Lula admite aliança com PMDB de Temer e deixa de lado discurso de “Golpe”

O ex-presidente Lula (PT) admitiu nesta quarta-feira (21) em Belo Horizonte que seu partido pode firmar alianças estaduais com o PMDB nas eleições 2018. Lula está na capital mineira para um evento de comemoração dos 38 anos de fundação do Partido dos Trabalhadores.

Desconstruindo o discurso de que ‘houve um golpe’ do PMDB, Lula disparou: “Não existe essa de PMDB nunca mais, isso é bobagem. O PMDB em Minas Gerais é sustentáculo do governo do petista Fernando Pimentel”, avaliou o ex-presidente. Lula também criticou quem diz que nunca irá abandonar seus princípios em função da construção de um projeto eleitoral viável. “Tenho que construir uma aliança que me permita fazer isso melhorar a vida do povo, senão serei o melhor candidato do mundo e não ganharei as eleições.”

Em que pese o PMDB de Goiás ter votado a favor do impeachment da ex-presidente Dilma e favor de reformas amplamente combatidas pelo PT, como a trabalhista, o ex-presidente Lula afirmou em entrevista à rádio 730 AM que existe a possibilidade de construir uma aliança com os peemedebistas em Goiás com vistas a 2018.

Lula ressaltou que tem bom relacionamento com o ex-governador Maguito Vilela, cujo filho, Daniel, é pré-candidato a governador. Vale lembrar que Daniel foi o relator das mudanças na CLT – que foram tão criticadas por deputados e senadores petistas.

“Você precisa fazer alianças para governar. Um candidato como eu precisa menos fazer alianças para ganhar as eleições do que para governar. Quando você ganha você precisa de maioria no Congresso e você vai ter que conversar com quem existe (partidos). Se alguém disser que vai governar o Brasil sem fazer nenhuma aliança política, estará mentindo antecipadamente”, afirma.

A possibilidade de aliança com o PMDB em Goiás divide os petistas goianos. De um lado, estão políticos como o vereador Antonio Gomide, de Anápolis, que defende jogar as divergências na lata de lixo e construir um acordo para o ano que vem. Do outro estão o deputado federal Rubens Otoni e líderes que, a exemplo dele, consideram incoerência imperdoável juntar-se àqueles que cassaram o mandato de Dilma em Brasília.

Questionado sobre a expectativa que tem quanto aos recursos apresentados por sua defesa no Tribunal Federal Regional da 4ª Região (TRF4) e no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar postergar a execução de sua prisão, Lula se disse “tranquilo” e que não começou a discutir “plano B ou C” porque acredita em sua absolvição e que será o próximo presidente do Brasil mesmo condenado pela Justiça.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL PORTO MARAVILHA

São 452 anos de história. Quase 453. Em 1º de março de 1565, era fundada a cidade do Rio de Janeiro. O Centro e a Região Portuária concentram a maior parte dos imóveis deste patrimônio histórico e, não só eles, mas também seu entorno é protegido. Obras neste tipo de território não são uma tarefa simples. Não é só interditar rua, cavar, construir e pronto: entregar à população. O que por si só não é tão sinônimo de simplicidade assim. ALei Federal nº 9.784 via Portaria nº 420 do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) define regras e procedimentos a serem cumpridos para intervenções em áreas protegidas pela união ou no seu entorno para garantir a segurança e preservação da história brasileira.

Eu sou outro você, você é outro eu

Inlak’esh Halaken. No idioma Maia: Eu sou outro você, você é outro eu. É um cumprimento em que uma pessoa fala a primeira frase e a outra responde com a segunda. Uma maneira de mostrar igualdade entre elas. E também é o nome do mais recente trabalho dos artistas do Ateliê Cosmonauta, no Morro da Conceição. Fixado na Praça Leopoldo Martins desde o ano passado, projeto vinculado à Virada Cultural 2017 será ampliado agora com participação popular.

Museu do Amanhã promove oficina para transformar ambientes inabitáveis

O ser humano é o principal agente estimulador de mudanças ambientais e climáticas, contribuindo de maneira, talvez, irreversível para a redução da biodiversidade e as alterações das funções dos ecossistemas. Ao mesmo tempo, explora o espaço e projeta habitats para colonizar e viabilizar a vida em ambientes completamente desprovidos de vida ou ecossistemas. Equipamento cultural da Prefeitura do Rio, o Museu do Amanhã convida designers e artistas a trabalharem em conjunto com cientistas e engenheiros para contribuir para um futuro inovador.

Concessionária Porto Novo divulga balanço geral da operação de carnaval

Os números finais da operação de Carnaval na Região Portuária do Rio de Janeiro, conduzida pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP) e pela Concessionária Porto Novo entre os dias 8 e 18 de fevereiro, dão a dimensão da complexidade e volume das tarefas executadas.  A Concessionária Porto Novo destacou uma equipe de aproximadamente 300 profissionais, que se dividiram em atividades como controle de trânsito, limpeza urbana, manutenção de espaços públicos e monitoramento dos túneis e vias expressas da região.

Dicas da Semana

Neste fim de semana tem Feira Sabores do Porto na Praça Mauá. Na Praça da Harmonia, no sábado, o 1857 Mercado Harmonia do Rock agita a Gamboa e a Feira do Cais estará entre os armazéns 3 e 4 na Orla Conde. No domingo estreia a peça Estação Terminal no Armazém da Utopia.

GABRIEL MOURA NO SHOW “QUEM NÃO SE MEXER VAI DANÇAR”

Vai ser animado o show do cantor e compositor Gabriel Moura no Teatro Rival Petrobras, no próximo dia 2, sexta-feira, a partir das 19h30. O artista está lançando o CD “Quem não se mexer vai dançar”, cheio de referências ao som que o influenciou.

O show promete! O repertório vai dos bailes de charme em Madureira até Michael Jackson, de Tim Maia a Marvin Gaye, tudo temperado com muito suingue na voz, nos arranjos e nas letras para cantar e dançar muito.

Todo mundo certamente já cantou uma música composta por ele. Ou vai cantar alguma música gravada por ele.

Nascido no Rio de Janeiro, cria do subúrbio, de família com forte veia musical – é sobrinho do multitalentoso e saudoso Paulo Moura –, Gabriel Moura é um desses artistas que elevam o nome da música brasileira aqui

e lá fora.

Foi um dos fundadores e vocalistas principais do Farofa Carioca, big band que fez sucesso no fim dos anos 1990 e ajudou a consolidar o que os críticos chamam de Música Popular Carioca.

Cantor, compositor e performer com mais de 20 anos de estrada, Gabriel Moura é o descobridor e principal parceiro de Seu Jorge, com quem compôs grandes sucessos, como “Burguesinha”, “Mina do

Condomínio”, “Amiga da minha mulher”, “Quem não quer sou eu” e a abertura da novela “Salve Jorge”, da Rede Globo: “Alma de guerreiro”. Quando os parceiros se juntam, é certeza de sucesso.

Gabriel Moura é também autor, produtor e diretor de vários musicais teatrais, que lhe renderam dois Prêmios Shell, o mais importante do país.

Nos anos 2000, Gabriel começou uma bem-sucedida carreira solo, tendo se apresentado em vários eventos e espetáculos importantes, como o Festival de Jazz de Montreux, no Japão,  o Rock in Rio e o Black2Black.  Também tocou no Parque Olímpico do Rio, e no palco principal do Réveillon 2016, em Copacabana.

Em sua carreira solo, Gabriel lançou dois discos de músicas inéditas: “Brasis”, de 2006, com produção do tio, Paulo Moura, e “Karaokê Tupi 2”, de 2014, ambos pela gravadora Som Livre.

Gabriel chega agora ao seu terceiro álbum solo, “Quem não se mexer vai dançar”, pela Biscoito Fino, com participação especial de Mart´nália e produzido por Liminha, um dos maiores do Brasil. Um disco pop, leve,

dançante, alegre e vibrante. Um disco indispensável, pra cima, pra tocar na balada, no carro, nos sábados de sol e nas segundas chuvosas.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 02 de março (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: Mesas (Setor A e B): R$70/R$35 (meia*) | Pista lateral: R$50/R$25 (meia*). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23jBilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

Artistas e influenciadores digitais escolhem roteiros alternativos para curtir o Rock in Rio Lisboa

Turismo massificado e enlatado, nunca mais. Para propiciar aos viajantes a possibilidade de  vivenciar situações novas, a Trip 4You tem a solução. Ou melhor, uma gama de soluções para que você alie lazer e turismo durante o Rock in Rio Lisboa.

Entre os dias 23, 24, 29 e 30 de junho de 2018, Portugal sediará o badalado festival de rock não reserva apenas momentos de puro êxtase musical. Através de experiências propostas pela Trip 4You, artistas e influenciadores digitais já estão afivelando as malas para curtir o festival. Reinaldo Gianecchini, Eri Johnson, Marcela Rica, Gil Coelho, Daniel Rocha, Allan Souza Lima, André Moscoso e Rico de Souza, seguindo seus gostos pessoais, vão desbravar Lisboa, uma cidade histórica com muitas experiências incríveis.

A Trip 4U oferece opções para público diferenciado. O viajante poderá curtir as ondas de um da Costa de Caparica, através da experiência Surf. Já os apaixonados por futebol tem a opção de conhecer o melhor da história do futebol português, na experiência Football.

Aos apreciadores de vinho, a Trip 4U disponibiliza a experiência Wien, na qual será possível degustar o melhor da vinicultura local. A gastronomia portuguesa na ficará de fora. Com a experiência Taste o viajante poderá apreciar o que há de melhor.

Explorar o que há de melhor na história de Portugal será o privilégio de quem optar lê-la experiência Cultural. E através da experiência Academy, o viajante participará do melhor na educação corporativa de Portugal.

Em todas as experiências, a Trip4U disponibiliza traslados com todo o conforto e segurança para aproveitar o Rock in Rio Lisboa. Os viajantes terão direito a seis (06) noites de hospedagem com café da manhã, seguro viagem e um presente exclusivo Rock in Rio.

A rede Trip 4U, fundada em 2015, se dedica a levar experiências diferentes aos viajantes, de acordo com os variados perfis.

“O barato pode sair caro, se a pessoa vai a um país sem conhecimento do destino. Ela vai se juntar a uma leva de turistas nos pontos turísticos e perder a chance de explorar e conhecer o que o lugar tem de melhor, deixar de visitar cantinhos escondidos ou de fazer passeios com cenários e histórias incríveis”, aponta Gabriela Frizzo, fundadora da empresa.

No próximo dia 05 de março, as 20h, os artistas e influenciadores envolvidos na ação, além de profissionais da Trip 4U, receberão a imprensa no Chez Heaven, no Shopping Vogue Square, à Avenida das Américas 8585, Barra da Tijuca, para detalhar as experiências.

Maiores informações podem ser obtidas no site  rockinriolisboa.trip4u.com.br

FOTOS: Amanda Rosa

BANGAY: BLOCO DE CARNAVAL DE BANGU APRESENTA REI DE BATERIA

 bangay fez dois desfiles na zona oeste e o rei se fez presente

E nesse carnaval teve rei de bateria sim senhor, e no grêmio recreativo bloco carnavalesco Bangay Folia teve  estréia de Rei de bateria,  o bloco que é uma mini escola de samba  não deixou por menos, convidou o Ator-Jornalista  Jeferson Kim  para dar um brilho especial á sua bateria ao lado da Rainha Mel freitas, o ator com uma carreira consolidada e em  ascensão foi coroado Rei de bateria do Bloco Bangay Folia e participou dos dois desfiles da agremiação, com sede bangu .

Jeferson Kim é Rei de bateria do bangay folia.

O bloco desfilou no ultimo dia 16 sexta-feira no ponto chic e agitou a tradicional  rua boêmia de Padre Miguel, onde concentra uma infinidade de bares e restaurantes.

O Bangay Folia desfilou ao som do seu samba-enredo com o tema Pura Tentação e de outras escolas incluindo sambas da Unidos de Padre Miguel e Mocidade Independente de Padre Miguel, o desfile contou com  lindíssimas alegorias  como abre alas que trazia o emblema da agremiação e escrito bangay em leads e com tudo que tinha direito.

A agremiação tem como objetivo dar voz á comunidade lgbt e Jeferson Kim como sempre dá voz para o publico lgbt foi o artista escolhido para levar o nome dó bloco além das imediações de Bangu e Padre Miguel, o ator vem se destacando no meio artístico-jornalístico e vem mostrando que não tem pré-conceito com absolutamente nada.

A fundadora da agremiação, Sandra Andréa, sonha alto e tem planos ambiciosos para o futuro: “Eu sempre tive muitos amigos gays e quando tive a idéia de fazer um bloco, falei para o meu marido Presidente  Renato Alvaro que tinha de ser um bloco LGBT.  Gays, lésbicas, e trans são a alegria do Carnaval.  E a gente vai seguir trabalhando até atingir nosso objetivo, que é tornar o Bangay uma escola de samba e chegar à Marquês de Sapucaí. Eu tenho certeza que nós vamos chegar lá”, profetizou.

Carnavalesco do bloco, Tiago Rosa enfatiza que, no Bangay, LGBTs têm o mesmo espaço para brilhar. “Nós temos uma rainha de Carnaval que é trans e um muso. Temos mulheres que tocam instrumentos pesados na bateria, coisa que muita escola de samba grande ainda não permite. Aqui, a gente faz de verdade um carnaval da diversidade”, declarou. O rei de bateria, Jeferson Kim diz, ¨Ser Rei de bateria é um sonho que pensei não realizar  tão cedo, fico feliz e honrado com tamanha homenagem e confiança ¨, ele defende o Carnaval do subúrbio como distrito  da resistência do samba. “Aqui  a gente respira samba. É no subúrbio onde estão as mais tradicionais escolas da cidade. Ter um bloco LGBT que toca samba lembra a gente de nossas raízes. Não existe escola de samba, não existe Carnaval, sem a comunidade lgbt”definiu.

Paulo Verlings dirige e atua em “A Peça Escocesa”
Paulo Verlings dirige e atua em A Peça Escocesa, texto inédito de Marcia Zanelatto que estreia nacionalmente dia 3 de março, no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
 
Obra original livremente inspirada na mais curta e contundente tragédia de Shakespeare: Macbeth,
procurando dar voz ao que o Shakespeare não disse, não pode dizer ou quis dizer nas entrelinhas.
O título faz alusão a uma “superstição” de 400 anos relacionada a obra dO Bardo
Em cena dois atores e uma banda criam uma espécie de “Word Concert”
O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 3 de março a 1º de abril de 2018, quinta a domingo, às 19h, A Peça Escocesa. Obra original livremente inspirada na mais curta e mais contundente tragédia de Shakespeare: Macbeth. Em cena Carolina Pismel e Paulo Verlings são acompanhados pela Banda Dagda, criando uma espécie de “Word Concert”. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
Concebido pelo ator, diretor e produtor Paulo Verlings, o espetáculo trata de ambição, jogos de poder, compensação e cobiça, dando um ponto de vista contemporâneo às personagens Macbeth e Lady Macbeth. Verlings irá lançar-se em uma investigação na busca de uma cena fundida entre a “palavra e a música”, pesquisando um ponto de vista contemporâneo sobre a espetacularização da monarquia. Uma arena de gladiadores contemporâneos se instaurará e o público se deliciará com um arrojado recorte de um épico contemporâneo.
 
A dramaturgia original assinada por Marcia Zanelatto traz à tona vozes subterrâneas criando uma polifonia que transcende a ideia de personagem. O jogo exige deslocamentos diversos dos atores, que dão vozes desde os corcéis do Rei Duncan, decepcionados com a humanidade, até o vozerio sobrenatural das bruxas, passando, é claro, pelos protagonistas da obra original.
– Os clássicos de William Shakespeare continuam presentes no imaginário artístico e universal. Seus enredos, epopeias mirabolantes, personagens construídos meticulosamente e munidos de real humanidade, fascinaram o mundo e atravessaram os séculos. Todos esses desejos e questionamentos sobre o humano, na obra de Shakespeare, é o que nos inspira e move a nos debruçarmos nesse projeto para criarmos uma obra original –, comenta Paulo Verlings.
Mas não é a história de Shakespeare que Verlings e Zanelatto estão encenando. Não é a história de Shakespeare que os espectadores vão assistir. Com A Peça Escocesa a dupla procura dar voz ao que Shakespeare não disse, não pode dizer ou quis dizer nas entrelinhas, nos “espaços”, nas ausências de Lady Macbeth. A dramaturga considera que O Bardo pode ter sido censurado.
– Creio que o melhor trabalho que posso fazer, ao lidar com uma obra prima como Macbeth, é ouvir as vozes subterrâneas, revelar o que não foi dito no clássico – seja por questões sociopolíticas referentes ao Reino Unido do Século 17 ou por opções de estrutura dramatúrgica – e assim transmiti-lo na atualidade. Não quero contar a história ou adaptá-la. Eu quero fazer ouvir a vida interior e arquetípica dos personagens à luz do nosso tempo, uma espécie de peep show da alma, como fizemos em Tristão e Isolda, que marca meu encontro com o Paulo Verlings, sob direção de Guilherme Leme Garcia. Por exemplo, há na estrutura emocional da peça de Shakespeare, além do problema da ambição desmedida, que reinscrevo como uma necessidade de compensação pelo que não se tem (já que a peça está na transição do feudalismo para o capitalismo – o tempo do TER), uma forte questão de gênero, na medida em que todo poder é do homem, Macbeth, mas toda potência é da mulher, Lady Macbeth. Meu processo de trabalho foi examinar em Macbeth, a gênese do homem militar, bélico, talhado para a guerra chegando ao governo com sua marca de matador profissional e completamente paranoico. E reinscrever Lady Macbeth no lugar feminista, levantando a hipótese de sua ação derivar da caça às bruxas: alçar-se à condição de rainha pode ter sido uma estratégia para escapar da fogueira da inquisição. Ou você acha que a relação de Lady Macbeth com as bruxas começa quando ela recebe a carta de Macbeth dizendo que recebeu a predição de que seria rei? Pra mim, e o que quero apresentar ao público, é a hipótese de que Lady Macbeth era da linhagem das bruxas e sua ação foi de resistência. Agora, o que temos a examinar em A Peça Escocesa é o que ocorre quando a resistência feminina decide jogar o jogo patriarcal –, comenta Marcia Zanelatto.
A equipe de artistas criadores conta ainda com Ricco Viana (direção musical), Mina Quental (cenário), Flavio Souza (figurinos), Vini Kilesse (visagismo), Tiago e Fernanda Mantovani (iluminação) e a Banda Dagda é composta pelos músicos Antonio Fischer-Band (teclado), Arthur Martau e Kim Fonseca (guitarras), Pedro Velho (baixo) e Victor Fonseca (bateria).
A Peça Escocesa consolida a parceria entre a dramaturga Marcia Zanelatto e o diretor Paulo Verlings. A dupla iniciou sua ligação no espetáculo Fatal (2016), com o qual Marcia foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto. A parceria mais recente, o espetáculo ELA (2017), está indicado ao Prêmio Shell, concorreu ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto e Botequim Cultural de Melhor Diretor, sendo vencedor do Prêmio Botequim Cultural de Melhor Texto.
Ficha Técnica
Texto: Marcia Zanelatto
Direção e Concepção: Paulo Verlings
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Diretor Assistente: Flávio Souza
Assistência de Direção: Orlando Caldeira
Músicos: Banda Dagda (teclado: Antonio Fischer-Band | guitarras: Arthur Martau e Kim Fonseca | baixo: Pedro Velho | bateria: Victor Fonseca)
Direção Musical: Ricco Viana
Cenário: Mina Quental
Figurinos: Flavio Souza
Desenho e Técnico de Som: Luciano Siqueira
Visagismo: Vini Kilesse
Iluminação: Tiago e Fernanda Mantovani
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos: Paula Kossatz
Vídeo: Eduardo Chamon
Projeto Gráfico: Raquel Alvarenga
Produção Executiva e Marketing Cultural: Heder Braga
Direção de Produção: MS Arte & Cultura | Aline Mohamad e Gabriel Salabert
 
Serviço
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro, Rio de Janeiro / Entrada pela Av. República do Paraguai (próximo ao Metrô e VLT Estação Carioca)
Informações: (21) 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 3 de março a 1º de abril, quinta a domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 20 (plateia) e R$ 10 (balcão). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 60 minutos
EDUARDO DUSSEK É SHOW NO RIVAL PETROBRAS

 Não poderia haver melhor casa para um espetáculo que une música e humor

Não é de hoje a relação do cantor e compositor Eduardo Dussek com o Rival Petrobras. Afinal de contas, a tradição teatral e musical dos espetáculos de revista tem tudo a ver com showman que é Dussek. E é exatamente uma combinação de música e humor que o artista vai apresentar no próximo dia 22, às 19h30, no Rival Petrobras.

Neste show em pleno verão carioca, Dussek vai reviver canções de várias épocas, umas conhecidas, outras esquecidas no baú, garimpadas e renovadas; além de algumas inéditas. O artista preparou um repertório mesclando músicas engraçadas com seus standards românticos, sempre interagindo com a plateia, usando e abusando de seu humor diferenciado. A garantia é de um espetáculo alegre, alto astral, que faz o público participar e rir sem medo de ser feliz.

Acompanhado pelo baterista e percussionista Márcio Mazza e do baixista e bandolinista Franklin Gama, Dussek ataca com seu inseparável piano, num show animado e contagiante. Com a irreverência que é sua marca, o artista exorciza os fantasmas dele e os nossos, fazendo o público cantar e dançar com descontração.

A tradição teatral de Dussek faz com que seus shows sejam altamente divertidos, com outros focos além da música. Há textos, brincadeiras e pequenas performances que fazem com que o roteiro não fique limitado apenas à apresentação de uma sequência de canções. Mas é certo que não vão faltar as pérolas dussekianas, como “Nostradamus”, “Rock da cachorra” (o big presente de Leo Jaime,  cantada em bossa nova),  “Cantando no banheiro”  ( com versão em inglês), “Pilosofia Vurtuguesa” (impagável) e a “romântica” “A vingança é um caminhão sem freio que vem na contramão”.

É show para todo mundo esquecer os problemas lá fora, acabar com o estresse do dia a dia e se divertir com um espetáculo com a irreverência do carioca, a cara do Rio de Janeiro, que só podia mesmo ser no Teatro Rival!

 

  • SERVIÇO: Eduardo Dussek
  • Data: 22/02/2018
    Local: Teatro Rival Petrobras
    Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37
    Preço:  R$60 (Plateia A) e R$ 50 (Plateia B)
  • Horário: 19h30h
    Abertura dos portões: 18h
    Classificação etária: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais, ou dos responsáveis legais mediante apresentação de autorização; proibida venda de bebida alcoólica e permanência após 22h.

    BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
    Bilheteria do Teatro Rival
    Rua Álvaro Alvim, 33/37
    Terça a sexta-feira das 13h às 21h

Luanda Fraga tira a roupa novamente logo após estampar a capa da revista Sexy

Luanda Fraga tira a roupa novamente logo após estampar a capa da revista Sexy

Vice-campeã do concurso Musa do Brasil, Luanda Fraga dividiu a capa da edição de janeiro da revista Sexy com a campeã Vanessa Perez. Convidada pelo FaceGirl, a gata tirou a roupa novamente e, agora, ela brilha sozinha. Colhendo os frutos pela boa colocação no concurso que elegeu a mulher mais bonita do Brasil em 2017.

Luanda Fraga

“Não foi nada fácil competir com mulheres tão maravilhosas, cada uma com a sua beleza e a sua personalidade. Me sinto vitoriosa por tudo o que vem acontecendo. Ter dividido a capa da Sexy de janeiro com a campeã foi ótimo, porém, fazer um ensaio nu, sozinha, era algo que eu queria e já esperava. O ensaio e o vídeo ficaram lindos” contou a modelo.

Luanda falou ainda sobre ter representado uma das chacretes na escola de samba Acadêmicos do Grande Rio, que levou para a avenida, a história do Velho Guerreiro. A escola, no entanto, caiu para o grupo A. A modelo falou pela primeira vez sobre o rebaixamento da escola.

“Foi um momento mágico, me senti realmente uma chacrete e pude de fato viver aquele momento. Fizemos um desfile maravilhoso, mas faz parte da festa, ganhar ou perder. Chacrinha é um ser eterno, não morrerá jamais. A Grande Rio está indo abrilhantar o carnaval da série A e logo estará de volta”.

DENUNCIA CONTRA DEPUTADA ESTADUAL LUCINHA

Foi recebida a denúncia de peculato contra a deputada estadual Lúcia Helena Pinto de Barros, conhecida como Lucinha (PSDB), apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), em julho de 2017, pelos desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), em sessão realizada na segunda-feira (19/02).

Segundo a denúncia, feita a partir de investigação do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça (GAOCRIM/MPRJ), a parlamentar nomeou Baltazar Menezes dos Santos em cargo comissionado de seu gabinete de fevereiro de 2011 a agosto de 2015. No período, ele prestou serviços particulares para Lucinha como pedreiro e cabo eleitoral em locais de interesse político da deputada. O MPRJ afirma que Baltazar nunca exerceu qualquer função na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), mas prestava serviços de pedreiro e auxiliar de serviços gerais nas propriedades particulares da parlamentar e de seus correligionários.

Os desembargadores entenderam que o fato denunciado se enquadra, em tese, como crime de peculato-desvio. O prejuízo para o erário com a contratação do “funcionário fantasma” somou R$ 173.470,57, considerados os 56 meses em que recebeu a remuneração líquida de cerca de R$ 3 mil. A investigação aponta que é evidente o vínculo empregatício particular entre a denunciada e Baltazar, uma vez que o pedreiro, após ser exonerado do cargo público, em 31 de agosto de 2015, ingressou com reclamação trabalhista contra a parlamentar.

BAILARINA DO FAUSTÃO, IVI PIZZOTT FAZ PRIMEIRO ENSAIO FOTOGRÁFICO UM MÊS APÓS PARTO
Bailarina do Faustão, Ivi Pizzott faz primeiro ensaio fotográfico um mês após parto
Bailarina do “Domingão do Faustão”, Ivi Pizzott fez o primeiro ensaio fotográfico um mês após o parto da filha Kali.
“Foi o meu primeiro ensaio depois da gravidez, um mês pós-parto, e não quis usar Photoshop e nenhuma edição. Quero mostrar como estou, de verdade, sem mascarar nada. Mostrar a maternidade real”, exalta a morena.
“Agora já posso cuidar do corpo pois saí do resguardo, mas as prioridades mudam. Vou cuidar dela sempre em primeiro lugar. Não vou negar que estou ansiosa para voltar ao trabalho, mas agora penso mais em ter saúde do que ter corpão. Até porque ainda não posso fazer dietas pois estou amamentando”, destaca a bailarina que está de licença do “Domingão do Faustão”.