VOCÊ SABIA QUE LENTES DE CONTATO NOS DENTES DURAM EM MÉDIA DE 10 A 15 ANOS?
Você sabia que lentes de contato nos dentes duram em média de 10 a 15 anos?
A aplicação de lentes de contato nos dentes tem se tornado cada vez mais comum, mas muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a duração após a colocação. O Dr. Leonardo Müller, um dos maiores nomes da Odontologia Estética da região norte do Brasil, explica que as lentes de contato nos dentes duram em média de 10 a 15 anos.
“A durabilidade é muito relativa, mas quanto maior o cuidado tanto do provisório quanto do paciente aumenta o prognóstico de durabilidade”, explica o especialista que aplica as lentes de contato dentais usando como parâmetro o visagismo, que leva em consideração os preceitos estéticos como formato do rosto e da arcada dentária do paciente.
Este método é chamado de Diamond Concept pelo Dr. Leonardo Müller, que são cerâmicas feitas a mão, considerando a individualidade de cada paciente, proporcionando sorriso natural.
Devido ao grande sucesso do seu método exclusivo e grande procura, o dentista inaugurará em junho seu novo consultório no bairro Cremação, em Belém do Pará, iniciando uma nova etapa profissional, desligando-se da sociedade anterior, mas trazendo consigo toda a sua experiência, profissionalismo e credibilidade. Além disso, o doutor passará a atender clientes seletos em São Paulo pessoalmente, uma vez por mês, dada a grande procura por seu trabalho, que está se tornando referência em todo o território nacional.
PASTOR MARCOS GONÇALVES NA 227° AGO NA ASSEMBLÉIA DE DEUS

POR MARCOS GONÇALVES

No dia 16 de junho, tivemos o privilégio de participar da 227° AGO no Templo da Assembléia de Deus em Mantiquira – Xerém – Duque de Caxias, cuja Presidência está sob a tutela do Pr. Romildo Cordeiro, anfitrião do evento.

 

Parabenizo a Mesa Diretora da CEADER, na pessoa do seu Presidente, Pr. Paulo Carvalho Ribeiro, pelo excelente desempenho na plenária convencional. Ressalto ainda a apresentação de vários pré-candidatos ao próximo pleito eleitoral, entre outros, o Vereador. Otoni de Paula Júnior e seu pai, Pr. Otoni de Paula.

Foi bom também rever nosso amigo, Pr. Hélvio Costa, pré-candidato ao Senado.

A todos os Coordenadores, Membros de Comissões, e Pastores amigos em geral, deixo nossas congratulações fraternais!

 

 

 

Pastor Marcos Gonçalves (Relator da Comissão Assessora de Assuntos Políticos da CEADER) e família

 

 

 

 

 

 

 

 

Rede Social do Pastor: https://www.facebook.com/profile.php?id=100003564649333

 

 A força e a poesia do sexteto Mulamba encerra fase do Levada no Teatro Sesi, dias 28 e 29 de junho com participação da cantora pernambucana Doralyce
  • Grupo de Curitiba usa poesia e música para cantar o empoderamento feminino
  • Programação de junho encerra destacando a força das mulheres na cena musical
  •  Ayrton Montarroyos abre última fase do Festival, na Tijuca, em julho

Clip da música P.U.T.A

https://www.youtube.com/watch?v=ZdpZ-93uUnY

Uma banda de mulheres que tem muito a dizer.  Mulamba, sexteto de curitibano é a última atração do Festival Levada no palco do Teatro Sesi, dias 28 e 29 de junho, às 19h. Elas juntaram instrumentos de cordas e percussão com letras fortes que retratam e reiteram vivências feministas. O grupo ainda conta com a participação especial da pernambucana Doralyce, no segundo dia. Depois disso, hora de trocar o centro pela Tijuca, onde,  nos dias 5 e 6 de julho o Levada começa a fase final do festival, no Centro da Música Carioca, na Tijuca, com show de Ayrton Montarroyos.

Juntas desde 2015, o Mulamba é formado por Fer Koppe (violoncelo), Amanda Pacífico (voz), Cacau de Sá (voz), Érica Silva (baixo/guitarra), Caro Pisco (bateria) e Naíra Debértolis (guitarra/baixo), que se revezam entre guitarra, baixo e violão. Na bagagem estão referências musicais que passam por Elza Soares, Cassia Eller, Milton Nascimento e Rosetta Tharpe, entre outros. Com um repertório totalmente autoral, elas vão cantando e montando o setlist ao vivo, sentindo o clima do momento.  A música “P.U.T.A” ganhou vídeo que já conta com mais de dois milhões de visualizações no youtube, desde 2016.  Além dessa, estão as composições “Espia, escuta”, “Lama e “Vila vintém”, entre outras.  A mistura é da boa e quem já viu o sexteto no palco – elas se apresentaram anteriormente no Circo Voador e na Fundição Progresso – não se esquece.

“A gente gosta de difundir as nossas mensagens pela música em todos os cantos, na rua, no teatro, nas periferias. É uma vontade coletiva”,  afirma Cacau.

Para o curador Jorge Lz, o conceito do Mulamba define (e fecha) bem a programação de junho do Festival. “É cada vez mais evidente a importância das mulheres na música brasileira, especialmente na independente.  Elas estão usando a sua força e presença para marcar seu território nessa cena”.

A sétima edição do Levada começou no dia 10 de maio com show do Kassin no Teatro Ipanema onde apresentou, ao longo do mês, atrações variadas, como o trio Muntchako, de Brasília, a cantora Illy, da Bahia e o Trombone de Frutas, do Paraná.  Em junho, o Festival ocupou o Teatro Sesi, no centro – com shows da Banda Mais Bonita da Cidade,  Corte e Alzira E,  Laura Lavieri e fecha agora com Mulamba. A reta final será na Tijuca, onde, a partir de 5 de julho os shows acontecerão no Centro da Música Carioca, completando a circulação por três regiões da cidade: Zona Sul, Centro e Zona Norte, um desejo antigo do idealizador, Julio Zucca, sócio da Zucca Produções e coordenador geral do Levada.

Com shows às quintas e às sextas-feiras, em horários variados, e ingressos a preços populares (R$ 20 e R$ 10 para quem paga meia entrada), o Festival Levada tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.

Programação Levada 2018

TEATRO SESI (Av. Graça Aranha, 1, no Centro). Shows às 19h, censura 16 anos:

  • Dias 28 e 29 de junho – Mulamba (Curitiba, PR)– O sexteto feminino que combina sonoridades e traz, em seu discurso, questões sociais e de empoderamento feminino se apresenta pela primeira vez na cidade.

CENTRO DA MÚSICA CARIOCA ARTUR DA TÁVOLA (Rua Conde de Bonfim, 824, na Tijuca). Shows às 20h:

  • Dias 5 e 6 de julho – Ayrton Montarroyos (Recife, PE) – Além de compositor, Ayrton se destaca como um dos mais interessantes intérpretes da nova geração. Lançou seu primeiro disco em 2017, mesmo ano em que teve uma passagem bastante elogiada pelo programa The Voice.
  • Dias 12 e 13 de julho – Luê (Belém, PA)– Lançou no final de 2017 o seu segundo disco, “Ponto de Mira”, com sonoridade mais eletrônica e produção de Zé Nigro, braço direito de Curumin.
  • Dias 19 e 20 de julho – Romulo Fróes (São Paulo, SP) – Integrante do quarteto Passo Torto, é considerado um dos principais compositores paulistanos e prepara novo álbum de inéditas. Lançou um disco em homenagem ao sambista Nelson Cavaquinho, uma compilação de músicas suas gravadas por mulheres e um disco com o cantor mineiro César Lacerda.
  • Dias 26 e 27 de julho – Pietá (Rio de Janeiro, RJ) – Formado por Frederico Demarca, Rafael Lorga e pela cantora potiguar Juliana Linhares, o trio mistura vários elementos da música popular brasileira e lança o seu segundo CD, “Leve o que quiser”, com participações de Chico César, Claudio Nucci e Carlos Malta.

Um pouco mais sobre o Levada

Nas seis edições anteriores, o Levada apresentou 88 artistas, que se apresentaram para um público de mais de 12 mil pessoas. Pedro Luís, Siba, Lucas Santanna e Lirinha são alguns dos artistas mais famosos que já passaram pelo Levada, que também trouxe artistas que estavam prestes a despontar, como Ellen Oléria, Filipe Catto, Márcia Castro e Boogarins. Isso sem falar nas descobertas de Phill Veras, Aíla, Brunno Monteiro, Jaloo e César Lacerda.

Leia, veja, ouça mais sobre o Levada nas redes:

 

https://levadaentrevistablog.wordpress.com/
https://www.facebook.com/festivallevada/

https://www.instagram.com/festivallevada/

https://www.youtube.com/channel/UCGgFguV1NQiQDejHR9KYAvg

https://open.spotify.com/user/radiolevada?si=6-5FIWl5R9aPLnECIfPz0w

Carnaval internacional: Rainha da Alegria da Zona Sul participa da folia em Paris

Anny Santos será rainha  da escola Azulinha durante os festejos fora de época na Cidade Luz

A folia não tem data para acabar na agenda de Anny Santos. A empresária, que vive na Alemanha e será rainha de bateria pelo segundo ano consecutivo na Alegria da Zona Sul, aceitou o convite da escola de samba Azulinha e reinará também na agremiação durante o Carnaval de Paris, que acontecerá no dia 01 de julho.

 

– Desde que voltei à Europa sigo conectada ao Carnaval, seja no Brasil ou aqui. São experiências novas e muito gratificantes porque, mesmo a quilômetros de distância, continuo em contato com a minha cultura e minhas raízes. E, ao mesmo tempo, sigo praticando o samba para quando chegar ao Brasil estar afiada, diz a rainha da vermelho e branco da Zona Sul.

Com coroação prevista para setembro, Anny, mesmo de longe, faz questão de estar antenada com os preparativos da escola para o próximo Carnaval.

– A Alegria me conquistou e eu estou muito feliz de estar mais um ano integrando este time. Estou lendo sobre a Umbanda para entender bem todos os significados desta religião, diz a empresária que , no último fim de semana, participou de evento para escolha da rainha de bateria da escola de samba francesa.

Não deixe a emoção queimar seu filme no trabalho durante a Copa 

Veja 6 dicas valiosas sobre como se comportar na empresa durante a transmissão dos jogos  

A Copa do Mundo 2018 está chegando e, com ela, sempre vem aquele clima de festa, ansiedade e agitação. É legal torcer pela seleção brasileira, mas se for junto com o pessoal do trabalho, mesmo sendo fora da empresa, vale se precaver com alguns cuidados para não queimar seu filme e destruir a sua imagem. Veja as principais recomendações da Sabrina Espíndola, Consultora de Gestão Empresarial e Master Coach. Fique ligado e se afaste do mico:

1. Cuidado com a bebida alcoólica. Não exceda no consumo, porque aumenta o risco de fazer alguma coisa que se arrependa depois. 

2. Lembre-se do código de conduta e ética. Caso a sua empresa não tenha ainda, vale seguir o bom senso.

3.  Preste atenção com o vocabulário. Afinal de contas a sua imagem é a sua marca. Como você quer ser visto hoje e futuramente.

4. Divirta-se! Sim, assista o jogo com os amigos do trabalho, porque o relacionamento é tudo. Abre grandes portas na vida, pessoal e profissional.

5. Seja uma pessoa positiva e divertida. Quem é que não gosta de estar em contato com pessoas com boa energia. 

6. Celebre cada gol! Vamos torcer para que o Brasil vença a Copa e todos os desafios da nossa nação para trazer felicidade para o nosso povo.

INSPIRE-SE NA MISTURA: A MODA COLORIDA ESTÁ EM ALTA
Diversidade, leveza e jovialidade são características buscadas pelos adeptos da moda mix colorida, que tem tomado as passarelas e as ruas das cidades.
As roupas coloridas são muito associadas ao verão, aos dias de sol. Mas na verdade, elas podem ser usadas em qualquer estação do ano e em qualquer ocasião, na medida certa, claro. Porém, para muitas mulheres e também para homens não é fácil saber qual é a “medida certa” e tem muita gente que prefere evitar o “erro” e aposta nos tons neutros. Mas a moda hoje permite escolhas mais flexíveis e vibrantes.
A moda colorida veio com tudo. Ela está tanto nas ruas como nas passarelas, e pode ser vista também na internet, através de digital influencers adeptos da moda. Todo esse colorido, na verdade, leveza e juventude para o dia a dia, seja para o chope com os amigos na Vila Madalena, um passeio nos parques de Londres, ou uma ida ao calçadão de Copacabana. O colorido é a mistura de tons e roupas que rejuvenesçam e levantem o astral, em qualquer situação.
A youtuber carioca Karyna Rangel tem sido uma das representantes desse movimento fashion, de uma moda mais leve e espontânea. Com quase 1,5 milhões de inscritos no seu canal e quase meio milhão de seguidores no Instagram, a digital influencer e vlogger é tem ousado em combinação de cores e tendências em seus looks, que são inspiração para suas seguidoras: “Eu sou uma pessoa alegre, intensa, vibrante, e expresso isso na forma que me visto e nas cores que uso. Além de trazer uma imagem jovem, moderna, descolada, acredito que o cabelo colorido traz positividade e uma imagem alegre. É isso que aconselho para minhas seguidoras: sejam felizes”.
Karyna dá algumas dicas sobre esse mix colorido e como mandar bem com esse tipo de look:
1-Considere o evento que você está indo, pensando não só na ocasião, mas também se acontece durante o dia e a noite. A estação do ano não será tão relevante neste caso.
2- Leve em consideração a tonalidade da sua pele, incluindo quando você está muito bronzeada. Neste caso, algumas cores se destacam mais do que deveriam, como o vermelho e o laranja, por exemplo, ou meninas com a pele muito clara podem ficar “apagadas” quando escolhem a cor amarela.
3- Apesar da descontração que o colorido proporciona, lembre-se que para montar um look perfeito o equilíbrio é fundamental. A roupa deve ser pensada como um todo, levando em consideração a maquiagem e os acessórios. A blusa principalmente deve ser levada em consideração com o tipo de maquiagem. Maquiagem forte e blusa muito colorida na maioria dos casos pode ser exagero.
#KarynaRangel
PEGAR MUITO PESO SIGNIFICA MELHORES RESULTADOS NA MUSCULAÇÃO?
Pegar muito peso significa melhores resultados na musculação?
Uma das perguntas mais frequentes nas academias é se pegar muito peso significa melhores resultados na musculação e no crossfit.
Fernanda Dassie, a “Financista Fitness” que foi gordinha no início da adolescência e que desde os 13 anos fez várias dietas, orientadas ou não, explica: “A não ser que a pessoa seja um atleta de Powerlifting, onde realmente a quantidade de peso conta para que ela ganhe o campeonato, pegar muito peso não significa melhores resultados para quem quer ter um corpo bem hipertrofiado e desenhado. O que faz realmente a diferença é a forma que o
praticante executa os exercícios”.
“É preciso muita consciência corporal e concentração no músculo a ser trabalhado para que a biomecânica de cada atividade ocorra da melhor forma possível. Com o peso adequado para a pessoa (pesado dentro de seus padrões) e com a execução mais perfeita possível, os resultados virão muito mais rápidos e com menos riscos de lesões do que simplesmente aumentando a carga descontroladamente”, completa a morena formada em Administração, que tem MBA em Finanças pelo IBMEC e atualmente é Diretora Finceira na empresa LAB Madeiras e Ferragens.
A fisiculturista que é patrocinada pelas marcas Black Skull, Labellamafia e Pharmactive esclarece que após virar atleta adquiriu um pouco mais de conhecimento no assunto e para aprender a tirar o máximo proveito de cada exercício precisou diminuir alguns pesinhos em aparelhos e ir aumentando gradativamente.
“É claro que não devemos nos exercitar com pesos leves para hipertrofia, mas às vezes o excesso de peso pode causar danos às articulações, estiramentos e atrofias musculares, além de poder recrutar a musculatura errada devido à compensação natural que nosso corpo faz com o peso inadequado. Se você é novato na academia ou se não conhece a forma correta de executar o movimento de um certo aparelho, não deixe de pedir auxílio de um profissional de educação física. Seu resultado, articulações e saúde com certeza agradecerão!”, pontua a digital influencer.
Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’ estreia dia 22 de junho no Teatro Candido Mendes,

Inspirado em figuras reais e respeitadas do Ceará, o espetáculo ‘Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’ estreia dia 22 de junho no Teatro Candido Mendes, em Ipanema

Com direção de Isaac Bernat, montagem teve origem em pesquisa feita pelas atrizes Clara Santhana e Paula Cavalcanti nas cidades  de Quixadá e Quixeramobim (CE), onde moram os profetas. Bernat e Clara retomam a bem-sucedida parceria iniciada em ‘Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes’, há cinco anos em cartaz e visto por mais de 200 mil espectadores

Realizada por homens e mulheres muito respeitados no sertão nordestino, a previsão do clima é uma atividade enraizada na cultura cearense e em outros estados da região, reverenciada por toda a comunidade e passada de geração em geração. As personalidades que detém esse conhecimento são conhecidas como ‘Profetas da Chuva’. Suas previsões meteorológicas, feitas a partir da observação da natureza, têm o importante papel de anunciar à população local como será o clima do ano que virá. Essas figuras, que encantam por seu saber empírico, simples e profundo, motivaram a criação do espetáculo ‘Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’, que estreia dia 22 de junho, no Teatro Candido Mendes, com pesquisa, texto e atuação de Clara Santhana e Paula Cavalcanti e direção de Isaac Bernat. O diretor e Clara retomam a bem-sucedida parceria iniciada em ‘Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes’, há cinco anos em cartaz e visto por mais de 200 mil espectadores.

A pesquisa, com supervisão de Nara Keiseman, começou quando as atrizes Clara Santhana e Paula Cavalcanti estudavam na UniRio e leram o livro ‘Profetas da Chuva’, de Karla Patricia Holanda Martins. O processo durou cinco anos (de 2007 a 2012) e incluiu duas viagens da dupla para as cidades de Quixadá e Quixeramobim, no Ceará, onde moram os profetas. Lá conheceram Chico Mariano e Paroara, ouviram muitas de suas histórias, e os elegeram os protagonistas do espetáculo. Depois de anos, a dupla retornou a pesquisa para criar um espetáculo que busca um ambiente de proximidade entre público e personagens. Na trama, os protagonistas conversam sobre a vida, suas experiências e seus métodos de previsão meteorológica.

“Falar dos Profetas da Chuva é experimentar no corpo um conhecimento vivido por muitas gerações. Eles têm palavras profundas e certeiras sobre a vida. São sábios. Com seus olhos maduros, observam os sinais da natureza e fazem um balanço do que está por vir. A população estremece ao ouvir suas previsões”, descreve a atriz Clara Santhana, que há cinco anos vive a cantora Clara Nunes nos palcos e que, agora, dá vida a Chico Mariano. “Entrar em contato com a pesquisa feita há anos no sertão do central do Ceará, na cidade de Quixadá, é me reconectar com a força ancestral presente naquelas vozes proféticas”.

A atriz Paula Cavalcanti, que interpreta Paroara, foi quem primeiro teve contato com o livro e incentivou o início da pesquisa. “Profetas da Chuva é um encontro de almas. Eles promovem, através da tradição oral, o sentimento de acolher com as palavras. Assim me senti desde que conheci o livro, e esse sentimento se confirmou quando tivemos a oportunidade de encontrar pessoalmente Paroara, Chico Mariano e outros (as) Profetas no Quixadá. Retomar esse encontro com as personagens enche meu coração de alegria e esperança. A sabedoria popular e sua riqueza são nossa pérola preciosa que nos motiva a dizer em cena as palavras desses senhores conectados com a natureza e toda sua grandiosidade.”

O diretor Isaac Bernat acredita que o espetáculo vai mostrar ao público a sabedoria popular dos profetas, que é muito respeitada na região, mas desconhecida por muitos no Sudeste do país. “Em Quixadá e Quixeramobim, viveram personalidades como Rachel de Queiróz e Antônio Conselheiro, então é uma região muito significativa e mística. É um lugar onde a oralidade é importante para resgatar memórias e tradições. Os Profetas da Chuva têm um olhar para os fenômenos da natureza que não é o clássico, mas existe uma ciência ali, que vem da observação da natureza. Com este espetáculo, original e poético, resgatamos um pouco do Brasil ainda desconhecido por muitos e preservamos nossa ancestralidade, nossas origens”, observa o diretor Isaac Bernat. Completam a equipe criativa Laura Becker (assistente de direção), Nara Keiserman (orientação de pesquisa), Aurélio de Simoni (Iluminação) e Desiree Bastos (cenário e figurino).

Sinopse

 Dois Profetas da Chuva — Chico Mariano e Paroara, vividos por Clara Santhana e Paula Cavalcanti — conversam sobre suas experiências de previsão meteorológica e os métodos utilizados na observação da natureza. Filosofam sobre a vida e o tempo, com falas bem-humoradas e momentos de música ao vivo. O ambiente é de proximidade entre personagens e público, que atua como testemunha de suas profecias.

Ficha técnica:

Texto e atuação: Clara Santhana e Paula Cavalcanti

Direção: Isaac Bernat

Assistência de direção: Laura Becker

Orientação de pesquisa: Nara Keiserman

Iluminação: Aurélio de Simoni

Cenário e figurino: Desiree Bastos

Produção executiva: Leandro Carvalho

Fotos: Mateus Gomes

Programação visual: Leandro Carvalho

Direção de Produção: Naine Produções

Assessoria de imprensa: Racca Comunicação

  • Serviço:
  • Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara
  • Temporada:  De 22 de junho a 29 de julho.
  • Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema
  • Telefones: 2523-3663.
  • Dias e horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h.
  • Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).
  • Lotação: 103 pessoas
  • Duração: 1h
  • Classificação indicativa: Livre
  • Funcionamento da bilheteria: Diariamente, a partir das 14h.
  • Vendas online: https://ticketmais.com.br/
XANGAI FAZ SHOW-TRIBUTO AOS REIS DO RITMO NORDESTINO NA CAIXA CULTURAL DO RIO DE JANEIRO

Cantor e compositor baiano homenageia Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva em duas apresentações

Foto Renan Perobelli

É no ritmo do coco e do baião que a CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, nos dias 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo), às 19h, o show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo. Em duas apresentações, o cantor, compositor e violonista baiano Xangai invoca toda a informalidade e a riqueza poética características do Nordeste com uma homenagem a dois expoentes da música popular nordestina: Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

 Mesclando obras já conhecidas do público, Xangai oferecerá à plateia carioca interpretações das canções de Jackson e Jacinto, incluindo algumas já gravadas por ele. O violonista Ricardo Vieira, o flautista João Liberato e o percussionista Ricardo Hardmann acompanham o artista no palco.

 O músico já recebeu a láurea de Melhor Cantor na categoria Regional na edição de 2016 do Prêmio da Música Brasileira e seu álbum mais recente,Xangai, ficou entre os três indicados para o prêmio de Melhor Disco. Seu violão “pinicado”, os malabarismos vocais, a grande capacidade de improvisação e a simplicidade trazida do berço fazem dele uma figura ímpar na música brasileira.

 

Os homenageados:

Paraibano, Jackson do Pandeiro se notabilizou como cantor de cocos, baiões, rojões, xaxados, sambas e marchinhas de carnaval, e teve grande sucesso na década de 1950. É autor de O Canto da Ema, gravada por Lenine; Na Base da Chinela, cantada por Elba Ramalho; e Lágrima, célebre na voz e no violão de Chico Buarque. Por todo o talento e influência na música popular, ficou conhecido como o “rei do ritmo”, firmando um estilo particular onde desafiava o tempo, introduzia divisões e quebrava o canto para alongar ou comprimir a métrica.

 E se Jackson do Pandeiro sacudiu as estruturas da música popular brasileira com a força da embolada nordestina, o alagoano Jacinto causou menos repercussão no país, apesar de ter gravado 24 discos e composto mais de 200 músicas. Jacinto teve seu auge nas décadas de 1960 e 1970, sendo uma espécie de discípulo de Jackson. Como o mestre, era também versátil e dominava vários ritmos e estilos nordestinos.

 

Jacinto popularizou várias modalidades de coco, com destaque para o coco sincopado – gênero musical que fundia trava-língua com pique de embolada. Usando uma divisão rítmica peculiar, interpretava canções que possuíam armadilhas capazes de enrolar a língua daquele que não tivesse o talento típico dos emboladores. Somente no fim da vida, na década de 1990, teve um reconhecimento mais amplo e hoje pode ser considerado uma grande referência na música popular nordestina e brasileira.

 Ficha técnica:

Violão: Ricardo Vieira

Flauta: João Liberato

Percussão: Ricardo Hardmann 

Coordenação de Produção: Gabriela Góes

Técnico de som: Carlos Caji

Iluminação: Katia Barreto

Programação visual: Gabriel Leite

Realização: Maracujá Cultural

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 Serviço:

  • Show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo
  • Datas: 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo)
  • Horário: 19h
  • Duração: 90 min
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia. A venda de ingressos começa no dia 19 de junho (terça-feira).
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Acesso para pessoas com deficiência
NOVO CINEMA INDIANO GANHA MOSTRA NA CAIXA CULTRAL RIO DE JANEIRO

Programação reúne produções de diversas regiões da Índia, faladas em diferentes línguas, e debates com estudiosos da cultura indiana

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 19 de junho a 1º de julho de 2018 (terça-feira a domingo), a mostra Novo Cinema Indiano, que apresenta um panorama da produção recente de diversas regiões da Índia. A curadora Carina Bini reuniu uma seleção de 11 longas e médias-metragens, com destaque para filmes inéditos e premiados no National Film Awards, principal prêmio do cinema indiano. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A Índia é o país que mais produz filmes no mundo e com uma indústria gigante, que movimenta bilhões de dólares no mercado, domina a Ásia e se espalha com velocidade intensa. Na mostra Novo Cinema Indiano, o público terá acesso a produções de realizadores que buscam narrativas menos convencionais dentro da cinematografia indiana. Filmes ao mesmo tempo reflexivos e de apelo popular, que transitam entre os festivais internacionais, estabelecendo um verdadeiro contraponto ao estereótipo associado à indústria de Bollywood.

Além de dez produções faladas em seis diferentes línguas oficiais da índia, a mostra apresenta, em uma sessão especial, a produção brasileiraKilasumak – O despertar de um Guerreiro (2017), falada em português, dirigida pelo Mestre Vedanta Jonas Masetti.

Entre os destaques da programação estão Pimbal (2017), último trabalho do consagrado cineasta Gajendra Ahire, que já dirigiu 44 filmes; Testemunha(2017), de Dileesh Pothan, considerado um dos melhores filmes de Mollywood (feito na língua Malayalam, falada exclusivamente no estado de Kerala, sul da Índia) e que ganhou os prêmios de Melhor Roteiro Original, Melhor Longa Metragem em Malayalam e Melhor Ator Coadjuvante (Fahadh Faasil) no National Film Awards; e Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, um drama sobre as disparidades sociais da Índia de hoje que marca a estreia do diretor em longas-metragens. Este último conquistou os prêmios FIPRESCI e Avenir Prometteur na mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes.

“A mostra apresenta um ‘olhar’ para a Índia que vem de dentro de seu âmago, resgatando vertentes do cinema mundial, uma vez que esse é o cinema que domina muitos países da Ásia e Oriente Médio, e comunica para bilhões de indivíduos desse planeta”, comenta Carina Bini. “Será um panorama atual do cinema indiano numa temática onde os desafios do momento se fazem presentes dentro de uma sociedade que precisa conviver com valores tradicionais e com o mundo moderno e globalizado da era digital, que transforma relações e põe em cheque valores de uma cultura ancestral”, conclui.

Atividades extras:

Na abertura, na terça-feira (19), às 18h, será realizada uma apresentação de dança clássica da Índia. Já no dia 21 de junho (quinta-feira), às 17h, haverá uma aula de yoga no foyer da CAIXA Cultural (tragam seus tapetinhos), com  música indiana, com instrumentos melódicos e percussivos, inspirados nas ragas indianas, composições milenares do país.

A mostra ainda apresentará duas sessões seguidas de debates. No dia 23 (sábado), às 17h, o mestre de Vedanta Jonas Masetti apresenta seu filme Kilasumak – O despertar de um Guerreiro, que aborda a busca por um Guru a partir da filosofia indiana, o Vedanta, que permeia a tradicional cultura da Índia. Após a sessão, Masetti fala sobre Cineterapia, uma experiência criada. No dia 28 (quinta-feira), às 19h, após a exibição de Os últimos ritos do Honorável Sr. Rai, o professor de yoga Leandro Castello Branco e o professor de yoga e simbolismo Hindu Patrick van Lammerenconversam com o público sobre a Índia e rituais sagrados.

 

Curadora da mostra:

Desde 1997, a brasileira Carina Bini passa temporadas na Índia estudando o cinema e a cultura do país. Viveu lá durante cinco anos, durante os quais ainda filmou e trabalhou em sets de filmagens. É diretora proprietária da Atman Filmes, produtora de cinema sediada em Brasília, e diretora do Festival Internacional Cinema e Transcendência. Único no pais com as temáticas do cinema e consciência, o festival está atualmente em sua quinta edição.

Nas unidades da CAIXA Cultural de Fortaleza e do Rio de Janeiro, produziu a mostra Devi Mulher em Cena e na Caixa Cultural Brasília realiza, até julho de 2018, o projeto Cine Curta Brasil, com a temática “Visionária, o olhar da mulher negra”. Além de projetos de séries de TVs em andamento, se prepara para dirigir seu primeiro longa-metragem La Mamma, uma coprodução Brasil/ Itália, filmado em Pirinópolis-GO e Assisi-Umbria.

Outras informações sobre a mostra podem ser acessadas no endereço www.facebook.com/mostracinemaindiano

Programação:

19 de junho (terça-feira)

18h – Abertura – Dança Clássica Indiana, 30 min

19h – Pimbal (2017), de Gajendra Ahire, Índia, 92 min, HD, Livre

20 de junho (quarta-feira)

15h30 – Navio de Teseu (2013), de Anand Gandh, Índia, 144 min, HD, Livre

18h30 – Cinemawalla (2015), de Kaushik Ganguly, Índia, 105 min, HD, Livre

21 de junho (quinta-feira)

17h – Dia Mundial do Yoga –  Música Indiana e aulão de Yoga, 60 min

18h30 – Sopro dos Deuses (2012) – Jan Schmidt-Garre, 105 min, HD, Livre

22 de junho (sexta-feira)

17h – Ilha de Munroe (2015), de Manu, Índia, 83 min, HD, Livre

18h45 – O Ovo do Corvo (2014), de M. Manikandan, Índia, 109 min, HD, Livre

23 de junho (sábado)

15h – Pimbal (2017), de Gajendra Ahire, Índia, 92 min, HD, Livre

17h – Kilasumak – O despertar de um Guerreiro (2017), de Jonas Masetti,

Brasil, 53 min, HD, Livre

18h – Debate: Cineterapia, Uma Experiência Criada, 90 min. Com o mestre de Vedanta Jonas Masetti.

24 de junho (domingo)

16h – Água (2013), de Girish Malik, Índia, 136 min, HD, 12 anos

19h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

26 de junho (terça-feira)

16h30 – O Ovo do Corvo (2014), de M. Manikandan, Índia, 109 min, HD, Livre

18h35 – Testemunha (2017), de Dileesh Pothan, Índia, 135 min, HD, Livre

28 de junho (quinta-feira)

15h – Ilha de Munroe (2015), de Manu, Índia, 83 min, HD, Livre

18h – Os Últimos Ritos do Honorável Sr. Rai (2007), de Jayasinhji Jhala, Índia,

47 min, HD, LIVRE

19h – Debate: Índia e Rituais Sagrados, 90 min. Com os professores Leandro Castello Branco e Patrick van Lammeren.

29 de junho (sexta-feira)

16h – Água (2013), de Girish Malik, Índia, 136 min, HD, 12 anos

19h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

30 de junho (sábado)

15h30 – Navio de Teseu (2013), de Anand Gandh, Índia, 144 min, HD, Livre

18h35 – Cinemawalla (2015), de Kaushik Ganguly, Índia, 105 min, HD, Livre

01 de julho (domingo)

16h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

18h15 – Testemunha (2017), de Dileesh Pothan, Índia, 135 min, HD, Livre

 

  • Serviço:
  • Mostra Novo Cinema Indiano
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 19 de junho a 1º de julho de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Lotação:  80 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Realização: Atman Filmes e Criações
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
  • Acesso para pessoas com deficiência