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Luiza Luh, a mais nova cantora pop, está sendo comparada nas redes sociais com a personagem Rochelle da novela “Segundo Sol” vivida pela atriz Giovanna Lancellotti. A cantora mudou de visual e a comparação com Giovanna Lancellotti tem sido grande. Outro fato que levou a galera a chamar Luiza Luh de Rochelle foi que a cantora é dona do hit “Vingativa”, título que tem tudo a ver com a personagem Rochelle na novela global.
(Texto:Felipe Lemos)
CLIPE
COM PREÇOS POPULARES
Recebido com entusiasmo de crítica e aplausos calorosos do público, o espetáculo Joias do Ballet, que inaugurou a temporada de dança 2018 do Theatro Municipal, em junho, volta à cena, nos dias 03, 04 e 05 de agosto. Desta vez as apresentações terão ingressos populares, a partir de R$10. A ideia é dar continuidade ao programa de popularização das artes clássicas, uma das metas do presidente do TMRJ, Fernando Bicudo: “Arte não é só para quem pode. É para quem quer”- diz ele.
O espetáculo Joias do Ballet reúne três obras de célebres coreógrafos russos criadas na efervescente passagem entre os séculos XIX e XX. Compõem o programa as obras: Le Spectre de la Rose, coreografia de Michel Fokine e música Carl Maria von Weber, Les Sylphides, também coreografada por Fokine com música de Frédéric Chopin, e Raymonda, coreografia de Marius Petipa e música de Alexander Glazunov. Além do Ballet do TMRJ, dirigido por Ana Botafogo e Cecília Kerche, a montagem conta com a presença da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, sob a regência de Jésus Figueiredo e tem participação de alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa.
A primeira peça do programa, Le Spectre de la Rose, foi especialmente concebida para que o jovem Nijinsky mostrasse todo o virtuosismo e o brilho de seu talento particular. A estreia em 1911, no Grand Theatre de Monte Carlo, Mônaco, teve sucesso imediato e o pequeno balé se tornou uma das produções mais amadas do repertório russo.
A segunda obra do programa, Les Sylphides, é um balé curto de oito movimentos, ambientado num parque à luz da lua onde espíritos alados dançam com um poeta. Nessa sua criação, que estreou em 1909, no Théâtre du Châtelet Michel, Paris, Fokine presta homenagem aos velhos tempos do academicismo romântico.
Ambientado na Idade Média, Raymonda conta a história de uma jovem que espera o retorno de seu noivo das Cruzadas. Ela desperta a paixão de um cavaleiro oriental, mas no último momento o noivo retorna e derrota seu rival em duelo. Aí começam os preparativos para a festa de casamento. Desse balé, um clássico do espírito russo exibido pela primeira vez em 1898, no Teatro Maryinski em São Petersburgo, Rússia, o BTM apresenta o terceiro e último ato – pas d’Hangrois.
Ana Botafogo e Cecilia Kerche, diretoras do Ballet do Theatro Municipal, sintetizam assim a ideia desse programa: Joias do Ballet apresenta algumas dos célebres clássicos do repertório mundial, trazendo à cena os grandes coreógrafos russos Fokine e Petipa.
O THEATRO MUNICIPAL É VINCULADO À SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA DO RIO DE JANEIRO
JOIAS DO BALLET
Corpo de Baile do Theatro Municipal
Direção Ana Botafogo e Cecilia Kerche
Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Regência Jésus Figueiredo
PROGRAMA
Le Spectre de la Rose
Invitation à la Waltz, para piano, com orquestração de Hector Berlioz
Música Carl Maria Von Weber
Coreografia Michel Fokine
Cenário e Figurinos Léon Bakst
Libreto Jean Louis Vaudoyer, baseado no poema de Theophile Gautier
Remontagem Tatiana Leskova
Elenco
Cicero Gomes, Alef Albert
Jovem: Deborah Ribeiro e Priscila Albuquerque
Les Sylphides
Música Frédéric Chopin
Orquestração William McDermott
Coreografia Michel Fokine
Cenários e Figurinos Alexandre Benois
Remontagem Tatiana Leskova
Elenco
Mazurka: Claudia Mota ou Renata Tubarão
O Jovem: Filipe Moreira ou Diego Lima ou Paulo Muniz
Raymonda
Música Alexander Glazunov
Libreto Yuri Grigorovitch d’après Lídia Pashkova
Coreografia Yuri Grigorovich d’après Marius Petipa e Alexander Gorsky
Remontagem Galina Kravchenko
Elenco
Raymonda: Claudia Mota ou Juliana Valadão
Jean de Brienne: Cícero Gomes ou Alef Albert
APRESENTAÇÕES:
03 DE AGOSTO – 19h30
04 DE AGOSTO -19h30
05 DE AGOSTO- 17h
Édgar Vivar e Ana de la Macorra, respectivamente Seu Barriga e Paty, do famoso seriado mexicano “Chaves” bateram um papo descontraído com Cid e contaram detalhes e curiosidades das gravações. Uma delas é que o Chaves não morava no barril, ele tinha um apartamento na vila, de número 8, uma alusão ao canal no qual o seriado era transmitido. Outro detalhe contado pelo ator foi que, durante toda a duração do programa, o Seu Madruga pagou o aluguel apenas duas vezes. E, vejam só que curioso: a intérprete da personagem Paty não é atriz. Na verdade, Ana é psicóloga e fazia parte da equipe de produção do seriado.







A vitalidade do VERDE
A gravidez é o momento mais especial da vida de toda mulher. No entanto, algumas mulheres devido às transformações que acontecem em seus corpos no período da gestação, tem diminuída a sua autoestima, dando lugar a inseguranças sobre o próprio corpo e auto-imagem.

Inspire-se no look de Ivi Pizzott para combinar bolsas e acessórios com criatividade e versatilidade
A bailarina do Faustão Ivi Pizzott estampa ensaio para marca de bolsas. A produtora de moda Domenique Heidy comenta sobre os looks e acessórios de Ivi e dá dicas de moda na temática da versatilidade da mulher moderna.
Ivi Pizzott deu a luz em dezembro do ano passado a sua filha Kali, e está desde então em licença maternidade do Balé do Domingão do Faustão. Contudo, embora momentaneamente fora da telinha, a bailarina tem brindado aos mais de 200 mil seguidores e fãs nas redes sociais com imagens belíssimas com sua filha, e de sua rotina.
Em pouco tempo após o parto, Ivi já havia recuperado a boa forma e tem estampado ensaios para diversas marcas de roupas e acessórios. Recentemente Ivi fez um ensaio para uma marca de bolsas, e mostrou opções de looks compostos com o acessório.
A produtora de moda luso-brasileira e influenciadora digital, Domenique Heidy, tomou como exemplo o ensaio de Ivi para dar dicas sobre looks versáteis compostos com bolsas e acessórios. Domenique tem dentre seus seguidores nas redes sociais celebridades do Brasil e na Europa, e é conhecida por suas dicas de moda postadas no instagram e no portal de moda europeu As Tagarelas: “a versatilidade da mulher moderna é uma de suas forças. Nós mulheres queremos acessórios que possamos usar tanto para ir às compras, como ir à uma reunião ou para um encontro. A bolsa é sinônimo de praticidade, segurança e conforto, que são tão necessários com a rotina corrida que temos”. Ressaltou Domenique.
Para acertar em cheio na hora de combinar e acertar na combinação de acessórios, Domenique tem algumas dicas:
1- Preto Básico?
Vamos ser honestas: a última coisa que você precisa é outra bolsa preta básica. Um tom vibrante, um padrão diferenciado pode ser muito mais versátil do que você pensa, especialmente se você combinar com a roupa certa.
Um truque na hora da compra é escolher modelos atemporais, por exemplo, quanto mais liso e básico for o modelo melhor, pois com mais looks ela combinará.
2- Se joga no look com mochila.
Se você quer investir em uma bolsa útil, que cabe sempre muita coisa e é cheia de estilo, a dica é: Jogue uma mochila, independentemente do que você está vestindo, sendo tênis, ou vestido e saltos. Em primeiro lugar, porque é legal colidir com os estilos. Você ganha um look mais fácil e eclético. E em segundo lugar, porque hoje as mochilas vêm em literalmente milhões de estilos, cores e design. Tudo depende do seu estilo e criatividade para montar o look.
3 – Menos é mais? Pode ser.
É preciso ter alguns cuidados na hora de harmonizar o look e os acessórios. Se as roupas tiverem cores vibrantes, ou tiverem estampas chamativas, é melhor optar por uma bolsa mais neutra. O look é mais discreto, composto por um terno social, camiseta básica, ou jeans? Então opte por uma bolsa que tenha algum detalhe, ou que seja colorida, como roxo, azul ou vermelho e que seja pequena ou média. Isso vai permitir que não seja necessário usar outros acessórios.
Para Domenique, saber como combinar e harmonizar a bolsa dentro do look é essencial: “afinal, toda mulher merece usar uma peça prática, confortável e segura que complemente seu look de forma positiva.” conclui.

Festa Literária realiza sessões no restaurado Cinema da Praça

O Cinema da Praça oferece uma programação de cinema com projetos apoiados pela Petrobras, selecionados especialmente para a 16ª edição da Flip, que acontece de 25 a 29 de julho, em Paraty. São filmes que dialogam com o Programa Principal e que tratam de assuntos que serão discutidos nos cinco dias da Festa Literária. Haverá também debates com os diretores de alguns filmes da programação.
Localizado em um casarão histórico, na Praça da Matriz, o antigo Cinema de Paraty funcionou até 1973, quando o espaço passou a ser utilizado para outras finalidades. Em 2016, a Prefeitura de Paraty iniciou o projeto arquitetônico de restauro do sobrado, que será reinaugurado no dia 19 de julho, às vésperas da Flip 2018. Durante a Festa Literária, haverá exibição de curtas e longas-metragens, e debates em torno da produção audiovisual da cidade.
O Cinema da Praça conta com 78 lugares e 1 lugar para obeso. A programação é gratuita mediante distribuição de senha na porta do cinema com uma hora de antecedência.
Sessão de cinema
Nos dias da Flip, o Cinema da Praça oferecerá uma programação de longas-metragens selecionados especialmente para a Festa Literária, com filmes que dialogam com o Programa Principal. Algumas exibições vão contar com a presença de diretores.
Na première mundial do filme Hilda Hilst pede contato, dirigido por Gabriela Greeb – que participa da Flip na mesa Performance sonora – arquivos pessoais de som e de imagem, entrevistas, encontros e intervenções pessoais buscam a memória e a presença da escritora Hilda Hilst em seu cotidiano na Casa do Sol, chácara onde vivia em Campinas.

As demais sessões de longa-metragem são filmes integrantes do projeto Sessão Vitrine Petrobras, que garante espaço nos cinemas para os filmes dos novos realizadores brasileiros, em mais de 20 cidades a cada mês. Na Flip, teremos exibição de três filmes do projeto, todos com debate com os diretores após a exibição.
Severina, de Felipe Hirsch, conta a história de um livreiro melancólico e aspirante a escritor, que vê sua vida transformada pelas aparições e pelos sumiços de sua nova musa, que rouba livros de sua livraria.
No filme Unicórnio, de Eduardo Nunes, ainda inédito nos cinemas e inspirado em obra de Hilda Hilst, o olhar de Maria conduz a narrativa de uma vida rústica no campo, onde a menina e sua mãe esperam pela volta do pai; a relação entre as duas se transforma com a chegada de outro homem.

No documentário Torquato Neto – Todas as horas do fim, de Eduardo Ades e Marcus Fernando, acompanhamos a trajetória do poeta piauiense que atuou em múltiplas frentes – como o cinema, a música e o jornalismo –, engajando-se na revolução que mudou os rumos da cultura brasileira nos anos 1960 e 1970, sempre vivendo as rupturas apaixonadamente.
Sessão Secretaria de Cultura
A Secretaria de Cultura de Paraty promoverá uma mesa—“Paraty Cidade Criativa da UNESCO”—e quatro programações abordando a produção cultural na cidade: “O audiovisual em Paraty”, seleção da produção atual realizada por jovens; “Paraty: Música em formação”, sobre a educação musical e o festival Estações Musicais em Paraty, incluindo um concerto de música de câmara com alunos da Casa da Cultura; “Retomando o cinema: A ocupação criativa”, com apresentações de coletivos jovens, e “O cinema em Paraty”, sobre os filmes realizados na cidade.
Sessão Anima Mundi
A 26ª edição do Festival Internacional de Animação do Brasil – Anima Mundi – que também conta com patrocínio da Petrobras – vai realizar oito programas de curtas-metragens durante a Flip. A parceria entre o festival e a Festa Literária tem o objetivo de diversificar suas programações e explorar as interseções entre literatura e animação, linguagens nas quais o Brasil se destaca pela qualidade de obras e de autores. As animações exibidas no Cinema da Praça integram a programação do Anima Mundi 2018, composta por 405 filmes de 40 países, destinados ao público infantil e adulto.
PROGRAMAÇÃO:
Quarta-feira, 25 de julho
17h | sessão Secretaria de Cultura
Cinema da Praça
O audiovisual em Paraty
Quinta-feira, 26 de julho
10h | sessão de curtas
Cinema da Praça
Sessão Anima Mundi 1
Infantil
18h30 | sessão Secretaria de Cultura
Cinema da Praça
Vídeos do festival Estações Musicais em Paraty seguido de
Concerto de música de câmara com alunos da Casa da Cultura
21h30 | sessão de cinema
Cinema da Praça
Hilda Hilst pede contato
de Gabriela Greeb
Sexta-feira, 27 de julho
10h | sessão de curtas
Cinema da Praça
Anima Mundi 3
Infantil
11h30 | sessão de curtas
Cinema da Praça
Anima Mundi 4
14h30 | sessão de cinema
Cinema da Praça
Torquato Neto — Todas as horas do fim
de Eduardo Ades e Marcus Fernando
17h | sessão Secretaria de Cultura
Cinema da Praça
Paraty, Cidade Criativa da Unesco
18h30 | sessão Secretaria de Cultura
Cinema da Praça
Retomando o cinema: a ocupação criativa
apresentações de coletivos jovens
21h30 | sessão de cinema
Cinema da Praça
Severina
de Felipe Hirsch
Sábado, 28 de julho
10h | sessão de curtas
Cinema da Praça
Anima Mundi 5
Infantil
11h30 | sessão de curtas
Cinema da Praça
Anima Mundi 6
14h30 | sessão de cinema
Cinema da Praça
Severina
de Felipe Hirsch
17h | sessão Secretaria de Cultura
Cinema da Praça
O cinema em Paraty
21h30 | sessão de cinema
Cinema da Praça
Unicórnio
de Eduardo Nunes
Domingo, 29 de julho
10h | sessão de curtas
Cinema da Praça
Anima Mundi 7
Infantil
11h30 | sessão de curtas
Cinema da Praça
Anima Mundi 8
14h30 | sessão de cinema
Cinema da Praça
Torquato Neto — Todas as horas do fim
de Eduardo Ades e Marcus Fernando
Texto original de André Felipe investiga a origem da violência contra a mulher a partir de um crime cometido por duas irmãs

As atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam diferentes personagens em encenação fragmentada
Com dramaturgia de André Felipe e direção de Diogo Liberano, o espetáculo “Mansa” traz Amanda Mirásci e Nina Frosi nos papéis de duas irmãs que, após anos de abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos da casa. Mais do que apresentar um mero crime, a peça busca revelar a origem da violência contra a mulher. Em cena, apenas os personagens masculinos têm voz: eles observam o drama das irmãs por diferentes ângulos, colocando em questão o processo de “amansamento” feminino. A montagem chama atenção para os inúmeros crimes praticados contra as mulheres que não recebem a devida punição, naturalizando a violência na sociedade contemporânea. “Mansa” estreou no festival Cena Brasil Internacional e, está em sua primeira temporada, entre de 16 de junho e 30 de julho, na Sede da Cia. dos Atores, na Sala Bel Garcia, na Lapa.
A dramaturgia é construída por meio de fragmentos que se estendem por vários tempos, desde a infância das duas irmãs, passando pela adolescência, até o ato do crime e os momentos posteriores: julgamento, prisão e futuro. Amanda e Nina interpretam diferentes personagens (todos masculinos) e, como detetives ou arqueólogas, cavam os indícios deixados na terra e perdidos no tempo. O terreno onde o corpo do pai foi enterrado é o espaço que une as cenas passadas, presentes e futuras, ganhando contornos que extrapolam uma única narrativa.
A encenação assinada por Diogo Liberano buscou construir, junto à direção de movimento de Natássia Vello, uma dramaturgia corporal que apresenta diversos momentos da vida dessas irmãs. Por meio de uma relação de encaixe e desencaixe, a dramaturgia se relaciona com tais movimentos buscando abrir perguntas sobre os fatos narrados pelos personagens masculinos e a realidade vivida e sentida pelas mulheres que foram emudecidas. A trilha sonora original de Rodrigo Marçal, o cenário e os figurinos de André Vechi e a iluminação de Livs Ataíde visam, de modos variados, encontrar e completar uma história que foi esquecida e silenciada.
Convidado para escrever “Mansa”, o autor André Felipe partiu de referências sugeridas pelo diretor e pelas atrizes para criar a dramaturgia original. Uma das origens da investigação foi o clássico “Antígona”, de Sófocles. “A relação das irmãs Antígona e Ismênia e o embate que elas vivem: uma querendo tomar uma decisão que desafiaria o Estado e causaria a própria morte e a outra amedrontada”, comenta Liberano sobre o processo de pesquisa que também incluiu estudos e filmes sobre penitenciárias e instituições de confinamento. “Tínhamos o desejo de falar do confinamento e da instituição prisão modelando e domesticando o corpo da mulher”. O nome do espetáculo foi uma sugestão do dramaturgo a partir do poema “Uma mulher limpa”, do livro “Um Útero é do Tamanho de Um Punho”, da escritora Angélica Freitas.
André Felipe (autor)
É dramaturgo, ator e diretor teatral. Escreveu e dirigiu as peças “À Distância” (Prêmio Myriam Muniz – 2012), “Sem Horas” em parceria com Vinicius Coelho (Prêmio Funarte Artes na Rua – 2013) e desenvolveu com Gustavo Colombini a residência e performance “La Comunicación Humana” (Festival Latino-americano de Teatro de Santiago – 2016) e a ação Reunião de Condomínio (Museu do Louvre Pau-Brazyl – 2016) com o grupo Cinza. É autor das peças “Ensaios Para o Fim do Mundo” (Bullshit México e Teatro Pradillo de Madri – 2017), “Perdendo Tempo (Prêmio Elisabete Anderle – 2015), “Poses Para Não Esquecer” (Festival de Girona – 2016), entre outras.
Atualmente é doutorando em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestre em Dramaturgia pela Universidade Nacional del Arte (UNA) de Buenos Aires. Integra A Ursa de Araque, grupo de Florianópolis fundado em 2007, e colabora com o grupo Cinza, de São Paulo. Recebeu os prêmios de dramaturgia “Seleção Brasil em Cena”, em 2013 e “Prêmio Rogério Sganzerla de Roteiros de Cinema e Teatro”, em 2012. Coordenou diversas oficinas de escrita no Brasil, Argentina e Chile.
Diogo Liberano (diretor)
É graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Performance e Teatro pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC/UFRJ) e doutorando em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio. É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo-coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI Rio de Janeiro e diretor artístico e de produção da companhia Teatro Inominável, criadora de “Não Dois”, “Vazio é o Que Não Falta, Miranda”, “Como Cavalgar um Dragão”, “Sinfonia Sonho”, “Concreto Armado”, “O Narrador”, “poderosa vida não orgânica que escapa” e “Nada brilha sem o sentido da participação”.
Junto à companhia, assina a curadoria e a direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena desde 2012. Por seu trabalho, foi indicado aos principais prêmios de teatro do Rio: Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de “O Narrador” e, em 2016, pela de “Os Sonhadores”), Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de “O Narrador” e pela direção de “A Santa Joana dos Matadouros”, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de “Os Sonhadores”), APTR (em 2013, pela dramaturgia de “Maravilhoso”) e Questão de Crítica (em 2012, pela direção de “Sinfonia Sonho” e pela curadoria da primeira edição da Mostra Hífen).
O poema “Uma mulher limpa”, de Angélica Freitas:
porque uma mulher boa
é uma mulher limpa
e se ela é uma mulher limpa
ela é uma mulher boa
há milhões, milhões de anos
pôs-se sobre duas patas
a mulher era braba e suja
braba e suja e ladrava
porque uma mulher braba
não é uma mulher boa
e uma mulher boa
é uma mulher limpa
há milhões, milhões de anos
pôs-se sobre duas patas
não ladra mais, é mansa
é mansa e boa e limpa
SERVIÇO
Espetáculo: “Mansa”
Temporada: 16 de junho a 30 de julho de 2018
Local: Sede da Cia. dos Atores – Sala Bel Garcia
Endereço: Rua Manoel Carneiro, 12 – Escadaria Selarón, Lapa
Telefone: (21) 2137-1271
Lotação: 20 lugares
Dias e horários: De sábado a segunda, às 20h.
Ingressos: R$ 30 e R$ 15
Duração: 1h10min.
Classificação indicativa: 16 anos
Gênero: Drama
Depois de 13 edições lotadas da série Ocupação Poética, em Ipanema, poeta e agitador cultural nascido em Olaria reúne 42 poemas no livro UM PARA DENTRO TODO EXTERIOR
O autor também assina a coordenação selo Bem-Te-Li, aposta da editora Autografia na poesia, que será lançado em Paraty

No meio de dezenas de saraus poéticos que acontecem diariamente no Rio de Janeiro, um deles consegue reunir novos nomes e poetas consagrados, alguns deles, imortais. É a série Ocupação Poética, que Paulo Sabino promove desde 2015, no Teatro Candido Mendes. Após vinte anos de dedicação à difusão da poesia brasileira, o poeta de 42 anos, carioca de Olaria, lança seu livro de estreia, “Um Para Dentro Todo Exterior”, na Festa Literária Internacional de Paraty (RJ).
A noite de autógrafos e leituras será no dia 26 de julho, em evento na Casa Autografia, espaço da editora que fará parte da programação paralela da FLIP. Em agosto, Sabino também receberá os amigos na livraria Blooks, em Botafogo, no Rio de Janeiro.
“Eis que apresento parte do que escrevi nos últimos anos. Estão aí poemas reunidos em eixos como a existência propriamente, com todas as nossas dúvidas acerca do mundo, do estar vivo; relações de amor, e de desamor; o ato de escrever, da arte poética, de fazer poesia; algumas homenagens; e questões que dizem respeito à minha realidade”, pontua o autor.
Elogios de Nélida Piñon e Antonio Cicero
Sobre os poemas, a acadêmica Nélida Pinõn aponta que “revelam sobejamente o fecundo e rico veio poético de Paulo Sabino que expressa sua gênese, sua sabedoria, a habilidade inequívoca de lidar com o que há no casulo das palavras”. Antonio Carlos Secchin corrobora com a análise da colega ao afirmar que “a poesia de Paulo Sabino aponta para várias direções – e acerta os alvos. O rigor do pensamento aliado à fatura minimalista se destaca no poema que dá título à obra”, e que abre o livro com os versos: “nada a esconder / mesmo que / muito por saber / o mundo / é um / para dentro / todo exterior”.
Salgado Maranhão, poeta vencedor de dois prêmios Jabuti, vai ao encontro dos dois imortais, e atesta que este “trata-se de um livro em cujas possibilidades verbais o poeta se expande em múltiplas interfaces: a linguagem coloquial; a tradição afro-descendente; a síntese minimalista”. Antonio Cicero, também imortal, exulta: “é um grande prazer encontrar-se um livro de verdadeira poesia”. E destaca o poema “Sílaba de Si”, como exemplo: “o tempo inteiro / no dia / a / dia / na fossa / na alegria / com saúde / com alergia / como ladrão / como polícia / achando ruim / achando uma delícia / o tempo / dedicado / (tempo dedilhado) / ao engendramento / ao engarrafamento / (ainda que mínimo) / à formação / à formulação / à formatação / precária / arbitrária / de si / bilar / a sí / laba / de si”.
Livro marca lançamento do Bem-Te-Li, novo selo de poesia
“Um Para Dentro Todo Exterior” se soma às obras de estreia dos poetas Eber Inácio, “Sangue Nos Olhos”, e Claos Mózi, “Os Cães do Coração”, que marcam também o lançamento do selo Bem-Te-Li, aposta da editora Autografia em talentos da poesia brasileira, sob coordenação de Sabino. No próximo semestre serão lançados os livros de três novos poetas, César Guerra Chevrand, Erika Magni e Marisa Vieira, e dos veteranos Pedro Rocha e Luis Turiba.
Ocupação Poética e blog Prosa em Poema
Sabino é conhecido no Rio de Janeiro por realizar os saraus “Ocupação Poética”, nos quais reúne convidados especiais em torno de importantes autores de diferentes vertentes e gerações. Já foram homenageados nomes como Geraldo Carneiro, Alex Varella, Paulo Henriques Britto, Luis Turiba, Cristiano Menezes, Elisa Lucinda, Maria Rezende, Adriano Espínola, Ricardo Silvestrin, Jorge Salomão, André Vallias, Claufe Rodrigues, Mano Melo, Tanussi Cardoso, e os três poetas que contribuíram para o livro, citados acima.
Sabino também mantém, há uma década, o blog Prosa Em Poema (www.prosaempoema.com), lido por nomes como Nelson Ascher, Francisco Bosco, Carlos Rennó, Fabiano Calixto e Péricles Cavalcanti, só para citar alguns dos que acompanham suas análises e destrinchamentos de poemas em língua portuguesa.
Homenagem ao trio ‘Os Camaleões’ e gravação com Maíra Freitas
Sabino foi convidado a integrar, junto com outros poetas, o evento que homenageou o grupo Os Camaleões, formado por Pedro Bial, Luiz Petry e Claufe Rodrigues nos anos 80. Esta apresentação, promovida pelo trio, realizada no último dia 12/07, no SESC Copacabana.
O poeta também gravou pílulas de poesia para a nova temporada do programa LaDoSiLar, da cantora e pianista Maíra Freitas, exibido na web. Ela é a filha de Martinho da Vila, outro dos que já foram homenageados na série Ocupação Poética.
Poesia e Artes Visuais no LabSonica
Junto com isso, Sabino também é um dos convidados pelo curador do Oi Futuro/ LabSonica, Alberto Saraiva, para participar da série Poesia Visual (edição 6), onde vai expor parte de suas obras junto com as dos poetas Christovam de Chevalier e Eduardo Macedo, previsto para o final deste ano, no Oi Futuro Flamengo.
Além da Ocupação Poética, Sabino também promove mensalmente o Sarau do Largo das Neves, que ocupa a praça do largo homônimo, em Santa Teresa, com microfone aberto ao público, e números musicais. Em 2017, ele promoveu a série Somos Tropicália, reunindo renomados poetas e talentos da cena independente da música, e participou do Festival CCBB Quanto Mais Tropicália Melhor, com curadoria de Monica Ramalho e produção da Baluarte Cultura, no qual leu poemas para um público de mais de 6.000 pessoas, em quatro dias, no Rio de Janeiro e em Brasília, ambos eventos em homenagem ao cinquentenário do movimento.
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Sabino, Paulo
ISBN: 978-85-518-1076-7
1ª edição, maio de 2018
Editora Autografia Edição e Comunicação Ltda
Selo Bem-Te-Li
Evento de lançamento:
Dia 26/07, quinta-feira, às 18h
Casa Autografia
Rua Comendador José Luiz, 398
Centro Histórico, Paraty, RJ