Destruindo mitos: Emagreça comendo carboidratos

Diva fitness e musa da Acadêmicos do Tatuapé Renata Spallicci destrói mitos e afirma que os carboidratos não são os vilões da dieta, e que é possível sim emagrecer ao fazer as escolhas corretas deste nutriente.

Acredita-se popularmente que um dos maiores vilões para quem busca emagrecer certamente são os carboidratos, certo? Não exatamente.

A diva fitness WBFF e musa da Acadêmicos do Tatuapé Renata Spallicci afirma que, na verdade, é possível emagrecer comendo também carboidratos, e destrói o mito de que eles sejam os vilões da dieta: “Muita gente pensa que os carboidratos são vilões que atingem nossa cintura só de pensarmos neles. Mas a verdade é que o grande problema é que a maioria de nós não entende o que são os carboidratos – ou como incluí-los em uma dieta saudável e balanceada”, afirma.

Sabe-se que os carboidratos são a principal fonte de energia para o corpo, como combustível para o cérebro, músculos e funções vitais. No entanto, o consumo excessivo deste nutriente, de fato, ocasiona ganho de peso: “É verdade que comer muitos carboidratos engorda. Mas comer muito de qualquer coisa, sejam carboidratos, gordura ou proteína engorda. Não são os carboidratos os vilões, e sim o descontrole. Contanto que você não coma muito pão, massa ou batatas, ou qualquer outro carboidrato, pode comê-los regularmente e manter seu peso sob controle”, afirma Renata.

Segundo o Dr. Alan Barclay, da Associação de Nutricionistas da Austrália, o importante para perder peso é ter menos calorias e ponto, mas a qualidade dessas calorias influencia muito: “eu aconselharia as pessoas a ter carboidratos minimamente processados, naturalmente ricos em fibras alimentares, e de preferência com um baixo índice glicêmico, e que são fontes de vitaminas e minerais”, diz Barclay.

Em geral, os carboidratos complexos (encontrados em grãos integrais, vegetais e legumes) são mais nutritivos, digeridos mais lentamente e menos propensos a aumentar os níveis de açúcar no sangue do que os carboidratos simples (chocolate, refrigerantes, açúcar de mesa). Optar por substituir carboidratos simples por carboidratos complexos é uma excelente maneira de tê-los como aliados na dieta. 

Os defensores das dietas low-carb, de baixo carboidrato, afirmam que você pode se abastecer com uma dieta rica em gordura. No entanto, pesquisa do Australian Institute of Sport indica que a gordura não é um repositório satisfatório de energia para pessoas que são atleticamente ativas. Renata Spallicci concorda: “se eu corto os carboidratos da dieta, não consigo realizar os meus exercícios de musculação com máxima performance, em plena capacidade”, afirma.

Renata aponta que substituir carboidratos simples por fibras e carboidratos complexos mudou sua vida, assim como retirar o álcool da sua alimentação: “Nós demonizamos carboidratos, mas a maioria das calorias discricionárias nas dietas vem de bebidas alcoólicas. Retirei totalmente da minha dieta e isso me trouxe muitos benefícios. Uma garrafa de vinho tem algo entre 450 a 600 calorias, mais do que a mesma quantidade de refrigerante açucarado. Carboidrato não é vilão, e sim as nossas escolhas”, conclui.

Digital Influencer Jhanne Pires arrasa com look exclusivo na virada do ano no Nordeste
A influenciadora digital e designer Jhanne Pires passa a virada do ano em badalada festa no Nordeste em praia privativa na companhia de famosos e com dois looks exclusivos, que fazem parte de suas criações originais
A noite da virada de um ano é um daqueles dias em que todo mundo quer estar brilhando. E é claro que, nessas horas, looks incríveis servem de inspiração para combinar peças, arrasar nas tendências e ainda apostar no conforto.
A influenciadora digital Jhanne Pires apostou na sofisticação e no conforto para a virada do ano na badalada festa de réveillon em Carneiros, localizada a 90km de Recife, Pernambuco, um paraíso privativo considerado uma das 10 praias mais bonitas do mundo segundo o TripAdvisor. Jhanne aproveitou bastante as praias e exibiu boa forma, belos biquinis e looks arrasadores durante os eventos.
Os looks usados por Jhanne, um aerolook e o look usado na virada de ano, são exclusivos, criados por ela mesma, especialmente para a ocasião. Além de influenciadora digital, Jhanne também é designer com formação em moda.
“O aerolook foi feito todo em couro, que também é tendência para 2019, e o look do réveillon é um tully com rosas bordadas, feito a mão. As rosas foram retirada do tully e colocadas perto do hot pants. Ambos foram feitos por mim, com base no meu biotipo, que me favoreça”, comenta Jhanne
A festa privativa para 3500 pessoas contou com a presença de muitos famosos, como a ex-BBB Ana Mara. Para a influenciadora, é o melhor réveillon do Brasil: “eu aceitei o convite para vir ao réveillon de Carneiros pela segunda vez porque pra mim é a melhor festa de ano novo do Brasil. Recebi outros convites, mas optei por vir novamente para cá. É uma festa com atenção aos detalhes, muito bem frequentada. A organização é impecável, e o ambiente é paradisíaco, e por isso atrai pessoas do mundo inteiro”, conclui Jhanne.
João Bosco – Grandes Sucessos da Carreira (Teatro Rival Petrobras)

JOÃO BOSCO

Ícone da MPB apresenta show “Mano que Zuera” cantando seus grandes sucessos

João Bosco é celebrado dentro e fora do Brasil como uma dos compositores e cantores mais notórios da música brasileira; Conquistou o mundo nos idos da década de 1970 ao firmar parceria com Aldir Blanc, com quem compôs centenas de canções, incluindo “O Bêbado e a Equilibrista”, “Falso Brilhante”, “Bala com Bala” e “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”, que se tornaram clássicos da MPB na voz de eterna de Elis Regina. Agora, toda a preciosidade musical de João Bosco volta ao palco do Teatro Rival Petrobras (Cinelândia) nos dias 11 e 12 de janeiro, sexta e sábado, às 19h30, com o show “Mano que Zuera” cantando sucessos da carreira acompanhando dos músicos Guto Wirtti (baixo), Ricardo Silveira (guitarra) e Kiko Freitas (bateria).

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O novo álbum de João Bosco, “Mano Que Zuera”, lançado nas plataformas físicas e digitais (via MPB Discos/Som Livre), oito anos depois de “Não Vou Pro Céu, Mas Já Vivo no Chão”, último CD de inéditas do compositor e violonista mineiro. Em 2012, Bosco havia lançado o projeto “João Bosco – 40 Anos Depois”, reunindo sucessos de seu repertório e convidados como Chico Buarque, Milton Nascimento e João Donato. Aliás, “Mano Que Zuera” recebeu o Prêmio à Excelência da Obra, parte importante das celebrações do Grammy Latino 2017.

Para João Bosco, na verdade, o ineditismo de uma canção está ligado às muitas possibilidades que ela tem de se reinventar. “Eu tenho um ponto de vista um pouco diferente das pessoas que acham que música inédita é uma música que ainda não foi gravada. Acho que música inédita é aquela que um músico, um intérprete, um arranjador, transforma em outra coisa. A canção nunca se esgota da primeira vez. Há sempre a possibilidade de você procurar novos limites e eu sempre fiz isso nos meus discos”, pontua Bosco.

“Depois do projeto de 2012, agora vem o disco inédito, ‘Mano Que Zuera’, mas não estou há oito anos sem compor. Sou um autor que vem trabalhando o ineditismo, mas que também busca outras possibilidades, outras cores que as canções podem dar. São canções vigorosas de grandes autores brasileiros que considero fonte limpa onde você bebe, sacia a sua sede, e que nunca seca”, finaliza.

E reinventar é a marca das canções de João Bosco. A cada ano suas músicas ganham versões e vozes diferentes. Elas são imortais. Desde 1967 quando ele conheceu Vinicius de Moraes, que se tronou seu primeiro parceiro, nasceram “Rosa dos Ventos”, “Samba do Pouso” e “O Mergulhador”, entre outras canções. Depois, na década de 1970, surgiu a parceria com Aldir Blanc e novos sucessos vieram à tona como “O Mestre Sala dos Mares”, “O Bêbado e A Equilibrista”, “Bala com Bala”, “Kid Cavaquinho”, “Caça à Raposa”, “Falso Brilhante”, “O Rancho da Goiabada”, “De Frente Pro Crime”, “Fantasia”, “Bodas de prata”, “Latin Lover”, “O Ronco da Cuíca”, “Corsário”, são algumas delas. Em 1972 conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Aldir Blanc: “Bala com Bala”. A carreira deslanchou quando da interpretação da cantora para o bolero “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”.

Nos últimos meses João Bosco deu tom a uma nova safra que começou a ser conhecida com o lançamento do single “Onde Estiver”, parceria com Francisco Bosco inspirada no estilo Bob Dylan de contar histórias, do qual ambos são admiradores. Com Francisco, João assina outras quatro inéditas, incluindo a faixa título, “Fim”, “Nenhum Futuro” e “Quantos Rios”. Três canções conhecidas ganharam novas versões, uma delas “Sinhá”, composta com Chico Buarque, gravada no álbum anterior do parceiro de João. Aqui ela aparece em novo arranjo, para o qual Bosco recrutou o violão sete cordas de Marcello Gonçalves, o bandolim de Luis Barcelos e o violão de Ricardo Silveira. João do Pulo, parceria com Aldir Blanc gravada originalmente há 30 anos no álbum “Cabeça de Nego”, e uma versão instrumental para Clube da Esquina n02 (Milton Nascimento, Lô e Marcio Borges) surgem interligadas, em uma só faixa do álbum. Em gravação de voz e violão, João incluiu no novo álbum a obra-prima Coisa n02, do arranjador, compositor e maestro Moacir Santos.

A parceria Bosco/ Blanc está de volta no samba “Duro na Queda”, clássica representante da nobre linhagem da dupla. “Pé de Vento” inaugura colaboração com o compositor Roque Ferreira, que teve Maria Bethânia como madrinha. Foi a cantora quem aproximou João de Roque quando lhe pediu um arranjo para uma canção do baiano. “Sem saber que foi Bethânia quem nos aproximou, Roque termina o samba citando Oyá. Como a gente sabe, ela é a menina dos olhos de Oyá”, ressalta.

Arnaldo Antunes, com quem João já queria compor há tempos, é o parceiro em “Ultra Leve”, canção solar que propõe um sobrevoo para além dos cartões postais do Rio de Janeiro. A gravação conta com os vocais de Julia Bosco, em um dueto que ganhou um videoclipe.

São muitas histórias, inúmeras músicas e fãs pelo mundo.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 11 e 12 de janeiro (Sexta e Sábado).Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos -Setor A: R$ 120,00 (Inteira), R$ 60,00 (meia-entrada) | Setor B: R$ 90,00 (Inteira), R$ 70,00 (Promoção para os 100 Primeiros Pagantes), R$ 45,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim –http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo