Uma pilha de pratos na cozinha”, de Mário Bortolotto, encerra temporada

“Uma pilha de pratos na cozinha”, de Mário Bortolotto, encerra temporada no Teatro Laura Alvim com sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges

Montagem que marca a estreia do ator Alexandre Borges como diretor teatral é considerada um dos melhores textos de Bortolotto.

“Uma Pilha de Pratos na Cozinha” nos faz refletir sobre a vida e o sentido de nossa existência, numa direção belíssima de Borges que soube com rara sensibilidade criar um espetáculo forte e de alta relevância artística, contando com um elenco que soube dar o peso certo para cada palavra criada milimétricamente por Mário Bortolotto.” Renato Melo

 Uma Pilha de Pratos na Cozinha encerra temporada na próxima quarta-feira, 5 de novembro no Teatro Rogério Cardoso (porão) do Teatro Laura Alvim, Ipanema, espaço da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da Fundação Anita Mantuano de Artes (FUNARJ), na terça-feira haverá a presença de intérprete de libras em sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges.

 Considerado um dos melhores textos de Bortolotto, a peça narra o drama de quatro amigos que encaram uma longa jornada noite adentro num apartamento. Eles falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll, drogas e bebidas.

Em cena, Júlio, um jovem avesso às relações com outros seres humanos está enclausurado em seu apartamento, enquanto sua pilha de pratos cresce na pia. Chegam três presenças em série que mexem com essa monotonia: Daniel, um amigo sanguessuga fracassado; Breno, o síndico do prédio e Cristina, ex-namorada de Júlio e doente terminal.

A peça é marcada por tiradas ácidas, sarcásticas, inteligentes e entremeadas com a inação das personagens que sabem bem analisar suas próprias vidas, mas não conseguem se mover. Faz com que naturalmente o espectador saia do teatro pensando sobre a vida. Como é a sua vida? O que você faz dela, ou não faz? Enfim, não existe certo nem errado. É tudo um grande ensaio.

Idealizada pelos atores Silvana D’Lacoc e Rodrigo Rosado, “Uma Pilha de Pratos na Cozinha” homenageia o grupo de teatro paulistano Cemitério de Automóveis criado pelo dramaturgo, ator, diretor e músico Mário Bortolotto e marca a  primeira direção teatral do ator Alexandre Borges, que integrou o grupo de teatro Boi voador, de Ulysses Cruz. Nesta temporada há apoio Cultural do restaurante Rayz e  Spa Maria Bonita.

A direção de Borges aconteceu pela admiração que ele tem pelo autor, um de seus contemporâneos. A dupla já havia trabalhado nos cinemas e agora renova a parceria nos palcos.

– Essa estreia como diretor veio por acaso. O Mário liberou um de seus textos para uma montagem carioca. A conversa inicial aconteceu em 2013 e a equipe achou que eu seria um cara legal para acompanhar a produção desde o começo e prestar uma homenagem aos 30 anos do Cemitério de Automóveis que aconteceu em 2014. Topei pelo entusiasmo! – celebra Borges.

SINOPSE SUGERIDA: Quatro amigos num apartamento com uma pia lotada de louça suja, metáfora sobre o submundo de São Paulo, falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll. É neste contexto que acontece o drama “Uma Pilha de Pratos na Cozinha”, texto de Mário Bortolotto que encerra a trilogia da Praça Roosevelt e marca a primeira direção teatral do ator Alexandre Borges.

 Link de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=2jRlRMxyMEU

 Serviço:

Uma Pilha de Pratos na Cozinha

Horários: Terças e quartas-feiras, às 19h

Temporada: 4 e 5 de novembro, 19h

Local: Espaço Rogério Cardoso (Casa de Cultura Laura Alvim)

Lotação: 53 lugares

Endereço: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema, Rio de Janeiro – Telefone: (21) 2332-2016

Preços: 30,00 (inteira) / 15,00 (meia entrada)

Vendas: https://www.ingressorapido.com.br/

Classificação: 16 anos

Duração: 55 minutos

Gênero: Drama

Funcionamento da bilheteria/teatro:

Terça a sexta – 16h às 21h

Sábado – 15h às 21h

Domingo – 15h às 20h

 

 Ficha Técnica:

Texto: Mário Bortolotto

Direção: Alexandre Borges

Elenco: Rodrigo Rosado, Silvana D’lacoc, Akin Garragar e Lozano Raia

Iluminação: Aurélio di Simoni

Cenografia e figurino: Daniele Geammal

Programação Visual: Thiago Ristow

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias 

Produção Executiva: Silvana D’Lacoc

Produção e Captação de Recursos: Eduardo Malheiros

Idealização e Produção: Rodrigo Rosado e Silvana D’Lacoc

Apoio Cultural: Restaurante Rayz e  Spa Maria Bonita

ENTREVISTA: Jesus Luz fala sobre inicio da carreira como DJ

 

Nessa ultima quinta-feira (29/11), Luca Moreira recebeu o DJ, ator e modelo, Jesus Luz para uma entrevista em seu site. Dividido entre a atuação, a música e a moda, Jesus Luz notabilizou-se no Brasil todo pelos seus trabalhos com o editorial de moda, inclusive pelo seu projeto na W Magazine, onde trabalhou ao lado da pop star Madonna. Além dos trabalhos como modelo e DJ, esteve em duas novelas, participou do quadro “Saltibum” no “Caldeirão do Huck”, competindo com Ana Carolina Dias, Carol Nakamura, Érika Januza, Gracyanne Barbosa, Priscila Fantin, Thaeme, Yanna Lavigne, Jacaré, Jonatas Faro, Leandro Lima e Rodrigo Simas. No ano passado também integrou o elenco da nova temporada de “Dancing Brasil”, da Xuxa Meneghel na RecordTV. Em seu currículo também constam trabalhos com grifes globais como Dolce&Gabanna, Givenchy, Intimissimi, Colcci, Ellus, Peppe Jeans, Ona Saez.

Como foi o seu começo na música? Sempre tive amigos DJs. Desde pequeno, fui louco por música e cresci com músicos na família. Quando estava viajando, seguindo a turnê da Madonna, comecei a aprender, ao vivo, com Paul Oakenfold. Depois disso, corri para um curso em Nova York e me profissionalizei. Hoje é uma das minhas paixões e meu trabalho também.

Estudando em uma das mais prestigiadas escolas de teatro do Rio, como foram seus estudos na Casa de Artes Laranjeiras? Fiz alguns cursos que abriram muito minha cabeça, minha capacidade de sonhar em ser ator! Me ajudaram muito também a ficar mais solto em qualquer situação, me sentir mais a vontade, acho que todo mundo devia fazer um curso de teatro na vida! Hoje, a CAL é uma faculdade e sou muito grato por tudo que aprendi lá!

Quando foi a sua primeira experiência profissional como DJ? A oficial foi na Pacha de Búzios! Foi inesquecível, eu estava muito tenso e ao mesmo tempo, flutuando por ter tido a coragem de me jogar na profissão tão precocemente!

Em 2009, você desfilou para a grife internacional Dolce & Gabbana em Milão. Conte-nos um pouco sobre como foi o projeto? Tudo foi muito surreal! O desfile envolveu na mesma época a gravação do Clipe “Celebration” da Madonna, um super ensaio para a GQ Itália, e a campanha para a marca. Foram dias inesquecíveis de muito trabalho e muita satisfação. Tudo aconteceu tão rápido, mas graças a Deus, eu absorvi e curti ao máximo. Foi intenso o aprendizado e a experiência profissional.

O que te inspirou a lançar o single “Feel Love Now”? O amor! A vibe que só a música traz! O Momento que eu estava vivendo! Eu queria que todos sentissem o amor agora! Ainda quero! Rsrs

Como foi contracenar com a cantora Inna no clipe “Caliente”? Foi maravilhoso! Ficamos num lugar paradisíaco na Costa Rica, as locações foram agressivamente lindas, com direto a cachoeiras gigantes e praias cinematográficas. Até hoje bate uma saudade e eu assisto esse clipe.

 
Fale um pouco sobre sua experiência em “Guerra dos Sexos”, com o personagem Ronaldo: Guerra dos Sexos foi um grande aprendizado, onde eu conheci realmente essa minha paixão pela carreira de ator. Não foi fácil, mas tive muito prazer envolvido num trabalho tão desafiador! Muito obrigado Silvio de Abreu pelo convite! Jorge Fernando também grande mestre muito generoso!
Selecionado para a capa da Revista W pelo fotógrafo Steven Klein, como foi fotografar ao lado da popstar Madonna? Se eu for listar tudo que senti, essa entrevista não terá fim! Mas posso tentar resumir… Foi como estar num sonho só que acordado. Não simplesmente pelo deslumbre de estar com alguém tão famoso, mas pela realização profissional, pela oportunidade de estar entre os melhores e ainda conseguir me divertir com isso tudo. Obrigado universo!
Durante o ano de 2015 no “Caldeirão do Huck”, você competiu no quadro “Saltibum” de salto aquático. Já havia tido experiência com o esporte anteriormente? Nunca! Foi muito louco! Superei meus medos e me joguei de cabeça literalmente!
Como foi trabalhar com Xuxa Meneghel no “Dancing Brasil”? Foi desafiador, mas a Xuxa, com aquele jeito dela, faz tudo ficar mais tranquilo! Adorei participar!
Exposição de fotos de casamentos no IF Niterói comemorando 13 anos
No próximo dia 6, o IF Espaço Múltiplo, em Pendotiba, Niterói, vai comemorar 13 anos com uma exposição fotográfica com curadoria do fotógrafo Renato Moreth e cenografia da Rosa dos Ventos.
Foto_Romariz

Serão apresentadas dez fotos com os mais inspiradores e especiais registros de casamento clicados no IF por renomados fotógrafos da cidade, como Anderson Marcelo, Fabricia Soares, Leandro Joras, Renata e Leandro Xavier, Rachel Escobar,Renann Fialho, Renato Moreth, Romariz e Sérgio Ronaldo.

Foto_RenatoMoreth

São muitas histórias para contar, já que a casa de festas faz parte da história de muitas famílias de Niterói, tendo realizado mais de 600 festas, entre casamentos, 15 anos e formaturas. “Já realizamos muitos sonhos aqui no IF. Algumas famílias chegaram a fazer dois, três eventos conosco. E isso é um grande motivo de orgulho e nos motiva cada vez mais a querer fazer sempre melhor”, comenta Ilana Ferreira, proprietária do IF.

“POR ELAS” REESTREIA NA CAIXA Cultural RJ
  
     Espetáculo teatral sobre violência contra a mulher e feminicídio vai integrar a agenda da campanha internacional “16 dias de ativismo                                                                              pelo fim da violência contra as mulheres”

Uma mulher é lançada do quarto andar pelo namorado que não aceitava o fim do relacionamento. Outra leva um tiro do marido por não largar o emprego. Uma terceira, que jurava ter se casado com príncipe encantado, é espancada por ele. A namorada do dono do morro é mantida por ele em cárcere privado. Histórias reais e impactantes, dores sem cor e classe social, compõem o texto do espetáculo “Por Elas”, que, após o sucesso da primeira temporada em agosto, volta à cena carioca, desta vez no Teatro de Arena da CAIXA Cultural RJ,

entre 5 e 20 de dezembro, de terça a domingo. Em paralelo ao espetáculo, nos dias 12 e 13 de

dezembro, serão realizados debates com profissionais que trabalham com a causa. A programação está em consonância com a agenda da campanha internacional “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”, mobilização anual, praticada simultaneamente por diversos atores da sociedade civil e pelo poder público no enfrentamento à violência de gênero. Mundialmente, a campanha se iniciará em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, Dia Internacional dos

Direitos Humanos, passando por 6 de dezembro, Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

A nova temporada mantém o objetivo primordial do espetáculo provocar a reflexão e

estimular o debate sobre os direitos humanos e a equidade de gênero, cooperando para a

prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e do feminicídio na sociedade. Originada

de retalhos de histórias reais, a dramaturgia de “Por Elas”, dirigida por Sílvia Monte, com texto

de sua autoria em parceria com o advogado e dramaturgo Ricardo Leite Lopes, passeia pelo

épico e pelo dramático, pelos tempos presente e passado. Cada uma das sete personagens

femininas carrega histórias de outras tantas mulheres brasileiras. A figura masculina – evocada

pelas lembranças das mulheres – provoca a reflexão do que o homem representa para elas

dentro desse universo perverso de “amor e ódio”, “submissão e poder”, das relações entre

mulheres e homens, numa sociedade patriarcal que estimula o machismo.

“A questão da violência contra a mulher é um tema que não pode deixar de ser

pensado na arena da dramaturgia brasileira. O teatro, ao representar os conflitos e as

ambiguidades do humano, acolhe e aproxima – de forma menos cruel – as pessoas da realidade.

O espetáculo se propõe a ser um espaço de comunicação, sensibilização e visibilidade para o

fenômeno da violência de gênero. Precisamos pensar sobre essa questão, e o teatro é um lugar

ideal para atingir mentes e corações”, defende Sílvia Monte, diretora do espetáculo e

idealizadora do projeto.

O elenco é formado por Adriana Seiffert, Ana Flávia, Deborah Rocha, Elisa Pinheiro,

Gisela de Castro, Letícia Vianna, Renata Guida, Rosana Prazeres, João Lucas e Lucas Gouvêa.

“Por Elas”, desde as suas primeiras apresentações, ainda sob a forma de leitura

dramatizada, e com a realização da primeira temporada do espetáculo, reuniu um público em

 torno de 2300 pessoas. Na recente temporada, realizada em agosto na Sala Multiuso do CCMJ –

Centro Cultural do Poder Judiciário e Museu da Justiça, o espetáculo foi visto por um público

diversificado de 1.100 pessoas em 20 sessões, provocando reflexão e levando diversas

mulheres a procurarem as atrizes e a diretora para falar de casos de violência doméstica que

vêm sofrendo, como assédio, exploração sexual, estupro, tortura, violência psicológica,

agressões por parceiros ou familiares e perseguição.

Os estudos e pesquisas para a elaboração da peça partiram de fontes diversas:

processos judiciais, teses, artigos, estatísticas, notícias veiculadas nas mídias. Em paralelo a isso,

foram realizados encontros com profissionais do direito e da saúde que trabalham com

mulheres vítimas de violência doméstica, e a escuta de relatos de pessoas conhecidas, colegas,

amigas e familiares.

Marcada pela simplicidade de elementos, a cena proposta por Sílvia Monte está

disposta em arena e ambientada apenas por bancos. As relações que se formam entre épico e

dramático, passado e presente, homem e mulher, indivíduo e grupo, elenco e público, são

demarcadas basicamente pelo desenho de cena, interpretação, luz e trilha. A cena é conduzida

pelos dois vetores que sustentam a dramaturgia: de um lado, os relatos, permeados de

violência; e do outro, a relação ambígua que se estabelece no grupo de mulheres, unidas na dor

e na vergonha de serem maltratadas pelos seus parceiros.

A ficha artística é composta por mulheres: Luci Vilanova assina o figurino que dialoga

com a economia de elementos, equaliza o grupo de mulheres e ao mesmo tempo individualiza

cada uma delas nos pequenos detalhes da indumentária; Ana Luzia de Simoni é responsável

pela iluminação que uniformiza, compartimenta e dramatiza a cena; Maíra Freitas cria a trilha

com músicas originais inspiradas a partir de elementos sonoros das histórias dos personagens.

ELENCO

Adriana Seiffert / Elisa Pinheiro [DANIELA]

Ana Flávia [ÂNGELA]

Deborah Rocha [MÔNICA]

Gisela de Castro [SANDRA]

Letícia Vianna [MARIANA]

Renata Guida [IEDA]

Rosana Prazeres [JOSILENE]

João Lucas / Lucas Gouvêa [HOMEM]

Laura Nielsen [Stand in]

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Sílvia Monte [Texto e Direção]

Ricardo Leite Lopes [Texto]

Luci Vilanova [Figurino]

Ana Luzia de Simoni [Iluminação]

Maíra Freitas [Trilha Sonora Original]

Anderson Cunha [Diretor Assistente]

 Monique Rosas [Assistente de Figurino]

Cris Ferreira [Operação de Luz]

Ananda Amenta [Operação de Som]

Nena Braga [Identidade Visual]

Marcelo Carnaval [Fotografia]

Sheila Gomes / Sara Paixão [Assessoria de Imprensa]

Ana Righi e Aline Miranda [Redes Sociais]

PRODUÇÃO

Grace Rial e Ramon Roque [Produção Executiva]

Juliana Gonçalves [Assistente de Produção]

Natália Thiago [Agendamento de Grupos]

OURO VERDE PRODUÇÕES

Direção de Produção [Anacris Monteiro]

Marcos Monteiro [Assistente de Produção]

IDEALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL

Sílvia Monte

APOIO CULTURAL

Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro

Centro Cultural do Poder Judiciário – Museu da Justiça

CAIXA Cultural RJ

SERVIÇO

TEATRO

POR ELAS, de Sílvia Monte, texto e direção, Ricardo Leite Lopes, texto. Um grupo de mulheres

desconhecidas entre si que, em comum, têm a violência na sua vida amorosa, está reunido para

falar sobre suas histórias. Conforme os relatos vão acontecendo, os conflitos, preconceitos, a

dor e a própria violência surgem no grupo. Com Adriana Seiffert, Deborah Rocha, Elisa Pinheiro,

Flavia Botelho, Gisela de Castro, Letícia Vianna, Renata Guida, Rosana Prazeres, João Lucas,

Lucas Gouvêa. Classificação indicativa: 14 anos. Duração: 80 min. De 5 a 20 de dezembro, de

terça-feira a domingo, às 19h. Ingressos: R$15,00 (meia) e R$30,00 (inteira), CAIXA Cultural RJ 

Teatro de Arena, Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca), lotação:

226 lugares (mais 4 cadeirantes); bilheteria, de terça-feira a domingo, das 13h às 20h.

POR ELAS – AGENDAMENTO DE GRUPOS

TEMPORADA CAIXA Cultural RJ

Natália Thiago

(21) 99257-0168

porelasagendamentos@gmail.com

DEBATES

“POR ELAS e COM ELAS – No enfrentamento à violência de gênero”.

12/12, quarta-feira

TEMA: “Violência contra as mulheres, ciclo da violência e feminicídio”

Ministrantes: 

Claudia Moraes *, Major da Polícia Militar PMERJ. Mestra em Ciências Sociais UERJ . Pós-

graduada em Gênero e Direito na EMERJ. Desde 2012 é Coordenadora dos Conselhos

Comunitários de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro e subcoordenadora de

Cmunicação Social da PMERJ.

Flavia Vastano *, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Estado do Rio

de Janeiro e analista no Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

* Autoras do Dossiê Mulher 2018, Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

13/12, quinta-feira

TEMA: “Mulheres – Equidade de gêneros, direitos humanos e cidadania”

Ministrantes: Jacqueline Pitanguy, socióloga e cientista política, fundadora e diretora executiva

da ONG CEPIA – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação; Presidente do Conselho Diretor do

WLP, Women Learning Partnership for Rights, Development and Peace.

Schuma Schumaher, pedagoga e ativista feminista, Coordenadora Executiva da ONG REDEH –

Rede de Desenvolvimento Humano e integrante da Articulação de Mulheres Brasileiras.

Das 17h às 18h30, classificação indicativa: 14 anos; GRÁTIS, com distribuição de senhas uma

hora antes. CAIXA Cultural RJ – Cinema, Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT:

Estação Carioca) Lotação: 80. Entrada franca com distribuição de senhas 1h antes.

O drama “Joio”, da Cia. Cerne, reestreia no Teatro Café Pequeno, de 4 Até 19 de dezembro

Montagem discute dependência química e violência feminina na adolescência.

O Teatro Municipal Café Pequeno recebe o espetáculo “Joio”, segunda montagem da Cia. Cerne, em curta temporada que se inicia dia 4 de dezembro. O texto, escrito e dirigido por Vinicius Baião, conta a história de Jéssica, uma jovem que tem a trajetória de sua vida alterada a partir do agravamento da dependência química de sua mãe. O espetáculo fica em cartaz até dia 19 de dezembro, às terças e quartas-feiras, 20h.

JOIO _ Foto Stephany Lopez

O drama “Joio” nasceu de um estudo feito pela companhia sobre a temática da traição e de uma pesquisa por personagens históricos, reais ou fictícios cujas vidas foram permeadas pelo assunto. Na história, Jéssica enfrenta verdadeiro dilema. Com o agravamento da dependência química de sua mãe, a jovem precisa proteger suas irmãs e ainda se proteger. Joio fala sobre essas tragédias urbanas contemporâneas que raramente se tornam conhecidas.

O espetáculo aborda temas como violência sexual, dependência química, conflitos familiares e dá nome a estes personagens anônimos, que vivem em um grave e constante universo de violações, sujando-se de afeto e rancor, vacilando entre a esperança e o trauma, em um espaço onde o medo e a incoerência de ser humano conduzem cada ação.

Ficha Técnica

Texto e Direção: Vinicius Baião

Supervisão: Inez Viana

Elenco: Gabriela Estolano, Higor Nery, Leandro Fazolla, Marcella Gobatti e Natalia Regia

Preparação Corporal: Marcio Paulo Vasconcellos

Cenografia: Leandro Fazolla

Figurino: Vinicius Andrade

Maquiagem: Higor Nery

Trilha Sonora e Sonoplastia: Cia. Cerne

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Operação de Som: Vinicius Baião

Produção Executiva: Stephany Lopez

Produção: Cia Cerne

Serviço:

Reestreia: 4 de dezembro

Temporada: 4 a 19 de dezembro

Horário: terças e quartas-feiras, 20h

Valor do Ingresso: R$30 inteira, R$15 meia

Classificação: 14 anos

Duração: 55 minutos

Local: Teatro Municipal Café Pequeno – Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Tel: 21 2294 4480

Estacionamento: Não

Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 14h às 20h

NOVO CONCEITO EM FILMES PARA CASAIS EM LUA DE MEL
Filmmaker lança novo conceito em filmes para casais em lua de mel  We Go Film : viagem, filmagem e consultoria de imagem em um só pacote
Filmmaker carioca Gabriel Queiroz oferece serviço inédito, que oferece solução completa  para casais que querem filmar férias ou lua de mel no enovo conceito em filmes para casais em lua de melxterior sem se preocupar com logística, roteiro, vestuário e locações
Quantos casais não pensam em fazer a viagem dos sonhos de lua de mel, e registrar seus melhores momentos em vídeo, mas desistem quando pensam na logística de tudo isso. A complexa escolha de locações, de looks, de logística é demais para o casal sozinho resolver e ainda conseguir desfrutar da viagem.
Pensando nisso, o filmmaker Gabriel Queiroz criou um pacote que unifica agência de viagem, filmagem, logística e consultoria de imagem em uma só solução: We Go Film. Segundo o filmmaker, o casal só precisa se preocupar em desfrutar a viagem: “a proposta é diferenciada e inédita, uma solução completa para tornar realidade o sonho do casal. Acompanhamos desde definir um roteiro de viagem, escolher os locais de gravação, os melhores horários, com todo cronograma acertado, até providenciar as passagens aéreas, reservas em hotéis, e a parte de consultoria de imagem e look, de fazer a mala do casal e oferecer a eles tudo como um só serviço”.
Para garantir que os noivos estejam com o look condizente com toda a programação de filmagem e roteiros turísticos, Gabriel Queiroz aliou-se a consultora moda e imagem pessoal Shainy Camacho:”auxilio os casais a fazer mala coordenada, deixando as produções pra cada dia da viagem preparada, apropriada para cada lugar. Faço toda a consultoria para ajudar o casal a estar em harmonia com local e deixar as recordações ainda mais encantadoras”.
Gabriel tem feito roteiros do We Go Film com casais na América central, Europa e Oceania, em roteiros paradisíacos como Caribe, Bali e Santorini, e glamourosos como Paris, Madrid, Lisboa e Porto.
Campeã de fisiculturismo  é presa por tráfico
A Polícia Civil realizou, na manhã desta terça-feira, uma operação contra o tráfico de drogas em Itaperuna, no Noroeste Fluminense. Um dos alvos da ação é a fisiculturista Yara Silva Wellness, aquela que na semana passada foi apontada pela atleta trans Priscila Reis como beneficiada no concurso de fisiculturismo por ser mulher e ela ser transex. Yara foi presa em um condomínio de luxo no Cachambi, na Zona Norte do Rio, apontada como possível líder do bando. Ao todo, os agentes prendem cumprir mais de 40 mandados de prisão e outros cerca de 50 de busca e apreensão.
No sábado passado(1) aconteceu mais uma edição da Copa Carioca de Fisiculturismo. O evento foi realizado pela IFBB Rio no Centro de Convenções Sulamérica, no Rio de Janeiro. Atletas das mais diversas categorias em busca do sonho de ser campeão.
Dentre as competidoras da categoria wellness, uma chamou atenção de forma diferenciada: a atleta Priscila Reis é transsexual, e compete com mulheres cis gênero (mulheres que identificam-se com o gênero de nascença), na categoria acima de 1,68m. Priscila, que foi vice campeã do Mister Saquarema, conquistou o quarto lugar na Copa Carioca de Fisiculturismo.
“Apesar de não ter sido a campeã, não irei desistir de continuar disputando outros campeonatos. Vai ter trans disputando com mulher cis gênero sim. Eu me sinto vitoriosa só de quebrar esse tabu, de mostrar pra minha classe que podemos ser nossas próprias inspirações. Estou feliz em fazer o que gosto”, afirma Priscila.
Alguns jornais disseram que Yara usava o dinheiro do tráfico para financiar seus gastos no fisiculturismo. Priscila preferiu não manifestar-se sobre isso:
“Eu não quero acusar ninguém de nada. Neste meio, há muitos que dizem que os títulos são financiados, eu prefiro não acreditar nisso. Também não quero me manifestar.” disse Priscila