Pesquisadora brasileira resgata obras ineditas em CD

Ermelinda Paz redescobre esquecidas músicas infantis utilizadas na educação escolar no início do século XX

Em “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1 e vol.2”, canções utilizadas por educadores brasileiros entre 1940 a 1970 ganham seu primeiro registro fonográfico

Referência em pesquisa musical e responsável por publicações que se tornaram emblemáticas (“Pedagogia Musical brasileira no século XX: metodologias e tendências” – 2013/ “500 Canções Brasileiras” – 2015/ “Jacob do Bandolim” – 2018/ “Edino Krieger: crítico, produtor musical e compositor” Vol I e Vol. II – 2012), Ermelinda Paz apaixonou-se pela Educação Musical Infantil bem cedo, em 1967, quando começou a coletar um cancioneiro de apoio à prática, em sua maioria extraído de uma apostila produzida pela Secretaria de Educação e Cultura do Município do antigo Estado da Guanabara, e distribuída mensalmente para as coordenadorias das escolas municipais. Sua experiência com a docência com crianças na Escola Municipal Guatemala, no Rio de Janeiro, deu vez à pesquisadora e a levou para outros caminhos. Hoje, passados aproximadamente 45 anos do seu afastamento das atividades na Educação Musical Infantil, Ermelinda resgata a antiga paixão, especialmente em virtude do nascimento de seu primeiro neto José. Assim, nascem os CDs “Cantando e brincando com Vovó Linda Vol.1 e vol.2”, dois álbuns de imensa riqueza histórica e educativa, que teve como grande inspiração – no caso do Vol. 1 – o vasto trabalho de Liddy Chiaffarelli, educadora musical, musicista e pianista que teve seu auge de produção nas décadas de 30 e 40 do século XX, casada também com Francisco Mignone. Os CDs já estão disponíveis nas plataformas digitais (Deezer, Spotify, iMusic, Shazam).

CD “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1”

      O Vol. 1 do CD Cantando e brincando com Vovó Linda foi finalizado em 2017, mas lançado apenas em meados de 2018, em função das pendências envolvendo autores.  Essas músicas fizeram parte do repertório de vários educadores musicais, como Regina Márcia Simão Santos (com quem Ermelinda intercambiava a descoberta de novas músicas para inseri-las nos cadernos de apoio) e Helena Rosa Trope, bem como dos educadores musicais do Instituto Bennett nos anos 50, 60 e parte de 70. Além disso, um extenso trabalho de pesquisa foi realizado, seja através de pessoas-fonte (como o pesquisador Flávio Silva, da FUNARTE, e Cesar Borges Barbosa, filho de Cacilda Barbosa, herdeiro e autor de “A janelinha”, composta quando ele tinha 8 anos de idade) seja de importantes centros de documentação e pesquisa, como o Museu Villa-Lobos, Arquivo Público do Estado do RJ, o Centro Brasileiro de Memória – ISERJ,  a AMAR/SOMBRÁS, Escola de Música da UFRJ, dentre outros.

“Como pesquisadora, entendi que devia oferecer ao meu neto – a motivação real para a realização desse trabalho – esse repertório esquecido, trazendo-o de volta ao século XXI. Inicialmente, era somente para ele, mas à medida que outras pessoas tomavam ciência de meu fazer, surgiram indagações como: ‘mas porque não disponibilizar para todas as outras crianças e, ainda, para os educadores musicais da atualidade?’ Bem, deu no que deu”, brinca Ermelinda.

 

As músicas que integram o CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1 trazem, em geral, uma movimentação autoexplicativa e sua aplicação fica à critério da criatividade dos educadores musicais, acrescidas da espontaneidade e expressividade que as crianças naturalmente agregam às canções. A canção “Senhor caçador” é um jogo com dupla função, que implica em percepção tímbrica (reconhecimento das vozes dos colegas quando se conhecem) ou percepção da direção da fonte sonora. Já “Vamos viajar“ era utilizada, segundo Ermelinda, formando vários pequenos trens, com um mínimo de três e uma máximo de cinco crianças, que se prendiam uma as outras através de ambas as mãos nos ombros do colega da frente. Com essa música eram trabalhadas as diferentes alterações de andamento, pois as crianças andavam no pulso da música. “Passarinho” e “Galopando”, além da questão da expressividade, eram utilizadas onomatopeias, indicando o pio do passarinho ou o trotar do cavalo. A única canção que foge à essa época é “Acalanto para José”, de autoria da própria pesquisador, feita para ninar o neto.

CD duplo “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.2”

Trata-se de uma coletânea de canções brasileiras, lançada em formato duplo: um CD completo com 27 faixas e outro com os playbacks, para utilização dos educadores em aula, somando um total de 54 faixas. Na sua grande maioria, as letras falam de animais, ajudam os adultos a lidar com as crianças de forma amorosa e divertida. Muitas canções podem funcionar como acalanto, jogos musicais, brincadeiras, cantiga de roda. Não faltam ritmos de balanço, gostosos para se dançar, melodias cômicas e poéticas, letras que ambientam situações de fábulas e histórias infantis.

Na seleção, a autora limitou-se à música folclórica, notória pela simplicidade, clareza e sobriedade.  A voz aguda da Vovó-Linda aproxima-se do registro vocal infantil, incentivando a identificação e imitação do netinho, enquanto o canto a meia voz assegura aproximação e intimidade. Por outro lado, as melodias de maior enlevo poético inspiram o fôlego de um voo vocal mais amplo, compatível com a densidade lírica do todo. Mas em tudo está presente uma doce leveza, inclusive nos arranjos, que além de vestir as melodias com delicadeza de mestre, intensificam sua brasilidade com os timbres de viola sertaneja, cavaquinho e violão.

O maestro, pesquisador, compositor e professor Hélio Sena, que assina a apresentação do Vol.2, conclui da melhor forma sobre a importância dos CDs: ”essa coletânea chega na hora certa. No momento em que a neurociência ressalta de modo enfático a importância do canto para o desenvolvimento da criança, esse ato de amor da Vovó-Linda mostra o prosseguimento da tradição oral fora do ensino formal da música e traz, com o enriquecimento do repertório infantil do país, uma contribuição cultural e educativa”.

PARA OUVIR ONLINE:

·         CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1

https://open.spotify.com/album/08jQOS0vZ5A1YNVDz4Apxr

·         CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.2

https://open.spotify.com/album/06hbchVRhG3e8YIzeVsCLo

COMPRA DOS CDS FÍSICOS – cdvovolinda@gmail.com

Ermelinda A. Paz – http://ermelinda-a-paz.mus.br

Especialista em moda conta os segredos de Jennifer Lopez 
Ela é talentosa, curvilínea e sensual e trabalha sempre sua imagem glamorosa. Consideradas uma das mulheres mais belas do mundo, J. Lo é um ícone de moda internacional.
A especialista em moda Nara Manriquez revela alguns dos segredos da cantora para estar sempre na moda: “a Jennifer Lopez é latina e além de flertar com a sensualidade, sempre consegue passar uma imagem jovial, sexy, sofisticada e divertida. Não importa aonde, seja no palco, no dia a dia, em entrevistas ou viagens, ela sempre arrasa no look”.
Nara Manriquez separou alguns dos principais looks usados por Jennifer Lopez para ajudar você a se inspirar:
No dia a dia- Ela usa bastante salto,  sandálias e botas. Os jeans skinny e leggins são infalíveis, blusas, abrigos, bolsas de luxo e casacos de pele.
No palco- ela investe muito em brilhos, paetês, peças que mostram bastante o corpo e roupas apertadas potencializando suas poderosas curvas.
Para galas e eventos – looks sofisticados e maduros, seu estilo inclui transparências,  brilhos, decotes profundos, mostra pernas, ombros, penteados diferentes e vestidos ajustados sempre valorizando seu corpo.
Seus acessórios principais – os óculos de escuros e bolsas luxuosas.
Maquiagem – Ela usa maquiagens mais elegantes, que realçam sua beleza natural e sua pele bronzeada. Contrastante com sombras esfumadas em tons terrosos e cinzas, e cílios bem marcados.
Baile da Vogue 2019: Leticia Ledger arrasa com vestido sustentável

A influenciadora digital foi uma das convidadas que passaram por um dos bailes mais tradicionais do Brasil e aproveitou para passar uma das mensagens que ela mais defende – a sustentabilidade.

Uma festa repleta de celebridades e que agitou o mundo dos famosos no último final de semana. O Baile da Vogue 2019 reuniu atrizes, atores e os influenciadores digitais mais renomados da atualidade, dentre eles a musa das redes sociais – Leticia Ledger.

A bela aproveitou a oportunidade para levantar uma das bandeiras que ela mais defende – a sustentabilidade e para isso, Leticia escolheu uma das estilistas mais conceituadas do mercado da moda – a Fabiana Milazzo.

O estilo de vida vegano da influenciadora digital e a preocupação com os rumos do meio ambiente foram as principais inspirações para a estilista internacional que projetou um vestido dourado totalmente sustentável, com retalhos de outros vestidos, reaproveitando materiais para evitar desperdício e descarte na natureza.

Conceitual, o modelo de Leticia Ledger encantou os convidados e o contraste com a decoração da festa totalmente inspirada nas grandes óperas já realizadas no mundo.

“O baile da Vogue reuniu muita gente bonita e sempre antenada com tudo que acontece ao redor na sociedade. Aproveitei essa oportunidade para que todos se lembrem da importância de se cuidar do meio ambiente e meu vestido foi exatamente pensado para isso. Mesmo sendo um momento de comemoração de uma festa popular, nosso papel como cidadãos não pode ser deixado de lado”, finalizou Leticia Ledger.

SÉRGIO SANT’ANNA E MEIO SÉCULO DE LITERATURA

Premiado escritor será o homenageado de março da série de Depoimentos para a Posteridade do MIS / Museu da Imagem do Som.

Ora com pé na ficção, ora com requintes de realidade, o escritor Sergio Sant’Anna caracterizou-se ao longo de cinco décadas de trabalho por uma escrita marcante, mesclada à sensualidade e, por vezes, tecida em tom subversivo. Premiado e reconhecido nacional e internacionalmente, o autor será o próximo convidado do mês de março no projeto Depoimentos para a Posteridade do MIS / Museu da Imagem do Som – equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. O evento acontece na tarde do dia 27 de março (quarta-feira), às 14h, na sede da Praça XV.

Entre os escolhidos para a sabatina estão André Nigri (escritor, jornalista e crítico), Jorge Viveiros (editor), Gustavo Pacheco (diplomata e escritor) e Cláudia Fares (curadora, produtora de exposições, tradutora e editora). Vale lembrar que o auditório tem capacidade para 50 pessoas, por isso é bom chegar cedo para garantir o lugar. A entrada é franca.

Nascido em 30 de outubro de 1941, no Rio de Janeiro, Sérgio Andrade Sant’Anna e Silva estudou em colégio de irmãos maristas até se mudar para a Inglaterra, em 1953. O contista, romancista, professor e poeta retornou para Belo Horizonte em 1959, onde cursou Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, formando-se em 1966. Durante essa época passou a integrar o grupo dos escritores novos de Minas Gerais.

Colecionador de prêmios – só Jabuti já foram três – Sergio Sant’Anna lançou seu primeiro livro, “O sobrevivente”, em 1969. Considerado por críticos um escritor de vanguarda, Sérgio é responsável por cerca de 20 obras, entre contos, romances, novelas e poemas. Seu debut ocorreu logo após sua estada em França, onde fez pós-graduação até 1968 no Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Paris. O autor de 77 anos teve seu primeiro trabalho premiado com uma bolsa no International Writing Program, da Universidade de Iowa, Estados Unidos, onde morou até 1977, período em que produziu a obra “Notas de Manfredo Rangel, repórter” (1973) e os romances “Confissões de Ralfo – Uma Autobiografia Imaginária” (1975) e “Simulacros” (1977).

Atuou como professor da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro durante os anos de 1977 e 1990, período em que termos como ‘experimental’, ‘fantástico’ e ‘tabu’ passaram a figurar em críticas sobre o seu trabalho. Em 1982, ganhou seu primeiro Prêmio Jabuti com “O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro”, feito alcançado novamente em 1986, com a novela “Amazona”, e em 1997 com “Um crime delicado”. Já em 2003, com “Voo da madrugada”, foi agraciado com o Prêmio Portugal Telecom.

Inspirado em “A senhora Miss Simpson”, de 1989, foi lançado o filme “Bossa Nova” nos anos 2000. Porém o autor considera mais fiel à sua obra a adaptação “Crime delicado”, de 2005, baseada em obra homônima e dirigida por Beto Brant. Já “Um romance de geração”, peça escrita em 1984, ganhou as telas em 2008, dirigida por David França Mendes. Além das adaptações para o cinema, o contista e romancista já teve sua obra traduzida para diversas línguas, como o alemão e o italiano.

Sérgio Sant’Anna retornou a Praga em 2008 e dessa experiência retirou material para “O Livro de Praga: Narrativas de Amor e Arte”, de 2011. A obra foi ganhadora do prêmio Clarice Lispector de melhor coletânea de contos, concedido pela Biblioteca Nacional. Sua última obra, “Anjo noturno”, foi lançada em 2017.

SOBRE OS DEPOIMENTOS PARA A POSTERIDADE

Em 1966, o MIS-RJ, inaugurou o projeto Depoimentos para a Posteridade, inédito programa de história oral criado para preservar a memória de diversos setores da cultura nacional, tais como a música, a literatura, o cinema e as artes plásticas. Atualmente conta com um acervo de mais de mil depoimentos, com quatro mil horas de material, gravado em áudio e vídeo, de figuras notáveis, como Nelson Rodrigues, Tarsila do Amaral, Fernanda Montenegro, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Nelson Motta, Ary Fontoura, Antonio Fagundes, Nicete Bruno, Zezé Motta, Neguinho da Beija-Flor, Zeca Pagodinho, Paulo César Pinheiro, Daniel Filho, Geraldo Azevedo, Dori Caymmi, Zé da Velha, Riachão, Antonio Cicero, Ronaldo Bastos, Paulo Barros, Roberto Menescal, Cesar Villela e Joyce Moreno, entre outros. Vale lembrar que todas as gravações ficam à disposição do público, nas salas de consulta do MIS, 48 horas depois do término da entrevista.

SERVIÇO 

Local: Museu da Imagem e do Som do RJ – Praça Luiz Souza Dantas, 01, Praça XV.

Tel: (21) 2332-9499 | Data: 27 de março de 2019 (quarta-feira)

Horário: 14h | Entrada franca |Censura: Livre |www.mis.rj.gov.br

MOACYR FRANCO Cantando seus sucessos de carreira em única apresentação

O cantor, ator, escritor, humorista e diretor Moacyr Franco, dividindo o tempo entre a TV, cinema e shows, aproveita para comemorar junto a nova fase de sua vida. Atual, clássico, surpreendente, um artista multimídia. Assim é Moacyr Franco.

Neste show ele leva toda sua versatilidade para os fãs que o acompanham durante seus mais de 60 anos de carreira, em duas horas de apresentação, com mais de 20 canções que embalaram e emocionam várias gerações. O cantor relembra histórias e lembranças de momentos inesquecíveis dividindo com experiência e sonhos, tornando o público seu principal cúmplice.

O humorista brinca, diverte-se e diverte a todos, com suas piadas e críticas bem humoradas, em momentos de total descontração. Já o diretor comanda tudo com maestria fazendo com que participem deste grande espetáculo com muita intensidade. O showman deixa todos com um gostinho de quero mais. Afinal, inovar é a marca registrada de Moacyr Franco.

O artista mostra seus grandes, atuais e sempre sucessos, como: “Doce Amargura”, “Coração sem Juízo”, “Querida”, “Milagre da Flecha”, “Balada das Mãos”, “Distante dos Olhos”, “Cartas na Mesa”, “Suave é a Noite”, “Balada nº 7”, “Eu Te Darei Bem Mais”, Ainda Ontem Chorei de Saudade” e “Seu Amor Ainda é Tudo” (gravadas por várias duplas sertanejas entre elas João Mineiro & Marciano e Bruno & Marrone), e o hit que trouxe Moacyr Franco para perto do público Jovem, “Tudo Vira Bosta” (sucesso na voz de Rita Lee).

Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro.

Data: 23 de março (Sábado) Horário: 19h30.Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 70,00 (Inteira), R$ 50,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes) R$ 35,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.

Casar durante a semana vale a pena? Especialista responde
Sandro Trevisol, gerente do Villa Sansu, principal espaço de casamentos do Brasil, fala sobre os benefícios de casar durante a semana
O sonho da cerimônia perfeita de casamento muitas vezes pode esbarrar em algumas questões, como disponibilidade do local dos seus sonhos, fornecedores e até mesmo orçamento. Mas como tudo na vida, com conhecimento e a orientação correta, sempre existem meios para conseguir realizar a cerimônia dos sonhos.
Sandro Trevisol, gerente do espaço Villa Sansu, um dos principais venues de casamento e destination wedding do Brasil, enumera as três principais vantagens de realizar um casamento durante a semana, em vez dos concorridos fins de semana:
A Exclusividade
É muito mais fácil conseguir fornecedores disponíveis durante dias de semana, não precisando adiar por meses ou ano a data por conta de preferências por bons profissionais, pois aos Sábados normalmente estes profissionais têm muitos eventos já agendados, no mínimo com uma ano de antecedência. Além disso durante a semana a demanda ainda é menor.
2. Quinta-Feira
Este é o melhor dia da semana por conta de estarmos em um estado de relaxamento e já entrando no modo off para o final de semana que se aproxima. Grandes festas acontecem nesse dia justamente por esse motivo.
3. Sair do contexto padrão
,Casar em um lugar especial, do seu jeito, e fazer com as pessoas também saiam da caixa. Cada casamento é especial e único. Afirmo que a presença dos seus convidados será a mesma sendo de Domingo a Segunda, o que precisamos fazer é planejar, organizar e executar de uma forma excelente e ter uma experiência inesquecível.
Feedback também dá lucro

Por: Francisco S. Homem de Mello

Um estudo da Gallup conecta a existência de feedback com o desenvolvimento dos colaboradores. Foi apontado que 44% dos millenials que possuem uma reunião frequente com seus líderes, dizem ter engajamento. Já de acordo com o Panorama de RH no Brasil de 2018, 78% das pessoas entrevistadas acreditam que oFeedback ajuda no desenvolvimento profissional.

Assim, uma prática de feedbacks saudável que permeie sua organização parece ser um fator importante em direção ao sucesso da organização. Feedbacks são componentes essenciais de qualquer cultura de alta-performance (alguém já imaginou o Neymar recebendo feedbacks anuais do seu técnico?). Feedback gera engajamento. Engajamento dá lucro. Além do engajamento, feedbacks contínuos também ajudam a reforçar a cultura da empresa, quando calcados nos seus valores e metas, e a desenvolver profissionais mais conscientes e completos. Em um evento da Falconi Consultores de Resultado, Carlos Brito, CEO da AB InBev, falou sobre a importância do feedback na sua carreira:

“Quando me perguntam o que foi importante na minha carreira, sempre respondo que foram feedbacks duros e

Francisco de Mello_ceo qulture rocks

feedbacks duros e construtivos, sem pena, quando necessário. Nunca destrutivos. Honestos, dizendo aquilo que eu tinha de ouvir, e não o que eu queria ouvir. Isso nunca acaba.

feedback é uma das atividades mais importantes de uma cultura de alta performance e, ao mesmo tempo, uma das tarefas não-naturais que precisamos aprender na vida corporativa. Técnicos profissionais de todos os esportes dão um parecer continuamente. Atletas recebem feedback constantemente, e aplicam ao seu trabalho. Por que, então, no ambiente corporativo seria diferente? Enumero aqui alguns tipos de feedbacks que as empresas deveriam adotar em sua prática de gestão.

  1. AUTÊNTICO: acredite no feedback que você está dando, e nos efeitos que ele vai trazer um impacto positivo para a pessoa, o time, e a empresa. Nunca use para manipular os sentimentos da pessoa, ou para algum truque político;

  1. BEM-INTENCIONADO: a motivação de um feedback é a melhoria do recipiente do feedback, e não o contrário. Se sua motivação não for genuinamente um impacto positivo na vida do seu colega, não o faça;

  1. IMPESSOAL (NA MEDIDA CERTA): feedbacks devem ter como foco comportamentos, e não pessoas. Quem pode melhorar é a forma de apresentar resultados do Paulinho do financeiro, e não o Paulinho do financeiro. Quando o foco está no comportamento, as pessoas se sentem menos atacadas, e tem uma tendência muito menor a entrarem em um comportamento de negação, ou de defensiva;

  1. NO FÓRUM CERTO: elogios devem ser feitos em público. Explique o porquê do comportamento do funcionário estar sendo elogiado e, assim, poderá economizar dezenas de outros feedbacks, pois todos que ouvirem o elogio entenderão o impacto positivo do comportamento e tentarão replicá-los. Feedbacks de melhoria, por outro lado, devem ser quase sempre feitos em particular, para que o recipiente não se sinta exposto aos seus colegas em um momento de potencial fragilidade;

  1. PERSONALIZADO: adapte a entrega do feedback ao estilo do receptor. Certas pessoas são mais sensíveis a críticas, enquanto outras tem pele mais grossa. Para cada uma, a forma de dar feedback deve ser diferente;

  1. DIRETO AO PONTO: deixe clara qual é a sua mensagem tendo, ao mesmo tempo, consideração pelos sentimentos do seu colega. Uma mensagem muito obtusa pode deixar o receptor confuso quanto ao teor da conversa.

  1. EM CONJUNTO: principalmente em feedbacks construtivos, além de expor claramente o que aconteceu de errado é de construir os próximos passos com a pessoa. Como deveria ter sido e possíveis correções que ela pode fazer são fundamentais de serem expostas para fazer deste momento o mais eficiente possível.

Francisco Homem de Mello é fundador da Qulture.Rocks, software de gestão de desempenho. Especialista e estudioso em cultura organizacional. Autor do livro “The 3G Way: Dream, People, and Culture”, figurando entre os mais vendidos da Amazon em estratégia e negócios. Lança a próxima obra: “OKRs: Da Missão às Métricas”,com o objetivo de ajudar as empresas a implementar uma metodologia de metas direcionada para alcançar resultados.

Ha Ha Ha – Festival de Humor -Reestreia 5 de abril – 20h – Teatro Candido Mendes – Ipanema

O Ha Ha Ha – Festival de Humor chega à terceira temporada com grandes nomes do humor nacional. Idealizado pelo humorista e roteirista Matheus MAD, em parceria com a Ambulare Produções, as sessões acontecem as sextas, sábados e domingos de abril, sempre às 20h, no palco do Teatro Candido Mendes, Ipanema.

Na reestreia, dia 5 de abril, sexta-feira, o humorista Marcelo Smigol, que está comemorando 10 anos na comédia, apresenta o espetáculo Vem com Smigol. O show dirigido por Alexandre Régis recebe convidados diferentes a cada sexta.

Aos sábados e domingos, três humoristas diferentes se revezam no palco com o melhor do stand up comedy, sempre com convidados diferentes a cada show e um show diferente a cada dia. Nesta edição, o Festival recebe os humoristas Ed Gama, Kwesny, Paulinho Serra, Felipe Ruggeri, Rafael Castro, Daniel Lopes, Yas Fiorelo, Cézar Maracujá, Gustavo Ariel, Jeffinho Farias, Fred Mascarenhas, Raphel Ghanem, Gigante Léo, Raphael Caravalho, Claudio Torres Gonzaga, entre outros. E comandando a noite como mestre de cerimônias em todos os dias de festival, o humorista e idealizador do projeto Matheus MAD.

Serviço:

Dia 5 de Abril – Sexta-feira – 20h |Marcelo Smigol – Show “Vem com Smigol”

Dia 6 de Abril – Sábado – 20h | Ed Gama | Kwesny | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 07 de abril – domingo – 20h | Paulinho Serra | Felipe Ruggeri |MC da Noite: Matheus MAD

Dia 13 de abril – sábado – 20h | Rafael Castro | Aarhon Pinheiro | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 14 de abril – Domingo – 20h | Daniel Lopes | Yas Fiorelo | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 20 de abril – sábado – 20h | Cézar Maracujá | Gustavo Ariel | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 21 de abril – domingo – 20h | Jeffinho Farias | Fred Mascarenhas | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 27 de abril – sábado – 20h | Raphael Ghanem | Gigante Léo | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 28 de abril – domingo – 20h | Raphael Carvalho | Claudio Torres Gonzaga | MC da Noite: Matheus MAD

Local: Teatro Candido Mendes – Endereço: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema

Datas: De 5 a 28 de Fevereiro – Sexta, Sábado e Domingo – Horário: 20h.

Preço: R$ 50,00 – (inteira) e R$ 25,00 – (meia) – Classificação: 14 anos – Duração: 80 min.

Matheus MAD é humorista, roteirista, produtor e estudante de publicidade. Em 2015, foi finalista do “Festival 10 anos Comédia em Pé”. Fez participações no stand up “Segura que eu quero ver”, do humorista Felipe Ruggeri, realizou participações nos shows “Comédia de Primeira” e “Sextas de Humor” com Felipe Ruggeri, Marcelo Smigol e convidados, participou de shows da cena paulistana no “Bevery Hills”. Foi campeão do concurso “Qual é sua graça”, promovido pela Rádio Globo. Além de ter feito participações nos programas “Alegria ao meio dia” e “Plantão de notícias”, ambos da Rádio Globo. Foi roteirista de diversos canais do youtube, como Canal Gil Brother, Marcelo Madureira, Canal Passaralho, etc. Escreveu o programa “Fim de Papo” que é exibido diariamente no canal de tv fechada Woohoo. Atualmente é também roteirista no filme “Operação Batom na Cueca” que está em pré produção e integrante do grupo de comédia “Os Caras”

Cézar Maracujá – Cezar Maracujá é ator, humorista, se apresentou em teatros e bares importantes da cena carioca, sendo um nome respeitado na comédia da baixada do Rio de Janeiro. Atualmente compõe o elenco do canal de humor do youtube “Parafernalha” com mais de 1 bilhão de visualizações.

Claudio Torres Gonzaga – Ator, diretor e cenógrafo de teatro diversas vezes premiado. É redator da Rede Globo, escreveu para: “Escolinha do Professor Raymundo”, “Malhação”, “Brava Gente”, “Sai de Baixo” e “Os Caras de Pau”. Claudio assinou a redação final dos humorísticos “Sob Nova Direção” e “Zorra Total”, “A Grande Família” e “Divertics”. Atualmente, Claudio assina o roteiro e direção (e também atua) na websérie “O Incrível Superônix”, no portal Gshow e do novo programa dominical “Tomara que Caia”.

Jeffinho Farias – Portador de deficiência visual faz parte do grupo “Esse Cego é Ducarvalho” e é ator integrante de “A Praça é Nossa”, do SBT, onde interpreta o simpático “Zé Olhinho”. Já participou do “Quem chega lá” no programa Domingão do Faustão da Globo e do Humor na Caneca no Progrma do Jô.