismo, Musa do Ceará fala sobre a relação com o filho autista.

No dia Mundial de Conscientização do Autismo, Musa do Ceará fala pela primeira vez sobre a relação com o filho autista.

Mantendo sempre a intimidade preservada, Renata Alves, a musa do Ceará, nunca falou sobre os desafios que enfrenta diariamente com o filho. Ela é mãe do Matheus, de 8 anos, que foi diagnosticado com autismo quando tinha 4. Apenas os amigos íntimos sabiam até então sobre a relação da modelo com o filho.

Renata Alves (Woody Studio)

“Tenho dois filhos, a Ana Lídia, de 18 anos e o Matheus, de 8 anos. Quando fui mãe a primeira vez eu tinha 15 anos, totalmente despreparada e sem perspectiva nenhuma. Depois de 10 anos recebi a graça de engravidar do Matheus, um menino especial e que me fez entender o que realmente era ser mãe. Quando ele tinha 4 anos a professora me chamou na escola e pediu que eu procurasse um médico, pois ela havia notado algo diferente nele. Procurei um profissional e meu filho foi diagnosticado como autista. Eu morri naquele momento. Morri por alguns minutos, e logo renasci com ainda mais amor por ele”, contou Renata.

A musa preferiu manter em segredo o diagnóstico do filho para protegê-lo do mundo, do preconceito. Hoje, após todos esses anos sem falar no assunto, Renata abriu o coração e falou sobre o filho.

Renata Alves e Matheus

“Ter um filho autista me tornou uma pessoa mais humana, mais compreensiva. O autismo do meu filho me fez entender o verdadeiro sentido da palavra amor. Todos os dias eu aprendo algo novo com o Matheus. Cada melhora no comportamento dele é comemorada como a final de uma copa do mundo. Meu filho me ensinou a ser mãe”, revelou.

 

Fotos: Divulgação / Assessoria

MULHER CARIOCA FAZ SUCESSO COMO EMPREENDEDORA EM SÃO PAULO

Ela começou a trabalhar com apenas 11 anos de idade e viveu um mundo de escravidão infantil.

Thielle felix , começou a trabalhar por iniciativa própria aos 11 anos de idade quando sua família mudou para São Paulo em 1986. Devido ao padrasto marceneiro em busca de mudança de melhorias na qualidade de vida e bem-estar da família. Inicialmente foram residir no bairro de Itaquera, foi nesse período acabou vivendo um mundo de escravidão infantil ao trabalhar como doméstica para não se afastar da família. Filha mais velha de uma mãe de três filhas, chegou a pedir a mãe que exigisse a sua patroa que a matriculasse na escola. “Quando ela fez isso, em vez de frequentar a escola, eu batia nas lojas pedindo um emprego.” disse Thielle

Promessa Cumprida

Bem próximo de completar mais um ano de vida ao pedir emprego em uma ótica, a proprietária da loja dona Sara a propôs que voltasse ao completar 12 anos que a registraria. Ao Retornar além de ter a promessa cumprida, foi matriculada em cursos no SENAC. E se formou nos cursos de manicure, cabeleireira e depiladora ainda adolescente.

Conquistando Clientes

“Mesmo eu não sendo a melhor das manicures, chovia cliente para atender no escritório deles, condomínios também.”

Já na adolescência e convivendo com um companheiro aos 17 anos começou a trabalhar por conta própria nas suas formações. Atendendo em casa enquanto o companheiro reclamava por falta de privacidade o atendimento era contínuo. Pois a clientela aumentava cada vez mais e acabou tendo que buscar atender em domicílio. “Foi aí que os clientes aumentaram ainda mais e mesmo eu não sendo a melhor das manicures, chovia cliente para atender no escritório deles, condomínios também. Enquanto isso, manicures muito melhores que eu, tinham muitos problemas financeiros, como calote, maridos porque trabalhavam em casa.” Quando não dava mais conta das chamadas, Thielle acabava repassando trabalhos a outros colegas que nem sempre agiam de forma profissional. “Nesse momento entendi que os profissionais da beleza, não usam nem 10% do que o mercado tem para oferecer de bom para suas carreiras.”

Uma nova Maneira de Negócios

Em 1999, sem nada parecido e sem aplicativos, foi nesse momento que começou a ter a percepção que tinha espaço para um bom negócio que ajudasse as pessoas a ter uma identidade nos seus serviços e melhorar muito de vida. Mostrando assim que com alguns métodos, os profissionais poderiam multiplicar seus ganhos por 1, 2, 3, 4 ou até 5 vezes, usando melhor seus conhecimentos e entendendo o ambiente corporativo e de facilities. Foi então que criou a Manicure Delivery e com o crescimento da demanda surgiu primeiro sócio, Marco Antonio assumindo o desafio junto com Thielle de gerenciar as operações, com treinamentos e marketing no endereço situado avenida Paulista. Expandindo horizontes novos sócios também vieram a somar Marco Góes e Igor Rodrigues em um novo escritório em Brasília e que estão a frente do T.I. e jurídico.

O Desafio de Empreender

“A Manicure Delivery está enfrentando é transformar toda uma cultura de emprego em iniciativa empreendedora.”

A Manicure Delivery Já atendeu multinacionais como Google durante um ano em serviços para seus funcionários no Brasil, O Boticário, lojas Marisa, Unimed dentro do congresso CONARH, algumas emissoras de tv e até à domicílio nas casas das celebridades. “Hoje o maior desafio que a Manicure Delivery está enfrentando é transformar toda uma cultura de emprego em iniciativa empreendedora. Ajudar pessoas e comunidades a transformar a própria vida e a de muitas outras pessoas, usando seu talento e habilidades no setor de serviços para beleza e cuidados pessoais. A lucratividade se dá quando nós mesmos atendemos empresas. Escalamos as melhores profissionais, as treinando para mudar a postura e atender ambientes corporativos, temos outras fontes de receita e por enquanto, não ganhamos nas chamadas das manicures. Bem diferente dos demais serviços oferecidos que cobram 30% no mercado. Somos os a primeira e única franquia de manicures com esse formato, ganhamos com os cursos, venda de produtos e insumos, e também patrocínio das empresas. Por isso que nosso slogan é: “Mais que unhas, fazemos conexões”. A empresa atende em vários estados do com o que o protagonismo empreendedor com consultores de cosméticos, barbeiros e manicures, recentemente Thielle Felix recebeu homenagem na Câmara Municipal de São Paulo através do seu Presidente Vereador Eduardo Tuma. Que a homenageou como mulher destaque pelo valioso e relevante serviços prestados a sociedade Paulistana.

Oi Futuro apresenta a exposição RESSONÂNCIAS do artista Paulo Nenflidio

O artista Paulo Nenflidio, que explora de forma inovadora o elo entre artes visuais, eletrônica, música e tecnologia, é o convidado da curadora Fernanda Vogas para criar e expor obra inédita no projeto “Ressonâncias”, que estará no Centro Cultural Oi Futuro de 09 de abril a 02 junho, gratuito

Fotos e vídeos do projeto: https://ressonancias.webnode.com/fotos/

Patrocínio da Oi, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de janeiro, realização do Oi Futuro, apoio da rádio MEC FM e produção da Vogas Produções

Diferentemente de outras exposições em que o público apenas aprecia as obras, a exposição “Ressonâncias” fomenta a arte contemporânea em torno da criação inovadora do artista Paulo Nenflidio que apresenta obra inédita de arte sonora que precisa ser experimentada, sentida, explorada. Incitado pela relação entre o corpo e a tecnologia, cada visitante poderá criar a sua própria expressão.

Além da exposição, o projeto vai oferecer a Oficina Grilo Solar, em que o artista irá apresentar o passo a passo da construção de uma escultura sonora, alimentada por energia solar. Os participantes da oficina irão construir uma escultura que ficará exposta no Oi Futuro durante o período da exposição. Também será realizada a performance-palestra do artista no LabSonica, com o instrumento musical “Bicórdio Infinito”, inventado e construído por Paulo Nenflidio, além da exposição da obra “Metacircuito n2” no Museu das Telecomunicações.

A obra “Neurocórdio”, criada especialmente para o projeto, efetiva a proposta da poética do artista, a interação e participação do público. A obra composta por um leitor de ondas cerebrais, um módulo de controle, 10 monocórdios infinitos, amplificadores e circuito eletrônico com bluetooth é um instrumento que produz música a partir da leitura das ondas cerebrais do visitante. O leitor de ondas cerebrais (EEG) é um capacete que mede o estado de concentração e o piscar de olhos do usuário, e ainda envia as informações por bluetooth para o módulo de controle. Conforme pisca os olhos, o visitante pode escolher qual monocórdio infinito deseja interagir. Cada monocórdio possui uma corda com afinação de uma nota musical diferente em uma escala crescente. Uma vez habilitado o monocórdio, a corda entra em ressonância através de um sistema de realimentação eletromagnética. Um captador magnético obtém as vibrações da corda e o sinal é amplificado num falante gerando o som. Uma vez desabilitado, o circuito eletrônico é desligado e o monocórdio volta a permanecer em silêncio.

A arte contemporânea se  reinventa a todo instante. A obra de Paulo Nenflidio desconstrói formalidades, reorganiza materiais, objetos e também o próprio espaço de uma forma inovadora. Um conjunto em que o espectador e o lugar estão cúmplices e comprometidos não somente com a leitura, mas com o resultado da obra. Transitar na obra híbrida de Nenflidio é caminhar por um espaço de deslocamentos que produz perceptos ainda não nomináveis e, por essa questão, o que vale mesmo é a própria experiência.

Paulo Nenflidio (1976 – São Bernardo do Campo/SP) é formado em Artes Plásticas pela ECA/USP e em eletrônica pela ETE Lauro Gomes. Suas obras são esculturas, instalações, objetos, instrumentos e desenhos. Som, eletrônica, movimento, construção, invenção, aleatoriedade, física, controle, automação e gambiarra são presentes na sua obra. Seus trabalhos se parecem com bichos, instrumentos musicais ou com máquinas de ficção científica. Em 2003 participou da residência artística Bolsa Pampulha em Belo Horizonte tendo realizado a obra Música dos Ventos. Recebeu em 2005 o Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia por trabalho realizado. Em 2009 realizou residência artística no ASU Art Museum no Arizona tendo produzido uma individual durante o período de residência. Participou da 7º Bienal de Artes Visuais do Mercosul e da mostra Paralela 2010. Recebeu em 2011 o Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça Artes Plásticas e em 2013 o Prêmio Funarte Marcantonio Vilaça. Em 2017 participou da Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul. Veja mais informações aqui: http://paulonenflidio.tumblr.com/

Fernanda Vogas (1977 – Rio de Janeiro/RJ), curadora desta exposição, é Mestra em Artes Visuais pelo PPGAV – UFRJ e graduada em comunicação social. Foi aluna da Escola Massana – Centre d’Art i Disseny em Barcelona e frequentou as aulas de filosofia dos professores Francisco Elia e Ivair Coelho. Fernanda é sócia diretora da Vogas Produções e vem assinando a concepção, curadoria, produção e gestão de diversos projetos de sua autoria nas áreas de artes visuais, cinema e música em convergência com as novas tecnologias. Seu currículo apresenta filmes experimentais premiados e exibidos no Göteborg International Film Festival (Suécia), Copenhagen Art Festival (Dinamarca), Tous Ecrans Festival (Suíça), Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano (Cuba), Cefalù Film Festival (Itália), entre outros. Em 2010 foi selecionada para participar do projeto Gesamt, filme-instalação idealizado pelo cineasta Lars Von Trier. Disaster 501: What Happened to Man? Em 2017 criou o Acusmática Visual ao lado do artista espanhol Xabier Monreal, um projeto de arte sonora com participações em festivais como o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (2018), Bogotá Short Film Festival (2018), Arquivo em Cartaz (2018) e Mostra do Filme Livre (2018)

Obras e Atividades

Neurocórdio / 2019 – Dimensões variáveis

“Neurocórdio” é um instrumento de cordas interativo cuja interface se dá por meio de um leitor de ondas cerebrais, que possibilita produzir música a partir da capacidade de concentração do usuário. É composto por um leitor de ondas cerebrais, um módulo de controle e 10 monocórdios infinitos.

Centro Cultural Oi Futuro| Nível 2

Metacircuito N2 / 2018 – 42x42x28 cm

“Metacircuito n2” é um objeto que possui um display por onde passam frases em scroll. Um sensor de presença aciona o som da obra quando alguém ou algo se move em frente ao objeto. É uma máquina com consciência de sua existência que descreve de maneira poética sua natureza elétrica.

Museu das Telecomunicações | Nível 6

Oficina Grilo Solar

O artista vai apresentar o passo a passo da construção de uma escultura sonora alimentada por energia solar. Serão abordadas nesta oficina análise do som no osciloscópio, introdução ao esquema elétrico, montagem e solda na placa eletrônica.

Data: 09 de abril  | Dia, horário: terça, das 14h às 18h

10 participantes e inscrições através de formulário online | facebook.com/ressonancias.br

Centro Cultural Oi Futuro | Térreo  | Gratuito

Performance-palestra – “Bicórdio Infinito”

Paulo Nenflidio fará uma performance-palestra apresentando o “Bicórdio Infinito”, instrumento inventado e construído pelo artista. O instrumento possui duas cordas que entram em ressonância pelo fenômeno físico de realimentação eletromagnética positiva.

Data: 10 de abril | Dia e horário: quarta, as 19h30 | LabSonica

30 participantes e inscrições através de formulário online | facebook.com/ressonancias.br

Gratuito

 

O Centro Cultural Oi Futuro é um espaço de convergência entre arte contemporânea e tecnologia, oferece para cerca de 100 mil pessoas por ano uma programação inovadora e que prioriza a relação entre arte e tecnologia e as novas linguagens artísticas.

O LabSonica é um laboratório para impulsionar a inovação e a criatividade no Rio de Janeiro. O Museu das Telecomunicações, um dos equipamentos culturais do Oi Futuro, é um ambiente que permite uma viagem surpreendente pela aventura da comunicação humana, em que nos conectamos com o passado, vivemos o presente e projetamos o futuro.

SERVIÇO

Exposição: “Ressonâncias”, de Paulo Nenflidio – facebook.com/ressonancias.br

Local: Centro Cultural Oi Futuro (Rua Dois de Dezembro 63 – Flamengo – RJ – Tel: 3131 3060)

Abertura: 07 de abril, domingo, das 13h às 20h

Visitação: de 09 de abril, terça, a 02 junho, domingo

Dias e horário: terça a domingo, das 11h às 20h

Entrada Franca

EVENTO MISSÃO FÊNIX COM PASTOR CLAUDIO DUARTE DAWN WATSON, LEANDRO CUNHA E MUITO MAIS

Leandro Cunha

FBIE – Fundação Brasileira de Inteligência Emocional convida para o evento – MISSÃO FÊNIX – uma experiência imersiva que tem o objetivo de despertar suas inteligências e direções, buscando a compreensão de cada emoção – autoria do especialista emocional, Leandro Cunha.

Com os elementos principais de cura, ressignificação, fé, perdão e amor.

Palestrantes: Leandro Cunha (coach, especialista emocional), Pr. Cláudio Duarte (espiritualidade), Dawn Watson (O poder do perdão), Regina Tavares (cura), Renato Troglo (Auto-Hipnose) e muito mais.

O pastor Claudio Duarte  tornou-se um fenômeno do YouTube e redes sociais atraindo mais de 3 milhões de seguidores. Ele abordará sobre missão, identidade e propósito .

dawnwatson

Dawn Watson reúne toda sua experiência pessoal de cura e ressignificação da sua dor, com todo material de formação dos treinamentos de Tony Robins, do filme A Cabana.

O coach e especialista emocional Leandro Cunha ensinará como despertar a sua inteligência na prática, e muito mais!

LOCAL:  Dia: Sábado, 06 de Abril | Horário: 08h30 ás 20 horas com intervalo para almoço.

Local: Espaço Ribalta, na Avenida das Américas, 9.650 – Barra da Tijuca – RJ

Adquira o seu ingresso na plataforma SYMPLA –

Utilizando o DESCONTOMARCELOHAIDAR – de R$ 199,00 sai a R$ 71,00 *passaporte com direito às palestras – não incluindo refeição.

ÁREA VIP – R$ 400,00 reais com direito às primeiras fileiras, almoço e coffee break – adquira através do WhatApp 21 96919-0000 – LIMITADO.

*o passaporte para o evento não inclui alimentação. Podendo utilizar a Praça de Alimentação no local.

 Estacionamento no local com serviço de valet.

Mais informações acesso o site www.fbiefenix.com.br – WhatsApp 21 96919-0000.

Marcelo Haidar

A VIP LIST é assinada pelo produtor executivo do evento @marcelohaidar – mhmidia@gmail.com

Data: Sáb 06/04/2019 das 08h as 20h

Site Oficial: www.fbiefenix.com.br

MISSÃO FÊNIX NO RIBALTA RJ – FBIE – Fundação Brasileira de Inteligência Emocional

Vem aí MISSÃO FÊNIX – experiência imersiva que ensina na prática gerenciar suas emoções

TABLADO APRESENTA “TEATRO TÔNICO – UMA BREVE HISTÓRIA DO TEATRO OCIDENTAL”

Ciclo de palestras de introdução à história do teatro reúne importantes nomes das artes cênicas

Cumprindo sua função social de fomentar o teatro brasileiro, O Tablado promove entre abril e agosto o Teatro Tônico, ciclo de palestras de introdução à história do teatro ocidental. São 16 encontros temáticos, um por semana, voltados para profissionais e estudantes de teatro, professores e interessados em cultura em geral. O primeiro deles, “As origens do Teatro”, acontece na próxima sexta-feira, 5 de abril, às 20h, com a professora e escritora Isabela Fernandes, que falará sobre tragédia e comédia na Grécia Antiga. O ingresso custa R$ 40 e a palestra tem duração de 120 minutos. Outros importantes nomes das artes cênicas como Cacá Mourthé, Érika RettlGeraldo CarneiroHamilton Vaz Pereira, Lídia KosovskiLionel FischerRenato Icarahy,Ricardo Kosovski e Venício Fonseca estão programados até agosto.

 “O Teatro Tablado tem a tradição de formar excelentes profissionais que fazem sucesso na televisão e no teatro. Com o ‘Teatro Tônico’ queremos oferecer também toda a base teórica sobre a história do teatro ocidental com importantes nomes das artes cênicas, que vão compartilhar seu conhecimento com o público de uma maneira leve e dinâmica”, explica Cacá Mourthé, diretora artística de O Tablado. “Além disso, o ciclo de palestras será um potente espaço de encontros e trocas. Todo o material produzido será gravado em vídeo e disponibilizado online para alcançar mais pessoas”, completa Cacá, sobrinha de Maria Clara Machado, fundadora da escola.

Fachada O Tablado – foto de Eduardo Martino

A PROGRAMAÇÃO

Abrindo a programação em 5 de abril, a professora e escritora Isabela Fernandes comanda o tema  “As origens do Teatro” e fala sobre tragédia e comédia na Grécia Antiga. Na semana seguinte, em 12 de abril, é a vez do escritor e compositor André Gardeldiscorrer sobre o teatro romano numa palestra em que apresenta o palco teatral romano e as variações da cena medieval cristã. Encerrando o primeiro mês, em 26 de abril, o poeta e dramaturgo Geraldo Carneiro traz para o público o tema “Teatro do Renascimento I”.

 

Cacá Mourthé – O Tablado – foto de Eduardo Martino (2)

O TABLADO

Fundado em 1951 pela escritora e dramaturga Maria Clara Machado, O Tablado tem papel importante na história da cultura brasileira, como celeiro de talentos e verdadeiro templo do teatro infantil.

Desde sua inauguração, mais de 30 mil atores, diretores, teatrólogos, cineastas, figurinistas, cenógrafos, autores, iluminadores, sonoplastas e músicos se formaram no local. Nomes como Hamilton Vaz Pereira, Wolf Maya, Cininha de Paula, Claudia Abreu, Ingrid Guimarães, Louise Cardoso, Malu Mader, Du Moscovis, Leonardo Brício, Andréa Beltrão, Fernanda Torres, Rubens Corrêa, Drica Moraes, Jaqueline Laurence, Mateus Solano e Gregório Duvivier, entre outros, passaram pela escola.

Atualmente, O Tablado tem cerca de 700 alunos e mais de 20 professores. O núcleo criativo de O Tablado é formado por Andreia Fernandes, Fernando Melvin, João Sant’Anna, Johayne Hildefonso, Lincoln Vargas, Lionel Fischer, Luis Octavio Moraes, Patrícia Nunes, Renata Tobelém, Ricardo Kosovski, Susanna Kruger e Zé Helou.

 O Tablado é considerado Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro e seu espaço físico foi tombado pela Prefeitura carioca. Suas atividades artísticas também foram reconhecidas pelo Governo Federal.

TEATRO TÔNICO

Ciclo de palestras sobre a história do teatro

Data: de abril a agosto – sextas-feiras, às 20h

Local: O Tablado – Av. Lineu de Paula Machado 795, Lagoa.  Tel.: 2294 7847

Capacidade: 150 pessoas. Classificação etária: livre. Duração: 120 min.

Valores: R$ 40 (cada palestra) ou R$ 400 (todas as 16 palestras)

Inscrições: teatrotonico@otablado.com.br | Informações: (21) 2294 7847

Programação completa: www.otablado.com.br

Ensemble da Ação Social pela Música do Brasil

Ensemble da Ação Social pela Música do Brasil

A Série Música Clássica dos Santos Anjos abre sua temporada 2019 e apresenta o grupo Ensemble, uma Camerata com 13 jovens músicos que tocam instrumentos de cordas e são oriundos de comunidades como Babilônia, Chapéu Mangueira, Cantagalo, Pavão Pavãozinho, Complexo do Alemão e Morro dos Macacos, no Rio de Janeiro. O Concerto será no sábado, na Paróquia dos Santos Anjos (Av. Afrânio de Melo Franco, 300, Leblon), sábado, 06 de abril, às 15h30 com entrada franca.

Ensemble faz parte da Ação Social  pela Música do Brasil-ASMB, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que, em sua vertente socioeducacional visa à inclusão social e formação da cidadania, através do ensino coletivo da música clássica, para crianças, adolescentes e jovens moradores de comunidades em situa&cced il;ão de vulnerabilidade social.

ASMB promove há mais de 23 anos, a formação de orquestras jovens de música clássica em todo o território nacional. Os cariocas,em particular,  podem contar com a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro. Conhecida no cenário musical carioca, a OSJRJ já se apresentou em diversos espaços culturai s importantes no cenário musical, como o Centro Cultural Banco do Brasil, o Centro Cultural Justiça Federal do Rio de Janeiro e o Centro Cultural da Caixa Econômica, no Auditório do Planetário, na Candelária, no Teatro de Câmara da Cidade das Artes, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em 20 de março de 2019 na Sala Cecilia Meireles com a Associação de Canto Coral e com o Monsenhor Marco Frisina.

Com grande sucesso apresentou-se em 1º de agosto de 2016 no Teatro principal da Cidade das Artes, acompanhando a cantora Daniela Mercury na Cerimônia de Abertura 129 do COI. A Orquestra cumpre uma agenda intensa de apresentações nas comunidades do RJ, periferias e bairros populares onde é mais difícil ter acesso à música de qualidade. Em 2017 realizou com grande sucesso vários concertos didáticos em escolas públicas e universidades.

Ensemble

Atualmente, cerca de quatro mil crianças entre jovens e adolescentes são beneficiadas pela ONG Ação Social pela Música do Brasil.

Breve Histórico:

Fundada em 1994, a ASMB é fruto do sonho do falecido maestro, David Machado, que aceitou o pedido do amigo José Antônio Abreu, de implantar no Brasil um projeto nos moldes do tão conhecido e bem sucedido El Sistema, da Venezuela que abrange milhares de jovens e dezenas de orquestras. Com a morte do maestro, a ASMB passou a ser dirigida por sua viúva, a violoncelista e produtora cultural, Fiorella Solares.

 

Serviço: Ensemble da Ação Social pela Música do Brasil

Abertura temporada 2019 da Série Música Clássica dos Santos Anjos

Data: 06 de abril – sábado | Hora: 15h30

Endereço: Paróquia dos Santos Anjos (Av. Afrânio de Melo Franco, 300, Leblon)

Ingressos: grátis | Duração musical: 53 minutos | Classificação: livre

Programa de sábado – 06 de abril:

    1. Franz Schubert (1797-1826) Minueto em Ré Menor, 5′.
  • Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Movimento do Quarteto nº 1, 1915, 4′.
  • Ennio Morricone (1928), tema do filme Cinema Paradiso, 1988, 4′.
    1. Antonio Vivaldi (1678-1741), 2º Movimento do Inverno (rv297) das 4 Estações, 1725, 3′
  • Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Ária (cantilena) das Bachianas Brasileiras nº 5, original para soprano e oito violoncelos, 1938, 6′.
  1. Astor Piazzolla (1921-1992), 8′:

     6.1 Oblivion, 1982, 4′

     6.2 Libertango, 1973, 4′

  • Alfredo da Rocha Vianna, dito Pixinguinha, (1897-1973), Carinhoso, 1916-7, 3´.
    1. Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Garota de Ipanema, 1962, 4′
    2. Clovis Pereira dos Santos (1932), no Reino da Pedra Verde, 1ª parte de três peças nordestinas, 1971, 5′
  • Severino Dias de Oliveira, dito Sivuca (1930) e Glorinha Gadêlha (1947), Feira de Mangaio, composta durante moradia em Nova York 1969-1975, 6′
Programa de educação bilíngue usa games e robótica

Programa de educação bilíngue usa games e robótica para facilitar o aprendizado do idioma

O método da International School está presente em escolas em praticamente todos os Estados brasileiros

São Paulo, abril de 2019 – O mundo mudou, e hoje a tecnologia faz parte do dia a dia de crianças, adolescentes e adultos, impactando diretamente a relação de ensino-aprendizagem. E as escolas que implementam as novas tecnologias educacionais no processo conseguem atuar de maneira mais atraente e inovadora, colhendo melhores resultados para os alunos.

Baseado no conceito de que aprender inglês deve ser uma atividade motivadora, a coleção The X Factor, do programa bilíngue da International School, desenhada para o Ensino Fundamental II, traz diversos recursos didáticos, como atividades lúdicas, games em rede, robótica e realidade virtual. Além disso, usa-se o conceito deHands-On e Do It Yourself para que o aluno seja um agente ativo na construção do conhecimento. Com isso, os professores trabalham com situações-problema que instigam o pensamento crítico na busca por soluções. Assim, o contato com a língua inglesa é feito de forma interdisciplinar promovendo a integração curricular.

“A primeira revolução que trazemos é na maneira de expor o conteúdo: troca-se o convencional, ou seja, o livro didático para o formato revista. Mais dinâmico e descontraído, a leitura desse estilo traz menos resistência por parte dos alunos. O objetivo é ampliar a democratização do ensino bilíngue no País e transformar vidas por meio do bilinguismo. Afinal, menos de 1% da população brasileira fala inglês fluente, e precisamos mudar isso.”, diz Ulisses Cardinot, CEO e fundador da International School.

Ulisses Cardinot_CEO International School

Pedagogo, especialista em Idiomas e Literaturas Estrangeiras pela Andrews University, Ulisses sempre trabalhou no ramo da educação, gerindo escolas junto com seu pai.  O sonho em ter um sistema que democratizasse a educação bilíngue no País e revolucionasse a maneira de ensinar o idioma surgiu em 2009 em Campos dos Goytacazes, no interior do Rio de Janeiro, e hoje está presente em mais de 240 escolas por todo o país.

Sobre o programa

Pelo segundo ano consecutivo, a International School ganhou o Prêmio TOP Educação (2017 e 2018) na categoria sistema de ensino bilíngue. A empresa oferece um programa com a abordagem metodológica chamada CLIL (Content and Language, Integrated e Learning), que aplica o ensino do inglês integrado à outras disciplinas e área do conhecimento como Artes, Matemática, História e Tecnologia.

Por meio do inglês, o estudante expande o seu conhecimento de outras matérias que fazem parte do currículo escolar, promovendo não somente competências relacionadas a comunicação, conteúdo, cognição e cultura, mas aquelas necessárias para o cidadão do século XXI como pensamento crítico, resolução de problemas, cooperação e empatia. Para saber mais sobre a International School, acesse: http://internationalschool.global

CIDA MOREIRA CANTANDO TOM WAITS ABRE AS COMEMORAÇÕES DO CLUBE MANOUCHE

CIDA MOREIRA CANTANDO TOM WAITS ABRE AS COMEMORAÇÕES DE UM ANO DO CLUBE MANOUCHE

Brindes, confetes e serpentinas.

Em abril o veludo vermelho do Clube Manouche comemora um ano e a programação do mês traz um recorte do que mais significativo passou pelo tablado da casa nestes 12 meses: de Cida Moreira cantando Tom Waits, ao frescor de Letrux (17/04) e Mãeana (18/04), Fausto Fawcett(19/04) e Angela Ro Ro (26 e 27/04)

Uma das atrações especiais do “best of” que comemora um ano de existência do Manouche, o clube intimista da Casa Camolese, a cultuada cantora, pianista e atriz Cida Moreira abre a festa e volta ao palco da casa com o show “Canções para Cortar os Pulsos”, dedicado à obra de Tom Waits, no próximo fim de semana, dias 05 e 06/04sexta e sábado, às 21h.


Mas, irrequieta como é não poderia simplesmente repetir o que já foi visto. Acrescenta, então, outros heróis à flor da pele ao repertório como Leonard Cohen, Patti Smith, Amy Winehouse e Marianne Faithfull ao lado de “Time”“Anywhere”, “I Lay My Head”, “Downtown Train”“Broken Bicycles” e outras músicas que, tocadas ao piano, mostram o lirismo da obra Tom Waits, conhecido por suas canções que são como “acariciar um arame farpado”, nas palavras do próprio.

 

Serviço

Show: – Cida Moreira com o show “Canções para Cortar os Pulsos”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 05 e 06 de abril, sexta e sábado, 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira), R$ 60,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 40,00 (meia) www.eventim.com.br

Classificação: Livre

Estacionamento no local (tarifado)

Após MC Kevinho, Modelo Michele Sensolo decola nos clipes
Michele Sensolo está roubando a cena com sua beleza e tem chamado atenção não apenas na internet e nas redes sociais, onde tem mais de 100 mil seguidores, mas também nos clipes musicais que tem participado.
Após participar do clipe de MC Kevinho, “É rave que fala”, lançado pelo canal Kondzilla, a loira tem recebido inúmeros convites para atuar em produções musicais: “Sei que o Kevinho está em alta, mas não imaginava que me daria tanta repercussão. Ter feito parte do clipe dele abriram portas para mais outros dois clipes e já tenho proposta para participar de mais outros. Adoro gravar clipes, o clima é divertido sempre. Música é sempre divertido.”
Michele gosta de cuidar do corpo e da saúde, e malha bastante para manter o corpão. A loira é natural de Cascavel e mora em São Paulo há alguns anos, é empresária e modelo. Com diversos ensaios para revistas e portais como o Bella da Semana e moda lingerie, ela afirma que além de suas atuais atividades ainda tem interesse em cosmética e nutrologia.
Michele e Kevinho

“MIGRAÇÕES” Ópera performática estreia em 11 de abril no Sesc Copacabana

 Com libreto de Geraldo Carneiro, direção de Duda Maia e música de Beto Villares, espetáculo inédito aborda a onda de migrações no mundo

 No elenco estão a soprano e atriz Gabriela Geluda e a bailarina e atriz Gabriela Luiz

Depois de trabalharem juntos na bem-sucedida ópera de câmara “Na boca do cão”, o poeta Geraldo Carneiro e a soprano e atriz Gabriela Geluda retomam a parceria em um projeto inédito. “Migrações” é uma ópera performática sobre os deslocamentos de milhões de pessoas em diferentes épocas, da mítica Tróia aos refugiados da Síria hoje. Com direção da premiada Duda Maia, libreto de Geraldo Carneiro e música de Beto Villares, “Migrações” estreia em 11 de abril, no Mezanino do Sesc Copacabana. No elenco, além de Gabriela Geluda, está a bailarina e atriz Gabriela Luiz. Com apoio cultural e correalização do Oi Futuro, o espetáculo é uma realização de Gabriela Geluda e SESC.

Idealizador do espetáculo, Geraldo Carneiro se encantou com experiência de fazer o libreto de “Na boca do cão” (um projeto pessoal de Gabriela Geluda) e, desta vez, o convite e o tema partiram dele. “Os fluxos migratórios sempre existiram. Esses movimentos são motivo de fascínio e terror, desde a Guerra de Tróia à diáspora africana. Queria falar da necessidade de transformar a migração numa preocupação permanente, mas de forma poético-alegórica. Não queria uma obra naturalista. É preciso abrir as fronteiras do conhecimento, do afeto, compreender que existe o outro e que ele precisa ser compreendido na sua diferença. As migrações são permanentes, mas as fronteiras são sempre provisórias.”

“Migrações” mistura música, dança e teatro num formato bem diferente das óperas tradicionais, buscando o conceito da ópera performática –no qual a cena se torna uma experiência para o espectador, sem a necessidade de uma história com começo, meio e fim, mas trazendo imagens e sonoridades que conduzam o público em uma dramaturgia particular. Com quase trinta anos de experiência como soprano solo das óperas de Jocy de Oliveira, Gabriela Geluda acredita na importância de levar a ópera a um público mais diverso, ampliando os limites do gênero.

“Investimos numa composição inédita e trabalhamos com uma equipe reduzida. Assim, faremos uma temporada mais longa que a de uma ópera tradicional”, explica Gabriela, que também exalta a importância da temática do espetáculo. “Minha família é de origem judaica, meus avós são judeus e vieram para o Brasil fugindo da Segunda Guerra. Tenho três avós poloneses e uma alemã. Migrar para sobreviver é uma realidade bastante forte na minha família”, conta a artista que, além de estar em cena, assina a realização do projeto.

Composta pelo produtor musical e compositor paulista Beto Villares, com arranjos do artista pernambucano Armando Lôbo, a música permeia o espetáculo no limiar entre uma ópera e um espetáculo com uma trilha. Com experiência em cinema (como “Xingu”, “Bingo, o rei das manhãs” e “Filhos do Carnaval”), Beto viu no convite feito por Geraldo um desafio profissional. “É um universo totalmente diferente de tudo que já vivi. É a primeira vez que componho para uma cantora lírica, e a troca com a Gabriela durante o processo de criação foi muito importante”, conta. “A emoção que eu queria passar é de uma beleza com desamparo, tristeza e seriedade.” O trio formado por Cristiano Alves (clarinete), David Chew (cello) e Rodrigo Foti (vibrafone) executa a música ao vivo.

Os poemas do libreto abordam questões brasileiras e mundiais relacionadas aos processos migratórios. As cenas são conduzidas pela soprano e atriz Gabriela Geluda e a bailarina e atriz Gabriela Luiz – esta carrega sua experiência com danças populares e urbanas e capoeira. Elas se multiplicam criando diferentes corpos e vozes. Entre as obras que serviram de inspiração na construção do espetáculo, a diretora Duda Maia destaca documentários com cenas fortes sobre o tema: “Human flow”, do artista e ativista chinês Ai Weiwei, e “Os capacetes brancos”, do britânico Orlando von Einsiedel.

“Alguns fatos me chamaram a atenção para esse tema. O número de refugiados, quase 70 milhões, é algo que espanta. Eles não têm lugar. Pesquisamos muito para construir uma fisicalidade que trouxesse uma experiência sensorial de falta de espaço, opressão e abrigo, dentro de uma encenação poética. Queremos falar dessa dureza com beleza. Na cena, nos corpos, na fala, na música e na plasticidade”, diz.

Duda Maia (Direção)

É formada pela Escola de Dança Angel Vianna, onde lecionou dança contemporânea por 13 anos, e diretora do show “Farra dos Brinquedos”, banda com músicas originais e ritmos brasileiros para crianças. Entre 1996 a 2006, foi diretora e coreógrafa da Trupe do Passo e, entre 1998 e 2008, professora de corpo do Curso Profissionalizante de Atores da CAL. De 2012 a 2014, recebeu o prêmio Zilka Sallaberry de Melhor Direção, ao lado de Lucio Mauro Filho, pelo infantil “Uma peça como eu gosto”. Em 2016, dirigiu o musical “A Gaiola”, vencedor dos principais prêmios de teatro infanto-juvenil, incluindo Espetáculo e Direção: sete categorias no Prêmio CBTIJ; cinco no Prêmio Botequim Cultural e três no Prêmio Zilka Sallaberry. Em 2018, dirigiu “O tempo não dá tempo”, espetáculo itinerante em homenagem aos 90 anos de Angel Vianna, no OI Futuro Flamengo; o infanto-juvenil “Contos partidos de amor”, premiado nas categorias Direção e Figurino no 12º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil (2017/2018), e o musical “Elza”, atualmente em turnê pelo Brasil.

Dirigiu “Clementina, cadê você?”, musical inspirado na vida de Clementina de Jesus; e “A dona da história”, de João Falcão. Fez a direção de movimento de “Fala comigo como a chuva e me deixa ouvir” e “Beija-me como nos livros”, de Ivan Sugahara. Dirigiu o musical “AUÊ”, do grupo Barca dos Corações Partidos, que recebeu importantes prêmios de artes cênicas: Shell (Direção), Cesgranrio (Direção, Direção Musical e Espetáculo), Botequim Cultural (cinco categorias, incluindo Direção e Espetáculo) e APTR (Direção Musical, Espetáculo e Produção).  A peça foi indicada ao Prêmio APCA de Melhor Direção. Duda Maia está indicada aos prêmios Bibi Ferreira e Reverência de Teatro Musical na categoria Direção.

Duda trabalhou como diretora de movimento com os seguintes diretores: André Paes Leme, João Falcão, Daniel Herz, Karen Acioly, Mauro Mendonça Filho, Aderbal Freire-Filho, Dudu Sandroni, Bruno Garcia, Michel Bercovitch, Fábio Ferreira, Guel Arraes, Miguel Vellinho, Marcelo Morato, João das Neves, Paulo José, Vera Fajardo, Paulo de Moraes e Ivan Sugahara.

Geraldo Carneiro (Poema/Libreto)

Poeta, publicou nove livros, além de seus “Poemas reunidos”, coedição Biblioteca Nacional/Nova Fronteira. Cronista, publicou “Vinicius de Moraes: A Fala da Paixão” (Brasiliense, 84) e “Leblon: a crônica dos anos loucos” (Rioarte/Relume-Dumará, 96). Escrevia crônicas para a revista “Domingo”, do jornal “O Globo”. Letrista, escreveu centenas de textos para músicas de Egberto Gismonti, Astor Piazzolla, Wagner Tiso, Francis Hime e outros compositores. Dramaturgo, escreveu peças como “Lola Moreno”, parceria com Bráulio Pedroso, “A bandeira dos cinco mil réis”, “Manu Çaruê” (ópera performática com música de Wagner Tiso), “Imaginária” e a ópera de câmara “Na boca do cão”.

Roteirista, escreveu “Sônia: morta & viva”, de Sérgio Waissman (Tucano de Ouro no FestRio II), “Eternamente Pagu” (em parceria com Márcia de Almeida) e “O judeu” (em parceria com Millôr Fernandes). Adaptou diversas obras literárias para a TV Globo, nas séries “Brasil Especial” (1993/1994) e “Brava gente” (2001). Adaptou, em parceria com Alcides Nogueira, a novela “O astro”, pela qual recebeu o Prêmio Emmy International em 2012 de melhor texto. Em 2016, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

Beto Villares (Música)

Beto Villares é um compositor e produtor musical que tem seu trabalho disseminado por dezenas de projetos que sintetizam a cultura do país nas últimas décadas. Desde criações próprias até a produção musical da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, contribuiu com suas ideias e texturas sonoras em trabalhos de artistas como Céu, Siba, Itamar e Anelis Assumpção, e para filmes e séries como “Xingu”, “Bingo, o rei das manhãs” e “Filhos do Carnaval”.

Gabriela Geluda (Soprano/atriz) 

É bacharel em canto lírico pela UNIRIO, mestra em música antiga pela Guildhall Schoolof Music and Drama (Londres 1996-98), e formada na Técnica de Alexander pelo Alexander Technique Studio (Londres 1997-2000). Exerce intensa atividade como cantora especializada em repertório contemporâneo, tendo participado de inúmeras bienais e festivais de música.

Vem trabalhando com a compositora Jocy de Oliveira como soprano solo de suas óperas há 25 anos, tendo apresentado obras no Brasil, Alemanha, Argentina, França e recentemente na Inglaterra com o filme/ópera “Liquid voices”, vencedor da categoria Sound Design no London International Filmaker Festival.

Em 2012 participou da remontagem da ópera “Einstein on the beach”, de Philip Glass e Bob Wilson, no Baryshnikov Art Centre de Nova Iorque, sob orientação do próprio Wilson. Em 2017, esteve em temporada no CCBB Rio com a ópera solo “Na boca do cão”, última obra escrita pelo compositor Sergio Roberto de Oliveira, com direção de Bruce Gomlevsky e libreto de Geraldo Carneiro.

 Gabriela Luiz (Bailarina/atriz)

Atriz formada pela Escola de Teatro Martins Pena e graduada em capoeira pela Federação do Estado do Rio de Janeiro, Gabriela Luiz também é bailarina e coreografa recém-formada pela UFRJ. Com larga experiência em danças populares, afro, salão, capoeira, circo, maculelê e coco, participou, como atriz e bailarina, dos espetáculos “Menino no meio da rua”, “Matulão”, “Gingado brasileiro”, “Dança dos Orixás”, “Palmares”, “Silêncio” e “Romeu e Julieta”. Recentemente fez parte do elenco principal do musical oficial “A Galinha Pintadinha – cadê PóPó” e do musical “Andre Rebouças”.

No cinema, participou como atriz nos longas “Anjos do sol”, “Última parada – 174” e “A suprema felicidade”. Na TV Globo, atuou na minissérie “Capitu” e participou das novelas “Duas caras”, “Desejo de mulher” e “Senhora do destino”. Faz parte da Cia de Dança Contemporânea da UFRJ, com a direção de Tatiana Damasceno, e da Cia dos Comuns, em que atuou como atriz e bailarina no espetáculo “Silêncio”. Em 2010, fundou a Cia Okan Ará, em que coreografou, atuou e dirigiu o espetáculo “Pré SENtidos”.

Gabriela também ministra aulas de danças populares e urbanas, capoeira e teatro físico no Espaço de Construção da Cultura Ação da Cidadania, no Centro, e no Projeto Social Favela Mundo, no Engenho de Dentro. Por cinco anos, deu aulas na Instituição Ojuobá Axé de Danças de Matriz africana, em Duque de Caxias.

 

FICHA TÉCNICA

Poema/Libreto: Geraldo Carneiro

Música: Beto Villares e Armando Lôbo

Canções: Geraldo Carneiro e Beto Villares

Orquestração: Armando Lôbo

Direção: Duda Maia

Intérpretes:

Soprano/atriz: Gabriela Geluda

Bailarina/atriz: Gabriela Luiz

Músicos: Cristiano Alves / Cesar Bonan (clarinete); David Chew / Aleska Chediak (cello); Rodrigo Foti / Pedro Moita (vibrafone)

Produção Executiva e Assistência de Direção: Mariana Chew

Cenografia: Julia Deccache

Cenotécnico: André Salles

Contrarregra: Felipe Ávila

Figurino: Rocio Moure

Iluminação: Renato Machado

Sonorização: Pro Audio

Projeto Gráfico: Patrícia Clarkson e Camilla Mattos

Fotos: Renato Mangolin

Assessoria de Imprensa: Paula Catunda e Catharina Rocha

Mídias Sociais: Rafael Teixeira