ALÉM DO REBOLADO: CONHEÇA SORRISINHO, A MUSA DA GANG DO SAMBA!

















“O conceito é baseado no ritmo, na música, no tema e na necessidade que os coreógrafos muitas vezes me passam. Alguns pedem: ‘Essa semana preciso que o cabelo esteja molhado ou precisamos fazer uma pintura corporal’. São demandas que surgem, são muito específicas e que enriquecem a caracterização pois se tornam exclusivas com detalhes que valorizam o trabalho do coreógrafo. Geralmente os diretores também apresentam nas reuniões semanais algumas considerações que são aplicados ao conceito da beleza dos casais”, explicou o visagista Rogério Pontes no bate-papo com Dani de Lova.






Com uma habilidade misteriosa, os maduros continuam conquistando corações desavisados

Os cabelos grisalhos continuam exercendo a sua magia. É quase impossível não se deixar envolver pelo encantamento que produzem. Além do charme inerente, representam para muitas mulheres a definição de inteligência e experiência, atrativos irresistíveis.
Segundo Marcos Santos, psicólogo, terapeuta Sexual e especialista em Sexualidade Humana do portal Sexosemdúvida.com, “ao refletir sobre a influência cultural do nosso tempo e contabilizando várias revoluções sexuais (pílulas, divórcio, direitos estabelecidos), homens e mulheres mudaram suas “formas” de se relacionar e, por consequência, os atrativos de sedução de ambos mudaram também”. Novos tempos, novos interesses. “As mulheres sempre buscaram acolhimento e segurança para constituírem suas parcerias. Foi assim com suas mães e avós também. Atualmente, podemos observar um interesse por parte delas pelo conforto e estabilidade maior do que estes homens podem prover, permitindo assim que seus objetivos pessoais sejam alcançados, tais como: carreira, sucesso e projeto de vida. Além disso, as mulheres conseguem enxergar a possibilidade de relacionamentos mais maduros com homens mais velhos porque eles, em grande parte, já foram casados, têm filhos, lidam bem com temas tabu e situações emergenciais. Existem ainda atributos bem peculiares reconhecidos por elas que só o tempo é capaz de revelar. O popular “charme”, naturalmente presente em boa parte dos homens mais velhos, vem permeado de muitos outros predicados que interessam a elas”, complementa o terapeuta.
Os homens mais velhos já escreveram parte da sua história, passaram por outros relacionamentos, conheceram muitos lugares e pessoas e têm uma sabedoria que provoca suspiros. O fato de terem aprendido com os erros do passado faz com que sejam mais confiantes na sua própria capacidade de enfrentar e lidar com os problemas. A experiência de vida os torna atraentes, há uma “aura” misteriosa que pede para ser desvendada. Aparentemente, buscam relações mais estáveis e duradouras, afinal, uma das vantagens da idade é ter consciência daquilo que quer (ou não) em um relacionamento.
Marcos Santos afirma que “eles demostram honestamente o que pretendem, têm maturidade e se entregam de corpo e alma com o objetivo de fazer tudo para dar certo, para realizar e satisfazer, inclusive na vida afetiva sexual. Muitos deles desejam relacionamentos permanentes em virtude da própria experiência frustrante que tiveram em relações fúteis e de curta duração”.
Palavra-chave para a maioria quando abordamos as relações afetivas. As mulheres pesquisadas revelaram a necessidade de se sentirem seguras e, segundo elas, nada melhor do que estar com alguém que já consolidou uma carreira, aprendeu muito sobre o gênero feminino e relacionamentos e que não pretende desperdiçar mais o seu tempo. Eles têm mais estabilidade emocional e objetivos claros de vida. Com a experiência adquirida, logo perceberão se a parceira se enquadra nos seus projetos de futuro. Estarão dispostos a investir em uma relação quando encontrarem uma companheira que corresponda às expectativas.
Como foram educados com outros valores, os homens mais maduros sabem o que agrada a uma mulher e como merecem ser tratadas. Reconhecem a importância de pequenos gestos como abrir a porta de um carro, enviar flores no dia seguinte, mandar uma mensagem carinhosa. Além disso, aprenderam a ouvir melhor as suas interlocutoras, com interesse genuíno, e conversam sobre os mais diversos assuntos. Os anos de vivência acrescentaram uma sabedoria que, se partilhada, poderá trazer muitos aprendizados.
Com tudo isto, Marcos Santos diz que “podemos concluir que os fios brancos ou grisalhos são expressões de uma vida longa e produtiva, imprimindo aquele tom de inteligência e experiência que deixam boa parte das mulheres intrigadas e atraídas”.
Mais estabilizados na vida, os mais maduros já enfrentaram os desafios da carreira e a fase da pressão para ganhar dinheiro ficou no passado. Sem perder mais tempo, desejam aproveitar o que conseguiram conquistar no decorrer dos anos. A segurança financeira permite que tenham mais tranquilidade e tempo para se dedicar à parceira e, muitas vezes, atender aos seus caprichos. Para a mulher envolvida, encontrar um homem bem sucedido e generoso, muitas vezes, é a realização de um sonho.
Relacionamentos fracassados por falta de maturidade, prioridades diferentes (quais as semelhanças quanto às expectativas de uma mulher e de um homem de 25 anos?), falta de capacidade para investir emocionalmente em uma relação. Estes foram alguns dos motivos elencados pelas entrevistadas para buscar homens mais maduros e ter a possibilidade de sucesso em um relacionamento. Muito além da atração inicial que despertam, os mais velhos possuem “qualificações” que parecem fazer do “conjunto da obra” algo sempre idealizado: maturidade, inteligência, gentileza, educação, segurança emocional e financeira. E é a soma destas características que os faz tão atraentes aos olhos femininos.
Show estreia na cidade e repertório faz releitura do disco Alucinação

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe o show Gero Camilo canta Belchior, em duas noites de apresentações, nos dias 7 e 8 de abril (sábado e domingo), às 19h, pela primeira vez no Rio de Janeiro. No palco, o artista cearense interpreta o disco Alucinação (1976) na íntegra e outras músicas memoráveis lançadas por Belchior (1946-2017). O evento tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.
Conhecido nacionalmente pelo grande público como ator, Gero também é cantor, compositor, poeta e dramaturgo. “Sempre fui fã da obra de Belchior. Quando era adolescente via shows dele em Fortaleza e ficava fascinado. Seus vinis tomavam conta da sala de minha casa. Aprendi com ele que podia ser roqueiro sem perder a verve do canto nordestino. Moderno e cru.” conta Gero, admirador declarado do músico conterrâneo.
Neste show, Gero e a banda batizada por ele de Caroço da Aurora percorrem o disco Alucinação e outros clássicos de Belchior, como Comentário a respeito de John, Paralelas, Coração Selvagem e Brasileiramente Linda. As composições vêm com novos arranjos para uma releitura que buscaresgatar e celebrar o primor da musicalidade poética de Belchior e sua importância na música brasileira.
Belchior foi um artista enigmático. Em quase 40 anos de carreira e com uma produção de mais de 20 discos, revelou sentimentos e reflexões que embalaram gerações e ainda representam pensamentos contemporâneos sobre política e sociedade. Gero Camilo convida o público para a homenagem deste mergulho na poética visceral e revolucionária desse grande artista brasileiro.
Sobre Gero Camilo:
Cursou a Escola de Arte Dramática EAD – ECA, na USP, e alterna sua carreira com trabalhos no cinema, teatro, televisão, literatura e música. Nesta última atua desde 2007, com o lançamento do seu primeiro disco Canções de Invento.
A ampla trajetória no cinema começou ainda na EAD, com participações nos filmes Cronicamente Inviável e Domésticas. Foi em Bicho de SeteCabeças, de Laís Bodanzky, que Gero Camilo se tornou conhecido do grande público. Hoje, acumula atuações em diversos filmes, como a produção hollywoodiana Chamas da Vingança, de Tony Scoth (filmado no México); Cidade de Deus, de Fernando Meireles; Madame Satã, de Karim Aïnouz;Carandiru, de Hector Babenco; e Abril Despedaçado de Walter Salles.
Em 2004, encenou a peça Aldeotas, dirigida por Cristiane Paoli Quito e com texto de autoria própria. Sucesso de público e crítica, a montagem segue em cartaz até hoje e vai virar filme em 2019. Sua publicação literária independente A Macaúba da Terra ganhou, em 2003, pela Companhia São Jorge de Variedades, a montagem As Bastianas, sendo relançada em 2013 após 10 anos de publicação. Em 2006, escreveu Cleide Eló e as Peras, extraído da mesma publicação e que recebeu a direção de Gustavo Machado.
Gero é reconhecido também pelos vários prêmios que recebeu ao longo da carreira, como o Troféu Redentor de Melhor Ator Coadjuvante, no Festival do Rio, por Hotel Atlântico (2009); o Grande Prêmio Cinema Brasil como Melhor Ator Coadjuvante, no Festival de Recife por Narradores de Javé (2003 e 2004); o Troféu Candango, no Festival de Brasília; e no Festival de Recife, como Melhor Ator Coadjuvante por Bicho de Sete Cabeças (2001).
Ficha técnica:
Voz: Gero Camilo
Sax e Flautas: Simone Julian
Bateria: Gustavo Souza
Guitarras: Rovilson Pascoal
Contra-baixo: André Bedurê
Teclado: Marcelo Castilha
Iluminação: João Nunez
Técnico de som: Bruno dos Reis
Roadie: Magrão
Artes gráficas: Carol Shimeji
Produção: Cinthia Albuquerque
Produção local: Rodrigo Mendes
Produção executiva e geral: Flávia Corrêa
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Facebook: https://www.facebook.com/artistagerocamilo
Instagram: https://www.instagram.com/gerocamilo/
Imagens para download: http://bit.ly/FOTOSGeroCamilo
Serviço:
Show Gero Camilo canta Belchior
Datas: 7 e 8 de abril de 2018 (sábado e domingo)
Horário: 19h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Duração: 80 min
Telefone: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Lotação: 226 lugares (Mais 4 para cadeirantes)
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h. (As vendas de ingressos iniciam na terça-feira, dia 3, na bilheteria da CAIXA Cultural).
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Déo Garcez “delegado de Pedra Santa” ,viverá Jesus Cristo pela quarta vez em Custódia – PE
Déo Garcez, o delegado Martinho da novela “O Outro Lado do Paraíso”, da Rede Globo, foi convidado pela quarta vez para viver Jesus Cristo em Custódia-PE, pela Paixão de Cristo. O espetáculo “Rei dos Reis”, dirigido por Plínio Fabrício, acontece no maior teatro ao ar livre do sertão pernambucano, e espera receber, este ano, cerca de sete mil espectadores. Além de Déo, atores e figurantes da cidade integram o elenco. “Me emociona mais uma vez ser convidado por Custódia para viver o Cristo, num ato transgressor e contemporâneo ao escalar um ator negro para este personagem, tradicionalmente feito por atores brancos. Que isto sirva de exemplo às produções em outros lugares do País”, declarou o ator.
trazendo o universo fantástico das fábulas e dos contos antigos
O Teatro Dulcina recebe, de 7 de abril a 27 de maio, sábados e domingos, às 16h, a estreia, no Rio de Janeiro, do espetáculo infantil “Contos do Mar”, com ingressos até 20 reais
Dois atores-narradores apaixonados por contar histórias, um cenário inflável, iluminação digna de conto de fadas… assim podemos começar a contar um pouco o que cabem nesses “Contos do Mar”

O universo fantástico das fábulas e dos contos antigos inspirou a construção de uma grande narrativa, utilizando contos de diversos países: Japão, Itália, Brasil e Hungria. Todos eles apresentam personagens que possuem uma relação direta com o mar: uma princesa que tem como seu bem mais precioso um incrível aquário e neste um animal misterioso que a levará a viver uma grande aventura, um jovem príncipe que atravessa o mar e todos os seus perigos para tentar reestabelecer a saúde de sua mãe, a rainha. E uma personagem fantástica, a senhora das águas do mar, uma poderosa rainha que se apaixona, é cruel, acolhedora e vingativa.
O mar leva e traz, o mar adormece e acorda com seu canto de mistérios e lendas desde a sereia mais cruel até o pirata mais doce. O mesmo mar que banha o Brasil banha também as costas do Uruguai. E quando os atores da Cia Quatro Manos, a uruguaia Florencia Santángelo e o brasileiro Marcos Camelo, perceberam que tinham passado suas férias de infância mergulhados no mesmo mar, não tiveram dúvida: “vamos contar contos que aconteçam no mar!”
“Contos do Mar”é um instrumento alternativo na formação cultural das crianças, pois todos os elementos cênicos tem o objetivo de estimular a imaginação e a criatividade, além de conscientizar as crianças sobre a importância da arte e da literatura no mundo atual, travando com isso um diálogo entre a magia da leitura e o ambiente cotidiano da criança hoje em dia.
O estímulo, tanto a leitura quanto à expressão teatral, são indispensáveis para a formação cultural e humana da criança. Dividir historias e estimular novos sonhos são instrumentos que devem ser considerados para proporcionar essa formação. Assim,“Contos do Mar”reascende ou ascende na criança a magia quase perdida da leitura, que hoje é um hábito esquecido buscando, através do teatro, as relações entre as fábulas literárias e a contemporaneidade.
Inédito no Rio de Janeiro, “Contos do Mar” foi apresentado em 2016 no 1º Festivaliño, Montevidéu/Uruguai ena Mostra Sesc Cariri e em 2017na Mostra Criança Fringe do Festival de Curitiba e no projeto Viagem Teatral SESI SP. Em outubro de 2018 participa do Circuito Cultural Paraná.
A Cia Quatro Manos
Formada pelos atores e palhaços Marcos Camelo (Brasil) e Florencia Santángelo (Uruguai) a pesquisa da companhia se baseia no desejo de levar ao palco os princípios da atuação do palhaço misturados a outras linguagens como a contação de histórias, o solo narrativo e o teatro físico. O jogo como ferramenta, a busca do estado pelo corpo e a resignificação do espaço pela ação.Trabalhando a partir de textos não dramáticos, tem especial interesse na construção de uma dramaturgia autoral e contemporânea. O sofisticado e o popular a serviço do vínculo e o prazer de estar junto com o espectador, e a partir dele, construir algo novo.A companhia surge em 2012 a partir da montagem da cena curta “Acorda, amor!”,vencedora do 13º Festival Galpão Cine Horto entre outros festivais do género. Em 2013, a convite da Agentz Produções “Acorda, amor!” se transforma em espetáculo, realizando temporadas e participando de festivais dentro e fora do Brasil, conquistando diversos prêmios.Atualmente a Cia se encontra em processo de pesquisa para montagem de um novo espetáculo adulto com direção de Rodrigo Portella.
O diretor Flavio Souza
Diretor teatral, figurinista, ator, palhaço, contador de histórias. Doutor em Teatro pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UNIRIO. Indicado ao Premio Shell de Teatro/RJ como Melhor Figurinista no ano de 2012 pelo espetáculo Os Mamutes de Jô Bilac, dirigido por Inez Viana com a Cia OmondÉ. Vencedor do Premio FITA/2012 como melhor figurinista pelo mesmo espetáculo e ainda com Mamutes indicado para o premio Questão de crítica de 2012.Realizou como diretor os espetáculos: O Cavalo Mágico (2006), PalhaSOS (2007), Pouco amor não é amor (2010), Espera-se (2010), Orlando! (2011) e tuttotorna (2012) e As Duas (2013) com o Teatro de Anônimo. Tuttotorna foi realizado em parceria com o grupo de artistas Italia- no Giulari del Diavollo, o espetáculo estreou em Pádova, Itália. PalhaSOS venceu o premio de melhor espetáculo no Fitum da Túnísia e em Perm na Rússia, Tuttotorna além de excursionar pela Itália par- ticipou do Festival Internacional de Circo do Recife na sua edição de 2012. Fez contribuições artísti- cas com a Arquitetura do Movimento da coreógrafa Andrea Jabor, com os Giullari del Diavolo, Ana Achcar e com o Projeto Enfermaria do Riso/UNIRIO.Como figurinista seus trabalhos mais recentes são: “Infancia, tiros e plumas” de Jô Bilac para a Cia OmondÉ com direção de Inez viana, “Contra o vento” de Daniela Pereira de Carvalho com direção de Filipe Vidal, “A rainha e o lugar” coreografia de Andrea Jabor, “Neurótica” com Flavia Reis direção de Marcio Trigo. “Na republica da felicidade” de Martin Crimp, direção de Felipe Vidal, “Nem mesmo todo o oceano” de Alcione Araújo com direção de Inez Viana, “Maravilhoso” de Diego Liberano com direção de Inez Viana, “Aos Domingos” de Julia Spadaccini com direção de Bruce Gomlewsky, “De- pois da Queda” de Arthur Miller com direção de Filipe Vidal, “Quebra-ossos” de Julia Spadaccini com direção de Alexandre Mello, “As conchambranças de Quaderna” de Ariano Sussuna com a direção de Inez Viana (sendo indicado ao prêmio APTR/2010 como melhor figurinista por esse espetáculo), Savana Glacial, de Jô Bilac, com direção de Renato Carrera. Assinou os figurinos de Cartas em Cena de Adriana Maia, Mangiare de Fabiana de Mello e Souza com o grupo Pedras, Festa de Família de Bruce Gomlevski.
Ficha Técnica
Atuação: Florencia Santángelo e Marcos Camelo
Direção: Flavio Souza
Dramaturgia: Flavio Souza e Marcos Camelo
Cenário e Figurinos: Flavio Souza
Iluminação: Paulo Denizot
Direção Musical: Isadora Medella
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Design Gráfco: Raquel Alvarenga
Produção Executiva: Florencia Santángelo
Assistente de Produção: Thamires Trianom
Produção e realização: Cia Quatro Manos e Cambaxirra Filmes
Serviço
Local: Teatro Dulcina. Rua Alcindo Guanabara, 17, Centro, Rio de Janeiro
(próximo ao VLT e Metrô Cinelândia)
Temporada: 7 de abril a 27 de maio, sábados e domingos, às 16h
Ingresso: R$ 20,00 (com meia entrada para os casos previstos em lei)
Vendas na bilheteria de quarta a domingo das 14h às 19:30h
Classificação indicativa: recomendado para crianças a partir de 4 anos
Duração: 55 minutos
A maior retrospectiva já realizada no Brasil sobre a obra de Loach inclui a exibição de 22 longas-metragens, além de um debate e sessão comentada
A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 3 a 15 de abril de 2018 (terça-feira a domingo), a mostra O Cinema Político de Ken Loach, que exibirá uma seleção de 22 longas-metragens realizados para o cinema, entre documentários e filmes de ficção, desde Kes (1969), considerado um dos melhores filmes já realizados no Reino Unido, até Eu, Daniel Blake (2016), ganhador da Palma de Ouro em Cannes. A curadoria é de Claudia Oliveira e Fernanda Bastos e o projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
A retrospectiva é uma homenagem ao cineasta britânico que, após inúmeros prêmios e diversas obras-primas, desistiu da aposentadoria, em 2014, aos 79 anos, pois não conseguiu permanecer quieto com o rumo que o mundo está seguindo.
A programação inclui filmes do início da carreira de Ken Loach no cinema, como os inéditos Looks and Smiles (1981), vencedor do prêmio Young Cinema no Festival de Cannes; e Hidden Agenda (1990), estrelado por Frances McDormand e prêmio do Júri no Festival de Cannes. Serão exibidas, ainda, produções marcantes como Terra e Liberdade (1995) sobre a Guerra Civil Espanhola e ganhador de diversos prêmios como o César e o European Film; Ventos da Liberdade (2006), sobre a rebelião irlandesa de 1920 e ganhador da Palma de Ouro no Festival de Cannes; e seu mais recente documentário O Espírito de 45 (2013).
Com uma obra inteiramente ligada a questões político-sociais, Loach é uma voz dissonante no discurso sobre a realidade dos países que compõem o Reino Unido. Ele retrata a classe trabalhadora e todas as dificuldades que ela enfrenta no cotidiano de países ricos, mas ainda assim desiguais. Abordando temas como imigração ilegal e exploração de trabalhadores com a crueza que esses assuntos demandam, Loach nunca perde a ternura e o humor.
“Se você faz filmes sobre a vida das pessoas, a política é essencial. É a essência do drama, a essência do conflito”, comenta Paul Laverty, parceiro de Ken Loach desde o início de sua carreira, no documentário Versus: the life and films of Ken Loach (2016). “Ken quer fazer filmes sobre como o mundo funciona. Ele é o diretor mais esquerdista e subversivo que a Inglaterra já teve. E um perfeito cavalheiro”, declara.
Atividades extras:
A mostra promoverá, no dia 7 de abril (sábado), às 19h, um debate sobre a obra do cineasta, com participação da curadora Fernanda Bastos e do jornalista e crítico de cinema Rodrigo Fonseca, que cobre há muitos anos o Festival de Cannes e já entrevistou Loach diversas vezes. O debate tem entrada franca, com senhas distribuídas uma hora antes.
E no dia 13 de abril (sexta-feira), Sérgio Veloso, professor de Relações Internacionais da PUC-RJ, conversa com o público logo após a exibição do documentário O Espírito de 45, em uma sessão comentada.
Sobre o cineasta:
Ken Loach (17/06/1936, Nuneaton, Reino Unido) começou sua carreira atrás das câmeras após um breve período como ator de teatro quando, em 1963, foi convidado pela BBC para trabalhar como diretor de televisão. Sua obra foi intensamente influenciada pelo Free Cinema, movimento que teve um papel importante na formação de muitos cineastas nos anos 60 e abriu caminho para o cinema político-social britânico.
Com uma longa trajetória na direção de filmes para televisão e cinema – é realizador de mais de 50 produções, entre ficções, documentários e séries de TV – Loach foi premiado diversas vezes nos mais importantes festivais do mundo. É recordista de participação na mostra competitiva de Cannes (13 vezes), onde ganhou 11 prêmios, incluindo duas Palmas de Ouro: uma em 2006, por Ventos de Liberdade, e outra em 2016, por Eu, Daniel Blake. Em Berlim, recebeu um Urso de Ouro honorário por sua carreira, além de outros oito prêmios.
Em 2014, Ken Loach anunciou sua aposentadoria, após 50 anos de carreira. No ano seguinte, diante da volta do Partido Conservador ao poder na Grã-Bretanha, Ken se “desaposentou”, realizou Eu, Daniel Blake e, exatamente agora, está começando um novo projeto.
“O filme, como a literatura, pintura e teatro, pode ser muitas coisas ao mesmo tempo: amor, paixão, drama e entretenimento. Ele não tem de ser sinônimo de banalidade, mas pode fazer-nos vibrar e até mesmo mudar nossa vida. O cinema deve permitir saber mais sobre a condição humana, deve fazer-nos crescer e acordar, porque é um meio que tem muita força”, afirma o cineasta.
Outras informações sobre a mostra podem ser acessadas no endereço www.facebook.com/pg/khoraproducao.
Programação:
3 de abril (terça)
16h15 – Programa Milênio/Globonews – Ken Loach (2017), Brasil, 23 min, DVD, Livre. Entrada franca
17h – Eu, Daniel Blake (2016), de Ken Loach, Reino Unido/França/Bélgica, 97 min, DVD, 12 anos
19h – Jimmy’s Hall (2014), de Ken Loach, Reino Unido /Irlanda/França, 100 min, DVD, 12 anos
4 de abril (quarta)
16h30 – Uma Canção para Carla (1996), de Ken Loach, Reino Unido /Espanha/Alemanha, 127 min, DVD, 12 anos
19h – Pão e Rosas (2000), de Ken Loach, Reino Unido/França/Espanha/Alemanha/Suiça/Itália, 110 min, DVD, 14 anos
5 de abril (quinta)
16h30 – Kes (1969), de Ken Loach, Reino Unido, 111 min, DVD, 14 anos
19h – Vida em Família (1971), de Ken Loach, Reino Unido, DVD, 108 min, 14 anos
6 de abril (sexta)
17h – A parte dos Anjos (2012), de Ken Loach, Reino Unido/França/Bélgica/Itália, 101 min, DVD, 14 anos
19h – Agenda Secreta (1990), de Ken Loach, Reino Unido, 108 min, DVD, 14 anos.
7 de abril (sábado)
14h30 – Versus: the life and films of Ken Loach (2016), de Louise Osmond, Reino Unido, 93 min, 10 anos
16h30 – Ventos da Liberdade (2006), de Ken Loach, Reino Unido/Irlanda/Alemanha/Espanha/França/Bélgica/Itália/Suiça/Holanda, 127 min, DVD, 12 anos
19h – Debate O cinema de Ken Loach, com o jornalista e crítico de cinema Rodrigo Fonseca e a curadora Fernanda Bastos
8 de abril (domingo)
14h – Terra e Liberdade (1995), de Ken Loach, Reino Unido/ Alemanha/Espanha/França/Itália, DVD, 109 min, 16 anos
16h30 – Jimmy’s Hall (2014), de Ken Loach, Reino Unido/Irlanda/França, 109 min, DVD, 14 anos
19h – Ladybird Ladybird (1994), de Ken Loach, Reino Unido, 101 min, DVD, 16 anos
10 de abril (terça)
16h30 – Ventos da Liberdade (2006), de Ken Loach, Reino Unido/Irlanda/Alemanha/Espanha/França/Bélgica/Itália/Suiça/Holanda, 127 min, DVD, 12 anos
19h – Mundo Livre (2007), de Ken Loach, Reino Unido/ Alemanha/Espanha/Itália/Polônia, 96 min, DVD, 12 anos
11 abril (quarta)
16h30 – Vida em Família (1971), de Ken Loach, Reino Unido, 108 min, DVD, 14 anos
19h – Felizes dezesseis (2002), de Ken Loach, Reino Unido, 106 min, DVD, 14 anos
12 de abril (quinta)
17h – Mundo Livre (2007), de Ken Loach. Reino Unido/ Alemanha/Espanha/Itália/Polônia, 96 min, DVD, 12 anos
19h – Apenas um Beijo (2004), de Ken Loach, Reino Unido/Alemanha/Espanha/Bélgica/Itália, 104 min, DVD, 14 anos
13 de abril (sexta)
17h – O Espírito de 45 (2013), de Ken Loach, Reino Unido, 94 min, 12 anos + Sessão comentada com Sérgio Veloso (professor de Relações Internacionais da PUC/ RJ)
14 de abril (sábado)
15h – Riff-Raff (1991), de Ken Loach, Reino Unido, 95 min, Blu-ray, 14 anos
17h – Chuva de Pedras (1993), de Ken Loach, Reino Unido, 90 min, Blu-ray, 14 anos
19h – Rota Irlandesa (2010) de Ken Loach, Reino Unido/França/Espanha/Bélgica/Itália, 109 min, DVD, 14 anos
15 de abril (domingo)
15h – The Navigators (2001), de Ken Loach, Reino Unido/Alemanha/Espanha, 96 min, DVD, 14 anos
17h – Looks and Smiles (1981), de Ken Loach, Reino Unido, 104 min, DVD, 14 anos
19h – Singing the Blues in Red (Fatherland) (1986), de Ken Loach, Reino Unido/Alemanha Ocidental/França, 110 min, DVD, 14 anos
Serviço:
Mostra O Cinema Político de Ken Loach
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Data: de 3 a 15 de abril de 2018 (terça-feira a domingo)
Horários: Consultar programação
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 80 lugares (mais 2 para cadeirantes)
Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Consultar programação
Acesso para pessoas com deficiência
Realização: Khora Produção e Comunicação
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Espetáculo teatral livremente inspirado na obra Um Bonde Chamado Desejo de Tennessee Williams. O projeto nasceu da necessidade de retratar as incertezas que cercam qualquer indivíduo na busca por seus sonhos e desejos mais íntimos, e também de fortalecer a importância do respeito e da representatividade, abordados numa relação homo afetiva e inter-racial.
A equipe é composta por um coletivo de artistas que se uniram em prol da arte e da diversidade, a maioria formada pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. A peça conta com a direção e supervisão geral de Vera Lopes.
SINOPSE
Um artista relembra sua história em busca do seu maior sonho: interpretar a personagem Blanche Dubois. Logo ele começa a reviver seu passado e a paixão por um diretor de teatro. A peça retrata a relação entre dois homens e as consequências de um desejo sem limites, trazendo imagens e provocações através do encontro do teatro com o cinema.
Ficha Técnica
Texto: Jamal D’Izéte
Direção: Vera Lopes
Elenco: Jamal D’Izéte, Daniel Vargas e Isabelle Nassar.
Cenário e Iluminação: Tarso Gentil
Figurino: Tainara Veloso
Caracterização: Wesley Brito
Trilha Sonora: Kaio Cestari e Fernando Katullo
Foto: Bruno Granato e Fernanda Oliveira
Produção: Fernanda Oliveira, Gus Marsoa, Aliny Ulbricht e Will Fernandes.
Realização: Jamal D’Izéte e Celavi Filmes
Serviço:
Data: 03 a 25 de abril
Horário: Terça e Quarta – 20h
Valor do Ingresso: R$40 inteira, R$20 meia
Classificação: 16 anos
Duração: 60 min.
Local: Teatro Municipal Café Pequeno – Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Tel: 21 2294 4480
Estacionamento: Não
Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 14h às 20h