Estilista dá dicas para escolher a lingerie certa para a virada de ano










Em cena, as atrizes Vanja Freitas e Claudiana Cotrim vivem uma série de personagens que mostram como a velhice pode ser criativa e poderosa
Por que as palavras velho, velha e velhice são usadas de maneira pejorativa? Por que os velhos sofrem preconceito e, muitas vezes, se veem desamparados e rejeitados? Como promover uma maior relação entre as gerações? Há três anos, as atrizes Vanja Freitas e Claudiana Cotrim estudam o tema e tentam responder essas perguntas – a dupla realizou dezenas de entrevistas com pessoas de 40 a 80 anos, leu livros que falavam sobre o assunto e se debruçou sobre trabalhos acadêmicos e artísticos. Esse material chegou às mãos do dramaturgo Hérton Gustavo Gratto, que escreveu a comédia dramática ‘Rugas’ a partir da reflexão sobre essas questões (o autor foi o vencedor do 6º Prêmio FITA de Teatro, na categoria Revelação, por este texto). Com direção do premiado Amir Haddad, o espetáculo volta ao cartaz dia 9 de janeiro, no Teatro Maison de France, depois de uma pequena pausa na temporada, para mais quatro apresentações, sempre às quartas-feiras, às 18h30.

“Este é um assunto importante, tocante e delicado. Mas também bastante perigoso. Qualquer resvalo para o melodrama poderá colocar atores, personagens e a plateia num beco sem saída. Não somo eternos. Seria insuportável se fossemos. Por isso a vida, assim como o teatro, tem que ser vivida até o fim. Como se fossemos eternos. Eternamente velhos, eternamente novos”, avalia o diretor Amir Hadadd.
Aos 65 anos, Vanja Freitas começou a vivenciar uma série de situações que a fez refletir sobre essa fase da vida. Ao lado de Claudiana Cotrim, de 48 anos, passou a observar como as pessoas mais velhas atravessavam a rua e como se relacionam com a cidade. Os livros ‘A velhice 1 – a realidade incômoda’ e ‘A velhice 2 – a relação com o mundo’, de Simone de Beauvoir, e ‘Como envelhecer’, de Anne Karpf, também fizeram parte da pesquisa da dupla.
“Eu espero que o público se divirta e reflita sobre essa fase da vida que pode ser criativa e poderosa. Queremos passar uma mensagem amorosa e incentivar as pessoas a olharem mais para os velhos”, conta Vanja. “Uma amiga de 89 anos me disse uma coisa interessante: ninguém se prepara para envelhecer. E qual é a outra opção de não envelhecer?”
A história do espetáculo gira em torno de uma cientista gerontóloga (que estuda o envelhecimento) e deseja fazer o tempo parar. Para isso, vai estudar no exterior e quase não tem mais contato com sua mãe. Até que um dia, durante uma palestra, recebe um telefonema da cuidadora dizendo que a mãe está muito doente e precisa ver a filha. O que ela vai fazer? Na trilha sonora do espetáculo, estão músicas como ‘Que sera, Sera’ de Doris Day, um hino dos anos 50, ‘Jura’ de Zeca Pagodinho, ‘Meu mundo caiu’, eternizada por Maysa; ‘Fascinação’, famosa na voz de Elis Regina; ‘Bodas de Prata’, de Maria Bethânia, entre outras.
“A partir da relação delas, a gente propõe ao espectador que pense sobre algumas questões: ‘o que você vai ser quando envelhecer?’ ou ‘quando você se sentiu velho pela primeira vez[RA1] ?. O público mais velho vai se identificar profundamente e os jovens vão ter a oportunidade de mudar seu pensamento a respeito do próprio futuro”, completa a atriz Claudiana Cotrim.
Sinopse
Cientista que deseja fazer o tempo parar reencontra a mãe idosa e reflete sobre o envelhecimento.
Vanja Freitas (atriz e idealizadora)
Atriz formada pela Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Artista plástica formada pela Escola de Belas Artes – UFBA. Atuações em teatro: “Álbum de Família” (direção: José Possi Neto, 1978), “América Dreams” (dir.: José Possi Neto, 1979), “Estórias de lenços e ventos” (dir.: Paulo Dourado, 1979), “Exercitando” (dir.: Sérgio Britto, 1987), DomQuixote (dir.: Ricardo Maurício, 1994), “Sarau do Machado” (dir.: Ric. Maurício, 1995), “Kafkamachine” (dir.: Marília Martins, 2005), “A vida como ela é” (dir.: Bruno Rodrigues, 2012), “Como nasce um cabra da peste” (dir.: Júlio Wenceslau, 2014-15), “Bonitinha mais ordinária” (dir.: Ana Zettel, 2015). Atuações em TV: “Sítio do Pica Pau Amarelo” (TV-E, 1980), programa “TV Escola” (TV-E, 1996), e nas seguintes telenovelas ou minisséries da TV Globo: “Você decide” (1995), “Salsa e merengue” (1996), “Hilda Furacão” (1998), “Pecado capital” (remake, 1998), “Laços de família” (2000), “Velho Chico” (2016), Muito além do Paraíso (2018). Cinema: curtas “Fando e Liz” (texto de Arrabal, dir.: Antônio Alcântara, 1977), “L.X.O.” (dir.: Ronaldo Ghermann, 1980), “Uma história de borboletas (de Caio Fernando Abreu, dir.: Flávio Colker, 1994), longa-metragem “Araras” (dir.: Sabrina Mc Cormick, 2016), “21, mão na cabeça” (dir.: de Milton Alencar). Figurinista: curso de figurino com Colmar Diniz – Faculdade CAL (2016); peças “Bonitinha, mas ordinária” e “Andarilho” (2016). Diretora: “O Rinoceronte”, de Ionesco, e cena da peça “Vestido de noiva”, ambos no teatro Sesc da Tijuca.
Claudiana Cotrim (atriz e idealizadora)
Atriz formada pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão em 1997, graduada em Letras e pós-graduada em Psicopedagogia. Desenvolveu a pesquisa “A autonomia do ator em cena”. Ministra oficinas de teatro sobre o tema Ator-Autor-Autonomia. Como atriz, seu repertório de trabalhos inclui performances, espetáculos de teatro, contação de histórias, oficinas de teatro, de contadores de histórias e de oratória, telenovelas, filmes e preparação de atores. Atuou na novela “Chamas da Vida”, da Rede Record. Na Rede Globo, teve participação nas novelas “Da cor do pecado”, “Ti-Ti-Ti”, “Avenida Brasil”, “Salve Jorge”, “Em Família”. Ganhou o prêmio de melhor atriz em 2011 com o espetáculo solo “Medeia” (baseado na obra de Eurípides) no 18º Festival Nacional de Monólogos Ana Maria Rêgo. Integrou o elenco de “Hotel Medeia – da meia noite ao amanhecer”, no Oi Futuro (Flamengo), além de trabalhos na linguagem audiovisual: ‘Medeias precisam de auxílio’ curta metragem de Gleyser Azevedo (MA); “De corpo inteiro”, filme sobre Clarice Lispector, de Nicole Algranti; e “O próximo rosto” curta metragem de Stéphane Dosse (França, 2009). Criou o projeto Teatro na Corte, com apresentações cênicas em espaços extracotidianos. Atuou também como atriz em “Os Homens Também Amam” (direção de Rodrigo Scheer, Teatro Clara Nunes, Rio), “Detetive – a peça” (direção do Rodrigo Scheer, Teatro Cândido Mendes, Rio), “Intervalo’ (direção de Josué Soares Teatro Vannucci, Rio). Dirigiu os espetáculossolo “Andarilho”, com o ator Carlos Rosario, e “Mariazinha’s”, com a atriz Maria Ethel.
Amir Haddad (diretor)
Com José Celso Martinez Corrêa, Renato Borghi e outros criou, em 1958, o Teatro Oficina — ainda em atividade com o nome de Uzyna Uzona. Nesse grupo, Amir dirigiu Candida, de George Bernard Shaw; atuou em A Ponte, de Carlos Queiroz Telles, e em Vento Forte para Papagaio Subir, de José Celso Martinez Corrêa. Em 1959, dirigiu A Incubadeira e ganhou prêmio de melhor direção. Desligando-se do Teatro Oficina, segue em 1961 para Belém, no Pará, realizando uma série de trabalhos para a Escola de Teatro de Belém. Em 1965, o Teatro Universitário Carioca o convida para dirigir O Coronel de Macambira, de Joaquim Cardozo, e Amir acaba por permanecer no Rio de Janeiro. Aqui, é um dos fundadores do grupo A Comunidade, instalado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), que se projeta em 1969 com o espetáculo A Construção, de Altimar Pimentel, atribuindo a Amir o Prêmio Molière de melhor direção. Em 1970, realiza mais dois espetáculos com o grupo: Agamêmnon, de Ésquilo, e Depois do Corpo, de Almir Amorim. No mesmo ano, ganha o segundo Molière, com O Marido Vai à Caça, de Georges Feydeau. Em 1972, no Rio de Janeiro, ganha o prêmio Governador do Estado de melhor diretor, com a peça Tango, de Slawomir Mrozec. Com o Grupo de Niterói, faz SOMMA, no Teatro João Caetano, 1974. Em 1980, funda o Tá na Rua, fazendo apresentações de rua baseadas em cenas de criação coletiva. Realiza, também, trabalhos no teatro comercial, que lhe valem o Prêmio Shell por Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar em 1989; e o Prêmio Sharp, por O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, em 1996. Dirige, ainda de Shakespeare, Noite de Reis, em 1997; e O Avarento, de Moliére, em 2000. A partir da década de 1990, Amir aprofunda suas pesquisas de teatro de rua, fazendo diversas encenações de Cortejos e Autos pelo país, movimentando milhares de pessoas nessas encenações, tendo quase sempre presente alguns dos integrantes do Tá na Rua.
Ficha técnica:
Texto: Hérton Gustavo Gratto
Direção: Amir Haddad
Elenco: Claudiana Cotrim e Vanja Freitas
Iluminação: Marcelo Camargo
Figurino e cenografia: Lorena Sender
Preparação corporal: Claudiana Cotrim
Preparação vocal: Vanja Freitas
Fotografia e vídeos de ensaio: Ana Clara Catanhede
Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
Produção: Diga Sim Produções!
Serviço:
Rugas
Temporada: 9 a 30 de janeiro
Teatro Maison de France: Av. Pres. Antônio Carlos, 58 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Telefones: 2544-2533
Dias e horários: Quarta, às 18h30.
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).
Lotação: 355 pessoas
Duração: 1h05
Classificação indicativa: Livre.
Elga Shitara encerra o ano feliz da vida com duas capas da revista Sexy. A japa posou para a edição de fevereiro e acaba de lançar a edição que comemora os 26 anos da publicação. De olho em novas oportunidades e buscando conhecimento, Elga fará aulas com um famoso DJ e aspira se tornar a “dona da noite’.

“Tive um ano maravilhoso, não tenho do que reclamar. Abri 2018 como capa da Sexy de fevereiro, fecho o ano sendo capa da edição de aniversário da revista. Estou feliz com as oportunidades que tive e com o que já está vindo por aí. Já que vivo na noite e disso eu entendo, vou começar um curso para me tornar uma ‘musa DJ’. Estou entrando na moda geek e tenho parcerias já fechadas para o próximo ano. Meu sonho mesmo é largar tudo e virar babá de cachorro”, revelou ela.
Enquanto estão todos ansiosos pelas festas de fim de ano, a gata se prepara para trabalhar muito. Elga Shitara tem eventos marcados tanto na noite de Natal quanto no Réveillon.

“Eu amo trabalhar e não corro de trabalho. A minha agenda de fim de ano estava fechada desde antes da revista e eu não me importo em ter que passar as datas comemorativas fazendo aquilo que eu gosto. Uma pena que não estarei com os meus amigos e familiares, mas eu quero ser vizinha e amiga da Anitta” disse Elga aos risos.






Representando o estado do Amazonas no concurso Musa do Brasil 2018, Leia Lee foi a única candidata que levou trajes típicos e exaltou a festa de Parintins. A gata foi ovacionada pelo público durante a apresentação e chegou como forte candidata ao título de mulher mais bonita do país. Leia ficou de fora do pódio mas saiu satisfeita com o resultado daquilo que se propôs a fazer na final.


“Infelizmente eu não trouxe a faixa para o Amazonas, mas estou feliz com o desfile que fiz e a apresentação muito elogiada tanto pelas candidatas quanto pelos convidados. A minha preocupação quando entrei no concurso era levar o meu estado para a passarela, levar a cultura da minha região para o Brasil”, disse.
Leia Lee revelou ainda que saiu do concurso preparada para o próximo ano, e já confirmou que vai brigar pela faixa de Musa do Amazonas em 2019, além de já está se preparando para levar o título de Musa do Brasil no ano que vem.
“Eu aprendi muito com o concurso, nunca tinha participado de um. Foi maravilhoso encerrar o ano como uma das mulheres mais bonita do país. Continuo com a rotina de treinos que já estava fazendo, ainda não parei para respirar. Ano que vem vou batalhar pela faixa de Musa do Amazonas e vou trazer o título de Musa do Brasil”, revelou a empresária.
Dumont Art Bar brinda a chegada do verão com roda de samba sob comando das feras Roberta Nistra, Clarice Magalhães e Elisa Addor
Nesta sexta, 21 de dezembro, a partir das 22h

Elas são grandes conhecidas da noite carioca. Costumam botar centenas de pessoas para chacoalhar o esqueleto. Representantes legítimas do berço do samba, as cantoras e compositoras Roberta Nistra, Clarice Magalhães e Elisa Addor se apresentam nesta sexta-feira, no Dumont Art Bar, na Gávea.
Juntas, elas formam o Trio Sambadona, grupo que está em temporada em casas do Centro e da Zona Sul da cidade, mostrando o que há de melhor do gingado carioca. Da MPB ao samba de raiz, passando pelo partido alto, a ideia da trinca é receber convidados a cada edição, sejam cantores ou instrumentistas, numa noite aberta ao improviso musical.
Clarice, que também é pandeirista, desfila canções mais antigas, de Noel Rosa, Cartola e Nelson Cavaquinho. Elisapasseia por clássicos de Dona Ivone Lara e pela veia sambista de artistas da MPB, entre eles Chico Buarque e Djavan. Por sua vez, Roberta mostra, com seu cavaquinho, obras de Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, entre outros compositores contemporâneos, como Elton Medeiros.
O endereço da roda não poderia ser outro: a nova casa de show Dumont Art Bar, point que tem reunido uma turma interessante e descolada, onde funcionou por anos a Casa da Gávea. O Dumont se tornou referência para um público formador de opinião, com faixa etária entre 25 e 55 anos, que busca diversão aliada a conforto e elegância.
Mas sobre o Trio Sambadona
Clarice Magalhães
Desde 2000, é pandeirista do grupo Choro na Feira, com o qual tocou em centenas de bailes, festivais de música e shows dentro e fora do Brasil. Clarisse tem CDs gravados. Em 2009, lançou seu álbum como cantora pela gravadora Cedro Rosa. Desde 2010, dá aulas de pandeiro na Escola Maracatu Brasil. Lá, em 2011, criou a Orquestra de Pandeiros Tum Tá Que Tá, formada por seus alunos.
Elisa Addor
Tem na bagagem uma brilhante trajetória nas rodas de samba que revitalizaram a boemia e a cena musical do bairro da Lapa. De lá para cá, a artista se firmou também como compositora e gravou seu primeiro álbum próprio – “Novos Tempos” (Bolacha Discos) – além de um CD de samba-jazz com o grupo Pé de Ouvido, e um disco com o grupo Farra dos Brinquedos, do qual faz parte.
Roberta Nistra
Começou sua trajetória em 1995 e em 2012 lançou seu primeiro CD “Roberta Nistra”, pela gravadora Biscoito Fino. Roberta está prestes a iniciar as gravações de seu segundo cd. Em sua carreira já trabalhou com os grandes nomes da velha guarda do samba carioca e fez parcerias com grandes compositores como Moacyr Luz e Luis Filipe de Lima.
SERVIÇO
RODA DE SAMBA COM Trio Samdadona
Produção: Paulo Figueiredo e Rita Capell
Data: 21 Dez (6ª Feira)
Local: Dumont Art Bar (Praça Santos Dumont, Gávea)
Praça Santos Dumont, 116 – Sobrado / Baixo Gávea
Pagamento apenas em dinheiro, na entrada.
Capacidade da casa: 150 pessoas
Classificação etária: 18 Anos.
Entrada: R$ 20
Dinamosfera faz curta temporada no Teatro Cacilda Becker, de 20 a 23 de dezembro
Cia de Dança contemporânea apresenta o espetáculo “Aponte”, inspirado nas músicas de Maria Bethânia

Formado por graduados da Faculdade Angel Vianna, a Dinamosfera Companhia de Dança vai levar ao palco do Teatro Cacilda Becker, no Flamengo, seu novo espetáculo de dança contemporânea “Aponte”, inspirado na obra musical de Maria Bethânia. Buscando trazer à cena as relações interpessoais, as transformações de um indivíduo e a voracidade e delicadeza de viver a vida em um dia e todos os dias de uma vida, e pequena temporada vai ocupar o espaço cultural dentre os dias 20 e 23 de dezembro (quinta a domingo), com entrada a preços populares. Para celebrar o Natal, na compra de um ingresso ganha-se outro de graça, para presentear o acompanhante.
Com direção e concepção de Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho, “Aponte” caminha pelas novas linguagens e pesquisas sobre movimento, danças populares, danças a dois, dentre outras referências, na busca da construção de uma nova expressividade. A partir de algumas músicas de Maria Bethânia, os coreógrafos caminham por nuances individuais e coletivas, pelas diversas possibilidades de corpos distintos e também harmonizados.

DINAMOSFERA
A Companhia de Dança é formada Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho. Bailarina, coreógrafa, atriz e diretora de movimento, Flávia Spinardi iniciou sua formação artística em teatro físico na UniRio e sua carreira na dança contemporânea com a companhia Corpos Nômades (SP) e Minik Mondó (SP). Formou-se Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ) em 2017 e continuou a desenvolver sua pesquisa em uma imersão em Gaga Movement na sede da Batsheva Dance Company em Tel Aviv, em Israel, em 2018.
Já Dinis Zanotto, também bailarino, coreógrafo e diretor de movimento, também desenvolve atividade como terapeuta corporal. Professor de dança com formação em dança contemporânea, ballet clássico, danças de salão, dança moderna e jazz, Zanotto também se graduou Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna. Como bailarino participa de novelas, programas de televisão, filmes e shows na Rede Globo e, como coreógrafo e intérprete, apresentou a Direção do Tempo é diferente aqui dentro no projeto Sesc EntreDança 2018.

Bailarina, coreógrafa, diretora e preparadora corporal, a professora de dança Tamires Coutinho, tem formação em dança contemporânea, sapateado, ballet clássico, danças urbanas e tecido acrobático. Iniciou seus estudos em teatro na CAL (RJ) e também se formou Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ) em 2017. Como bailarina, trabalhou com coreógrafos como Frederico Paredes, Renata Versiani e Flávia Tápias. Realiza e apresenta suas criações em festivais como Dança em Trânsito 2017 e Sesc EntreDança 2018.
SERVIÇO:
De 20 a 23/12 – Espetáculo de dança APONTE no Teatro Cacilda Becker
De quinta a sábado às 19h , domingo às 18h
Valor ingresso:
R$ 30 inteira + um convidado de presente de Natal de graça*
R$ 15 meia
* a promoção é válida apenas para ingressos com valor integral.
* as promoções não são acumulativas
CLASSIFICAÇÃO: LIVRE
FICHA TÉCNICA
Direção e concepção e Coreografias: Dinamosfera – Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho.
Produção executiva: Mariana Chew
Iluminação: Flavia Spinardi
Figurino: Dinamosfera
Trilha sonora composta por: Gabriel Reis e João Melo
Bailarinos: Caroline Monlleo, Davi Benaion, Denise Guerchon, Dinis Zanotto, Ester França e Tamires Coutinho.
Lugares para comprar e consumir espumante no final do ano
Nada melhor do que um bom espumante para acompanhar as tão aguardadas comemorações de final de ano – seja para presentear o amigo secreto ou se esbaldar nos últimos instantes antes da virada e depois também. Pensando nisso, listamos alguns locais da cidade para comprar bons produtos ou consumir no local.

Em Botafogo, a Cave Nacional, restobar especializado em vinhos brasileiros, reúne mais de 200 rótulos de pequenas a grandes vinícolas em sua adega, dos quais ao menos sessenta são espumantes. Entre os destaques estão o Viapiana 192, um espumante fresco e com ótimo volume e belo equilíbrio entre açúcar e acidez (R$ 62,00 para levar; R$ 68,20 para consumo no local) e o Cave Geisse Brut, que apresenta aromas de uma delicada mistura de frutas secas como damasco e amêndoa, que na boca tem acidez agradável e boa persistência (R$ 119,00 para levar; R$130,90 para consumo no local).
Ainda em Botafogo, a primeira champanharia Ovelha Negra, em funcionamento há quinze anos em um charmoso casarão, oferece uma extensa carta de espumantes nacionais e importados com mais de cinquenta opções. A grande atração a dupla de rótulos próprios, o Ovelha Negra Brut Branco (R$ 87,00) e o Ovelha Negra Brut Rosé (R$ 89,00), produzidos . A casa ainda disponibiliza um kit verão com taças e uma bolsinha transparente ideal para levar para a praia e brindar 2019 (R$ 47,00).
No tradicional restaurante D’Amici, no Leme, a dica do experimente sommelier Alexandre Loureiro são os brasileiros Aurora Procedência Pinot Noir(R$ 120,00), um espumante delicado e que harmoniza perfeitamente com frutos do mar, e o Luiz Argenta Brut Rosé (R$ 158,00), bebida de aromas florais intensos e combina muito bem com crustáceos em geral.
No bistrô In House, na Barra, o sommelier André Herzog é quem comanda a adega e escolhe os vinhos dos simpáticos wine flights (degustações com três bebidas) da casa. Para o fim do ano, uma das opções é o Trio Ponto Nero (R$ 39,00), com espumantes da vinícola localizada na Serra Gaúcha: Ponto Nero Live Celebration Glera (uva do prosecco), Ponto Nero Livre Celebration Brut e Ponto Nero Live Celebration Rosé, com 100 mililitros cada.
Cave Nacional
Rua Dezenove de Fevereiro, 151 – Botafogo – Tel: 2146-5334
Terça a sábado, das 17h à meia-noite
Ovelha Negra
Rua Bambina, 120, Botafogo – Tel: 2226-1064
Segunda a sexta, de 17h30 às 23h30.
D’Amici
Rua Antônio Vieira, n º 18 loja A – Leme
Telefones para reservas: 2543-1303
Diariamente, de 12h à meia-noite.
In House Café-Bistrô
Avenida das Américas, 7777 – Rio Design Barra – terceiro andar
Telefone: 2438-7638
Segunda a quinta, 12h às 23h; sex. e sáb. até meia-noite
No sábado, dia 15 de dezembro, Roberto Carlos se apresentou no Maracanãzinho, no RJ. No palco, ele cantou seus maiores sucessos e músicas novas, além de ter feito elogios as novelas e ao trabalho de Glória Perez, que ganhou aplausos de todos .
Na plateia haviam fãs de todas as idades e de diversos estados do Brasil e a ex-BBB Cida Moraes deu voz a estes fãs. Ela entrevistou os admiradores do Rei na entrada do evento e na plateia. Os fãs ficaram felizes em poder expressar seu sentimento para uma equipe de Tv.
O ponto alto do show, como sempre ocorre, foram as distribuições de rosas.
A cada show o Rei mostra porque é Rei e porque é tão querido por todos.