Uma pilha de pratos na cozinha”, de Mário Bortolotto, encerra temporada
“Uma pilha de pratos na cozinha”, de Mário Bortolotto, encerra temporada no Teatro Laura Alvim com sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges
Montagem que marca a estreia do ator Alexandre Borges como diretor teatral é considerada um dos melhores textos de Bortolotto.
“Uma Pilha de Pratos na Cozinha” nos faz refletir sobre a vida e o sentido de nossa existência, numa direção belíssima de Borges que soube com rara sensibilidade criar um espetáculo forte e de alta relevância artística, contando com um elenco que soube dar o peso certo para cada palavra criada milimétricamente por Mário Bortolotto.” Renato Melo
Uma Pilha de Pratos na Cozinha encerra temporada na próxima quarta-feira, 5 de novembro no Teatro Rogério Cardoso (porão) do Teatro Laura Alvim, Ipanema, espaço da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da Fundação Anita Mantuano de Artes (FUNARJ), na terça-feira haverá a presença de intérprete de libras em sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges.
Considerado um dos melhores textos de Bortolotto, a peça narra o drama de quatro amigos que encaram uma longa jornada noite adentro num apartamento. Eles falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll, drogas e bebidas.
Em cena, Júlio, um jovem avesso às relações com outros seres humanos está enclausurado em seu apartamento, enquanto sua pilha de pratos cresce na pia. Chegam três presenças em série que mexem com essa monotonia: Daniel, um amigo sanguessuga fracassado; Breno, o síndico do prédio e Cristina, ex-namorada de Júlio e doente terminal.
A peça é marcada por tiradas ácidas, sarcásticas, inteligentes e entremeadas com a inação das personagens que sabem bem analisar suas próprias vidas, mas não conseguem se mover. Faz com que naturalmente o espectador saia do teatro pensando sobre a vida. Como é a sua vida? O que você faz dela, ou não faz? Enfim, não existe certo nem errado. É tudo um grande ensaio.
Idealizada pelos atores Silvana D’Lacoc e Rodrigo Rosado, “Uma Pilha de Pratos na Cozinha” homenageia o grupo de teatro paulistano Cemitério de Automóveis criado pelo dramaturgo, ator, diretor e músico Mário Bortolotto e marca a primeira direção teatral do ator Alexandre Borges, que integrou o grupo de teatro Boi voador, de Ulysses Cruz. Nesta temporada há apoio Cultural do restaurante Rayz e Spa Maria Bonita.
A direção de Borges aconteceu pela admiração que ele tem pelo autor, um de seus contemporâneos. A dupla já havia trabalhado nos cinemas e agora renova a parceria nos palcos.
– Essa estreia como diretor veio por acaso. O Mário liberou um de seus textos para uma montagem carioca. A conversa inicial aconteceu em 2013 e a equipe achou que eu seria um cara legal para acompanhar a produção desde o começo e prestar uma homenagem aos 30 anos do Cemitério de Automóveis que aconteceu em 2014. Topei pelo entusiasmo! – celebra Borges.
SINOPSE SUGERIDA: Quatro amigos num apartamento com uma pia lotada de louça suja, metáfora sobre o submundo de São Paulo, falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll. É neste contexto que acontece o drama “Uma Pilha de Pratos na Cozinha”, texto de Mário Bortolotto que encerra a trilogia da Praça Roosevelt e marca a primeira direção teatral do ator Alexandre Borges.
Link de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=2jRlRMxyMEU
Serviço:
Uma Pilha de Pratos na Cozinha
Horários: Terças e quartas-feiras, às 19h
Temporada: 4 e 5 de novembro, 19h
Local: Espaço Rogério Cardoso (Casa de Cultura Laura Alvim)
Lotação: 53 lugares
Endereço: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema, Rio de Janeiro – Telefone: (21) 2332-2016
Preços: 30,00 (inteira) / 15,00 (meia entrada)
Vendas: https://www.ingressorapido.com.br/
Classificação: 16 anos
Duração: 55 minutos
Gênero: Drama
Funcionamento da bilheteria/teatro:
Terça a sexta – 16h às 21h
Sábado – 15h às 21h
Domingo – 15h às 20h
Ficha Técnica:
Texto: Mário Bortolotto
Direção: Alexandre Borges
Elenco: Rodrigo Rosado, Silvana D’lacoc, Akin Garragar e Lozano Raia
Iluminação: Aurélio di Simoni
Cenografia e figurino: Daniele Geammal
Programação Visual: Thiago Ristow
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Produção Executiva: Silvana D’Lacoc
Produção e Captação de Recursos: Eduardo Malheiros
Idealização e Produção: Rodrigo Rosado e Silvana D’Lacoc
Apoio Cultural: Restaurante Rayz e Spa Maria Bonita


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Os ingressos para o público em geral começam a ser vendidos no dia 1º de dezembro e poderão ser parcelados em até 6X sem juros nos cartões Bradesco, Bradescard e Next. Nos demais cartões, o parcelamento limite será em 3X.
“Estamos muito felizes de firmar novamente parceria com o Cirque du Soleil, a maior companhia circense do mundo, e poder oferecer aos nossos clientes a experiência de assistir a um espetáculo internacional. Vamos presenteá-los em sorteios instantâneos, dando a chances diárias de ganhar”, comenta a gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra.

A cena se passa no camarim do Teatro João Caetano, enquanto Elizeth dialoga com seus amigos Hermínio Bello de Carvalho, Eneida de Moraes – importante jornalista e grande amiga de Elizeth – e Jacob do Bandolim. Uma chuva torrencial inunda o Rio de Janeiro e todos estão apreensivos com a possibilidade de cancelamento do show. Memórias vêm à tona e, por meio deste clima íntimo, momentos da vida da cantora, desconhecidos do grande público, vão sendo revelados.
“Elizeth foi uma grande mulher à frente do seu tempo. Uma guerreira do amor, uma mulher empoderada quando ainda nem sonhávamos em falar disso. Mergulhar no seu universo é penetrar no melhor da música brasileira. Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Chico Buarque e muitos outros compositores dedicaram suas composições à cantora. Uma mulher que por mais de quatro décadas se manteve em sintonia com os movimentos artísticos, se atualizando sempre e se reinventando como artista!”, exalta Izabella Bicalho que por quatro anos pesquisou acervo da cantora e recolheu depoimentos de amigos próximos, como Hermínio Bello de Carvalho, e do neto Paulo César, que conviveu intensamente com a cantora – da infância até os 15 anos, quando em seus braços Elizeth deu o último suspiro.