Estreia de BELCHIOR O Musical no Teatro João Caetano

BELCHIOR ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÂO MORRO – O MUSICAL – Fará sua estreia nacional no Teatro João Caetano dia 05 de abril/2019 para temporada popular até o dia 28/04/2019.

O espetáculo “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”,  que marcará os 02 anos de ausência desse cantor e compositor que teve sua trajetória artística interrompida por sua própria vontade e necessidade,  fará sua estreia nacional no Teatro João Caetano (RJ), em abril/2019, com apresentações sexta-feira e sábado às 19h e domingo às 18h, do dia 05/04 ao dia 28/04, com ingressos a preços populares, de R$40,00 / R$20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes. Como gostava de ironizar, “um dos maiores nomes da música popular”. Mais conhecido como Belchior, o cantor e compositor nasceu no dia 26 de outubro/1946, em Sobral, norte do Ceará, e já no início da década de 70 veio para o eixo Rio-São Paulo tentar emplacar suas canções em festivais de música.

Seu sucesso inicial aconteceu quando a cantora Elis Regina interpretou duas de suas músicas no espetáculo Falso Brilhante: ‘Velha Roupa Colorida’ e ‘Como Nossos Pais’.

 

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Seus últimos dez anos de vida foram de quase total silêncio, com raras notícias, entrevistas ou shows. Diante de tal isolamento, seu nome acabou saindo dos grandes holofotes, porém neste momento político do país, sua voz se faz necessária, afinal… “amar e mudar as coisas interessa mais.”

O espetáculo conta um pouco da história do cantor cearense Belchior, vivido em cena pelo ator/cantor Pablo Paleologo, a partir do personagem criado em suas canções: o Cidadão Comum, interpretado pelo ator Bruno Suzano. Ele representa uma larga faixa da juventude que se vê obrigada a se conformar com os padrões da sociedade, sem nunca conseguir ir atrás dos seus sonhos.

Com 15 músicas interpretadas por uma banda formada pelos músicos Cacá Franklin (percussão), Dudu Dias (baixo), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) liderados pelo diretor musical Pedro Nêgo, e uma organização de textos, retirados de entrevistas do próprio Belchior, pela pesquisadora Claudia Pinto e o, também diretor, Pedro Cadore,  a peça pretende passar para o espectador não a sua biografia, mas a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da música popular brasileira.

A produção geral, assessoria de imprensa e marketing são comandadas por João Luiz Azevedo em mais uma realização de sua produtora Boca Fechada Promoções e Produções Artísticas e Culturais.

FICHA TÉCNICA:

“BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”

Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO E PEDRO CADORE

 Direção: PEDRO CADORE |  Elenco: BRUNO SUZANO e PABLO PALEOLOGO

Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra),

 Direção Musical: PEDRO NÊGO | Diretor de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS

Iluminação: RODRIGO BELAY | Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO.

Local: Teatro João Caetano

Praça Tiradentes – tel. 2332-9257

Informações e Reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-0933

De 05 à 28 de abril de 2019.

sexta e sábado às 19h e domingo às 18h.

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

Valor dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Pontos de Venda de Ingressos:

Bilheteria do Teatro João Caetano e no site Ingresso Rápido.

SAÚDE: TAG- CONHEÇA ESTA SIGLA E TODAS AS MUDANÇAS EM SEU CORPO E MENTE

 

COLUNISTA AGENCIA REDE: Bianca Benevenuti | Psicóloga- CRP 05/29057 | Tel: 21 964853725

CONHEÇA ESTA SIGLA E TODAS AS MUDANÇAS QUE OCORREM EM SEU CORPO E MENTE

 

TAG é a sigla utilizada para o Transtorno de ansiedade generalizado,  conforme  classificado pelo CID (código internacional de doenças). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)  9,3% dos brasileiros têm algum transtorno de ansiedade, sendo que aprevalência mundial é de 3,6%. No continente americano o Brasil se destaca. Estudos brasileiros mostram que dentre os transtornos mentais e comportamentais;  os Transtornos de ansiedade são uma das principais causas de afastamentos no trabalho. De 2004 para 2013, o número de auxílios-doença concedidos em razão deste tipo de enfermidade passou de 615 para 12.818.

Mas o que é  ansiedade?

A ansiedade é considerada uma emoção normal, comum da experiência humana, um mecanismo de defesa de caráter adaptativo, que possui o papel de mediar à interação do individuo com o meio ambiente (Ramos, 2011). De forma geral, a ansiedade é um sinal de alerta, visto que adverte sobre perigos iminentes e impulsiona o individuo a tomar medidas para enfrentar as ameaças (Vasconcelos; Costa; Barbosa, 2008).

A ansiedade não é considerada um fenômeno necessariamente patológico, mas uma função natural do organismo, que permite que ao mesmo estar preparado, ou preparar-se para responder, da melhor forma possível, a uma situação nova e desconhecida, bem como a uma situação já conhecida e interpretada como potencialmente perigosa (Silva, 2010). No entanto, quando a ansiedade atinge graus muito elevados e contínuos, ela pode ser considerada prejudicial ao organismo, pois fará com que este permaneça em constante estado de alerta, configurando, assim, as patologias designadas como transtornos de ansiedade (Araújo, 2011).

O início destas condutas ansiosas é traçoeira; muitas vezes inicia na infância e os  pais têm dificuldade para precisar quando começaram, mas sentem seu agravamento gradualmente. Pode ocorrer em Adultos e crianças com 7 anos e mais .

 

Existem alguns sintomas, tanto físicos, quanto emocionais em que o TAG é diagnosticado, conheça alguns deles na lista abaixo:

  • Preocupações e medos excessivos
  • Irritabilidade
  • Tensão muscular
  • Dores de cabeça
  • Sudorese
  • Dificuldade em manter a concentração
  • Inquietação
  • Náuseas ou queimação no estômago
  • Necessidade de ir ao banheiro com freqüência
  • Fadiga e sensação de cansaço constante
  • Dificuldade para dormir ou manter-se acordado
  • Surgimento de tremores e espasmos
  • Ficar facilmente assustado
  • Bruxismo

 

Mas TAG tem cura? Quais as formas de tratamento?

Deve haver o diagnóstico através do médico Psiquiatra e mantido acompanhamento multidisciplinar, com o Psiquiatra e a Psicoterapia. O tratamento deve ser mantido por um ano após remissão dos sintomas. A interrupção deve ser feita após avaliação conjunta entre médico e paciente, deve ser oferecida durante todo o tratamento e reforçada no momento da interrupção a psicoeducação a respeito de fatores que podem naquele paciente desencadear os quadros de ansiedade.

O TAG pode ter cura, dependerá muito mais de você do que das situações externas, pratique hábitos saudáveis,  jamais se isole, reforce os laços familiares e de amizades e adote um estilo de vida com gratidão e pensamentos positivos.

 

Fontes

https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-tem-maior-taxa-de-transtorno-de-ansiedade-do-mundo-diz-oms,70001677247

https://www.vittude.com/blog/ansiedade-generalizada/

SANTA CATARINA. RAPS. Transtorno de ansiedade generalizada: protocolo clínico.

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-mental

Rev. Bras. Enferm. vol.71  supl.5 Brasília  2018- Prevalência dos transtornos de ansiedade como causa de afastamento de trabalhadores.

Rosimeri Marques Obelar. AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NOS TRANSTORNOS DE ANSIEDADE: ESTUDOS BRASILEIROS. Porto Alegre, maio/2016

Com look transparente, Paula Casimiro é destaque no Baile da Vogue

Ousada e estilosa, a influenciadora digital Paula Casimiro foi uma das mais admiradas musas que passaram pelo Baile da Vogue 2019, realizado no último sábado (23/03), no Hotel Unique, na cidade de São Paulo.

Fugindo do padrão já tradicional de vestidos que remetem a fantasias carnavalescas, Paula optou por um modelo cheio de transparência, com detalhes em arabescos bordados em pontos estratégicos do corpo. A cor preta ganhou destaque e contraste com a decoração dourada de todo o evento.

A bela usou um vestido exclusivo feito pelo estilista Tidy sob medida para evidenciar suas curvas.“Foi um vestido que nos rendeu uma troca bacana de informações. O estilista buscou inspiração no glamour do tema da festa deste ano que era a época de ouro das óperas e para eu entrar no clima abusamos do luxo e da ousadia e o resultado ficou incrível”, revelou Paula.

Durante o evento, a musa aproveitou a festa ao lado de outros famosos e posou para fotos com diversos influenciadores digitais.

EDMUNDO COELHO ENCONTRA LIDERANÇAS DO RIO

 

lideranças

Nesta terça-feira (26) lideranças comunitárias e políticas de vários locais do Rio de Janeiro se reuniram na Barra da Tijuca para discutir os últimos acontecimentos de âmbito nacional e quais seus impactos e influências na vida do cidadão carioca.
Neste encontro as pautas de discussão como: a reforma da previdência, e os novos canais de comunicação, e a influência das redes sociais na política, foram alguns dos temas regionais em destaque.

O advogado e político Edmundo Coelho explanou sua visão e experiência de mais de 25 anos na política, sobre temas e tendências para um novo cenário que se forma para as próximas eleições.

Como coordenador da última campanha do presidente da câmara e Deputado Federal Rodrigo Maia, Edmundo Coelho, quer contribuir para que as lideranças possam ser ouvidas através de um canal de comunicação que aproxime os eleitores dos seus representantes. O que trará benefícios imensos a sociedade, agilizando demandas importantíssimas de cada região!

Estipulou-se um encontro a cada 14 dias, com a inclusão de novas lideranças.

Emília (liderança de Bangu)

André (liderança naZona Norte)
Edmundo Coelho – Advogado e político
Coordenador da Campanha do Presidente da Câmara Rodrigo Maia
Pesquisadora brasileira resgata obras ineditas em CD

Ermelinda Paz redescobre esquecidas músicas infantis utilizadas na educação escolar no início do século XX

Em “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1 e vol.2”, canções utilizadas por educadores brasileiros entre 1940 a 1970 ganham seu primeiro registro fonográfico

Referência em pesquisa musical e responsável por publicações que se tornaram emblemáticas (“Pedagogia Musical brasileira no século XX: metodologias e tendências” – 2013/ “500 Canções Brasileiras” – 2015/ “Jacob do Bandolim” – 2018/ “Edino Krieger: crítico, produtor musical e compositor” Vol I e Vol. II – 2012), Ermelinda Paz apaixonou-se pela Educação Musical Infantil bem cedo, em 1967, quando começou a coletar um cancioneiro de apoio à prática, em sua maioria extraído de uma apostila produzida pela Secretaria de Educação e Cultura do Município do antigo Estado da Guanabara, e distribuída mensalmente para as coordenadorias das escolas municipais. Sua experiência com a docência com crianças na Escola Municipal Guatemala, no Rio de Janeiro, deu vez à pesquisadora e a levou para outros caminhos. Hoje, passados aproximadamente 45 anos do seu afastamento das atividades na Educação Musical Infantil, Ermelinda resgata a antiga paixão, especialmente em virtude do nascimento de seu primeiro neto José. Assim, nascem os CDs “Cantando e brincando com Vovó Linda Vol.1 e vol.2”, dois álbuns de imensa riqueza histórica e educativa, que teve como grande inspiração – no caso do Vol. 1 – o vasto trabalho de Liddy Chiaffarelli, educadora musical, musicista e pianista que teve seu auge de produção nas décadas de 30 e 40 do século XX, casada também com Francisco Mignone. Os CDs já estão disponíveis nas plataformas digitais (Deezer, Spotify, iMusic, Shazam).

CD “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1”

      O Vol. 1 do CD Cantando e brincando com Vovó Linda foi finalizado em 2017, mas lançado apenas em meados de 2018, em função das pendências envolvendo autores.  Essas músicas fizeram parte do repertório de vários educadores musicais, como Regina Márcia Simão Santos (com quem Ermelinda intercambiava a descoberta de novas músicas para inseri-las nos cadernos de apoio) e Helena Rosa Trope, bem como dos educadores musicais do Instituto Bennett nos anos 50, 60 e parte de 70. Além disso, um extenso trabalho de pesquisa foi realizado, seja através de pessoas-fonte (como o pesquisador Flávio Silva, da FUNARTE, e Cesar Borges Barbosa, filho de Cacilda Barbosa, herdeiro e autor de “A janelinha”, composta quando ele tinha 8 anos de idade) seja de importantes centros de documentação e pesquisa, como o Museu Villa-Lobos, Arquivo Público do Estado do RJ, o Centro Brasileiro de Memória – ISERJ,  a AMAR/SOMBRÁS, Escola de Música da UFRJ, dentre outros.

“Como pesquisadora, entendi que devia oferecer ao meu neto – a motivação real para a realização desse trabalho – esse repertório esquecido, trazendo-o de volta ao século XXI. Inicialmente, era somente para ele, mas à medida que outras pessoas tomavam ciência de meu fazer, surgiram indagações como: ‘mas porque não disponibilizar para todas as outras crianças e, ainda, para os educadores musicais da atualidade?’ Bem, deu no que deu”, brinca Ermelinda.

 

As músicas que integram o CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1 trazem, em geral, uma movimentação autoexplicativa e sua aplicação fica à critério da criatividade dos educadores musicais, acrescidas da espontaneidade e expressividade que as crianças naturalmente agregam às canções. A canção “Senhor caçador” é um jogo com dupla função, que implica em percepção tímbrica (reconhecimento das vozes dos colegas quando se conhecem) ou percepção da direção da fonte sonora. Já “Vamos viajar“ era utilizada, segundo Ermelinda, formando vários pequenos trens, com um mínimo de três e uma máximo de cinco crianças, que se prendiam uma as outras através de ambas as mãos nos ombros do colega da frente. Com essa música eram trabalhadas as diferentes alterações de andamento, pois as crianças andavam no pulso da música. “Passarinho” e “Galopando”, além da questão da expressividade, eram utilizadas onomatopeias, indicando o pio do passarinho ou o trotar do cavalo. A única canção que foge à essa época é “Acalanto para José”, de autoria da própria pesquisador, feita para ninar o neto.

CD duplo “Cantando e brincando com Vovó Linda vol.2”

Trata-se de uma coletânea de canções brasileiras, lançada em formato duplo: um CD completo com 27 faixas e outro com os playbacks, para utilização dos educadores em aula, somando um total de 54 faixas. Na sua grande maioria, as letras falam de animais, ajudam os adultos a lidar com as crianças de forma amorosa e divertida. Muitas canções podem funcionar como acalanto, jogos musicais, brincadeiras, cantiga de roda. Não faltam ritmos de balanço, gostosos para se dançar, melodias cômicas e poéticas, letras que ambientam situações de fábulas e histórias infantis.

Na seleção, a autora limitou-se à música folclórica, notória pela simplicidade, clareza e sobriedade.  A voz aguda da Vovó-Linda aproxima-se do registro vocal infantil, incentivando a identificação e imitação do netinho, enquanto o canto a meia voz assegura aproximação e intimidade. Por outro lado, as melodias de maior enlevo poético inspiram o fôlego de um voo vocal mais amplo, compatível com a densidade lírica do todo. Mas em tudo está presente uma doce leveza, inclusive nos arranjos, que além de vestir as melodias com delicadeza de mestre, intensificam sua brasilidade com os timbres de viola sertaneja, cavaquinho e violão.

O maestro, pesquisador, compositor e professor Hélio Sena, que assina a apresentação do Vol.2, conclui da melhor forma sobre a importância dos CDs: ”essa coletânea chega na hora certa. No momento em que a neurociência ressalta de modo enfático a importância do canto para o desenvolvimento da criança, esse ato de amor da Vovó-Linda mostra o prosseguimento da tradição oral fora do ensino formal da música e traz, com o enriquecimento do repertório infantil do país, uma contribuição cultural e educativa”.

PARA OUVIR ONLINE:

·         CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.1

https://open.spotify.com/album/08jQOS0vZ5A1YNVDz4Apxr

·         CD Cantando e brincando com Vovó Linda vol.2

https://open.spotify.com/album/06hbchVRhG3e8YIzeVsCLo

COMPRA DOS CDS FÍSICOS – cdvovolinda@gmail.com

Ermelinda A. Paz – http://ermelinda-a-paz.mus.br

Especialista em moda conta os segredos de Jennifer Lopez 
Ela é talentosa, curvilínea e sensual e trabalha sempre sua imagem glamorosa. Consideradas uma das mulheres mais belas do mundo, J. Lo é um ícone de moda internacional.
A especialista em moda Nara Manriquez revela alguns dos segredos da cantora para estar sempre na moda: “a Jennifer Lopez é latina e além de flertar com a sensualidade, sempre consegue passar uma imagem jovial, sexy, sofisticada e divertida. Não importa aonde, seja no palco, no dia a dia, em entrevistas ou viagens, ela sempre arrasa no look”.
Nara Manriquez separou alguns dos principais looks usados por Jennifer Lopez para ajudar você a se inspirar:
No dia a dia- Ela usa bastante salto,  sandálias e botas. Os jeans skinny e leggins são infalíveis, blusas, abrigos, bolsas de luxo e casacos de pele.
No palco- ela investe muito em brilhos, paetês, peças que mostram bastante o corpo e roupas apertadas potencializando suas poderosas curvas.
Para galas e eventos – looks sofisticados e maduros, seu estilo inclui transparências,  brilhos, decotes profundos, mostra pernas, ombros, penteados diferentes e vestidos ajustados sempre valorizando seu corpo.
Seus acessórios principais – os óculos de escuros e bolsas luxuosas.
Maquiagem – Ela usa maquiagens mais elegantes, que realçam sua beleza natural e sua pele bronzeada. Contrastante com sombras esfumadas em tons terrosos e cinzas, e cílios bem marcados.
Baile da Vogue 2019: Leticia Ledger arrasa com vestido sustentável

A influenciadora digital foi uma das convidadas que passaram por um dos bailes mais tradicionais do Brasil e aproveitou para passar uma das mensagens que ela mais defende – a sustentabilidade.

Uma festa repleta de celebridades e que agitou o mundo dos famosos no último final de semana. O Baile da Vogue 2019 reuniu atrizes, atores e os influenciadores digitais mais renomados da atualidade, dentre eles a musa das redes sociais – Leticia Ledger.

A bela aproveitou a oportunidade para levantar uma das bandeiras que ela mais defende – a sustentabilidade e para isso, Leticia escolheu uma das estilistas mais conceituadas do mercado da moda – a Fabiana Milazzo.

O estilo de vida vegano da influenciadora digital e a preocupação com os rumos do meio ambiente foram as principais inspirações para a estilista internacional que projetou um vestido dourado totalmente sustentável, com retalhos de outros vestidos, reaproveitando materiais para evitar desperdício e descarte na natureza.

Conceitual, o modelo de Leticia Ledger encantou os convidados e o contraste com a decoração da festa totalmente inspirada nas grandes óperas já realizadas no mundo.

“O baile da Vogue reuniu muita gente bonita e sempre antenada com tudo que acontece ao redor na sociedade. Aproveitei essa oportunidade para que todos se lembrem da importância de se cuidar do meio ambiente e meu vestido foi exatamente pensado para isso. Mesmo sendo um momento de comemoração de uma festa popular, nosso papel como cidadãos não pode ser deixado de lado”, finalizou Leticia Ledger.

SÉRGIO SANT’ANNA E MEIO SÉCULO DE LITERATURA

Premiado escritor será o homenageado de março da série de Depoimentos para a Posteridade do MIS / Museu da Imagem do Som.

Ora com pé na ficção, ora com requintes de realidade, o escritor Sergio Sant’Anna caracterizou-se ao longo de cinco décadas de trabalho por uma escrita marcante, mesclada à sensualidade e, por vezes, tecida em tom subversivo. Premiado e reconhecido nacional e internacionalmente, o autor será o próximo convidado do mês de março no projeto Depoimentos para a Posteridade do MIS / Museu da Imagem do Som – equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. O evento acontece na tarde do dia 27 de março (quarta-feira), às 14h, na sede da Praça XV.

Entre os escolhidos para a sabatina estão André Nigri (escritor, jornalista e crítico), Jorge Viveiros (editor), Gustavo Pacheco (diplomata e escritor) e Cláudia Fares (curadora, produtora de exposições, tradutora e editora). Vale lembrar que o auditório tem capacidade para 50 pessoas, por isso é bom chegar cedo para garantir o lugar. A entrada é franca.

Nascido em 30 de outubro de 1941, no Rio de Janeiro, Sérgio Andrade Sant’Anna e Silva estudou em colégio de irmãos maristas até se mudar para a Inglaterra, em 1953. O contista, romancista, professor e poeta retornou para Belo Horizonte em 1959, onde cursou Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, formando-se em 1966. Durante essa época passou a integrar o grupo dos escritores novos de Minas Gerais.

Colecionador de prêmios – só Jabuti já foram três – Sergio Sant’Anna lançou seu primeiro livro, “O sobrevivente”, em 1969. Considerado por críticos um escritor de vanguarda, Sérgio é responsável por cerca de 20 obras, entre contos, romances, novelas e poemas. Seu debut ocorreu logo após sua estada em França, onde fez pós-graduação até 1968 no Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Paris. O autor de 77 anos teve seu primeiro trabalho premiado com uma bolsa no International Writing Program, da Universidade de Iowa, Estados Unidos, onde morou até 1977, período em que produziu a obra “Notas de Manfredo Rangel, repórter” (1973) e os romances “Confissões de Ralfo – Uma Autobiografia Imaginária” (1975) e “Simulacros” (1977).

Atuou como professor da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro durante os anos de 1977 e 1990, período em que termos como ‘experimental’, ‘fantástico’ e ‘tabu’ passaram a figurar em críticas sobre o seu trabalho. Em 1982, ganhou seu primeiro Prêmio Jabuti com “O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro”, feito alcançado novamente em 1986, com a novela “Amazona”, e em 1997 com “Um crime delicado”. Já em 2003, com “Voo da madrugada”, foi agraciado com o Prêmio Portugal Telecom.

Inspirado em “A senhora Miss Simpson”, de 1989, foi lançado o filme “Bossa Nova” nos anos 2000. Porém o autor considera mais fiel à sua obra a adaptação “Crime delicado”, de 2005, baseada em obra homônima e dirigida por Beto Brant. Já “Um romance de geração”, peça escrita em 1984, ganhou as telas em 2008, dirigida por David França Mendes. Além das adaptações para o cinema, o contista e romancista já teve sua obra traduzida para diversas línguas, como o alemão e o italiano.

Sérgio Sant’Anna retornou a Praga em 2008 e dessa experiência retirou material para “O Livro de Praga: Narrativas de Amor e Arte”, de 2011. A obra foi ganhadora do prêmio Clarice Lispector de melhor coletânea de contos, concedido pela Biblioteca Nacional. Sua última obra, “Anjo noturno”, foi lançada em 2017.

SOBRE OS DEPOIMENTOS PARA A POSTERIDADE

Em 1966, o MIS-RJ, inaugurou o projeto Depoimentos para a Posteridade, inédito programa de história oral criado para preservar a memória de diversos setores da cultura nacional, tais como a música, a literatura, o cinema e as artes plásticas. Atualmente conta com um acervo de mais de mil depoimentos, com quatro mil horas de material, gravado em áudio e vídeo, de figuras notáveis, como Nelson Rodrigues, Tarsila do Amaral, Fernanda Montenegro, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Nelson Motta, Ary Fontoura, Antonio Fagundes, Nicete Bruno, Zezé Motta, Neguinho da Beija-Flor, Zeca Pagodinho, Paulo César Pinheiro, Daniel Filho, Geraldo Azevedo, Dori Caymmi, Zé da Velha, Riachão, Antonio Cicero, Ronaldo Bastos, Paulo Barros, Roberto Menescal, Cesar Villela e Joyce Moreno, entre outros. Vale lembrar que todas as gravações ficam à disposição do público, nas salas de consulta do MIS, 48 horas depois do término da entrevista.

SERVIÇO 

Local: Museu da Imagem e do Som do RJ – Praça Luiz Souza Dantas, 01, Praça XV.

Tel: (21) 2332-9499 | Data: 27 de março de 2019 (quarta-feira)

Horário: 14h | Entrada franca |Censura: Livre |www.mis.rj.gov.br

MOACYR FRANCO Cantando seus sucessos de carreira em única apresentação

O cantor, ator, escritor, humorista e diretor Moacyr Franco, dividindo o tempo entre a TV, cinema e shows, aproveita para comemorar junto a nova fase de sua vida. Atual, clássico, surpreendente, um artista multimídia. Assim é Moacyr Franco.

Neste show ele leva toda sua versatilidade para os fãs que o acompanham durante seus mais de 60 anos de carreira, em duas horas de apresentação, com mais de 20 canções que embalaram e emocionam várias gerações. O cantor relembra histórias e lembranças de momentos inesquecíveis dividindo com experiência e sonhos, tornando o público seu principal cúmplice.

O humorista brinca, diverte-se e diverte a todos, com suas piadas e críticas bem humoradas, em momentos de total descontração. Já o diretor comanda tudo com maestria fazendo com que participem deste grande espetáculo com muita intensidade. O showman deixa todos com um gostinho de quero mais. Afinal, inovar é a marca registrada de Moacyr Franco.

O artista mostra seus grandes, atuais e sempre sucessos, como: “Doce Amargura”, “Coração sem Juízo”, “Querida”, “Milagre da Flecha”, “Balada das Mãos”, “Distante dos Olhos”, “Cartas na Mesa”, “Suave é a Noite”, “Balada nº 7”, “Eu Te Darei Bem Mais”, Ainda Ontem Chorei de Saudade” e “Seu Amor Ainda é Tudo” (gravadas por várias duplas sertanejas entre elas João Mineiro & Marciano e Bruno & Marrone), e o hit que trouxe Moacyr Franco para perto do público Jovem, “Tudo Vira Bosta” (sucesso na voz de Rita Lee).

Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro.

Data: 23 de março (Sábado) Horário: 19h30.Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 70,00 (Inteira), R$ 50,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes) R$ 35,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.

Casar durante a semana vale a pena? Especialista responde
Sandro Trevisol, gerente do Villa Sansu, principal espaço de casamentos do Brasil, fala sobre os benefícios de casar durante a semana
O sonho da cerimônia perfeita de casamento muitas vezes pode esbarrar em algumas questões, como disponibilidade do local dos seus sonhos, fornecedores e até mesmo orçamento. Mas como tudo na vida, com conhecimento e a orientação correta, sempre existem meios para conseguir realizar a cerimônia dos sonhos.
Sandro Trevisol, gerente do espaço Villa Sansu, um dos principais venues de casamento e destination wedding do Brasil, enumera as três principais vantagens de realizar um casamento durante a semana, em vez dos concorridos fins de semana:
A Exclusividade
É muito mais fácil conseguir fornecedores disponíveis durante dias de semana, não precisando adiar por meses ou ano a data por conta de preferências por bons profissionais, pois aos Sábados normalmente estes profissionais têm muitos eventos já agendados, no mínimo com uma ano de antecedência. Além disso durante a semana a demanda ainda é menor.
2. Quinta-Feira
Este é o melhor dia da semana por conta de estarmos em um estado de relaxamento e já entrando no modo off para o final de semana que se aproxima. Grandes festas acontecem nesse dia justamente por esse motivo.
3. Sair do contexto padrão
,Casar em um lugar especial, do seu jeito, e fazer com as pessoas também saiam da caixa. Cada casamento é especial e único. Afirmo que a presença dos seus convidados será a mesma sendo de Domingo a Segunda, o que precisamos fazer é planejar, organizar e executar de uma forma excelente e ter uma experiência inesquecível.