HARMONITANGO FAZ SHOW NO TEATRO DA CAIXA NELSON RODRIGUES

 Trio formado por José Staneck (gaita), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zaugy (piano) executa clássicos do movimento Tango Novo, que comemora, junto com a Bossa Nova, seus 60 anos

 O Harmonitango fará três apresentações no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues, nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2018 (sexta, sábado e domingo), às 19h. No programa das apresentações, o repertório do CD lançado em 2017, em homenagem a Astor Piazzolla, que é o primeiro do trio, além de outras obras-primas do músico argentino, como as Quatro Estações Portenhas. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

De formação inusitada, o grupo é composto por músicos de grande experiência camerística: José Staneck (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zagury (piano). Através da fusão de seus estilos, o trio encontra na obra de Astor Piazzolla uma maneira de se expressar de forma emocionante e vibrante, valorizada pela riqueza tímbrica de seus instrumentos e criando uma sonoridade surpreendente dentro de uma obra fascinante.

A similitude da sonoridade da harmônica com o bandoneon transfere à música de Piazzolla toda a energia de um dos mais importantes compositores do século XX, numa poderosa usina de sons valorizada pelos arranjos e pela execução do Harmonitango.

“Tanto o bandoneon quanto a harmônica tem origem no mesmo instrumento oriental chamado sheng – voz sublime. Trazer o repertório do grande mestre Piazzolla para a harmônica explorando suas similitudes, torna-o ainda mais intimista e emotivo”, explica José Staneck.

Com produção de Sérgio Roberto de Oliveira, o CD de estreia do Harmonitango inclui duas das maiores criações de Piazzolla: Adiós Nonino, dedicada ao seu pai que acabara de perder, em 1959; e Libertango, tema consagrado pelas interpretações do compositor e das várias releituras mundo afora. A Libertango se juntam, na gravação, Meditango e Violentango, que pertencem a uma série original de sete tangos (além dos três citados, NovitangoUndertangoAmelitango e Tristango) lançados em único disco, de 1974.

 Harmonitango

Criado em 2010, o Harmonitango já se apresentou em diversas salas de concerto do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Brasília, Goiânia, Maringá, Londrina etc, sempre com grande receptividade do público e da crítica especializada. O grupo tem como seu principal objetivo a divulgação da música de Piazzolla e dos grandes compositores brasileiros, tudo com arranjos feitos pelos próprios músicos.

Ficha técnica:

Gaita: José Staneck

Piano: Sheila Zagury

Violoncelo: Ricardo Santoro

 

Produção executiva: Kryka Pujol

Direção Artistica: Jose Staneck

Realização: Aplauso Conexão Musical

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Serviço:

 Harmonitango faz show na CAIXA Cultural

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues  

Endereço: Avenida República do Chile, 230, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3509-9600/ (21) 3980-3815  

Lotação: 400 lugares (08 para cadeirantes). 

Datas: 13, 14 e 15 abril de 2018 (sexta, sábado e domingo)

Horário: 19h

Duração: 70 min

Ingressos: Plateia – R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)/ Balcão: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h. (As vendas de ingressos iniciam na terça-feira, dia 10, na bilheteria do Teatro).

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Festival de frutos do mar no Picanha e ETC

Consagrada na Barra da Tijuca, restaurante Picanha & ETC tem opções para todos os paladares

Picanha e ETC – Risoto de polvo

 Localizada no posto cinco da orla da Barra da Tijuca, a Picanha & ETC é uma das churrascarias mais tradicionais da região, que reúne de executivos a família e amigos em encontros informais de um típico pós-praia. Dividida em três ambientes, a casa tem uma atmosfera descontraída, com salão principal, espaço com mesas separadas por baias que criam clima mais intimista, além de uma agradável varanda ao ar livre e de frente para a orla da Barra da Tijuca.

Picanha e ETC – Bacalhau nas Natas

Muito mais que uma simples churrascaria, o Picanha & ETC apresenta um cardápio exclusivo de frutos do mar e a novidade é o Festival de Frutos do Mar que a casa oferece até o dia 21 de abril. O cardápio, preparado exclusivamente para a data, apresenta atraentes opções como o Risoto de Polvo(R$190), Linguado à Dorê – filé de linguado empanado, acompanhado de purê de batatas e molho de camarão (R$85), Moqueca Capixaba – tradicional moqueca capixaba com o toque especial da casa e servida com arroz branco e farofa de dendê (R$159), Bacalhau às Natas – lascas de bacalhau cozido, refogado ao molho branco e batatas cozidas. Gratinado com uma generosa porção de queijo parmesão acompanhado com arroz de brócolis (R$39).

Picanha e ETC – Churros de Banana

Para fechar, o famoso Churros de Banana (R$19). Na carta de bebidas, a casa indica os aperitivos nacionais (R$14), além da bagaceira portuguesa (R$24) os drinks exclusivos da casa.

 

 

Serviço:

Nome: Picanha e ETC

Endereço: Av. Lúcio Costa, 2900, Barra da Tijuca

Telefones: 2493-2021 / 2494-7418

Capacidade: 150 + 50 na área externa

Estação do metrô até 500 metros? Qual? Não

Horário (inclusive em feriados): Dom. à Sex. 11:30 – 00:00 / Sáb. 11:30 – 01:00

Cartões de crédito: American, Diners, Mastercard, Visa / Cartões de débito: Maestro, Redeshop, Visa Electron, Elo

Cartões de refeição: Visa Vale

Tíquetes: Não

Estacionamento fechado? Aberto, em frente ao restaurante

Manobrista? Valet Parking nos fins de semana e feriados

Couvert? Individual ou porção? 2 pessoas

Couvert Artístico? Dias? Não

Vinho em taça? Sim

R$ mínimo e máximo Rolha? R$ 40,00

Acesso para deficiente físico com banheiro adaptado? Sim

Área de fumantes? Não

Atividades ou cardápio para crianças? Cardápio Infantil

Entrega em domicílio? Telefone? Taxa por bairro? Sim, apenas na Barra. Telefones acima. Taxa única de R$ 9,00

Wireless? R$ por tempo? Sim, liberada (grátis)

Número de endereços total: Um

Site: www.picanhaeetc.com.br

Ano de abertura: 1994

Pesqueirinho lança carta assinada por Jéssica Sanchez

Pesqueirinho lança carta assinada por Jéssica Sanchez

De ambiente charmoso e a beira-mar o Pesqueirinho Beach Lounge, na Reesrva, que já é conhecido pelo cardápio com toques mediterrâneos e as bebidas deliciosas, acaba de lançar nova carta de drinques para todos os gostos. Assinadas pela mixologista Jéssica Sanchez, que foi responsável pelos bares do Copacabana Palace e é a atual vencedora do prêmio Comer e Beber 2017/2018 como Bartender do Ano, as novidades abrangem diversos destilados e sabores.

Entre os drinques criados pela bartender estão opções como o Sunset (gin, aperol, calda de maracujá e espuma cítrica – R$31,00), o Lemonade(mistura de gin, capim limão, gengibre e água com gás – R$29,00) e o Moscow Mule (Vodka, refrigerante de gengibre artesanal e Espuma Cítrica – R$ 29,00), que trazem a bebida da estação, o gin, como base; leve e refrescante. Para quem é adepto da tequila, o Marinheiro (tequila, maracujá, licor 43 e limão siciliano – R$29,00) faz uma mistura de sabores cítricos. Apostando no rum, que promete ser a bebida do ano, o TIKI (Rum Bacardi, Xarope de abacaxi, amendoas e angostura bitters – R$29,00), traz uma pitada do tradicional Angostura Bitter, garrafinha de concentrado aromático, levemente amargo e alcoólico, usado nas receitas mais tradicionais de coquetéis como Blody Mary e Manhattan. Os drinks especiais não param por aí, a vodka tem sua vez no SGT. Pepper (vodka com infusão de baunilha, purê de frutas vermelhas e soda de pimenta – R$29,00) picante e refrescante e o frutado Ideia Tropical (Vodka e Frutas Tropicais Amarelas – R$ 29,00). Além do sabor, a apresentação também é importante para Jéssica, por isso as bebidas chegam à mesa do cliente em copos e canecas diferenciados.

 Serviço

Pesqueirinho Beach Lounge

Endereço: Av Lúcio costa S/N – Quiosque 89A/B – Praia do Recreio

Telefones: 3514-2829

Horário (inclusive em feriados): Diariamente, de 8h à 0h

http://www.pesqueirinho.com.br/

Lançamento novo CD de Lica Cecato

Com “Quero Querer”, Lica Cecato comemora quatro décadas na música com show exclusivo no teatro Sérgio Porto no Rio de Janeiro.

Gravado com o arranjador e multi-instrumentista Paulo Calasans, a cantora e compositora recebe em três canções a italiana Mariella Nava, Zeca Baleiro e Zélia Duncan.

QUERO QUERER, LICA CECATO

            O marco para a contagem dos 40 anos de carreira comemorados agora no álbum “Quero Querer” é pragmático. O momento, na Itália, em 1978, no qual a música se transformou no ganha-pão daquela jovem paulistana que chegara à terra de seus ancestrais a fim de estudar desenho.

            Quatro décadas depois, uma dezena de CDs lançados, shows pelo mundo afora e encontros nos estúdios e nos palcos com um verdadeiro quem é quem da música contemporânea, Lica celebra esse trajeto de forma direta e orgânica. “Quero querer” reúne parte do que ela criou nos últimos anos  e  ainda a regravação de uma de suas primeiras composições, “Amor adolescente”, samba-canção escrito na adolescência e  desde então sempre pedido pelos instrumentistas com quem tem trabalhado. Tudo registrado no aconchegante estúdio que ela mantém no Rio, ao lado de um companheiro de tantas viagens musicais, o homem-banda Paulo Calasans.

            Em três canções, convidados especiais se juntam para duetos. Zeca Baleiro, que Lica conheceu abrindo um concerto dele na Città della Musica, em Roma, está  na faixa-título e de abertura do disco. Já “Voglio volere” (a versão em italiano de “Quero querer” que volta no fim do CD como bônus) conta com a voz de Mariella Nava, cantora e compositora conhecida no Brasil pelo sucesso “Per amore”. Enquanto Zélia Duncan participa de “Choro sentido”.

            Ainda sobre Calasans, que também assina arranjos, produção musical e gravação (e é o autor da sinuosa e cheia de bossa melodia de “Até você”), o tecladista está, de alguma forma, ligado à história da artista antes mesmo de ambos terem noção disso. Certo dia, jogando conversa dentro, descobriram que seus pais, então crianças e prodígios, tinham tocado juntos no orquestra do coreto dirigido em Jundiaí pelo avô paterno de Lica, Rizzieri Ceccato.

            Se a música sempre esteve presente na vida dessa filha de um saxofonista e neta de um maestro, o retrato completo da artista revela uma  mulher de perfil renascentista,  igualmente atuante e talentosa como designer, escritora, fotógrafa e artista plástica. Não por acaso, como que fechando um ciclo, a capa de “Quero querer” utiliza o desenho-pintura “Danjoo”, de uma recente série de trabalhos nos quais ela usa a técnica japonesa Katagami.

            Mas, essa profunda imersão na cultura do Japão é outra das muitas histórias de Lica Cecato. Agora, a hora é das 12 canções de “Quero querer” –  e ainda a faixa-bônus, “Voglio volere”, versão em italiano da que abre e dá título ao disco -, num leque que se abre em samba, choro, balada, funk-jazz, bossa, toada e rumba. Diversidade embalada pelo sotaque musical visceralmente brasileiro dessa cidadã do mundo. Bossa do século XXI.

Outras histórias

            Recém-estabelecida na Itália como cantora e violonista, Lica Cecato viveu a proeza de abrir um concerto do lendário jazzman Sun Ra (EUA, 1914-1993), então liderando sua Arkestra, o revolucionário grupo que fundiu jazz, psicodelismo e world music.  Este foi um dos muitos encontros musicais de Lica nessas quatro décadas, incluindo também participações em eventos e festivais ao lado do grupo de jazz de vanguarda Art Ensemble of Chicago e de pianistas e compositores de jazz como o canadense Paul Bley e o cubano Omar Sosa.

        Nos discos autorais que lançou, os três últimos também editados no Brasil. “Pimenta rosa” (2005), “Copacabana” (2009) e “Gingabytes” (2010) , Lica tem trocado figurinhas com alguns dos principais instrumentistas contemporâneos. Gente como os guitarristas/violonistas Romero Lubambo (com quem dividiu, em 2006, o álbum “Live in Europe), Hélio Delmiro, Heitor TP  e Vernon Reid (este, do grupo Living Colour); os baixistas Richard Bona, John Patitucci,  Celso Pixinga, Marcelo Mariano e Arthur Maia; os bateristas Carlos Bala, Will Calhoum (outro do Living Colour) e Rodney Holmes; os tecladistas Paulo Calasans e José Lourenço; o percussionista Armando Marçal;  e o trompetista Jessé Sadoc.

            Marcando presença também nas artes plásticas e na literatura, Lica tem a paixão pelo Japão como um dos motores desse trânsito constante entre atividades artísticas. Imersão profunda que a levou a estudar o idioma, que, hoje, fala, lê e escreve. Parte dessa experiência é relatada pela própria no livro “Mais outra” (Giostri Editora, 2014). Um delicioso diário de bordo de uma de suas viagens ao país, entremeado com breves perfis de alguns dos muitos amigos-gurus que encontrou através da vida.                                       

Antônio Carlos Miguel (jornalista especializado em música desde meados dos anos 1970, é membro votante do Grammy Latino e do conselho do Prêmio da Música Brasileira)

 Serviço Show:

Voz e violão: Lica Cecato

Direção Musical, Teclados e Arranjo: Paulo Calasans

Participação especial (violão, gaita e vocal): Alexandre Cecato

DIA: 21 de Abril

Horário: 20:30h

Local: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto

Endereço: Rua Humaitá, 162    Humaitá RJ

Telefone: (21) 2266-0896

Classificação: livre

Ingressos somente no dia: não haverá venda online

Realização: Amalia Tarallo, Lica Cecato e Prefeitura do Rio de Janeiro

www.licacecato.com

 Ficha Técnica do CD:

Lica Cecato voz, composição Paulo Calasans arranjo, produção musical, gravação, composição (Até você)

Mariella Nava , Zeca Baleiro e Zélia Duncan participações especiais.

Lica Cecato e Amalia Tarallo produção executiva

Todas as composições e letras de Lica Cecato, com exceção de Até você (música Paulo Calasans e letra Lica Cecato) e Voglio Volere (música Lica Cecato e letra de Lica Cecato, Donatella Castellani, Marino Cancellari)

Renato Bologna mixagem e masterização

François Acquirolli, Roberto Cecato, Tatsuhiko Doi, Reto Güntli, Marcos Hermes, Paulo Jabur, Marco Rodrigues, Ayako Takaishi, Jean Marc Volta, Bob Wolfenson fotografias

Roberto Cecato foto no texto de apresentação

Lica Cecato ilustrações

Gerson Costa design

Antonio Carlos Miguel texto do encarte, release

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS se apresentam na Sala Municipal Baden Powell

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS fazem única apresentação na Sala Municipal Baden Powell No dia 18 de abril

claudette soares e ayrton montarroyos

 Duas grandes vozes de duas gerações diferentes se juntam num show que passeia pelo melhor da música popular brasileira de todos os tempos.

Um encontro inusitado que tem dado muito certo pelos palcos do Brasil com duas figuras muito originais da música brasileira.

 E Então… Claudette Soares e Ayrton Montarroyos

Ela, um ícone da Bossa Nova, completou recentemente 80 anos e continua em forma, em plena atividade, e acaba de lançar o álbum “Canção de Amor”, inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, que conta a história e as histórias do samba-canção.

Ele com apenas 22 anos, lançou no ano passado seu elogiado primeiro disco, depois de ter ficado famoso em todo Brasil sendo finalista da penúltima edição “The Voice”, chamando atenção pelo repertório refinado e pela personalidade de sua voz.

A idéia do encontro nasceu depois de uma apresentação na TV em que os artistas homenagearam Dalva de Oliveira, na ocasião do centenário da artista, em 2017.  O que parecia ser um encontro inusitado, se transformou numa parceria com muitas coisas em comum, principalmente no que diz respeito ao repertório e a paixão que os artistas possuem pelos grandes clássicos da MPB e pelo piano.

Para formatar o show, o produtor e idealizador do projeto, Thiago Marques Luiz convidou o renomado pianista Vitor Araújo, considerado um dos melhores do Brasil, da nova geração. Um acompanhamento perfeito para Claudette, a “cantora dos pianistas”, que lançou tantos músicos consagrados, como César Camargo Mariano e Eumir Deodato, e para Ayrton, que teve Vitor entre os arranjadores de seu primeiro disco.

Números solos e duos dão o tom do roteiro que passeia pelas últimas seis décadas da MPB e inclui alguns dos clássicos que consagraram a carreira de Claudette, como “De tanto amor” (Roberto e Erasmo Carlos) e “Hoje”(Taiguara), além de músicas de autores novos que estão no trabalho de Ayrton.

O repertório ainda traz músicas de Paulinho da Viola (Sinal Fechado), Gilberto Gil (Mancada), Marcos e Paulo Sérgio Valle (Garra), Vinicius de Moraes e Baden Powell (Samba em Prelúdio) e Luiz Gonzaga (Qui nem Jiló).

Quando o produtor cultural Thiago Marques convidou Claudette Soares e Ayrton Montarroyos para uma apresentação conjunta, ambos os cantores se questionaram sobre a proposta. “Tenho mais de 50 anos de carreira e ele 20 de idade. Além do mais, o rapaz tem quase 1,90 m de altura e eu, pouco mais de um 1,50m”, ponderou Claudette. Já o cantor pensou: “Eu sou tenor e ela contralto”.Daí ambos pensaram: “Será que vai dar certo?”.

E não é que deu!? Desde a primeira vez que se apresentaram juntos, a empatia e a sintonia entre uma das musas da Bossa Nova e o finalista do programa The Voice, da TV Globo, foi total.

“Com 5 anos de idade, eu já ouvia Claudette no rádio”, diz Montarroyos. “Adorava ouvi-la, assim como a outros ídolos, como Dalva de Oliveira, Angela Maria e Cauby Peixoto. Neste show, mesclaremos grandes clássicos da música brasileira das décadas de 50, 60 e 70, com canções mais modernas que fazem parte do meu repertório.”

“Nossa apresentação tem três momentos distintos”, conta Claudette. Em dois deles, Ayrton e eu cantamos sozinhos e, em outro, formamos um dueto, no qual os versos das canções mostram a admiração que temos mutuamente, como em “Samba em Prelúdio”, de Vinicius de Moraes e Baden Powell, e “Você”, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli.

CLAUDETTE SOARES é uma dos mais importantes personagens da bossa nova.  Começou sua carreira  no final dos anos 1950, quando foi convidada por Sylvinha Telles para substituí-la como cantora do Plaza (RJ). Na casa noturna, dividiu o palco com Luís Eça, João Donato, Baden Powell e Milton Banana, entre outros músicos.
Gravou dezenas de discos (alguns deles com se parceiro Dick Farney) e teve quase todos eles relançados em CD na Europa e no Japão. No momento trabalho “Canção de Amor”, seu novo CD inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, “A Noite do Meu Bem”, que conta a história do samba-canção.

  Ayrton Montarroyos ficou famoso por suas interpretações televisivas de clássicos da música nacional, como “Força Estranha” e “Carinhoso”, no programa “The Voice Brasil”, onde foi vice-campeão. Automaticamente, foi alçado ao posto de ícone do resgate desse belo cancioneiro nacional. Só que esta é uma visão diminuta de sua capacidade.

O repertório do seu disco alterna novos compositores com clássicos da música brasileira, como em “Alto Lá”, de Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Sombrinha, pagode com letra séria transformado em tango com arranjo do incrível Artur Verocai. Ayrton extrai simplicidade e sossego de “Vamos Ficar Sol”, composição de Tibério Azul. Se ele foi alçado ao posto de esperança do resgate de canções dos conhecidos anos dourados, esta deixa de ser uma verdade indissolúvel com “E Então”, composta pela mesma geração de Ayrton, de Tiné. Suas leituras, essas sim têm aquele toque de bom gosto dos anos de ouro da cultura brasileira, apesar de ser uma música composta nos últimos anos.

O lado dramático de Ayrton fica exposto em “Não me Arrependo”, de Caetano Veloso. Talvez o (magistral) piano de Vitor Araújo seja uma das vozes da canção. Trabalho intrincado do produtor Thiago Marques Luiz, conhecido por trabalhar com grandes nomes da música como Cauby Peixoto e Ângela Maria. Engraçado é que até Marques Luiz sai da sua zona de conforto nesse disco. Percebe-se um produtor atento ao tempo e sensível as aparentes (e boas) mudanças de rota que Ayrton toma no meio do seu trilhar.

Serviço:

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS

Data: Dia 18 de Abril/2018

Quarta Feira 19h

Local: Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana, nº 360 – Copacabana

Capacidade: 489 lugares

Preço dos Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 (estudantes, jovens até 21 anos e a partir de 60, moradores de Copacabana e usuários do MetroRio).

 Venda de ingressos na bilheteria do teatro ou pela Ticket Mais

Duração: 70 minutos

Classificação: Livre

Gênero: Show Musical

PEÇA LEVA O INQUIETANTE UNIVERSO DE HILDA HILST AO PALCO DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

PEÇA LEVA O INQUIETANTE UNIVERSO DE HILDA HILST AO PALCO DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

Com direção e dramaturgia de Luciana Lyra, Fabiana Pirro estrela solo poético em tributo à escritora paulista

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 13 a 29 de abril (sexta a domingo), sempre às 19h, o espetáculo Obscena, um encontro com Hilda Hilst, escrito e dirigido pela pernambucana Luciana Lyra. Com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal, o solo poético apresenta a lírica da escritora paulista por meio de uma diversidade de linguagens artísticas, partindo da intersecção entre teatro, música, literatura, vídeo e artes plásticas, numa estética multidimensional.

Em cena, a atriz Fabiana Pirro, conterrânea da diretora, dá vida a Líria, uma mulher de 40 anos que transborda de desejo e dialoga com presenças e ausências. Um desejo que se expõe em convergência entre o sagrado e o profano. Como outros narradores-personagens de Hilda Hilst, ela está mergulhada num fluxo de consciência fragmentado, num lugar em que surgem os homens-fantasmas de sua vida: Avô, Pai, Filho e Deus.

A montagem surgiu da inquietação de Fabiana Pirro em adentrar no universo da poetisa, dramaturga e ficcionista Hilda Hilst, reconhecida como um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea. Na peça, o universo masculino é visitado e desejado em cena. As figuras do Pai, do Filho e do Amor são as linhas grossas deste bordado. A vida da escritora é misturada com a da atriz, que se deságua num texto profundamente humano.

“Quando comecei a adentrar na poesia da Hilda, fiquei muito impressionada. Vi que eu tenho muito dessa mulher. Ela veio como uma luz, trazendo em sua obra questões sobre as quais eu queria falar no palco, como a relação com o masculino, Deus, o amor e a loucura”, diz Fabiana Pirro. “Na sua linguagem, muitas vezes considerada hermética, Hilda nos faz perguntas fundamentais, tais como sobre a solidão e estranheza diante do comportamento humano, a perplexidade de pertencer à mesma espécie que abriga simultaneamente vilões, santos, heróis e demasiada truculência. Só por meio da pergunta e do exercício constante na busca do entendimento podemos pretender algum significado”, completa a atriz.

O projeto teve início em janeiro de 2014, com uma minuciosa pesquisa sobre a poética de Hilda Hilst. Intérprete e diretora passaram uma temporada na Casa do Sol – chácara, em Campinas, na qual a escritora viveu e onde hoje funciona o instituto que leva seu nome – e, em seguida, na Mostra Hilda Hilst de Prosa e Poesia, em Recife, imersas no universo hilstiano.Obscena estreou na capital pernambucana em janeiro do ano seguinte e, desde então, já viajou para a Paraíba, Portugal e São Paulo.

Produzida pela Janela Gestão de Projetos em parceria com a Duas Companhias, Obscena, um encontro com Hilda Hilst tem o design de luz criado por Luciana Raposo; direção musical e paisagens sonoras desenvolvidas por Ricardo Brazileiro; figurino de Virgínia Falcão; preparação corporal de Silvia Góes e direção de arte da atriz Nada Menezes.

 

Ficha técnica:

Atriz: Fabiana Pirro

Direção e dramaturgia: Luciana Lyra

Design de luz: Luciana Raposo

Operador de luz: Kelson Santos

Paisagem sonora: Ricardo Brazileiro

Operador de som: Ernesto Filho

Técnica de Projeção: Lorena Pirro

Cenotécnico: Mário Almeida

Figurino: Virgínia Falcão

Preparação Corporal: Sílvia Góes

Filmografia: Ernesto Filho e Renata Pires

Design gráfico: Tito França e Dida Maia

Fotografia: Renato Filho (Retouching Studio)

Produção local: Maria Siman (Primeira Página Produções)

Assistente de produção local: Fernanda Silva

Produção executiva: Fernanda Ferrario e Dida Maia (Janela Gestão de Projetos)

Direção de produção: Fabiana Pirro

Concepção: Fabiana Pirro (Duas Companhias)

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 Fotos: https://goo.gl/mYhDkg (crédito: Renato Filho – Retouching Studio)

 

Serviço:

Obscena, um encontro com Hilda Hilst

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Lotação: 176 lugares (mais 4 para cadeirantes)

Datas: 13 a 29 de abril de 2018 (sextas, sábados e domingos)

Horários: 19h

Duração: 50 min

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h

Classificação indicativa: 16 anos

Acesso para pessoas com deficiência

A 3ª edição do Mulheres à Obra realiza sua última aula nesse sábado, dia 7

Nesta terceira edição o MULHERES À OBRA voltou com mais gás e melhor. Trouxe novos cursos: ferramentas elétricas, reparos hidráulicos e o de pintura de parede, que logo despertaram o interesse das mulheres, esgotando rapidamente as vagas e com fila de espera para as desistências, algumas até arriscaram conseguir na hora alguma vaga.

Os perfis, eram os mais variados: mães e filhas, alunas das edições anteriores, jovens, senhoras… E o melhor, a maioria fez inscrição para mais de um curso.

A cena era: Mulheres manuseando ferramentas elétricas, fazendo reparos hidráulicos básicos e reparos elétricos básicos. Sabe que elas mandaram bem?? muito bem, por sinal.

“Pela enorme aceitação e pela forma como as aulas decorreram, certamente teremos esses novos cursos numa 4ª edição, que já está prevista para setembro”, afirma a criadora do projeto Isabel Gomes.​

“Uma outra coisa super legal foi o retorno das alunas. A aula acontecia no sábado, e na segunda feira já recebíamos fotos dos primeiros trabalhos. É realmente muito prazeroso para nós do Palácio da Ferramenta ter esse retorno. Todas as alunas não nos deixam dúvidas que MULHERES À OBRA é um projeto relevante, que cria impacto na vida dessas mulheres e que veio para ficar”, completa Isabel

Onde tudo começou – à frente do projeto está Isabel Gomes, Diretora de Marketing do Palácio da Ferramenta, que queria algo novo na movimentada loja. Aliás, o modelo hibrido é adotado há anos no atendimento. Ajudando aos clientes com indicação de quais peças usar e como utilizar. E esse cenário despertou em Isabel, algo maior, nasceu assim “Mulheres à Obra”, ganhando imediatamente a adesão de parceiros como Makita, Bosch, Lorenzetti, Suvinil e Legrand. E eles também apostam nessa demanda, no mercado já é possível encontrar ferramentas leves, práticas e até parafusadeira/furadeira e furadeira de impacto cor de rosa.

As aulas aconteceram nos dias: 3, 10, 17 e 24 de Março.  E finaliza agora dia 7 de Abril. Das 9h30m às 14h – A inscrição tem o valor simbólico de R$ 50,00. Na verdade, vira um voucher para utilizar na loja. Um dia todo só para mulheres, com dicas e orientações para utilizar diversas ferramentas. Elas ganham alguns mimos como camiseta, bandana, lanche e sorteio de ferramentas.

Fotos de Espiral Conteúdo Estratégico ​

Local das aulas: Escola Técnica Centro Rio

Inscrições no site: www.palacio.com.br

Aricia Silva revela que fez diversas terapias para entender por que está solteira
Aricia Silva revela que fez diversas terapias para entender por que está solteira
Jovem, linda e com um corpo escultural! Aricia Silva é, sem dúvidas, um retrato da beleza da mulher brasileira. O que muitos questionam, no entanto, é por que a ex-Panicat está solteira se é tão cobiçada e bonita.
“Essa é uma pergunta que venho me fazendo todos os dias há um bom tempo (risos). Quem me acompanha nas redes sociais sabe que é muito claro na minha vida a insatisfação de ser solteira, bem como a maneira leve e extrovertida que aprendi a lidar com isso. Nos últimos anos fiz diversos tipos de terapias e procurei vários profissionais a fim de encontrar a resposta justamente para esta pergunta. Psicólogos, psicanalistas, terapias holísticas e por último, na minha opinião o mais eficiente de todos, um coach”, revela a modelo.
“Depois de muito pensar e estudar sobre a minha própria realidade, tinha total consciência de que eu era uma menina jovem, desejada, orgulho da família, exemplo e inspiração na vida de muitas pessoas, no entanto não me sentia completa. Foi aí que procurei o coach Igor Carvalho e pedi para que ele me provasse, racionalmente, com base nos seus estudos, que sim, eu já nasci completa. E que a minha plenitude e felicidade depende única e exclusivamente só de mim”, explica Aricia Silva.
A catarinense de 24 anos diz ainda que, quanto mais famosa, menos acesso as pessoas têm à ela: “De fato eu sou cobiçada e acredito que, estar solteira ainda, tem a ver com o meu trabalho e com a exposição do corpo que ele sempre exigiu, ao estereótipo que criou-se em relação às Panicats. A fama não me bloqueia porque ela é só uma consequência. O trabalho e o meio em que vivo acredito que bloqueia um pouco sim. Chega uma hora que a nossa vida se resume a empresários, assessores, produtores, maquiadores, cabeleireiros e contratantes. Só muda o look do dia e o destino do voo. A vida social fica meio bloqueada mesmo, mas faz parte. Acho válido passar por essa fase para alcançar os meus objetivos. Assim como em qualquer trabalho e em qualquer outro tipo de emprego. Cada escolha, uma renúncia né?!”.
Por fim, Aricia Silva afirma que ser famosa atrai homens de todos os tipos: “Homens interessantes, curiosos, deslumbrados, loucos, assim como atrai para todo mundo. A diferença é a exposição. Todo mundo sabe da minha vida mesmo eu nem sendo tão famosa assim. Basta dar um Google para a pessoa saber dos meus gostos, onde eu estou no momento… Se a pesquisa for dedicada sabe até do meu perfume antes de chegar perto de mim (risos)”.
Jane Duboc lança álbum “DUETOS” com grandes nomes da música

Jane Duboc lança álbum “DUETOS” com grandes nomes da música no Teatro Rival Petrobras

Projeto,  produzido por Daniel Figueiredo,  conta com as participações de Roupa Nova, Toquinho, Oswaldo Montenegro,

Jay Vaquer, Mafalda Minnozzi, entre outros

Uma das cantoras mais respeitadas da MPB, Jane Duboc, lançou recentemente o álbum “Duetos”, reunindo grandes ídolos e amigos que fizeram parte de sua brilhante carreira para dar um toque a mais de emoção. O show de lançamento será no Teatro Rival Petrobras, dia 12 de abril no Rio de Janeiro.

trabalho conta com as participações de Toquinho, Oswaldo Montenegro, Roberto Menescal, Roupa Nova, Keco Brandão, Bianca Gismonti, Carlos Malta, Celso Fonseca, Claudio Damatta, Egberto Gismonti, Erika Ender, Fabio Jr, Frank Colón, Jay Vaquer, Jefferson Lescowich, José Staneck, Júlio Cesar, Júlio Falavigna, Madalena Salles, Mafalda Minnozzi, Paulo Ricci, Marina Elali e Nelson Faria. A primeira música de trabalho será “Clube da Esquina” com o Roupa Nova – junto com o áudio será lançado um clipe com o making off da gravação.

A partir desta data, a faixa estará disponível nas principais plataformas digitais, e o CD nas lojas de todo Brasil e também no site do Daniel Figueiredo.

O produtor Daniel Figueiredo foi a peça que faltava para iniciar o álbum, e a parceria dos dois, essencial para o projeto criar corpo. “É uma bênção ter essa liberdade toda para trabalhar, principalmente nesse estúdio fascinante e com pessoas incríveis”, diz Jane. Para Daniel, participar desse projeto está sendo uma honra“É maravilho estar ao lado de uma pessoa tão talentosa, humilde e querida além de ser uma das maiores cantoras do mundo. Quando ouvi a Jane tocando piano no meu estúdio eu senti que faltava na carreira dela um disco mais ‘Jane’ possível”, diz o produtor. “Queríamos explorar todo o potencial dela e só adicionar participações super especiais, completa Luiz Helênio, Produtor Executivo do disco.

Natural de Belém, Jane possui grande experiência musical e uma carreira marcante na MPB. Além de inúmeros discos e CDs autorais, ela já realizou shows pelo Brasil e exterior. O novo álbum tem releituras de músicas já consagradas e também promete uma música inédita. “É um CD intimista e cheio de amor, por trazer pessoas que fizeram parte da minha vida e da minha carreira”, comenta Jane. “Duetos” foi lançado com o apoio de financiamento coletivo, em que o público compra o disco com antecedência.

SERVIÇO

Evento: Show de lançamento do álbum “DUETOS”

Quando: 12/04 – quinta-feira, às 19h30
Local: Teatro Rival Petrobras

Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia

Censura: 16 anos
Lotação: 400
Telefone: (21) 2240-4469

Ingressos: a partir de 
R$50 (inteira)
R$25 (estudante / idoso / professor da rede municipal / Funcionário Petrobras)

Ingressos online: https://goo.gl/b8iSuJ

Canções Sem Letras Alex Meirelles & Chico Costa no Teatro Armando Gonzaga
Fotos Cacau Fernandes

Canções sem Letras é o encontro de Alex Meirelles, compositor, arranjador e tecladista, com Chico Costa, saxofonista e intérprete, em torno das composições instrumentais de Alex Meirelles.

São músicas que evidenciam melodias românticas, vestidas com sofisticadas harmonias e suave ambientação sonora.

A interpretação dos temas por Chico Costa – nos saxofones tenor, alto e soprano – é sensível, respeitando a vasta riqueza melódica – fundamento do trabalho. Alex Meirelles supre a base instrumental com seus teclados, tecendo com belos timbres a harmonia e as linhas de baixo.

O repertório é composto por temas como “Sereia do Leblon”, “Duas Asas Delta”, “English Lavender”, “Oju Obá”, “A Volta”, composições inéditas de Alex Meirelles e conta ainda com “Coisas nº 9” (Moacir Santos) e “Obrigado Toninho” (Paulo Muylaert), que se harmonizam perfeitamente com o mood do trabalho. O concerto é suave, convidando a todos para uma viagem musical tranquila e relaxante. Duração de aproximadamente 60 minutos.

* Sinopse da apresentação em até 200 caracteres

Canções sem Letras é o encontro do tecladista e compositor Alex Meirelles com o saxofonista e intérprete Chico Costa. Melodias românticas vestidas com sofisticadas harmonias sonoras.

Alex Meirelles

Nascido em 16/03/55 no Rio de Janeiro. Estudou música no conservatório Brasileiro de Música, na Uni Rio e UFRJ. Gravou mais de 63 discos ou Cds, fez shows com muitos artistas e é tecladista do Cidade Negra.

Parceiro de 25 anos de Paulo Moura. Foi regente substituto do próprio na Missa dos Kilombos em 1988, mega espetáculo nos Arcos da Lapa. Participou da gravação do Cds Rio Nocturnes e Gafieira e etc e Tal(como compositor), Paulo Moura e Ociladocê interpretam Caymmi(arranjador e tecladista), Fruto Maduro (tecladista), Estação Leopoldina (produtor musical e arranjador),Cd este que foi indicado ao Grammy Latino, Alento(como compositor de 7 das 9 faixas, arranjador e multi instrumentista), este foi o último disco que o maestro gravou. Além dos Cds trabalhou como compositor em inúmeros projetos com o maestro. Trilhas sonoras de cinema: O Rato Rei, de Silvio Autuori, Parahyba Mulher Macho de Tizu ca Yamazaki, O Bom Burguês de Oswaldo Caldeira, Paulo Moura Alma Brasileira documentário de Eduardo Escorel. Para Teatro, ainda com o maestro, fez Dois perdidos Numa Noite Suja de Plínio Marcos montagem de Anselmo Vasconcellos como pianista e compositor.

Participou dos Cds:

– Martinho da Vila – Martinho da Vila , Martinho da Vida, Martinho da Vila do Brasil e o Mundo, DVD- Martinho da Vila , Cidade Negra e Emicida no Rock in Rio

– Zizi Possi – “Sobre Todas as Coisas” também fez shows desse Cd (como pianista).

– Cidade Negra – gravou todos os 13 Cds da banda, participou dos DVds, tocou no Rock in Rio duas vezes com a Banda, Hollywwod Rock, Festival Atlantida em SC, Montreaux na Suíça(por duas vezes) e muitos outros com mais de trinta mil espectadores cada. Inúmeros programas de TV e de rádio.

– Marcos Suzano – gravou Flash, Sambatown, Marcos Suzano e Takashi Numazawa. Fez duo que se apresentou em diversos Festivais, no Rio, Bahia, Espanha, Uruguai, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo.

– Nara Leão- Cd Meu ”Samba Encabulado“

– Vanessa da Mata o Cd ”Segue o Som“

– Violoncelista e cantor Lui Coimbra, Cd ”Ouro e Sol”.

-Guitarrista Marcos Amorim, Cd “O Boto“. – Compositor e cantor japonês Miyazawa o Cd ”Afrosick”.

– Compositor e rapper Jovi Joviniano, Cd “O Outro’

– Flautista e clarinetista Dirceu Leitte Cd “Doce de Leitte”

Outros artistas: João de Aquino(2 cds), Alfredo Karam(3 cds), Digital Dubs, Antonio Santanna, Papa Ricky, Carla Gomes, 2Toiévscky, Banda Negril(2cds), Suburbanda (3cds), Banda Espectro, Cannibal Trê, Teatro do Som(4 cds), Renato Rocha, Claudio Birra, Repôlho(2 cds), Boato, Nada Pessoal.

Cds autorais: Autofocus, Radio Random, Murundu e Mafuah

Chico Costa

Bacharel em Saxofone pela Uni-Rio, na classe do Prof. Marco Túlio (2009/2012), Chico Costa iniciou seus estudos musicais em 1983, com Idriss Boudrioua e Nivaldo Ornelas. Acompanhou artistas e grupos como O Rappa, Eduardo Dussek, Claudette Soares, Daúde, Kátia B., Alex Meirelles, Dôdo Ferreira, Ronaldo Diamante, entre outros. Integrou os grupos Karvan, Africa Obota, Africa Gumbê, Orquestra de Sax e Teatro do Som. Tocou e gravou com Claudia Telles, Roberto Menescal, Elymar Santos, Paulinho da Viola, Garganta Profunda, Jorge Benjor, Fábio Jr., Fafá de Belém, entre outros. Tem dois cds solo gravados, o 2Toiévsky Toca Caetano (Visomdigital) e Melody Sax Vol. 1 (Imagem/Eldorado/SevenMusic). Estudou fla uta transversa com Sergio Barrenechea. Foi produtor musical nas rádios MEC e Grande Tijuca, produzindo e apresentando programas de jazz e música instrumental brasileira. Atualmente é professor de sax e flauta nas escolas MusiMundi, Cigam e Escola Sesc de Ensino Médio – Projeto Uzina (prática de conjunto e Orquestra Popular).