RIO2C REÚNE CRIADORES DE SÉRIES, ROTEIRISTAS, NACIONAIS E INTERNACIONAIS NA BARRA DA TIJUCA, RJ

Dia 4 de abril foi o dia diversos painéis na RIO2C – Rio Creative Conference. O maior evento de criatividade e inovação da América Latina. Misto de rodadas de negócio, pitchings, conferência e festival, que reúne profissionais do audiovisual, da música e de inovação para debater, construir políticas e fazer negócios, com um line up de palestrantes, criadores e decisores de nível global.

A vasta programação do dia reuniu Bruce Miller,  Ed Cherney, Geoff, Moogie Canazio, Cort Lane, além das produtoras Conspiração, O2 e Gullane.

Bruce Miller, roteirista e criador da série The Handmaid’s Tale” (“O Conto da Aia”), produção vencedora dos prêmios de Melhor Série de Drama e Melhor Atriz (Elizabeth Moss) no Globo de Ouro 2018, vencedor de oito Emmy Awards, três Critics’ Choice Movie Awards, falou dos novos rumos da série, de roteiro e personagens da série.

Os engenheiros de som, Ed Cherney, Geoff Emerick (Sgt. Pepper’s Lonely Hearts, entre outros), e Moogie Canazio, premiados e responsáveis por álbuns de artistas consagrados como Rolling Stones, Beatles e Sérgio Mendes, entre outros, participaram de bate-papo sobre música e carreira na Rio2C. E, falaram de suas principais obras. Com medição do músico Zé Ricardo.

Cort Lane, Vice-Presidente Sênior da Marvel para Animação e Entretenimento Familiar, também esteve na Rio2C e falou sobre como a empresa consegue atingir novas audiências, além do público alvo, como pré-escolares (Marvel Super Hero Adventures) e garotas pré-adolescentes (Marvel Rising), e como expande seus negócios e narrativas através de animações multiplataforma, diferentes formatos e durações.

Entre outros painéis e rodas de bate-papo o dia também contou com o Primetime Tv Globo que teve a presença dos produtores da Gullane, O2 e Conspiração e representantes da Globo mediados pelo jornalista e roteirista Rodrigo Fonseca. O tema foram as séries realizadas em co-produção da Globo com as produtoras, como: Sob Pressão, Carcereiros, Treze Dias Longe do Sol, entre outras.

Última apresentação do Show DAMAS DO HUMOR E DA CANÇÃO com Berta Loran e Jane Di Castro, na Sala Baden Powell, em Copacabana

JANE DI CASTRO comemora 70 anos de vida na ultima apresentação do show

“DAMAS DO HUMOR E DA CANÇÃO” ao lado da atriz  BERTA LORAN  no próximo domingo

dia 08 de abril/2018, 19h na Sala Baden Powell, em Copacabana.

Que sucesso estão fazendo as atrizes Berta Loran e Jane Di Castro no show DAMAS DO HUMOR DA CANÇÃO, na Sala Baden Powell. (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 – Copacabana).

Dois dias antes da estreia (no dia 23/03), a atriz veterana Berta Loran completou 92 anos e quase 80 anos de carreira,  agora, no próximo sábado, dia 07 de abril, será a cantora e atriz Jane Di Castro que completará 70 anos de idade e mais de 50 de carreira artística.

É pra comemorar, não?!

Berta Loran está em cena cantando, contando piadas, dançando e emocionando o público quando recita o seu poema “Set Atriz”,ao final de cada apresentação do show “DAMAS DO HUMOR E DA CANÇÃO’.

foto de Luiz Alberto

Jane canta ‘Emoções’ de Roberto e Erasmo Carlos, ‘La Vie En Rose’ e ‘Non, Je Ne Regrette Rien’ do repertório de Edith Piaf, ‘Balada do Louco’ dos Mutantes, ‘Bastidores’ do Chico Buarque de Hollanda eternizado na voz do Cauby Peixoto, ‘Devolvi’ de Adelino Moreira, do repertório de Nubia Lafayette entre muitas outras canções que poderão variar a cada apresentação.

A ideia do show surgiu logo depois da participação de Jane na festa em homenagem aos 90 anos da atriz veterana Berta Loran, em 2016, quando foi lançado sua biografia – BERTA LORAN: 90 ANOS DE HUMOR –  escrita pelo produtor e jornalista João Luiz Azevedo.

O que, inicialmente seria uma pequena participação de Jane no show da Berta, transformou-se em uma grande parceria no palco… uma dupla do humor e da canção, como o título do show, tão bem sugere.

As duas atrizes estão lindas e felizes em cena… cada uma delas com seu encanto e emoção.

Quem foi, aplaudiu de pé!

 

SERVIÇO:

DAMAS DO HUMOR E DA CANÇÃO

Com Berta Loran e Jane Di Castro

Acompanhamento do músico Lucio Mariano

Dia 08 de abril 2018

Horário: Domingos 19h

Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30,00 ( estudantes, jovens até 21 anos e a partir dos 60 anos)

Duração: 90 minutos;

Classificação indicativa: Livre

Local: Sala Municipal Baden Powell

Capacidade: 469 lugares

Endereço: Av. Nossa Srª de Copacabana, 360 – Copacabana

Gênero: Show Humor e Musica.

Jesuton part. esp. AfroJazz (Teatro Rival Petrobras)

Jesuton começou a fazer sucesso cantando nas ruas do Rio de Janeiro usando apenas um amplificador. Vídeos de suas performances de canções de Adele, Amy Winehouse, Rolling Stones e outros, viralizaram pela internet. De canção em canção, a britânica de alma carioca conquistou seu espaço no célebre mundo da música. Agora ela volta ao Teatro Rival Petrobras, na Cinelãndia, na próxima sexta, dia 06 de abril, às 19h30, apresentando “HOME” (Som Livre), seu terceiro álbum, o primeiro autoral. O show vibrante e pra cima tem a participação especial dos metais do AfroJazz, na banda.

A cantora pisa no palco estrelar do Rival Petrobras após uma apresentação arrebatadora no festival Lollapalooza. O novo disco fala sobre deslocamento, viagem, mudança, movimento e, simultaneamente, sobre busca, reconhecimento e construção do lar. “Home” remete às andanças da artista pelo mundo e à busca por um lugar para chamar de lar. “Aprendi que esse é um conceito altamente fluido”, explica. Carregado de poesia e reflexões sobre seu espírito livre, as músicas são um carinho nos ouvidos.

Em parceria com Mario Caldato, produtor de Jack Johnson e Seu Jorge (Don’t Think So), o álbum revela o universo e a alma viajante da cantora. O título “Home”, que também é o nome de uma das principais faixas do disco, remete à busca da artista por seu lugar no mundo. Filha de mãe jamaicana e pai nigeriano, Jesuton sempre teve dois interesses marcantes: a curiosidade pela cultura latina e a paixão pela música. Depois de viajar por vários países veio ao Brasil por alguns meses, em 2012, onde acabou se estabelecendo.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 06 de abril (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô/VLT: Estação Cinelândia

Ingressos: Setor A: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia*) | Setor B: R$ 60 (inteira), R$ 40 (200 primeiros pagantes) e R$ 30 (meia*) | Setor B – laterais: R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia*)

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j

Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários Petrobras

A arte de ser mulher: um mundo “mais caro” na contramão do “ganhando menos”

É visível que ser mulher custa caro. Mas como todo seu jeitinho, elas conseguem viver com a aparência intacta, bem-humoradas e dando conta do planejamento financeiro

O brasileiro já é conhecido mundialmente por seus gastos. Não à toa o setor de viagens e hotelaria adora os turistas daqui.

Mais do que “querer do bom e do melhor”, uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 49,4% da população investe na aparência física, com roupas, calçados e acessórios encabeçando a lista das compras.

Se os homens, muitos hoje metrossexuais, já desembolsam boa fatia do seu orçamento, quem dirá as mulheres!

Primeiramente, pelo próprio impulso de comprar, característico entre 9 de 10 mulheres. Depois, pela taxa rosa (pink tax), que faz com que o mesmo produto similar aos homens, porém destinado ao público feminino, seja mais caro.

De acordo com um levantamento do aplicativo AVEC, as paulistas lideram o ranking das que mais gastam em salões de beleza, com uma média de R$ 100 ao mês, chegando a R$ 1500, dependendo dos procedimentos e da frequência.

Muitas gastam 50% do seu salário em produtos de beleza e higiene pessoal, aumentando essa porcentagem quando entram nesse contexto os perfumes.

“Não existe uma única mulher que consiga dar uma volta no shopping e não compre nada. E isso reflete no que podemos constatar nas sacolas. Acessórios e produtos para cuidados com a pele e cabelos são aqueles mimos que nós buscamos nos dar quando a roupa ou o calçado não são prioridades”, ressalta Jennifer Lobo,matchmaker e CEO da plataforma Meu Patrocínio.

Como fica a relação gastar mais e ganhar menos?

Por mais empoderadas e gabaritadas profissionalmente, ainda assim a disparidade entre os salários entre homens e mulheres é gritante.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística) em cargos de gerência, por exemplo, os homens ganham em média R$ 5.222, enquanto as mulheres recebem R$ 3.575.

O mesmo estudo aponta que a diferença por hora trabalhada chega a R$ 13 entre os gêneros no mesmo cargo.

Assim como citado no livro “Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?”, a história do homem provedor do sustento da família vem desde os primórdios.

E ainda que muitas neguem ou torçam o nariz para a ideia, algumas mulheres buscam um parceiro que traga estabilidade econômica.

Obviamente, estamos em outra Era e novos tempos, mas nem todas almejam revolucionar esses processos culturais ou deixar de unir o amor a um patamar econômico seguro.

Aliar amor e segurança econômica é uma boa saída

Sendo assim, o conceito de relacionamento sugar pode ser interpretado como algo que sempre aconteceu, mas não tinha uma nomenclatura específica.

Nessa forma de se relacionar, as questões financeiras e as expectativas de vida do casal são alinhadas de forma transparente desde o início.

Jennifer Lobo conta que mulheres mais novas tendem a buscar parceiros que tragam esse tipo de segurança.

“As mais jovens, estudantes ou em início de carreira têm buscado na figura do provedor uma forma de driblar as consequências das diferenças salariais que ocorrem no mercado de trabalho, garantindo a manutenção do seu estilo de vida”, comenta.

Ela salienta que o dinheiro ainda é um tabu e está em jogo nas parcerias emocionais.

“É evidente que ser mulher custa mais caro. O salário, muitas vezes, não é capaz de propiciar todos os produtos e serviços que a mulher deseja”, opina.

E finaliza: “De certa forma, contar com um parceiro para isso garante uma posição mais igualitária, mesmo que seja somente para bancar os estudos, permitindo à mulher, lá na frente, usar as suas próprias armas de conhecimento e experiência para lutar por seus direitos”.

Pato Fu apresenta “Não Pare Pra Pensar “ no Rio de Janeiro Show acontece dia 5 de abril, no Teatro Rival Petrobras

Com 25 anos de estrada, o Pato Fu não cansa de se reinventar. A banda mineira que já se destacou nas principais premiações nacionais, conquistou um Grammy Latino, vendeu discos de ouro e emplacou canções em trilhas de novela, é conhecida por se manter incansavelmente original; John, guitarrista e principal compositor do grupo, define: “Somos a mesma banda. Não somos mais a mesma banda.”

O grupo mineiro formado por Fernanda Takai (voz), John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Glauco Mendes (bateria) e Richard Neves (teclados), já foi considerada pela Revista TIME como uma das dez melhores bandas do mundo fora dos Estados Unidos, e vem colecionando hits autorais – entre eles Canção Pra Você Viver MaisSobre o TempoPerdendo DentesAntes Que Seja TardeSimplicidadeDepois e Made in Japan – além de ganhar notoriedade pela criatividade e originalidade em suas regravações, a exemplo de Ando Meio Desligado (Os Mutantes), ou Eu Sei (Legião Urbana).

Para o show que acontece no próximo dia 5 de abril (Quinta), no Teatro Rival, o Pato Fu apresenta seus maiores sucessos junto de canções do mais recente álbum, Não Pare Pra Pensar, o mais dançante da carreira. Neste trabalho, elementos eletrônicos se juntam a riffs poderosos de guitarras e baterias possantes. “Timbres de eletrônica são muito legais e estão cada vez mais fáceis de usar. Tinha tudo a ver com esse disco, que tem muito rock, guitarras cruas, mas ao mesmo tempo tem esses sons de moogs, arpeggiators. Tentei enfiar na maioria dos arranjos deste álbum, pra dar um temperinho de dance music”, explica John. Fernanda está bem feliz com o clima do mais recente disco. “Acho que ele tem uma mensagem bem positiva. Uma recarga de energia para a gente e para quem o escutar”, diz.

O Pato Fu é com certeza uma das bandas brasileiras mais fiéis às suas origens. O motivo? Com a palavra, John Ulhoa: “Acho incrível que a gente tenha feito sucesso com um projeto tão improvável como prometia ser pelo som do primeiro disco. Tenho certeza de que é um privilégio, mas, ao mesmo tempo, penso que certas escolhas que fizemos ao longo da carreira vão fazendo com que seja possível a gente sempre estar perto daquilo de que gostamos e longe do ‘fazer por conveniência’. Muitas vezes optamos por um caminho menos óbvio no lado comercial, torcendo para que nossos palpites encontrassem eco em outras pessoas. Lá no começo dizíamos que queríamos uma carreira longa e digna. Acho que já posso dizer que conseguimos. Como diria Spock: ‘Live long and prosper’”, conclui.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 5 de abril, (quinta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: A partir R$50 (inteira) / R$25 (meia, estudante/Idoso/Professor da Rede Pública/Funcionário Petrobras) e R$25 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j
Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

SÃO RECÉM-CASADOS? VEJAM ESTAS DICAS QUE AJUDARÃO COM A ROTINA DA CASA NOVA

Por Bia Martins, Sócia da BIA MARTINS – ORGANIZADORA DE LARES, empresa
especializada em organização, rotina diária e adaptação dos
funcionários da casa

Adaptados à rotina da casa dos pais, ou ao cantinho em que moravam
sozinhos, muitos recém-casados ficam perdidos no novo lar. Se você se
encaixa neste cenário, veja as dicas abaixo. Será um problema a menos
para vocês poderem curtir essa fase deliciosa!

1- Façam um planejamento sobre o funcionamento da casa, e que tipo de
funcionária terão: uma diarista, ou uma empregada fixa.

2- Planejem a mudança para evitar stress. Se puderem, contratem um
profissional para fazer a primeira organização do novo lar. Ajuda muito
já começar a rotina da casa de forma estruturada.

3- Dividam as tarefas domésticas e anotem essa divisão para evitar
confusões. Lembrem-se de que este é um dever de ambos. O quanto antes
tiverem clareza sobre a importância do trabalho colaborativo em casa, mais
sucesso terão em tornar esse lar um ambiente leve e fluido.

4- Instituam o “mural das regras da casa”, com as premissas e regrinhas
básicas do casal.

5- Montem uma lista de compras padrão de supermercado, para evitar aquele
stress de ter sempre que lembrar do que está faltando e, invariavelmente,
esquecer alguma coisa.

6- Combinem um dia da semana para ir ao supermercado. As compras semanais
evitam desperdícios e aumentam o prazer na escolha e no consumo dos itens.

7- Façam a organização dos armários logo após a mudança, e não
deixem nada sem um lugar especifico. Neste ponto, contar com ajuda
profissional especializada faz toda a diferença.

8- Usem e abusem de aliados na organização, tais como cestinhas,
penduradores e etiquetas.

9- Montem uma rotina da casa de acordo com a suas necessidades, separando
um dia da semana para lavar roupa e outro para passar. Roupa de cama e
toalhas de banho, por exemplo, devem ser trocadas toda semana, podendo ser
lavadas juntas, porém, separadas das demais roupas.

10- O ideal é ter apenas 3 jogos de roupa de cama e de toalha de banho
para o casal, e 2 jogos para visitas, se for o caso.

Boa sorte, e sejam felizes nesta nova vida a dois!

 

 

SOBRE A BIA MARTINS – ORGANIZADORA DE LARES
Empresa especializada em organizar qualquer tipo de residência, da lista
de compras e cardápio, aos melhores lugares para guardar suas coisas, de
acordo com o ritmo da casa. São projetos para quem mora sozinho ou com a
família. Mas sempre baseados no tripé: organização, rotina diária e
adaptação dos funcionários da casa, que são treinados para manter a
organização elaborada.

As especialidades da empresa são:

Otimização de ambientes
Para organizar é preciso desapegar. Depois de uma “faxina”, está na
hora de encontrar o melhor lugar para guardar o que fica: utensílios
domésticos, peças de roupas, brinquedos – das crianças e dos adultos.
Isso permite que se crie espaço para a energia fluir na casa e tempo livre
para quem a habita.

Dia-a-dia
Uma casa fluida também se torna mais sustentável e econômica. Ao
estabelecer uma rotina com definição de tarefas, elaboração de lista de
compras e cardápio semanal, por exemplo, é possível identificar onde há
desperdício. Seu bolso e o planeta agradecem!

Adaptação do funcionário
Acreditamos que para a continuidade do nosso trabalho tenha sucesso, é
preciso garantir que a rotina do lar seja seguida por todos de forma
harmoniosa. E sabemos que para isso acontecer, é necessário haver uma
relação respeitosa entre todos: moradores e funcionários. Neste quesito,
Bia Martins, tem grande experiência como interlocutora e veículo para
facilitar e tornar mais objetiva e produtiva a comunicação entre
funcionários e os donos da casa.

Solteirice
Você decidiu morar sozinho – ou se separou -, mas se deu conta de que
não sabe cuidar de casa? Nós te ajudamos nesta nova etapa da sua vida: da
compra do enxoval aos materiais de limpeza e, principalmente, como e quando
usá-los. Tudo estará em ordem para receber os amigos para o esquenta e os
pais para um café. E, se ainda assim, você achar que não dará conta do
recado sozinho, podemos te ajudar a encontrar o profissional certo para te
ajudar a cuidar da manutenção da sua casa.

Recém-Casados
A gente quer que a harmonia, alegria e leveza da lua-de-mel permaneçam
entre os noivos no novo lar quando a vida a dois efetivamente começar. Por
isso, montamos um programa que começa muito antes, ainda na preparação
da lista de presentes de casamento. Para entender o que será necessário e
funcional para a nova casa, entrevistamos o casal para saber quais são os
hábitos de cada um. Cabide ou gaveteiro? Frito ou assado? Ao ter
consciência sobre os hábitos de cada um é possível organizar um novo
lar, adequado ao novo casal que se forma, com a cara dos dois.

Sesc Copacabana apresenta “Maria!”, uma ode ao cronista e compositor Antônio Maria
Inez Viana dirige Claudio Mendes no espetáculo “Maria!”, uma ode a Antônio Maria, cronista admirável e compositor dos mais notáveis
Estreia dia 12 de abril, quinta-feira, no Mezanino do Sesc Copacabana
“Maria!” chega neste momento em que o primeiro samba-canção completa 90 anos
 
Na TV Globo, Claudio Mendes está na novela “O Outro Lado do Paraíso” e foi escalado “O Tempo não para”, próxima novela das 19h

O Mezanino do Sesc Copacabana recebe, de 12 de abril a 6 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h, o espetáculo “Maria!”, com dramaturgia e atuação de Claudio Mendes. A peça é uma organização das crônicas e canções de Antônio Maria, costuradas de modo a constituírem um enredo. O tempo cronológico do espetáculo é o de um dia na vida de Maria, o dia de seu aniversário, mas suas lembranças é que dão o tom biográfico que cria o enredo da peça. “Maria!” resgata o poeta e o traz de volta à luz no seu “palco original”, Copacabana, bairro no qual viveu a maior parte de sua vida. Em cena, Claudio Mendes atua em um palco em forma de arena, acompanhado pela violoncelista Maria Clara Valle. A direção é de Inez Viana.

– Falar do Maria hoje é, de certa forma, entrar em contato com um Rio menos ansioso e violento, onde o que reina na noite são os boêmios e os poetas -, comenta Inez Viana.

O espetáculo começa com o artista voltando para casa, um apartamento de quarto e sala em Copacabana, com o dia amanhecendo, vindo de mais uma noitada boêmia. Faz uma ode ao Rio de Janeiro, cidade que escolheu para viver e também critica seu abandono. Antes de dormir fala sobre cansaço, velhice e sua vida irrequieta. Adormece, enfim, e ao acordar entre as várias tarefas que tem para cumprir, escrevendo crônicas para a rádio e para o jornal, conversa sobre feiura, velhice, solidão, amor, trabalho, dívidas, insatisfações. Sem conseguir escrever uma linha, nem sobre si mesmo, ele abre o seu diário e relembra o Carnaval de sua infância no Recife, sua chegada ao Rio de Janeiro, na Lapa dos anos 40, cheio de deslumbramentos. Ao anoitecer ele sai de casa, vai cair no Sacha’s, como sempre, e lá encontra seus amigos: Vinícius, Di Cavalcanti, Maysa e lamenta a perda de sua amiga querida, Dolores Duran, de quem se recorda com muita saudade. Dia amanhecendo, nosso cronista volta para casa pela orla, onde o “colar de pérolas” ainda aceso vai se apagando com a luz da manhã. Ele fala sobre Copacabana, bairro onde morou boa parte de sua vida e onde morreu. Chegando em casa ele só quer o merecido descanso, o sossego. É apenas mais uma noite de sono, mas podemos imaginar que possa ser a última. O Menino Grande deixa-nos um último samba, melancólico, mas cheio de humor, como era o próprio Antônio Maria.

A respeito de sua atuação, Claudio Mendes comenta que “não há uma tentativa de mimetizar o personagem Antônio Maria, reproduzindo sotaques, trejeitos e voz, porém o texto é todo dito em primeira pessoa. Então, é o Antônio Maria na voz do ator Claudio Mendes.” E citando seu envolvimento com este trabalho Claudio diz que “minha alma colou na do Maria desde a primeira leitura. Nesse espetáculo quero tentar traduzir para o teatro, toda beleza, poesia, humor, acidez, ironia, a graça das palavras deste grande cronista, poeta e compositor. Quero emprestar a ele o meu melhor, como ele me deu o melhor que havia nele e fazê-lo chegar às pessoas. Acho o momento perfeito para se ouvir Antônio Maria.”

Pequena biografia de Antônio Maria

Nascido em 17 de março de 1921, no Recife, Antônio Maria foi um dos maiores craques literários de todos os tempos. Cronista admirável, com pleno domínio e intimidade com a sonora língua portuguesa, falava e escrevia com exigência de estilo, beleza poética e técnica de mestre.

Seu primeiro emprego, aos 17 anos, foi o de apresentador de programas musicais na Rádio Clube Pernambuco. Em 1940, se muda para o Rio de Janeiro para ser locutor esportivo na Rádio Ipanema. Em 1947, se torna diretor artístico da Rádio Tupy. Convocado por Assis Chateaubriand foi o primeiro diretor de produção da TV Tupi, inaugurada em janeiro de 1951. Durante mais de 15 anos, escreveu crónicas diárias para O Jornal. Em 1952, Maria foi um dos primeiros contratados da Rádio Mayrink Veiga. Em 1957, com Ary Barroso, apresentou o programa “Rio, Eu Gosto de Você”, na TV Rio. No Jornal O Globo, em 1959, manteve a coluna Mesa de Pista, tendo então se transferido para o Última Hora.

Antônio Maria foi ainda compositor dos mais notáveis da música popular brasileira, também ali seu estilo se fazia presente: sambas, sambas-canção, valsas, frevos e alguns prenúncios da bossa nova, que fizeram muito sucesso no Brasil e no exterior. Maria era, além de poeta da alma humana, um documento vivo dos costumes de sua época, incorporando em suas crônicas a linguagem do povo, enriquecendo os dicionários do nosso idioma. A noite do Rio, os modismos dos anos dourados, os seus “personagens”, alegrias e dissabores de encontros amorosos e sua fascinação pelas mulheres, poesia, música, política, esporte, teatro, restaurantes, moda, vida social, humor, amor, está tudo em Antônio Maria, que é autor de obras-primas da música brasileira como “Valsa de Uma Cidade” e “Manhã de Carnaval”, uma das canções brasileiras mais conhecidas no exterior. Muito conhecido por suas canções dor-de-cotovelo como “Ninguém me Ama” e “Se eu Morresse Amanhã”, Maria tem uma vasta obra que inclui ainda “As Suas Mãos”, “Canção da Volta” e “Frevo nº1 do Recife”.

Antônio Maria, cardiopata desde a infância, faleceu fulminado por um enfarte do miocárdio  na madrugada de 15 de outubro de 1964, em Copacabana, quando se dirigiu para o Le Rond Point.

Claudio Mendes, ator

Claudio Mendes é ator com mais de 30 anos de carreira e 70 espetáculos realizados com diretores como Amir Haddad e Aderbal Freire-Filho, seus parceiros mais frequentes e dos quais se considera um discípulo, tendo sido dirigido também por André Paes Leme, Moacir Chaves, Luis Artur Nunes, Bia Lessa e muitos outros. Claudio Mendes está indicado como melhor ator coadjuvante ao Prêmio APTR por seu trabalho em “Agosto”. Está na nova série brasileira da NETFLIX, “O Mecanismo”, direção de José Padilha, que estreia dia 23 de março, e no elenco de três filmes que serão lançados em 2018: “Simonal”, de Leonardo Domingues, protagonizado por Ísis Valverde e Fabrício Boliveira, “Carlão e Carlinhos”, de Pedro Amorim, com Luís Lobianco à frente do elenco, e “Um Animal Amarelo” de Felipe Bragança. Atualmente está na novela “O Outro Lado do Paraíso”, da TV Globo e foi escalado para a próxima novela das 19h, “O Tempo não para”, também da Globo.

Inez Viana, direção

Inez Viana tem mais de 30 anos de profissão. É atriz, cantora e diretora com várias indicações e prêmios conquistados. Seu talento como atriz é reconhecido entre colegas, público e crítica, a exemplo do sucesso “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, espetáculo de 2007, com o qual tem feito várias temporadas e apresentações, festivais e turnês pelo Brasil. Artista importantíssima no cenário teatral carioca, Inez tem muitas contribuições ao teatro nacional como a participação no Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, grupo consagrado nos anos 90, dirigido por Aderbal Freire-Filho. É fundadora e diretora da Cia OmondÉ que, com 8 anos de trajetória e 6 espetáculos em repertório, atualmente prepara, para junho de 2018, a montagem de “A Mentira”, texto de Nelson Rodrigues, inédito no Teatro.

Ficha Técnica

Autor: Antônio Maria
Dramaturgia: Claudio Mendes
Direção: Inez Viana
Elenco: Claudio Mendes
Instrumentista: Maria Clara Valle
Assistente de Direção: Marta Paret
Direção Musical: Ricardo Góes
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurino: Flavio Souza
Produção: Barbara Montes Claros
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Silvana Andrade
Fotos e Vídeo: Elisa Mendes

Mídias Sociais: Rafael Teixeira
Realização: J.R. Mac Niven Produções Ltda.

Serviço

Local: Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 2547-0156
Temporada: 12 de abril a 6 de maio

Dias: Quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Ingressos: R$ 7,50 (Associados do SESC) e R$ 30,00 (casos previstos em lei pagam meia)
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 70 minutos
Lotação: 80 pessoas
Evento “Valqueire Rock Beer e Burguer é a nova aposta da Feira Gastronômica Itinerante

Evento traz show de rock aliado à gastronomia sob  rodas e inova com palco de karaokê

A Praça Saiqui promete ser o destino certeiro dos apaixonados por Rock. É que nos dias 06, 07 e 8 de abril (sexta a domingo) a Feira Gastronômica Itinerante invade a região com a edição “Valqueire Rock Beer e Burger”, reunindo bandas de rock da região, com o melhor da gastronomia local. A feira acontece das 17h as 23, com entrada gratuita.

Nessa edição serão três dias de programação variada. A grande novidade acontece já no primeiro dia do evento (sexta), onde o palco de atrações estará aberto para os corajosos que gostam de soltar a voz. Haverá um karaokê temático de rock. Para participar, basta se inscrever no local, por ordem de chegada. O sábado, contará com a presença da banda Los Tchellos que revive as décadas de 60 aos 90 com as mesmas características que essas épocas deixaram na historia: Atitude e muito Rock And Roll!

Pra fechar a programação, o domingo tem djs tocando a noite toda. Os três dias contam com uma programação intensa que vai de atrações musicais com DJs, área de jogos, stands de moda, palestras sobre o universo das cervejas e área infantil, para  completar ainda mais a programação do fim de semana.

Dando um sabor todo especial na grande festa, os food trucks apresentam cardápios diversificados, dando um toque especial na programação gratuita. Dentre as marcas, estão confirmadas as marcas: Poseidon, Barril Beer Truck, Vulcano, Skullburger, Chopp Town, Prof.Linguiça, Fass Bier entre outros. Para esta edição são esperadas cerca de 5000 pessoas durante todo o evento.

“O carioca é cervejeiro e musical. Queremos trazer para a Zona Oeste um evento de qualidade que possa colocar os fãs do estilo Rock conectados com suas musicas favoritas”, finaliza o organizador do evento, Fábio Loio.

Serviço:

Local: Praça Saíqui – Vila Valqueire

Data; De 06 a 08 de abril (sexta, sábado e domingo)

Horário: das 17h as 23h

Endereço: Rua Luiz Beltrão, 37 – Vila Valqueire – RJ

 

“Cargas D’água – Um Musical de Bolso” estreia em abril no Espaço Cia da Revista 
Musical autoral e inédito, escrito por Vitor Rocha, mesmo autor de Casusbelli, estreia em São Paulo no final do mês de abril.
“Cargas D’Água” é um musical inédito, autoral e regional brasileiro escrito e dirigido por Vitor Rocha (autor de Casusbelli) que, por não necessitar de grandes recursos e ter uma curta duração, é apelidado de “um musical de bolso”.
Uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”. Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral. Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e também para a deles.
O musical que é curtinho, assim, de bolso mesmo, tem um elenco bem parecido, tendo no palco apenas três atores: Ana Paula Villar como Pepita, André Torquato como Moleque e Vitor Rocha como Charles, como swings do espetáculo estão Gustavo Mazzei e Victória Ariante que também assina assistencia de direção.
“Cargas D’água” possuí dez músicas autorais, de Vitor Rocha e Ana Paula Villar com produção musical de Paulo Altafim, pois todas os arranjos foram gravados e mixadas em estúdio, não tendo assim, uma banda ao vivo no palco, mas cantadas ao vivo por todos os atores em cena.
Um musical curtinho, mas que promete fazer um estrago em seu coração após assistí-lo.
O musical estreia no dia 29 de abril, no Espaço Cia da Revista, às 17h. Os ingressos custarão R$60,00 inteira e R$30,00 meia.
  • Serviço:
  • De 29 de abril a 27 de maio
  • Todos os domingos às 15h
  • Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecilia, São Paulo – SP)
  • R$60,00 inteira e R$30,00 meia (diante a apresentação de documento)
  • Os ingressos podem ser adquiridos no local do evento uma hora antes.
  • Duração de 90 minutos
  • Ficha Técnica:
  • Idealização e Texto: Vitor Rocha
  • Letras e Músicas: Ana Paula Villar e Vitor Rocha
  • Direção: Vitor Rocha
  • Assistência de Direção: Victória Ariante
  • Direção musical e arranjos: Hector de Paula
  • Produção Musical: Paulo Altafim
  • Harmonizador: Walter Amantéa
  • Cenário: Elefante na Lata
  • Fotos e Vídeos de Divulgação: Tomaz Quaresma
  • Elenco: Ana Paula Villar, André Torquato, Gustavo Mazzei, Victória Ariante e Vitor Rocha
  • Músicos: Beatriz Schmidt, Cauê Brisolla, Fernando Bastos, Gabriel Fabbri, Hector de Paula, Ivo Vatanabe
SEXO E CÂNCER: UMA DISCUSSÃO IMPORTANTE

Durante o tratamento, é possível manter a relação sexual saudável e prazerosa

 Milhões de pessoas no Brasil e no mundo são acometidas pelo câncer diariamente. Com o avanço da medicina a vida destes pacientes tem se estendido muito mais e hoje se fala num assunto que há anos era tabu: qualidade de vida e isto inclui vida sexual ativa.

Pois bem, como é a vida sexual dos pacientes com câncer, principalmente de pessoas ainda jovens que estão em plena fase ativa sexual?

De acordo com o oncoortopedista Marcelo Bragança, do Hospital Clementino Fraga Filho da UFRJ, a descoberta da doença gera um impacto importante na vida do paciente, afinal, são vários os medos e angústias que podem surgir neste momento. “O tratamento pode interferir, pois dependendo da terapia utilizada, como a quimioterapia ou até mesmo cirurgias, mudanças físicas podem acontecer, dentre elas perda de cabelos, novas cicatrizes pelo corpo e até mesmo secura vaginal.  Sem contar o mal-estar, com fortes enjoos e cansaço, que definitivamente não são nada animadores” explica o especialista.

Os números não deixam dúvidas: até 2030 são calculados 27 milhões de novos casos de câncer no planeta, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer- INCA e mais do que nunca é necessário falar sobre a doença e suas conseqüências. Neste cenário, abordar as formas de prevenção, os avanços da medicina e as formas de tratamento são aspectos importantes que envolvem a doença e devem ser esmiuçados. Cada vez mais cresce o número de pacientes que convivem com a enfermidade por anos e anos. As taxas de cura crescem, mas também as de sobrevida. É o momento de dar atenção e focar na qualidade de vida do paciente e não apenas no combate ao tumor. E por que não incluir a sexualidade nessa discussão?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que o sexo é um dos quatro pilares da qualidade de vida. A abordagem desse tema no tratamento de câncer no Brasil ainda não é uma realidade, mas vem ganhando força. “O sexo é importante para o paciente com câncer na mesma magnitude que é para o paciente sem câncer. Porém, para que ocorra, é fundamental que o organismo (corpo e mente) esteja em condições”, afirma Marcelo Bragança.

O especialista admite que, apesar da importância da vida sexual para o paciente – e o companheiro ou parceira – a maioria dos médicos não aborda sistematicamente o impacto do câncer e seu tratamento sobre a função sexual. “Problemas sexuais são geralmente negligenciados a menos que o paciente seja assertivo em uma situação de crise”, diz. Para ele, como primeiro passo, os médicos devem discutir o atual nível de atividade sexual do paciente antes de iniciar o tratamento. “A consciência de problemas potenciais irá ajudar o paciente a adaptar-se às dificuldades do pós-tratamento. A discussão pré-tratamento sobre sexualidade fornece uma base para comparação durante reavaliação após tratamento. Quando são identificados problemas específicos, os médicos podem programar com sucesso intervenções que não exigem treinamento extensivo em terapia sexual”, sugere Bragança, lembrando que são centenas os tipos de neoplasias e a vida sexual não é alterada em todos os tipos de câncer.

“Depende da natureza biológica, localização, história natural da doença, tratamento necessário. É fundamental a avaliação individualizada de cada caso”, comenta. No entanto, em dois tipos muito frequentes – o câncer de mama e o de próstata – o paciente, segundo ele, “em alguma etapa do tratamento, seja ele cirúrgico ou sistêmico (quimioterapia ou hormonioterapia), passará por modificações orgânicas que vão influenciar o desempenho sexual”.

Ainda de acordo com Marcelo Bragança, a abordagem do sexo no tratamento do câncer não está consolidada no Brasil. Nos Estados Unidos, já se fala em uma especialidade denominada oncosexology (ou oncosexologia, em tradução livre) para tratar as questões da sexualidade desses pacientes. “Vai muito da percepção que o oncologista tem do tratamento”. Ele explica a razão: “Durante muito tempo os médicos tinham a vivência de pensar o paciente com câncer como um paciente temporário. As taxas de sobrevida eram curtas. Hoje vivemos um estágio em que cada vez mais as taxas de cura são maiores e taxas de sobrevida mais expressivas. Determinadas questões que não apareciam 10 anos atrás, hoje são bastante atuais” alerta o médico.

De modo geral, as relações sexuais não estão proibidas durante o tratamento (a não ser que esta seja uma prescrição médica, claro). Abaixo, Marcelo Bragança lista uma série de cuidados importantes a seguir:

  • Durante o tratamento com quimioterapia ou radioterapia, deve-se evitar a gravidez, pois o feto pode ser agredido. Converse com seu médico para saber qual o melhor método contraceptivo.
  • Homens em tratamento também devem evitar ter filhos, portanto o uso de camisinha é essencial.
  • E por falar em camisinha, seu uso também será fundamental enquanto o paciente estiver com a imunidade baixa. É possível que algumas infecções sejam transmitidas na hora do sexo, e a pessoa em tratamento não pode se arriscar!

  • Mulheres em tratamento podem apresentar secura vaginal, provocando dores durante as relações sexuais. Para aliviar a falta de lubrificação, existem diversos hidratantes vaginais e lubrificantes naturais. Converse com o médico e veja qual o melhor para você. Testar diferentes posições também pode tornar o momento mais íntimo e agradável.