MODELO RELATA DIFICULDADE COM ENSAIOS POR MEDO DA VIOLÊNCIA






Objetivo do concurso é aproximar os jovens da literatura e estimular a criação literária nacional
O Prêmio Barco a Vapor de Literatura Infantil e Juvenil 2018 está com as inscrições prorrogadas. A iniciativa é da Fundação SM, em parceria com a SM, e tem como objetivos estimular a criação literária nacional e engajar crianças e jovens com a literatura.

Qualquer pessoa pode participar, incluindo cidadãos de outras nacionalidades. Basta ter mais de 18 anos e morar no Brasil (Confira o regulamento completo).
A inscrição deve ser feita até dia 16 de fevereiro pelo site www.barcoavapor.edicoessm
Além de R$ 40 mil como adiantamento de direitos autorais, o vencedor terá seu livro publicado na coleção ‘Barco a Vapor’, da SM. O resultado, assim como data e local da entrega do prêmio, será divulgado no site do concurso.
Prêmio completa 40 anos
Em sua 14ª edição, o concurso, que surgiu na Espanha, em 1978, chegou ao Brasil em 2005 e é realizado em mais sete países: Chile, México, Argentina, Porto Rico, República Dominicana, Colômbia e Peru. Na Espanha, o Barco a Vapor é entregue pela rainha desde 2006, tamanha a importância do prêmio.
Pilar Lacerda, Diretora da Fundação SM, acredita que a literatura é de suma importância na formação de um indivíduo, principalmente aquele que está em idade escolar.
– Com o Prêmio, queremos despertar o interesse pela escrita e leitura, aguçar a criatividade, e claro, descobrir novos autores e histórias inéditas -, comenta Vitor Hugo Vicente, Diretor de Marketing da SM.
Livro sobre refugiados sírios venceu em 2017
No ano passado, o livro infantojuvenil ‘O Cometa é um Sol Que Não Deu Certo’ foi o vencedor da 13ª edição do Prêmio Barco a Vapor no Brasil. A obra, que contava a história sobre refugiados sírios, foi escrita pelo pernambucano Tadeu Sarmento, de 40 anos, e concorreu com outros 1.300 originais.
Já em 2016, o melhor livro foi ‘Deslumbres e Assombros’, do estudante Lucas Carvalho, de 24 anos. A obra resgata as histórias de aventura e mostra um narrador em constante discussão sobre os caminhos a seguir.
Sobre a SM
Nascida na Espanha, a SM está presente em 10 países e são mais de 2.300 profissionais e voluntários se dedicando a este projeto. Responsabilidade social, inovação e proximidade com a escola pautam o trabalho da entidade, que tem como objetivo promover o desenvolvimento humano e a transformação social para a construção de uma sociedade mais competente, crítica e justa. Atuante no Brasil desde 2004, a SM oferece um amplo catálogo de serviços educacionais, conteúdos didáticos e de literatura infantil e juvenil no país.
A Fundação SM busca apoiar e desenvolver projetos voltados para a melhoria da qualidade da educação, que percebem o ser humano em sua totalidade, apoiando iniciativas como o Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos e o Prêmio Professores do Brasil. Destacam-se também o Prêmio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil e o Prêmio Barco a Vapor, que se propõem a despertar o prazer pela leitura entre crianças e jovens e estimular a produção literária em espanhol e português.
Texto de Zeno Wilde reflete sobre a corrupção e a marginalização de jovens carentes.
Ambientada nos anos 1980, a tragicomédia “Sabe Quem Dançou?”, de Zeno Wilde, mesmo autor de Blue Jeans e Zero de Conduta, estará no palco do Teatro Gonzaguinha. Com novo elenco, a peça dirigida por Hermes Carpes acompanha personagens marginalizados para tratar de temas como jovens de rua, milícia, prostituição e roubos. Em cena, as mazelas, personagens, contexto, linguagem e situações que se aplicam perfeitamente aos dias atuais. A postura realista adotada na peça provoca choque e reflexão sobre questões tão conhecidas, mas muitas vezes ignoradas.
O personagem central é Madonna (Hermes Carpes), receptador de objetos roubados, que ampara meninos em sua casa. A primeira montagem ocorreu em 1990, com Clodovil Hernandes (1937-2009) no papel principal e recebeu prêmio por melhor texto, em 1990, do “Timochenco Wehbi”. Foi finalista de melhor texto pelo prêmio Shell em 1991.
“Peças teatrais são diferenciadas por diversos parâmetros, mas independente de sua classificação, uma peça tem que ser feita por gente que entende o que é Teatro, e que se entrega ao ofício com talento e suor, com prazer e amor pelo que faz. Essa tragicomédia me proporcionou ótimos momentos. Com texto realista, porém sem ser exagerado, mostra uma das facetas do submundo da sociedade, onde a lei da selva se impõe.” Jorge Leão – Jornalista, Produtor Cultural, Editor das revistas impressas Guia Teatro Carioca e Barra Cultura & Lazer.
SINOPSE SUGERIDA: Madonna e Passarinho vivem em um lugar, onde religião, roubos, crimes, milícia e segredos se misturam. Para eles, matar talvez seja a única maneira de sobrevivência.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Zeno Wilde
Direção: Hermes Carpes
Elenco: Hermes Carpes, Ronaldo Spedaletti, Ferruccio Cornacchia e Rodrigo Pinelli
Atores convidados: Saint-Clair de Castro e Kalel de Oliveira
Fotografia: Italo Cardoso, Ana Paula Andrade e Fatima Louback
Sonoplastia e iluminação: Walter Lima
Produção, Cenário, figurino: Carpes Produções
Assistente de produção: Drigo de Lisboa
Produção executiva: Sueli Soares
Realização: Hermes Carpes
Assessoria de imprensa: Minas de Ideias
https://www.youtube.com/watch?v=dd9y8qcbwIc
https://www.youtube.com/watch?v=K950QM9Nw_I
Não se enganem. A intervenção militar no Rio de Janeiro não tem qualquer intenção de proteger a população; nossos governantes não têm isso em pauta. Tudo faz parte de mais uma nuvem de fumaça.
Michel Temer acaba de declarar que a intervenção irá durar o período suficiente para que a Câmara Federal inicie a votação da reforma da previdência, ou seja, assim que a câmara liberar a pauta cessa a intervenção. O que se tira disso? Mais uma vez nossos governantes estão apenas buscando proteção para si próprios, uma vez que temem uma revolta popular caso a reforma seja aprovada. Vale lembrar também que está as portas a votação sobre o processo de Lula no STF, e todos vimos amplamente divulgado no próprio Facebook uma faixa na entrada da Rocinha ameaçando uma revolta popular caso o líder do PT fosse condenado pelo supremo tribunal; “o morro vai descer”, dizia a faixa. Como o clima a esse respeito é incerto no STF o governo está apenas se prevenindo. Teremos uma aparente tranquilidade durante algum tempo, mas é só.
Passadas todas essas situações citadas acima voltaremos a normalidade, saques, assaltos, assassinatos arrastões. Ninguém está preocupado connosco, somos povo; e para os políticos quanto menos povo melhor. Que comecem os jogos….
TEXTO: Dalmo Alexander

André Frateschi é dono de carisma, tem presença de palco e arrebanha multidões em seus shows. Cantando rock nacional e internacional ele sagrou-se como Popstar ao sair vencedor do reality musical da TV Globo. Agora, atendendo ao pedido do público, ele volta ao palco do Teatro Rival Petrobras, no dia 23 de fevereiro, às 21h, para uma nova apresentação do show“BRock is Back – Tributo ao Rock Nacional”. O show inclui a nova música de trabalho, a balada pop “Love Love Love” e participações especiais.
O repertório de BRock is Back passeia pelas décadas de 80/90 trazendo ao palco o essencial do rock vigoroso e contestador da época, exaltando artistas e bandas como Cássia Eller, Cazuza, Nação Zumbi, Barão Vermelho, Plebe Rude, Titãs, Paralamas e, claro, Legião Urbana.
Quem já curtiu uma noite de rock com André ao palco, sabe que sua performance é de uma energia inexplicável. Que o digam os fãs da Legião Urbana, que sentiram-se representados e o acolheram generosamente em 2016, quando André foi vocalista da turnê comemorativa “Legião Urbana XXX anos”, onde se apresentou ao lado do baterista Marcelo Bonfá e do guitarrista Dado Villa-Lobos.
“Essa é uma coisa que eu jamais poderia esperar e estou realmente vivendo um sonho”, recorda. E o primeiro show de André Frateschi pós-vitória no Popstar foi no Teatro Rival Petrobras. “Foi uma grande honra pisar nesse palco sagrado onde tantos grandes nomes já estiveram”, disse o cantor na ocasião, minutos antes de encerrar o show que teve casa lotada.
Jordana Guimarães exalta desfile pela Mocidade Independente: “Foi maravilhoso! Realizei meu sonho!”





Segundo consta a “razão” seria por conta de uma acusação de assédio sexual. Jay Asher (13 Reasons Why), teriq sido expulso juntamente com o ilustrador David diaz por uma possível quebra de código de conduta, porém não foram divulgados detalhes da acusação.
“Alegações contra eles foram investigadas e, como resultado, eles não são mais membros ou aparecerão em eventos futuros da SCBWI (Society of Children’s Book Writers and Illustrators), declarou Lin Oliver, diretora-executiva da organização.
Já Jay Asher afirma estar sendo alvo de uma injuria, e que espontaneamente teria deixado a associação:
“É muito assustador quando as pessoas simplesmente não acreditam em você. Sinto-me em conflito sobre isso com o que estamos passando na nossa cultura, em quem você deve acreditar ou não”, ele disse.
A Netflix não quis se manifestar sobre o assunto.
A segunda temporada de 13 Reasons Why já encerraram as gravações, mas ainda não há uma uma data prevista para a estreia.

#olanterninha
Fan Page https://www.facebook.com/olanterninha/
Ao som de seus grandes sucessos Bell Marques desfilou e levou, junto com o bloco Camaleão, uma multidão na pipoca que não estava preocupada com a chuva, só queriam se divertir. Músicas como “Cara Caramba”, “Diga que valeu” e “Dê um grito aí” clássicos do Camaleão, e “Haja amor”, “Chupa toda” e “Se a canoa não virar”, clássicos do carnaval de Salvador, estavam no repertório.

O Camaleão comemora 40 anos neste carnaval e está fazendo uma linda festa para comemorar! Num bate papo descontraído com a apresentadora Livia Andrade, ela perguntou a Bell qual o segredo de tanta disposição nesses 40 anos; Bell respondeu que era a rapadura que ele come ao longo do circuito! Nesse momento, Bell presenteou Lívia com a famosa iguaria!!!

Foto: Júlio César // AG News

Confira o depoimento completo de Priscila Santtana: