Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’ estreia dia 22 de junho no Teatro Candido Mendes,

Inspirado em figuras reais e respeitadas do Ceará, o espetáculo ‘Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’ estreia dia 22 de junho no Teatro Candido Mendes, em Ipanema

Com direção de Isaac Bernat, montagem teve origem em pesquisa feita pelas atrizes Clara Santhana e Paula Cavalcanti nas cidades  de Quixadá e Quixeramobim (CE), onde moram os profetas. Bernat e Clara retomam a bem-sucedida parceria iniciada em ‘Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes’, há cinco anos em cartaz e visto por mais de 200 mil espectadores

Realizada por homens e mulheres muito respeitados no sertão nordestino, a previsão do clima é uma atividade enraizada na cultura cearense e em outros estados da região, reverenciada por toda a comunidade e passada de geração em geração. As personalidades que detém esse conhecimento são conhecidas como ‘Profetas da Chuva’. Suas previsões meteorológicas, feitas a partir da observação da natureza, têm o importante papel de anunciar à população local como será o clima do ano que virá. Essas figuras, que encantam por seu saber empírico, simples e profundo, motivaram a criação do espetáculo ‘Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’, que estreia dia 22 de junho, no Teatro Candido Mendes, com pesquisa, texto e atuação de Clara Santhana e Paula Cavalcanti e direção de Isaac Bernat. O diretor e Clara retomam a bem-sucedida parceria iniciada em ‘Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes’, há cinco anos em cartaz e visto por mais de 200 mil espectadores.

A pesquisa, com supervisão de Nara Keiseman, começou quando as atrizes Clara Santhana e Paula Cavalcanti estudavam na UniRio e leram o livro ‘Profetas da Chuva’, de Karla Patricia Holanda Martins. O processo durou cinco anos (de 2007 a 2012) e incluiu duas viagens da dupla para as cidades de Quixadá e Quixeramobim, no Ceará, onde moram os profetas. Lá conheceram Chico Mariano e Paroara, ouviram muitas de suas histórias, e os elegeram os protagonistas do espetáculo. Depois de anos, a dupla retornou a pesquisa para criar um espetáculo que busca um ambiente de proximidade entre público e personagens. Na trama, os protagonistas conversam sobre a vida, suas experiências e seus métodos de previsão meteorológica.

“Falar dos Profetas da Chuva é experimentar no corpo um conhecimento vivido por muitas gerações. Eles têm palavras profundas e certeiras sobre a vida. São sábios. Com seus olhos maduros, observam os sinais da natureza e fazem um balanço do que está por vir. A população estremece ao ouvir suas previsões”, descreve a atriz Clara Santhana, que há cinco anos vive a cantora Clara Nunes nos palcos e que, agora, dá vida a Chico Mariano. “Entrar em contato com a pesquisa feita há anos no sertão do central do Ceará, na cidade de Quixadá, é me reconectar com a força ancestral presente naquelas vozes proféticas”.

A atriz Paula Cavalcanti, que interpreta Paroara, foi quem primeiro teve contato com o livro e incentivou o início da pesquisa. “Profetas da Chuva é um encontro de almas. Eles promovem, através da tradição oral, o sentimento de acolher com as palavras. Assim me senti desde que conheci o livro, e esse sentimento se confirmou quando tivemos a oportunidade de encontrar pessoalmente Paroara, Chico Mariano e outros (as) Profetas no Quixadá. Retomar esse encontro com as personagens enche meu coração de alegria e esperança. A sabedoria popular e sua riqueza são nossa pérola preciosa que nos motiva a dizer em cena as palavras desses senhores conectados com a natureza e toda sua grandiosidade.”

O diretor Isaac Bernat acredita que o espetáculo vai mostrar ao público a sabedoria popular dos profetas, que é muito respeitada na região, mas desconhecida por muitos no Sudeste do país. “Em Quixadá e Quixeramobim, viveram personalidades como Rachel de Queiróz e Antônio Conselheiro, então é uma região muito significativa e mística. É um lugar onde a oralidade é importante para resgatar memórias e tradições. Os Profetas da Chuva têm um olhar para os fenômenos da natureza que não é o clássico, mas existe uma ciência ali, que vem da observação da natureza. Com este espetáculo, original e poético, resgatamos um pouco do Brasil ainda desconhecido por muitos e preservamos nossa ancestralidade, nossas origens”, observa o diretor Isaac Bernat. Completam a equipe criativa Laura Becker (assistente de direção), Nara Keiserman (orientação de pesquisa), Aurélio de Simoni (Iluminação) e Desiree Bastos (cenário e figurino).

Sinopse

 Dois Profetas da Chuva — Chico Mariano e Paroara, vividos por Clara Santhana e Paula Cavalcanti — conversam sobre suas experiências de previsão meteorológica e os métodos utilizados na observação da natureza. Filosofam sobre a vida e o tempo, com falas bem-humoradas e momentos de música ao vivo. O ambiente é de proximidade entre personagens e público, que atua como testemunha de suas profecias.

Ficha técnica:

Texto e atuação: Clara Santhana e Paula Cavalcanti

Direção: Isaac Bernat

Assistência de direção: Laura Becker

Orientação de pesquisa: Nara Keiserman

Iluminação: Aurélio de Simoni

Cenário e figurino: Desiree Bastos

Produção executiva: Leandro Carvalho

Fotos: Mateus Gomes

Programação visual: Leandro Carvalho

Direção de Produção: Naine Produções

Assessoria de imprensa: Racca Comunicação

  • Serviço:
  • Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara
  • Temporada:  De 22 de junho a 29 de julho.
  • Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema
  • Telefones: 2523-3663.
  • Dias e horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h.
  • Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).
  • Lotação: 103 pessoas
  • Duração: 1h
  • Classificação indicativa: Livre
  • Funcionamento da bilheteria: Diariamente, a partir das 14h.
  • Vendas online: https://ticketmais.com.br/
XANGAI FAZ SHOW-TRIBUTO AOS REIS DO RITMO NORDESTINO NA CAIXA CULTURAL DO RIO DE JANEIRO

Cantor e compositor baiano homenageia Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva em duas apresentações

Foto Renan Perobelli

É no ritmo do coco e do baião que a CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, nos dias 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo), às 19h, o show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo. Em duas apresentações, o cantor, compositor e violonista baiano Xangai invoca toda a informalidade e a riqueza poética características do Nordeste com uma homenagem a dois expoentes da música popular nordestina: Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

 Mesclando obras já conhecidas do público, Xangai oferecerá à plateia carioca interpretações das canções de Jackson e Jacinto, incluindo algumas já gravadas por ele. O violonista Ricardo Vieira, o flautista João Liberato e o percussionista Ricardo Hardmann acompanham o artista no palco.

 O músico já recebeu a láurea de Melhor Cantor na categoria Regional na edição de 2016 do Prêmio da Música Brasileira e seu álbum mais recente,Xangai, ficou entre os três indicados para o prêmio de Melhor Disco. Seu violão “pinicado”, os malabarismos vocais, a grande capacidade de improvisação e a simplicidade trazida do berço fazem dele uma figura ímpar na música brasileira.

 

Os homenageados:

Paraibano, Jackson do Pandeiro se notabilizou como cantor de cocos, baiões, rojões, xaxados, sambas e marchinhas de carnaval, e teve grande sucesso na década de 1950. É autor de O Canto da Ema, gravada por Lenine; Na Base da Chinela, cantada por Elba Ramalho; e Lágrima, célebre na voz e no violão de Chico Buarque. Por todo o talento e influência na música popular, ficou conhecido como o “rei do ritmo”, firmando um estilo particular onde desafiava o tempo, introduzia divisões e quebrava o canto para alongar ou comprimir a métrica.

 E se Jackson do Pandeiro sacudiu as estruturas da música popular brasileira com a força da embolada nordestina, o alagoano Jacinto causou menos repercussão no país, apesar de ter gravado 24 discos e composto mais de 200 músicas. Jacinto teve seu auge nas décadas de 1960 e 1970, sendo uma espécie de discípulo de Jackson. Como o mestre, era também versátil e dominava vários ritmos e estilos nordestinos.

 

Jacinto popularizou várias modalidades de coco, com destaque para o coco sincopado – gênero musical que fundia trava-língua com pique de embolada. Usando uma divisão rítmica peculiar, interpretava canções que possuíam armadilhas capazes de enrolar a língua daquele que não tivesse o talento típico dos emboladores. Somente no fim da vida, na década de 1990, teve um reconhecimento mais amplo e hoje pode ser considerado uma grande referência na música popular nordestina e brasileira.

 Ficha técnica:

Violão: Ricardo Vieira

Flauta: João Liberato

Percussão: Ricardo Hardmann 

Coordenação de Produção: Gabriela Góes

Técnico de som: Carlos Caji

Iluminação: Katia Barreto

Programação visual: Gabriel Leite

Realização: Maracujá Cultural

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 Serviço:

  • Show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo
  • Datas: 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo)
  • Horário: 19h
  • Duração: 90 min
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia. A venda de ingressos começa no dia 19 de junho (terça-feira).
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Acesso para pessoas com deficiência
NOVO CINEMA INDIANO GANHA MOSTRA NA CAIXA CULTRAL RIO DE JANEIRO

Programação reúne produções de diversas regiões da Índia, faladas em diferentes línguas, e debates com estudiosos da cultura indiana

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 19 de junho a 1º de julho de 2018 (terça-feira a domingo), a mostra Novo Cinema Indiano, que apresenta um panorama da produção recente de diversas regiões da Índia. A curadora Carina Bini reuniu uma seleção de 11 longas e médias-metragens, com destaque para filmes inéditos e premiados no National Film Awards, principal prêmio do cinema indiano. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A Índia é o país que mais produz filmes no mundo e com uma indústria gigante, que movimenta bilhões de dólares no mercado, domina a Ásia e se espalha com velocidade intensa. Na mostra Novo Cinema Indiano, o público terá acesso a produções de realizadores que buscam narrativas menos convencionais dentro da cinematografia indiana. Filmes ao mesmo tempo reflexivos e de apelo popular, que transitam entre os festivais internacionais, estabelecendo um verdadeiro contraponto ao estereótipo associado à indústria de Bollywood.

Além de dez produções faladas em seis diferentes línguas oficiais da índia, a mostra apresenta, em uma sessão especial, a produção brasileiraKilasumak – O despertar de um Guerreiro (2017), falada em português, dirigida pelo Mestre Vedanta Jonas Masetti.

Entre os destaques da programação estão Pimbal (2017), último trabalho do consagrado cineasta Gajendra Ahire, que já dirigiu 44 filmes; Testemunha(2017), de Dileesh Pothan, considerado um dos melhores filmes de Mollywood (feito na língua Malayalam, falada exclusivamente no estado de Kerala, sul da Índia) e que ganhou os prêmios de Melhor Roteiro Original, Melhor Longa Metragem em Malayalam e Melhor Ator Coadjuvante (Fahadh Faasil) no National Film Awards; e Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, um drama sobre as disparidades sociais da Índia de hoje que marca a estreia do diretor em longas-metragens. Este último conquistou os prêmios FIPRESCI e Avenir Prometteur na mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes.

“A mostra apresenta um ‘olhar’ para a Índia que vem de dentro de seu âmago, resgatando vertentes do cinema mundial, uma vez que esse é o cinema que domina muitos países da Ásia e Oriente Médio, e comunica para bilhões de indivíduos desse planeta”, comenta Carina Bini. “Será um panorama atual do cinema indiano numa temática onde os desafios do momento se fazem presentes dentro de uma sociedade que precisa conviver com valores tradicionais e com o mundo moderno e globalizado da era digital, que transforma relações e põe em cheque valores de uma cultura ancestral”, conclui.

Atividades extras:

Na abertura, na terça-feira (19), às 18h, será realizada uma apresentação de dança clássica da Índia. Já no dia 21 de junho (quinta-feira), às 17h, haverá uma aula de yoga no foyer da CAIXA Cultural (tragam seus tapetinhos), com  música indiana, com instrumentos melódicos e percussivos, inspirados nas ragas indianas, composições milenares do país.

A mostra ainda apresentará duas sessões seguidas de debates. No dia 23 (sábado), às 17h, o mestre de Vedanta Jonas Masetti apresenta seu filme Kilasumak – O despertar de um Guerreiro, que aborda a busca por um Guru a partir da filosofia indiana, o Vedanta, que permeia a tradicional cultura da Índia. Após a sessão, Masetti fala sobre Cineterapia, uma experiência criada. No dia 28 (quinta-feira), às 19h, após a exibição de Os últimos ritos do Honorável Sr. Rai, o professor de yoga Leandro Castello Branco e o professor de yoga e simbolismo Hindu Patrick van Lammerenconversam com o público sobre a Índia e rituais sagrados.

 

Curadora da mostra:

Desde 1997, a brasileira Carina Bini passa temporadas na Índia estudando o cinema e a cultura do país. Viveu lá durante cinco anos, durante os quais ainda filmou e trabalhou em sets de filmagens. É diretora proprietária da Atman Filmes, produtora de cinema sediada em Brasília, e diretora do Festival Internacional Cinema e Transcendência. Único no pais com as temáticas do cinema e consciência, o festival está atualmente em sua quinta edição.

Nas unidades da CAIXA Cultural de Fortaleza e do Rio de Janeiro, produziu a mostra Devi Mulher em Cena e na Caixa Cultural Brasília realiza, até julho de 2018, o projeto Cine Curta Brasil, com a temática “Visionária, o olhar da mulher negra”. Além de projetos de séries de TVs em andamento, se prepara para dirigir seu primeiro longa-metragem La Mamma, uma coprodução Brasil/ Itália, filmado em Pirinópolis-GO e Assisi-Umbria.

Outras informações sobre a mostra podem ser acessadas no endereço www.facebook.com/mostracinemaindiano

Programação:

19 de junho (terça-feira)

18h – Abertura – Dança Clássica Indiana, 30 min

19h – Pimbal (2017), de Gajendra Ahire, Índia, 92 min, HD, Livre

20 de junho (quarta-feira)

15h30 – Navio de Teseu (2013), de Anand Gandh, Índia, 144 min, HD, Livre

18h30 – Cinemawalla (2015), de Kaushik Ganguly, Índia, 105 min, HD, Livre

21 de junho (quinta-feira)

17h – Dia Mundial do Yoga –  Música Indiana e aulão de Yoga, 60 min

18h30 – Sopro dos Deuses (2012) – Jan Schmidt-Garre, 105 min, HD, Livre

22 de junho (sexta-feira)

17h – Ilha de Munroe (2015), de Manu, Índia, 83 min, HD, Livre

18h45 – O Ovo do Corvo (2014), de M. Manikandan, Índia, 109 min, HD, Livre

23 de junho (sábado)

15h – Pimbal (2017), de Gajendra Ahire, Índia, 92 min, HD, Livre

17h – Kilasumak – O despertar de um Guerreiro (2017), de Jonas Masetti,

Brasil, 53 min, HD, Livre

18h – Debate: Cineterapia, Uma Experiência Criada, 90 min. Com o mestre de Vedanta Jonas Masetti.

24 de junho (domingo)

16h – Água (2013), de Girish Malik, Índia, 136 min, HD, 12 anos

19h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

26 de junho (terça-feira)

16h30 – O Ovo do Corvo (2014), de M. Manikandan, Índia, 109 min, HD, Livre

18h35 – Testemunha (2017), de Dileesh Pothan, Índia, 135 min, HD, Livre

28 de junho (quinta-feira)

15h – Ilha de Munroe (2015), de Manu, Índia, 83 min, HD, Livre

18h – Os Últimos Ritos do Honorável Sr. Rai (2007), de Jayasinhji Jhala, Índia,

47 min, HD, LIVRE

19h – Debate: Índia e Rituais Sagrados, 90 min. Com os professores Leandro Castello Branco e Patrick van Lammeren.

29 de junho (sexta-feira)

16h – Água (2013), de Girish Malik, Índia, 136 min, HD, 12 anos

19h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

30 de junho (sábado)

15h30 – Navio de Teseu (2013), de Anand Gandh, Índia, 144 min, HD, Livre

18h35 – Cinemawalla (2015), de Kaushik Ganguly, Índia, 105 min, HD, Livre

01 de julho (domingo)

16h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

18h15 – Testemunha (2017), de Dileesh Pothan, Índia, 135 min, HD, Livre

 

  • Serviço:
  • Mostra Novo Cinema Indiano
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 19 de junho a 1º de julho de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Lotação:  80 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Realização: Atman Filmes e Criações
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
  • Acesso para pessoas com deficiência
Massagista tântrica, Mel Fire posa sensual e revela os segredos da prática

Atriz, modelo e massagista tântrica, Mel Fire revelou as características da massagem mais procurada por homens, mulheres e casais. Além de proporcionar prazer intenso, as sessões de massagem tântrica podem ainda servir como tratamento alternativo para algumas disfunções.

“A massagem é sensual. Ela alterna toques mais sutis e intensos que sensibilizam o corpo da pessoa e exploram as areas erógenas. A busca maior é por prazer, mas também serve como tratamento alternativo para disfunções, então são utilizadas ainda a bondassage (massagem fetichista), a tailandesa (corpo a corpo) e os rituais para casais”, revelou a ruiva.

 

Sobre a importância de estar com o corpo em dia, a beldade disse que sim, é um fato importante já que a ferramenta de trabalho é o corpo.

“Além da vaidade, claro, é necessário estar bem esteticamente, uma vez que o corpo e a sensualidade são os artifícios usados na massagem. Mantenho os cuidados necessários para garantir que o cliente tenha exatamente a mesma pessoa que ele vê nas fotos”, contou.

#melfire