HARMONITANGO FAZ SHOW NO TEATRO DA CAIXA NELSON RODRIGUES

Trio formado por José Staneck (gaita), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zaugy (piano) executa clássicos do movimento Tango Novo, que comemora, junto com a Bossa Nova, seus 60 anos
O Harmonitango fará três apresentações no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues, nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2018 (sexta, sábado e domingo), às 19h. No programa das apresentações, o repertório do CD lançado em 2017, em homenagem a Astor Piazzolla, que é o primeiro do trio, além de outras obras-primas do músico argentino, como as Quatro Estações Portenhas. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
De formação inusitada, o grupo é composto por músicos de grande experiência camerística: José Staneck (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zagury (piano). Através da fusão de seus estilos, o trio encontra na obra de Astor Piazzolla uma maneira de se expressar de forma emocionante e vibrante, valorizada pela riqueza tímbrica de seus instrumentos e criando uma sonoridade surpreendente dentro de uma obra fascinante.
A similitude da sonoridade da harmônica com o bandoneon transfere à música de Piazzolla toda a energia de um dos mais importantes compositores do século XX, numa poderosa usina de sons valorizada pelos arranjos e pela execução do Harmonitango.
“Tanto o bandoneon quanto a harmônica tem origem no mesmo instrumento oriental chamado sheng – voz sublime. Trazer o repertório do grande mestre Piazzolla para a harmônica explorando suas similitudes, torna-o ainda mais intimista e emotivo”, explica José Staneck.
Com produção de Sérgio Roberto de Oliveira, o CD de estreia do Harmonitango inclui duas das maiores criações de Piazzolla: Adiós Nonino, dedicada ao seu pai que acabara de perder, em 1959; e Libertango, tema consagrado pelas interpretações do compositor e das várias releituras mundo afora. A Libertango se juntam, na gravação, Meditango e Violentango, que pertencem a uma série original de sete tangos (além dos três citados, Novitango, Undertango, Amelitango e Tristango) lançados em único disco, de 1974.
Harmonitango
Criado em 2010, o Harmonitango já se apresentou em diversas salas de concerto do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Brasília, Goiânia, Maringá, Londrina etc, sempre com grande receptividade do público e da crítica especializada. O grupo tem como seu principal objetivo a divulgação da música de Piazzolla e dos grandes compositores brasileiros, tudo com arranjos feitos pelos próprios músicos.
Ficha técnica:
Gaita: José Staneck
Piano: Sheila Zagury
Violoncelo: Ricardo Santoro
Produção executiva: Kryka Pujol
Direção Artistica: Jose Staneck
Realização: Aplauso Conexão Musical
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Serviço:
Harmonitango faz show na CAIXA Cultural
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Avenida República do Chile, 230, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3509-9600/ (21) 3980-3815
Lotação: 400 lugares (08 para cadeirantes).
Datas: 13, 14 e 15 abril de 2018 (sexta, sábado e domingo)
Horário: 19h
Duração: 70 min
Ingressos: Plateia – R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)/ Balcão: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h. (As vendas de ingressos iniciam na terça-feira, dia 10, na bilheteria do Teatro).
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência




De ambiente charmoso e a beira-mar o Pesqueirinho Beach Lounge, na Reesrva, que já é conhecido pelo cardápio com toques mediterrâneos e as bebidas deliciosas, acaba de lançar nova carta de drinques para todos os gostos. Assinadas pela mixologista Jéssica Sanchez, que foi responsável pelos bares do Copacabana Palace e é a atual vencedora do prêmio Comer e Beber 2017/2018 como Bartender do Ano, as novidades abrangem diversos destilados e sabores.
QUERO QUERER, LICA CECATO
Ainda sobre Calasans, que também assina arranjos, produção musical e gravação (e é o autor da sinuosa e cheia de bossa melodia de “Até você”), o tecladista está, de alguma forma, ligado à história da artista antes mesmo de ambos terem noção disso. Certo dia, jogando conversa dentro, descobriram que seus pais, então crianças e prodígios, tinham tocado juntos no orquestra do coreto dirigido em Jundiaí pelo avô paterno de Lica, Rizzieri Ceccato.

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 13 a 29 de abril (sexta a domingo), sempre às 19h, o espetáculo Obscena, um encontro com Hilda Hilst, escrito e dirigido pela pernambucana Luciana Lyra. Com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal, o solo poético apresenta a lírica da escritora paulista por meio de uma diversidade de linguagens artísticas, partindo da intersecção entre teatro, música, literatura, vídeo e artes plásticas, numa estética multidimensional.
Nesta terceira edição o MULHERES À OBRA voltou com mais gás e melhor. Trouxe novos cursos: ferramentas elétricas, reparos hidráulicos e o de pintura de parede, que logo despertaram o interesse das mulheres, esgotando rapidamente as vagas e com fila de espera para as desistências, algumas até arriscaram conseguir na hora alguma vaga.
Onde tudo começou – à frente do projeto está Isabel Gomes, Diretora de Marketing do Palácio da Ferramenta, que queria algo novo na movimentada loja. Aliás, o modelo hibrido é adotado há anos no atendimento. Ajudando aos clientes com indicação de quais peças usar e como utilizar. E esse cenário despertou em Isabel, algo maior, nasceu assim “Mulheres à Obra”, ganhando imediatamente a adesão de parceiros como Makita, Bosch, Lorenzetti, Suvinil e Legrand. E eles também apostam nessa demanda, no mercado já é possível encontrar ferramentas leves, práticas e até parafusadeira/furadeira e furadeira de impacto cor de rosa.
As aulas aconteceram nos dias: 3, 10, 17 e 24 de Março. E finaliza agora dia 7 de Abril. Das 9h30m às 14h – A inscrição tem o valor simbólico de R$ 50,00. Na verdade, vira um voucher para utilizar na loja. Um dia todo só para mulheres, com dicas e orientações para utilizar diversas ferramentas. Elas ganham alguns mimos como camiseta, bandana, lanche e sorteio de ferramentas.




A catarinense de 24 anos diz ainda que, quanto mais famosa, menos acesso as pessoas têm à ela: “De fato eu sou cobiçada e acredito que, estar solteira ainda, tem a ver com o meu trabalho e com a exposição do corpo que ele sempre exigiu, ao estereótipo que criou-se em relação às Panicats. A fama não me bloqueia porque ela é só uma consequência. O trabalho e o meio em que vivo acredito que bloqueia um pouco sim. Chega uma hora que a nossa vida se resume a empresários, assessores, produtores, maquiadores, cabeleireiros e contratantes. Só muda o look do dia e o destino do voo. A vida social fica meio bloqueada mesmo, mas faz parte. Acho válido passar por essa fase para alcançar os meus objetivos. Assim como em qualquer trabalho e em qualquer outro tipo de emprego. Cada escolha, uma renúncia né?!”.


em torno das composições instrumentais de Alex Meirelles.