Musa da Croácia, Michelle Beus posa e revela: “solteira sim, sozinha nunca”

Disputando o título de Musa da Copa do Mundo com outras 31 candidatas, a Musa da Croácia 2018 está com tudo. Michelle Beus está nas páginas da revista Sexy de maio como veio ao mundo revelando todos os seus atributos. A gata foi convidada para fazer o ensaio logo depois de brilhar no carnaval de São Paulo como Musa da Acadêmicos do Tatuapé, a campeã da folia.

“Não tenho problema com a nudez, meu problema é com a cabeça do outro, com aquilo que ele cria como certo ou errado. Ainda saindo da avenida no desfile da escola fui convidada para posar. Não pensei duas vezes e me joguei! Acho que eu sou a única candidata do concurso que já esteve nua em uma revista. Será que isso ajuda?”, pergunta Michelle.

Sem falar muito sobre o coração a modelo não afirmou e também não negou se tem alguém mexendo com o coração dela. “Ninguém está totalmente sozinho. Sempre tem alguém mexendo com o coração, virando a cabeça, tirando sério. Gosto de preservar meus relacionamentos, solteira sim, sozinha nunca”, completou aos risos.

 

Manoella Aparecida, da seleção brasileira de ginástica aeróbica, chega esta semana para disputar o Mundial
Manoella Aparecida, da seleção brasileira de ginástica aeróbica, chega esta semana para disputar o Mundial
A ginasta Manoella Aparecida disputará pela primeira vez o Campeonato Mundial de Ginástica Aeróbica, que neste ano será realizado em Guimarães, Portugal. A jovem de 13 anos espera que sua mãe, Danielle, consiga apoio para viajar como fisioterapeuta da equipe. Ela atende as atletas do estado do Rio de Janeiro como voluntária e em outros campeonatos que conseguiu acompanhar atendeu vários atletas da equipe do Brasil.
“A Manoella é a caçula de três irmãos. Como minha filha do meio é portadora de necessidades especiais, fiz faculdade de fisioterapia para reabilitá-la. No entanto, a Manoella também se beneficia da minha faculdade porque acabo atuando na prevenção de lesões e melhora do seu desempenho. Ela está pedindo muito para eu ir pois meu trabalho como fisioterapeuta faz a diferença e pelo apoio a equipe”, conta Danielle.
Uma empresa privada de saúde concedeu a passagem para Manoella viajar para a competição. A mãe da jovem atleta conta que foram feitas rifas, bingos e leilões de camiseta de futebol na cidade de Itaguaí, no Rio de Janeiro, onde a família mora, para arcar com as despesas da ginasta em Portugal. “Agora espero conseguir ir viajar e depois arrumar algum lugar apenas para dormir já que durante o dia passarei os treinos e campeonatos com as atletas”, diz Danielle.
Campeã brasileira, campeã sul-americana e prata no Pan-Americano de 2017, Manoella Aparecida competiu em Portugal nos dois últimos anos. “Será o primeiro mundial dela e ela está indo com fé. Não é um campeonato fácil de se disputar, principalmente porque a categoria individual gera uma expectativa muito grande. Se eu não conseguir ir, sei que ela vai ter o apoio de Portugal. A Manoella é neta de portuguesas por parte de pai e tenho certeza que ela será bem acolhida. Não foi nada fácil ela chegar no Mundial, enfrentamos muitas dificuldades”, destaca a mãe da atleta que iniciou na ginástica com 6 anos de idade graças a um projeto social que aconteceu na escola pública onde ela estudava na época.
MOSTRA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE FILMES DA NOUVELLE VAGUE SOVIÉTICA

Seleção de 21 produções revela o cinema soviético nos anos de abertura após o regime Stalinista

No ano da Copa do Mundo, em que todos viram seus olhos para a Rússia, a mostra de cinema Nouvelle Vague Soviética entra em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, de 22 de maio a 03 junho. A seleção de 21 filmes joga luz nos anos de abertura do regime comunista do período pós-Stalin, com curadoria de Pedro Henrique Ferreira e Thiago Brito. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

Na década de 60, dentro da principal universidade de cinema do bloco da antiga União Soviética, a VGIK, sob a tutela de Mikhail Romm, nascia a vontade de se fazer um cinema moderno. Entre suas principais figuras, nomes mais conhecidos, como Andrei Tarkovski (Andrei Rublev), Sergei Parajanov (A Sombra dos Antepassados) e Andrei Konchalovski (O Primeiro Professor), outros nem tanto, como Muratova e o German e alguns ainda não descobertos, como Khutsiev, Panfilov, Klimov, Sheptiko, Chukrai.

“A nossa seleção abordou as figuras que fizeram parte deste momento de efervescência artística. Tentamos fazer um panorama que ao mesmo tempo misture o momento histórico, e que nos revele a singularidade artística destes realizadores, eventualmente trazendo também para a mostra o que julgamos ser os seus melhores filmes”, conta Pedro Henrique Ferreira.

Foram figuras que fizeram obras mais pessoais, enfrentando a resistência do regime e sua vontade de criar uma cultura oficial. Muitos destes filmes foram banidos à sua época pelo regime de Kruschev e só puderam ser lançados anos depois, como A Comissária, de Aleksandr Askoldov, que foi exilado de Moscou e proibido de realizar filmes no bloco. Seu longa ficou 20 anos nos arquivos da KGB. O caso mais radical é do Difícil ser um Deus, um projeto iniciado em 1968 e que só foi concluído por Aleksey German em 2013, no ano de sua morte.

“Os filmes são muito diferentes entre si. Aquele que talvez dê o pontapé inicial para o movimento é o Tenho Vinte Anos, do Marlen Khutsiev. Originalmente, o filme se chamaria Os Portões de Lenin, e o Khutsiev parece nos propor, até certo ponto, um retorno aos ideais leninistas diante do momento stalinista do qual ele advinha. A balada de um soldado é um filme raríssimo e que deixou uma forte impressão. O Vá e Veja é um filme extraordinário, assim como os filmes da Muratova, do German e do Tarkovski. Este cinema é mais marcado pela subjetividade, pela experimentação e pela singularidade de estilos do que pela unidade e proximidade”, analisa Pedro.

Dentro da programação da mostra, no dia 2 de Junho (sábado), às 19h, será realizado ainda um debate sobre o Cinema soviético moderno, com participação de Hernani Heffner e Luiz Carlos Oliveira Jr.

Programação:

22 de maio (terça-feira)

CINEMA 1
18h20 – Sessão de Abertura A Comissária (1967/88), de Aleksandr Askoldov, 110 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2
16h – Quando voam as cegonhas (1957), de Mikhail Kalatozov, 97 min, HD, 14 anos

23 de maio (quarta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo

17h – Balada de um Soldado (1959), de Grigory Chukhrai, 88 min, 35mm, 14 anos
19h – Cinco tardes (1979), de Nikita Mikhalkov, 103 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2

16h50 – Não há caminho sob o fogo (1968), de Gleb Panfilov, HD, 95 min, 14 anos
18h40 – Nove dias de um ano (1961), de Mikhail Romm, 111 min, HD, 12 anos

 

24 de maio (quinta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo

16h45 – Soy Cuba (1964), de Mikhail Kalatozov, 108 min, HD, 14 anos
18h50 – Tio Vânia (1971), de Andrei Konchalovsky, 104 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2
17h30 – O início de uma era desconhecida (1967), de Andrei Smirnov e Larisa Shepitko, 75 min, HD, 12 anos

19h05 – Meu amigo Ivan Lapshin (1986), de Aleksey German, 101 min, HD, 16 anos

 

25 de maio (sexta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo
16h50 – Stalker (1979), de Andrei Tarkovski, 142 min, HD, 14 anos
19h30 – Bem-vindo ou entrada proibida (1964), de Elem Klimov, 74 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
14h50 – Escrava do amor (1976), de Nikita Mikhalkov, 94 min, HD, 14 anos

17h30 – Tenho vinte anos (1962/65), de Marlen Khutsiev, 189 min, HD, 14 anos

26 de maio (sábado)

CINEMA 1
17h – Andrei Rublev (1966), de Andrei Tarkovski, 180 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
15h – A sombra dos antepassados esquecidos (1964), de Sergei Parajanov, 97 min, HD, 12 anos

17h30 – Difícil ser um Deus (2013), de Aleksey German, 177 min, HD, 16 anos

27 de maio (domingo)

CINEMA 1

16h – Chuva de julho (1967), de Marlen Khutsiev, 107 min, HD, 12 anos

18h10 – Vá e Veja (1984), de Elem Klimov, 142 min, 35mm, 16 anos

CINEMA 2
15h – Primeiro professor (1965), de Andrei Konchalovsky, 102 min, HD, 14 anos

18h40 – A Ascensão (1977), de Larisa Shepitko, 111 min, HD, 14 anos

29 de maio (terça-feira)

CINEMA 1

16h – Não há caminho sob o fogo (1968), de Gleb Panfilov, HD, 95 min, 14 anos

18h – Meu amigo Ivan Lapshin (1986), de Aleksey German, 101 min, HD, 16 anos

CINEMA 2
17h15 – O início de uma era desconhecida (1967), de Andrei Smirnov e Larisa Shepitko, 75 min, HD, 12 anos

18h50 – Nove dias de um ano (1961), de Mikhail Romm, 111 min, HD, 12 anos

30 de maio (quarta-feira)

CINEMA 1
15h30 – Escrava do amor (1976), de Nikita Mikhalkov, 94 min, HD, 14 anos

17h30 – Andrei Rublev (1966), de Andrei Tarkovski, 180 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
18h15 – Primeiro professor (1965), de Andrei Konchalovsky, 102 min, HD, 14 anos

31 de maio (quinta-feira)

CINEMA 1
15h – Cinco tardes (1979), de Nikita Mikhalkov, 103 min, 35mm, 12 anos
17h – A Comissária (1967/88), de Aleksandr Askoldov, 110 min, 35mm, 12 anos

19h10 – Balada de um Soldado (1959), de Grigory Chukhrai, 88 min, 35mm, 14 anos

CINEMA 2
15h15 – Quando voam as cegonhas (1957), de Mikhail Kalatozov, 97 min, HD, 14 anos

17h15 – A sombra dos antepassados esquecidos (1964), de Sergei Parajanov, 97 min, HD, 12 anos

1 de Junho (sexta-feira)

CINEMA 1
16h – Tio Vânia (1971), de Andrei Konchalovsky, 104 min, 35mm, 12 anos

18h – Vá e Veja (1984), de Elem Klimov, 142 min, 35mm, 16 anos

CINEMA 2
15h – A Ascensão (1977), de Larisa Shepitko, 111 min, HD, 14 anos

18h15 – Stalker (1979), de Andrei Tarkovski, 142 min, HD, 14 anos

2 de Junho (sábado)

CINEMA 1
16h30 – Chuva de julho (1967), de Marlen Khutsiev, 107 min, HD, 12 anos
19h – Debate Cinema soviético moderno, com Hernani Heffner e Luiz Carlos Oliveira Jr.

CINEMA 2
15h45 – Difícil ser um deus (2013), de Aleksey German, 177 min, HD, 16 anos

3 de Junho (domingo)

CINEMA 1

17h – Tenho vinte anos (1962/65), de Marlen Khutsiev, 189 min, HD, 14 anos

CINEMA 2
16h – Soy Cuba (1964), de Mikhail Kalatozov, 108 min, HD, 14 anos
18h – Bem-vindo ou entrada proibida (1964), de Elem Klimov, 74 min, HD, 12 anos

 

  • Serviço:
  • Mostra de Cinema Nouvelle Vague Soviética
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 22 de maio a 03 de junho de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Lotação:  Cinema 1 – 78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Cinema 2 – 80 lugares (mais 2 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Acesso para pessoas com deficiência
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Governo exclui norma que impedia venda de remédio de Parkinson para jovens portadores da doença

 

Com apoio de integrantes do Projeto Vibrar com Parkinson, parkinsonianos, com menos de 50 anos, já podem comprar Prolopa com preco acessível em farmácias Populares.


Representantes do projeto Vibrar com Parkinson junto ao Ministro da Saúde,  Gilberto Magalhães Occhi e ao Diretor de Assistência Farmacêutica,  Renato Teixeira Lima trataram das demandas das pessoas com Parkinson.

Com o apoio do deputado Ricardo Izar,  Presidente da Frente Parlamentar pelos Direitos das Pessoas com a Doença de Parkinson, a Norma 38SM (que impedia a compra do medicamento  Prolopa para portadores de Parkinson menores de 50 anos), pelo Programa Farmácia Popular, foi “DERRUBADA”. Após longo debate, os representantes do Vibrar  argumentaram e conveceram da importância da retirarada da trave. A partir de agora todos pacientes com a doença terão  acesso à  medicação, sem restrição de idade, a  preço acessível. Essa proibição ocorreu, após o governo alegar que a patologia só se desenvolvia em pessoas com idade acima de 50 anos e acreditar, por isso, que o desconto não se fazia necessário para indivíduos que não estivessem nessa faixa etária.

De acordo com muitas pesquisas e casos estudados ao longo de alguns anos, o Parkinson também atinge os jovens.  Nos pacientes da doença, cerca de 10% tem menos de 50 anos e 2 % menos de 40 anos. Essa é uma estatística importante, pensando no tratamento igual para todos, sem distinção de idade.

Para quem não sabe, os sintomas se manifestam em forma muito semelhante tanto em pessoas mais velhas, como pessoas mais novas. No caso dos jovens, essa patologia chega de mansinho e se manifesta de forma lenta, sem ser muito perceptível. Pode provocar movimentos musculares involuntários, mas não apresentam tanto desequilíbrio e instabilidade. O maior desafio para a juventude com Parkinson é a forma como lidar com a doença, não somente fisicamente, como também psicologicamente e socialmente. Tratar isso com a família, trabalho e amigos não costuma ser uma tarefa fácil.

O projeto Vibrar com Parkinson, idealizado pela cientista e pesquisadora Danielle Ianzer, foi criado para conscientizar e informar  pessoas que não sabem que  os jovens podem desenvolver essa disfunção. A finalidade do projeto é auxiliar pacientes, familiares e cuidadores na manutenção do bem-estar e da qualidade de vida, através de divulgação e difusão de informações sobre tudo que envolve a questão: Tratamentos, remédios, pacientes e etc.

 

[OK]

Conheça a “Musa do Sport” que tem 105cm de bumbum e muito amor pelo Leão da Ilha
Conheça a “Musa do Sport” que tem 105cm de bumbum e muito amor pelo Leão da Ilha
Milla Felix é uma daquelas torcedoras que fazem de tudo pelo time do coração. Não à toa ela está sendo considerada em Recife como a “Musa do Sport”.
Nascida na capital pernambucana, a morena de 23 anos faz academia todos os dias e não esconde que adora cuidar do seu corpo. “Cresci no meio de fotografia na empresa do meu pai e sempre gostei de fotografar com o sonho de um dia ser modelo! Sou louca pelo meu Sport e atualmente surgiu a oportunidade e o desejo enorme de me tornar musa do Leão da Ilha”, exalta ela.
Milla Felix é um fenômeno nas redes sociais, descoberta pelo fotógrafo Felipe Camargo, a morena todo mês vai até o Rio Grande do Sul para fotografar com ele. Ela adora postar fotos exibindo seu corpo escultural com 105cm de bumbum, 94
cm de busto, 70cm de cintura, 63cm de coxa distribuídos em seus 1,70m de altura e 68kg.
Nossos Mortos Têm Voz Estreia do aclamado documentário em Nova Iguaçu

No dia 24 de maio de 2018 acontecerá a estreia oficial na Baixada Fluminense do documentário “Nossos Mortos Têm Voz”. O evento acontecerá no Teatro SESC, localizado na Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá, Nova Iguaçu.

 A exibição do filme começa às 18:30h e em seguida haverá um debate com a presença dos diretores do filme, representantes do Fórum Grita Baixada, do Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu e da Rede de Mães e Familiares de Vítimas da Violência de Estado na Baixada Fluminense, protagonistas do filme.

O documentário “Nossos Mortos Têm Voz” foi realizado a partir da parceria entre a Quiprocó Filmes, o Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu, o Fórum Grita Baixada e a Misereor. Tendo como foco principal o depoimento de mães e familiares de vítimas da violência de Estado na Baixada Fluminense, o documentário pretende trabalhar com as histórias atravessadas por essas perdas. Pretende-se resgatar a memória das vidas interrompidas trazendo uma visão crítica sobre a atuação do Estado através das polícias na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito à violência contra jovens negros.

Os diretores Fernando Sousa e Gabriel Barbosa explicam que “Nossos Mortos Têm Voz” busca traduzir para a linguagem cinematográfica o grito das mães e familiares vítimas da violência de Estado na Baixada Fluminense, que lutam pela memória e justiça dos seus filhos e familiares: “Queremos provocar inquietação nos agentes do Estado e nas suas instituições, mas sobretudo desejamos que o filme potencialize todo o trabalho e militância das mães e

familiares massacrados pelo Estado. ‘Nossos Mortos têm Voz’ é um grito que expressa a dor das mães ao mesmo tempo em que as coloca como protagonistas na luta pelo direito à vida nas favelas e periferias do Brasil”, contam.

Para o coordenador do Fórum Grita Baixada Adriano de Araujo, desde a pré-estreia, ocorrida no Cine Odeon em março, observa-se que o filme tem provocado uma série de reflexões muito fortes sobre a trajetória de luta dessas mães, ao mesmo tempo que evidencia como o Estado continua matando, seja pelos assassinatos em si, mas também pela não responsabilização e reparação desses crimes bárbaros.

Padre Marcio Rodrigues, coordenador do Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu explica que o lançamento do filme vai representar a maior visibilidade da Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência na Baixada: “Esperamos que o filme fortaleça a caminhada da Rede, dessa trajetória de mulheres que com muito esforço buscam somar forças para uma Baixada Fluminense sem violência”

Sinopse

A narrativa do documentário é construída a partir do depoimento e do protagonismo das mães e familiares vítimas da violência de Estado da Baixada Fluminense. Tendo como ponto de partida esses casos, mas não se limitando à crueza da violência praticada, o documentário trabalha com as histórias atravessadas por essas perdas. Pretende-se resgatar a memória dessas vidas interrompidas trazendo uma visão crítica sobre a atuação do Estado através das polícias na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito à violência contra jovens negros.

 

Contexto histórico

Entre as décadas de 50 e 70, a Baixada Fluminense foi projetada nacionalmente pela atuação de esquadrões da morte. Nos anos 1980, a Baixada novamente ficaria marcada pela atuação de grupos de extermínio, ambos compostos por policiais e outros agentes do Estado. Ao longo desse período, matadores foram eleitos a cargos políticos e a influência dos grupos criminosos penetrou nas estruturas de poder legislativo, executivo e do judiciário.

A partir da década de 90 observa-se a expansão e a presença do tráfico varejista de drogas e a emergência das milícias, especialmente nos anos 2000 e 2010. As estruturas de poder político e de ganhos econômico-sócio-culturais calcadas na violência se consolidaram, modificaram e se reconfiguram permanentemente, sobretudo nas esferas do poder econômico e político.

Essa configuração faz com que as taxas de violência letal sejam umas das mais altas do país. Somente entre os anos 2006 e 2016, foram assassinadas 20.645 pessoas na Baixada Fluminense. Esse número representa 30% das mortes violentas do estado do Rio, com taxas anuais que superam 60 assassinatos por 100 mil habitantes. A letalidade policial soma a essa realidade números alarmantes, com 2216 casos registrados durante mesmo período, correspondendo a aproximadamente 12% das mortes violentas da Baixada.

Trilogia da memória

O documentário “Nossos Mortos Têm Voz” é o segundo filme da “Trilogia da Memória”, da qual fazem parte os documentários “Nosso Sagrado” e “Entroncamentos”. Enquanto dimensão incontornável da nossa humanidade, a memória não só nos define como também constrói nossa experiência social. A luta contra o esquecimento é a luta contra a morte, o fenecimento. Na “Trilogia da Memória”, ela aparece como um instrumento de resistência contra o Estado que, de forma violenta, insiste em apagar as memórias de pessoas e lugares. Recontar a história a partir da narrativa não oficial é o passo fundamental para a transformação do presente e do futuro. A narrativa da memória é a arma com a qual buscamos continuar contando (para nós mesmos) quem somos.

Página do filme no Facebook: www.facebook.com/NossosMortosTemVoz

Ficha Técnica

Direção: Fernando Sousa & Gabriel Barbosa.

Argumento e roteiro: Fernando Sousa & Gabriel Barbosa.

Produção: Gabriel Barbosa.

Pesquisa: TerineHusek e Vinicius Santiago.

Direção de fotografia: Luis Felipe Romano.

Câmeras: Debora Indio do Brasil, Jorge Bernardo, KarimaShehata e Luis Felipe Romano.

Som direto: Vilson Almeida.

Montagem: Debora Indio do Brasil.

Assistente de edição: Lucas Vieira.

Designer: Luiza Chamma.

Música: “Mãe”. Autores: Emicida, DjDuh, Dona Jacira, Renan Inquérito. Intérprete: Emicida, Anna Tréa, Dona Jacira. Gravadora: Laboratório Fantasma. Fonograma gentilmente cedido pelo Laboratório Fantasma.

Produção: Quiprocó Filmes.

Co-produção: Arpoador Comunica Filmes.

Apresentação: Fórum Grita Baixada, Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu e Misereor.

Apoio: Fundação Heinrich Böll, Rede de Comunidades Contra a Violência, Fundo Brasil de Direitos Humanos e Casa Fluminense.

Realização da Programação: SESC Nova Iguaçu.

Classificação Etária: 12 anos.

COMUNICAÇÃO FÓRUM GRITA BAIXADA:  Fabio Leon – 98172-1973 (Cel/WHATSAPP) fabio.socialrj@gmail.com

 

KADU MOLITERNO: ESTOU SENDO CRUCIFICADO EM UM PROCESSO

JÁ RESOLVIDO. SE NÃO ME DEFENDER VOU FICAR SEM EMPREGO E MARCADO PARA SEMPRE

“Estou sendo crucificado sem piedade em um processo já resolvido e passível de processo por danos morais. Quero ser avaliado pelo talento e pelos trabalhos realizados nos 49 anos de carreira e não por um acontecimento na vida pessoal ou por uma falta de sorte por ter acontecido no momento errado. Por ser uma personalidade pública, isto é um prato cheio para mídia”, afirma o ator de 65 anos.
“A revista Veja, ao comentar o caso do juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos, fez uma comparação com o caso do Kadu de uma maneira inapropriada. Esse caso do Kadu já foi processado e encerrado. Não há razão para que órgãos da imprensa fiquem fazendo comparações a outros casos atuais. Como se trata de um artista, com certeza absoluta a revista infringiu a proteção à imagem, a proteção à moral, dignidade e até ao lucro cessante. Cabe ao Kadu responsabilizar a revista Veja por essa comparação infeliz, por novamente tocar nesse assunto de maneira irregular, inapropriada e pedir uma reparação por dano moral, por dano à sua imagem que vem junto com o lucro cessante, mostrando que com isso ele está perdendo oportunidades de trabalho e que não existe razão que justifique a revista mencionar um caso que ocorreu há 12 anos. De uma forma que denigre o próprio ator, a própria pessoa, que já foi decidido pela justiça. Então cabe um pedido de direito de resposta no mesmo espaço na revista. Se a revista negar, o Kadu então vai usar do Judiciário para a sua proteção e de seus direitos. Assim como ele fez em relação à Luana Piovani, em relação à outros casos, à outros órgãos da imprensa. Não podem esses órgãos da imprensa em qualquer assunto que venha a público referente à violência doméstica, violência contra a mulher, buscar o caso do Kadu Moliterno como comparação. Isso é irregular, ilegal, atinge, fere o direito à imagem, ao trabalho, ele está em plena atividade laboral, então isso o atrapalha gerando lucro cessante”, explica o Dr. Jonas Tadeu Nunes, advogado de Kadu Moliterno.
“Me sinto como se tivesse preso por 12 anos e agora chegou a hora de falar e lutar por liberdade!”, diz o ator.
“Na época não quis entrar na polêmica nem responder na imprensa. Não quis me defender e contar o que realmente havia acontecido por respeito à mãe dos meus filhos, para preservar a família, as crianças na escola e no seu convívio social. O meu desejo sempre foi manter a família unida e consegui pois vivemos em harmonia. Mesmo que para isso fosse me prejudicar. Agora vejo que tenho que mexer na ferida e acabar de vez com isso. Sempre evitei falar nesse assunto que na verdade me deixa doente, mas agora depois de 13 anos percebo que se não me defender vou ficar sem emprego e marcado para sempre”, completa ele.
Vale lembrar que a atriz Luana Piovani foi intimada a ir à 42ª Delegacia de Policia Civil, no Recreio, no Rio de Janeiro, para dar satisfação sobre as palavras de difamação e injúria contra o ator Kadu Moliterno ditas por ela em seu canal no YouTube no dia 3 de abril de 2017. Ao compará-lo com o goleiro Bruno, ela foi processada. Assista: https://www.youtube.com/watch?v=xJN6ovTrgxE
“É um absurdo carregar essa imagem e que as pessoas e imprensa possam lançar mão do meu nome como exemplo. Estou casado com Cristianne Moliterno há 3 anos e meio e levamos uma vida de amor a harmonia. Só desejo paz para poder trabalhar e temos o direito de sermos felizes em família!”, diz Kadu Moliterno.
“Viver em paz é o que todos nós seres humanos queremos. Todos somos passíveis de erros e acertos. O belo da vida está justamente na oportunidade que todos temos de reconhecer, virar a página e recomeçar. Ninguém pode julgar. Atirar a primeira pedra. Chega de crueldade. Tocar na ferida alheia. Que sejamos gentis. Só quem convive com meu esposo sabe o quanto ele é paciente, calmo, resiliente. Uma pessoa de coração enorme. Alegre, engraçado, do bem. São 12 anos que separam este fato infeliz, retratado, julgado e resolvido, dos dias de hoje. 12 anos de tentativa de ser feliz. Tenho vontade de protegê-lo de tudo isso. E o que está em minhas mãos é atestar que em cada dia a seu lado aprendi que existe pessoa de alma boa, idônea, tranquila e que faz de tudo para viver em harmonia”, destaca Cristianne Moliterno.

 

Muntchako é a segunda atração do Festival Levada dias 17 e 18 de maio no Teatro Ipanema  
 Trio brasiliense se destaca pela mistura de ritmos em show para dançar

Festival segue em junho e julho ocupando palcos no Centro e na Tijuca

O Festival Levada deu seu pontapé inicial com show do Kassin – dias 10 e 11 de maio  – e agora segue com sua “Babel musical”, no Teatro Ipanema no mês de maio. Na segunda semana é a vez do trio Muntchako, que chega de Brasília para mostrar seu pop instrumental, que mistura forró, ska, rock, funk e até tango. Os shows acontecem dias 17 e 18 de maio, quinta e sexta, às 21h.

Em 2015, Samuel Mota (guitarra, banjo, programação e synths), Rodrigo Barata (bateria e samplers) e Macaxeira Acioli (percussão e samplers), trouxeram suas experiências em outros projetos – Sistema Criolina, Jah Live e Cabruêra, respectivamente – e se uniram em torno da vontade de fazer uma música sem fronteira, com uma variedade de ritmos e batidas.  O resultado foi o Muntchako (Mundiais Tchatchatchas Nocauteadores), que proporciona um caldeirão efervescente de “porradas sonoras” que impedem o público de ficar parado.  Bateria, percussão e guitarra, somados a synthis e samplers se harmonizam e resultam em uma mistura irresistível, “pra balançar o esqueleto”.

O cartão de visitas do Muntchako foram os dois singles de estreia: o remelexo suado “Coqueirinho Verde” e o narcotango batidão “Cardume de Volume, que contou com a participação especial da funkeira carioca Deize Tigrona. A música chamou a atenção da crítica e valeu o convite para abrir os shows das bandas Hypnotic Brass Ensemble e Orquestra Voadora, no Circo Voador.  Em 2017, eles lançaram o primeiro CD independente, que levou o nome da banda com produção de Curumin e ilustrações de Shiko, grande artista paraibano. Com o novo trabalho pronto, o trio botou o pé na estrada, participando de vários festivais, no Brasil e na Colômbia.

Para o festival, a banda montou um repertório que reúne músicas já consagradas pelo público, as novidades do primeiro CD, como as músicas “Golpe” – numa alusão ao momento atual -, o funk rock afro “Emojubá”, “Rebola Chimbinha”, “Soc pow tum” e “Vitamina central”, entre outras.  A expectativa é boa para o show.

– O Levada tem uma trajetória de muitas bandas e artistas de qualidade que já passaram pelo projeto. É muito bom compor esse mosaico musical com tanta gente bacana”, afirma Rodrigo.

A sétima edição do Festival Levada segue até o final de julho apresentando bandas e cantores das cinco regiões do país, divididos entre Teatro Ipanema (até 25 de maio, às 21h), no Teatro SESI (de 7 a 29 de junho, às 19h), no Centro; e no Centro da Música Carioca (de 5 a 27 de julho, às 20h), na Tijuca. Dessa forma, o festival chega em três regiões da cidade: Zona Sul, Centro e Zona Norte, um desejo antigo do idealizador, Julio Zucca, sócio da Zucca Produções e coordenador geral do Levada.

Com shows às quintas e às sextas-feiras, em horários variados, e ingressos a preços populares (R$ 20 e R$ 10 para quem paga meia entrada), o Festival Levada tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.

Programação Levada 2018

TEATRO IPANEMA (Rua Prudente de Moraes, 824, em Ipanema).
Shows às 21h:

  • Dias 17 e 18 de maio – Muntchako (Brasília, DF)– O trio brasiliense faz um som instrumental, uma mistura de elementos africanos, brasileiros e latinos e traz ao Levada o repertório do seu primeiro e homônimo álbum, produzido pelo Curumin.
  • Dias 24 e 25 de maio – Illy (Salvador, BA)– Cantora baiana, radicada no Rio de Janeiro, lança “Voo longe”, produzido por Kassin e Moreno Veloso, com músicas de Arnaldo Antunes, Djavan, Capinan, Chico César e Jonas Sá, entre outros.
  • Dias 31 de maio e 1o de junho – Trombone de Frutas (Curitiba, PR)– A banda, que faz uma mistura muito interessante de vários gêneros, do rock ao jazz, virá lançar “Chanti Alpïste “, o  seu primeiro álbum.TEATRO SESI (Av. Graça Aranha, 1, no Centro). Shows às 19h:
  • Dias 7 e 8 de junho – A Banda Mais Bonita da Cidade (Curitiba, PR)– Liderada pela vocalista Uyara Torrente, a banda lançou o seu terceiro álbum, “De cima do mundo eu vi o tempo” (2017), com a participação de Felipe Ventura.
  • Dias 14 e 15 de junho – Alzira E (Mato Grosso do Sul, MS) – Parceira de Itamar Assumpção, irmã de Tetê Espíndola e mãe de Iara Rennó, a artista lançou “Corte”, eleito por boa parte da crítica como um dos melhores discos do ano passado.
  • Dias 21 e 22 de junho – Laura Lavieri (São Paulo, SP)– A cantora que despontou no primeiro disco de Marcelo Jeneci, dividindo vozes, agora lança “Desastre Solar”, o seu primeiro álbum, produzido por Diogo Strausz, com músicas inéditas de Gui Amabis, Jonas Sá, Fernando Temporão e Marcelo Jeneci, entre outros.
  • Dias 28 e 29 de junho – Mulamba (Curitiba, PR)– O sexteto feminino que combina sonoridades e traz, em seu discurso, questões sociais e de empoderamento feminino, virá cantar no Rio pela primeira vez.

CENTRO DA MÚSICA CARIOCA ARTUR DA TÁVOLA (Rua Conde de Bonfim, 824, na Tijuca). Shows às 20h:

  • Dias 5 e 6 de julho – Ayrton Montarroyos (Recife, PE) – Além de compositor, Ayrton se destaca como um dos mais interessantes intérpretes da nova geração. Lançou seu primeiro disco em 2017, mesmo ano em que teve uma passagem bastante elogiada pelo programa The Voice.
  • Dias 12 e 13 de julho – Luê (Belém, PA)– Lançou no final de 2017 o seu segundo disco, “Ponto de Mira”, com sonoridade mais eletrônica e produção de Zé Nigro, braço direito de Curumin.
  • Dias 19 e 20 de julho – Romulo Fróes (São Paulo, SP) – Integrante do quarteto Passo Torto, é considerado um dos principais compositores paulistanos e prepara novo álbum de inéditas. Lançou um disco em homenagem ao sambista Nelson Cavaquinho, uma compilação de músicas suas gravadas por mulheres e um disco com o cantor mineiro César Lacerda.
  • Dias 26 e 27 de julho – Pietá (Rio de Janeiro, RJ) – Formado por Frederico Demarca, Rafael Lorga e pela cantora potiguar Juliana Linhares, o trio mistura vários elementos da música popular brasileira e lança o seu segundo álbum, “Leve o que quiser”, com participações de Chico César, Claudio Nucci e Carlos Malta.

Um pouco mais sobre o Levada

Nas seis edições anteriores, o Levada apresentou 88 artistas, que se apresentaram para um público de mais de 12 mil pessoas. Pedro Luís, Siba, Lucas Santanna e Lirinha são alguns dos artistas mais famosos que já passaram pelo Levada, que também trouxe artistas que estavam prestes a despontar, como Ellen Oléria, Filipe Catto, Márcia Castro e Boogarins. Isso sem falar nas descobertas de Phill Veras, Aíla, Brunno Monteiro, Jaloo e César Lacerda.

 

Instituto  Pancieri utiliza Simulação Realística como metodologia de ensino 
Estar preparado para situações de conflitos e saber dar feedbacks assertivos estão entre os requisitos de um bom profissional, independentemente de sua área de atuação. Ao aprender com erros em um cenário real e totalmente controlado, os profissionais estarão melhor preparados para uma situação real. Ter um instrutor especialista contribui expressivamente neste processo

Você acredita que um treinamento prático de habilidades técnicas e comportamentais garantem mais qualidade no desempenho dos profissionais? Os fundadores do Instituto Pancieri, Ana Paula Loreto e Alexandre Belico, sim. Por isso, desde 2015, investem em programas de Life Coaching, Executive Coaching, Mentoring, Consultoria e Treinamentos de Liderança que transformam comportamentos em alta performance.

“O que nos motivou a trabalhar com o comportamento humano foram as transformações que aconteceram conosco a medida que passamos a ter contato com as ferramentas que apoiavam o autodesenvolvimento, a autodescoberta e o aprofundamento da autoconsciência. Quando buscamos nos desenvolver usando estes recursos e observamos resultados concretos, ficamos encantados”, compartilha Ana Paula, Master Coach, especialista em PNL , Professora convidada do Hospital Albert Einstein.

Somado a esta experiência, Ana Paula e Alexandre, Master Coach e analista comportamental, também perceberam que a ciência produzia estudos e evidências significativas sobre métodos capazes de impactar hábitos e performance, sendo uma delas a metodologia ativa de ensino chamada Simulação Realística Comportamental.

“Apesar de ainda haver resistência com os custos em educação corporativa, há uma consciência maior sobre o impacto desta ferramenta na melhoria dos processos. Há uma busca constante por novas formas de treinar as equipes e a tentativa de medir estes resultados. Nosso diferencial é utilizar das metodologias ativas de ensino, já demonstrada por diversas pesquisas, o seu potencial de transformação”.

Simulação Realística Comportamental

O método, originário da aeronáutica, promove o desenvolvimento das capacidades metacognitivas (habilidade de refletir sobre sua própria capacidade e estado mental) para um aprendizado contínuo e progressivo, tanto de aspectos técnicos quanto comportamentais.

Utilizado em diversos seguimentos, principalmente por empresas que se preocupam com inovação, qualidade e segurança, a Simulação Realística permite erros em ambientes controlados, pautado em casos reais e customizados de acordo com a realidade de cada organização.

Após a Simulação, ocorre o debriefing, discussão em grupo que permite a consolidação dos saberes construídos durante a experiência com o apoio de um instrutor especialista no tema.

O Instituto Pancieri tem sede em São Paulo, mas atende em todo o Brasil, e conta com atividades desenvolvidas em Palmas (TO), Vitória e Cariacica (ES), Porto Alegre (RS) e Grande São Paulo. Além de oferecer o que há de mais avançado em tecnologia comportamental, contam com instrutores capacitados e credenciados, especialistas em avaliação de perfil comportamental.

Perfil
Ana Paula Loreto Pancieri
Fundadora do Instituto Pancieri, possui Extensão na Universidade de Ohio (EUA) sobre Gestão de Conflitos. Pesquisadora e Mestre em Enfermagem pela FICSAE (Hospital Albert Einstein) com linha de pesquisa em liderança. Analista comportamental, possui formação em Coaching com mais de 500 horas em atendimentos, além de MBA em Gestão pela FGV, formação em PNL e Mentoring. Enfermeira e professora, com mais de 10 anos de experiência como Líder e Gestora de equipes.

Alexandre Belico

Fundador do Instituto Pancieri, possui Extensão na Universidade de Ohio (EUA) sobre Gestão de Conflitos. Pesquisador e Mestre em Administração de Empresas pelo Centro Universitário da FEI-SP. MBA em Gestão pela FGV, Analista Comportamental, Coach, além da formação em Mentoring e PNL. Engenheiro, conta com mais de vinte anos de experiência no segmento Empresarial e Corporativo.

Sede
Rua Estado Unidos, 242, Jardim Paulista – São Paulo
Site: www.institutopancieri.com.br
Assessora de Imprensa Clarice Tatyer
Telefone: (11) 98040-3393
E-mail: contato@institutopancieri.com.br

Sucesso estrondoso nos anos 1980, banda de pop rock apresenta o “Baile do Yahoo”

Quem viveu os tempos de ouro da música brasileira na década de 1980 certamente vai se lembrar da banda Yahoo, que fez sucesso arrebatador com seu pop rock. Naquela efervescência musical, foi praticamente impossível passar imune aos hits “Mordida de Amor”, “Caminhos de Sol”, “Anjo”, “Hey Jude”. E é essa memória que vem à tona no“Baile do Yahoo”, no dia 09 de junho, sábado, às 20h, com repertório oitentista preparado para a Lona Cultural Carlos Zéfiro, em Anchieta. O show terá abertura com a banda Fato a Mano.

Formada atualmente por Zé Henrique (baixo, violão e vocal), Rodrigo Novaes (guitarra, violão e vocal), Ricardo Aspira (guitarra, violão, teclado e vocal) e Marcelão (bateria, percussão e teclado) o show celebra os 30 anos de carreira do grupo e traz no set list hits que marcaram os anos 1980, 1990 e 2000 como: A Águia E O Falcão, Sonífera Ilha, Ciúme, Medley Stones, Caminhos De Sol, Hey Jude, Anjo, Tempos Modernos, Radio Blá, Beth Balanço, Beatles, Carla, Especial Acústico, Mordida de Amor,  Benjor, Tim Maia. O espetáculo é pra cantar, se emocionar, dançar e pedir bis!

Fundada em 1988 por Robertinho de Recife (guitarrista), a banda Yahoo e ficou conhecida por fazer versões de clássicos do rock internacional com letras em português, como foi o caso de “Hey Jude” (The Beatles), “Anjo” (Angel, do Aerosmith) e “Mordida de Amor” (Love Bites, de Def Leppard). Com isso, o grupo virou referência nas trilhas sonoras das produções de novela da TV Globo onde emplacou mais de 10 temas. Em 1996 a banda saiu de cena, mas não sai da memória dos fãs. Então, em 2006 a banda voltou, lançou novos trabalhos e seguem fazendo shows pelo Brasil.

Serviço

Lona Cultural Carlos Zéfiro – Estrada Marechal Alencastro, 4113 – Anchieta, Rio de Janeiro. BAILE DO YAHOO. Data: 09 de junho, sábado. Horário: 20h. Duração do show: 90 minutos. Classificação indicativa: 14 anos. Capacidade: 320 lugares. Contato:lonazefiro.cultura@gmail.com. Informações: 2148-0813. www.facebook.com/lonacarloszefiro Ingressos: R$ 30,00 (no dia na bilheteria), R$ 25,00 (antecipados até a véspera do show na bilheteria). Bilheteria da Lona: de terça-feira a domingo, das 11h às 19h.