Musa da Croácia, Michelle Beus posa e revela: “solteira sim, sozinha nunca”

Disputando o título de Musa da Copa do Mundo com outras 31 candidatas, a Musa da Croácia 2018 está com tudo. Michelle Beus está nas páginas da revista Sexy de maio como veio ao mundo revelando todos os seus atributos. A gata foi convidada para fazer o ensaio logo depois de brilhar no carnaval de São Paulo como Musa da Acadêmicos do Tatuapé, a campeã da folia.

“Não tenho problema com a nudez, meu problema é com a cabeça do outro, com aquilo que ele cria como certo ou errado. Ainda saindo da avenida no desfile da escola fui convidada para posar. Não pensei duas vezes e me joguei! Acho que eu sou a única candidata do concurso que já esteve nua em uma revista. Será que isso ajuda?”, pergunta Michelle.

Sem falar muito sobre o coração a modelo não afirmou e também não negou se tem alguém mexendo com o coração dela. “Ninguém está totalmente sozinho. Sempre tem alguém mexendo com o coração, virando a cabeça, tirando sério. Gosto de preservar meus relacionamentos, solteira sim, sozinha nunca”, completou aos risos.

 

Manoella Aparecida, da seleção brasileira de ginástica aeróbica, chega esta semana para disputar o Mundial
Manoella Aparecida, da seleção brasileira de ginástica aeróbica, chega esta semana para disputar o Mundial
A ginasta Manoella Aparecida disputará pela primeira vez o Campeonato Mundial de Ginástica Aeróbica, que neste ano será realizado em Guimarães, Portugal. A jovem de 13 anos espera que sua mãe, Danielle, consiga apoio para viajar como fisioterapeuta da equipe. Ela atende as atletas do estado do Rio de Janeiro como voluntária e em outros campeonatos que conseguiu acompanhar atendeu vários atletas da equipe do Brasil.
“A Manoella é a caçula de três irmãos. Como minha filha do meio é portadora de necessidades especiais, fiz faculdade de fisioterapia para reabilitá-la. No entanto, a Manoella também se beneficia da minha faculdade porque acabo atuando na prevenção de lesões e melhora do seu desempenho. Ela está pedindo muito para eu ir pois meu trabalho como fisioterapeuta faz a diferença e pelo apoio a equipe”, conta Danielle.
Uma empresa privada de saúde concedeu a passagem para Manoella viajar para a competição. A mãe da jovem atleta conta que foram feitas rifas, bingos e leilões de camiseta de futebol na cidade de Itaguaí, no Rio de Janeiro, onde a família mora, para arcar com as despesas da ginasta em Portugal. “Agora espero conseguir ir viajar e depois arrumar algum lugar apenas para dormir já que durante o dia passarei os treinos e campeonatos com as atletas”, diz Danielle.
Campeã brasileira, campeã sul-americana e prata no Pan-Americano de 2017, Manoella Aparecida competiu em Portugal nos dois últimos anos. “Será o primeiro mundial dela e ela está indo com fé. Não é um campeonato fácil de se disputar, principalmente porque a categoria individual gera uma expectativa muito grande. Se eu não conseguir ir, sei que ela vai ter o apoio de Portugal. A Manoella é neta de portuguesas por parte de pai e tenho certeza que ela será bem acolhida. Não foi nada fácil ela chegar no Mundial, enfrentamos muitas dificuldades”, destaca a mãe da atleta que iniciou na ginástica com 6 anos de idade graças a um projeto social que aconteceu na escola pública onde ela estudava na época.
MOSTRA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE FILMES DA NOUVELLE VAGUE SOVIÉTICA

Seleção de 21 produções revela o cinema soviético nos anos de abertura após o regime Stalinista

No ano da Copa do Mundo, em que todos viram seus olhos para a Rússia, a mostra de cinema Nouvelle Vague Soviética entra em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, de 22 de maio a 03 junho. A seleção de 21 filmes joga luz nos anos de abertura do regime comunista do período pós-Stalin, com curadoria de Pedro Henrique Ferreira e Thiago Brito. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

Na década de 60, dentro da principal universidade de cinema do bloco da antiga União Soviética, a VGIK, sob a tutela de Mikhail Romm, nascia a vontade de se fazer um cinema moderno. Entre suas principais figuras, nomes mais conhecidos, como Andrei Tarkovski (Andrei Rublev), Sergei Parajanov (A Sombra dos Antepassados) e Andrei Konchalovski (O Primeiro Professor), outros nem tanto, como Muratova e o German e alguns ainda não descobertos, como Khutsiev, Panfilov, Klimov, Sheptiko, Chukrai.

“A nossa seleção abordou as figuras que fizeram parte deste momento de efervescência artística. Tentamos fazer um panorama que ao mesmo tempo misture o momento histórico, e que nos revele a singularidade artística destes realizadores, eventualmente trazendo também para a mostra o que julgamos ser os seus melhores filmes”, conta Pedro Henrique Ferreira.

Foram figuras que fizeram obras mais pessoais, enfrentando a resistência do regime e sua vontade de criar uma cultura oficial. Muitos destes filmes foram banidos à sua época pelo regime de Kruschev e só puderam ser lançados anos depois, como A Comissária, de Aleksandr Askoldov, que foi exilado de Moscou e proibido de realizar filmes no bloco. Seu longa ficou 20 anos nos arquivos da KGB. O caso mais radical é do Difícil ser um Deus, um projeto iniciado em 1968 e que só foi concluído por Aleksey German em 2013, no ano de sua morte.

“Os filmes são muito diferentes entre si. Aquele que talvez dê o pontapé inicial para o movimento é o Tenho Vinte Anos, do Marlen Khutsiev. Originalmente, o filme se chamaria Os Portões de Lenin, e o Khutsiev parece nos propor, até certo ponto, um retorno aos ideais leninistas diante do momento stalinista do qual ele advinha. A balada de um soldado é um filme raríssimo e que deixou uma forte impressão. O Vá e Veja é um filme extraordinário, assim como os filmes da Muratova, do German e do Tarkovski. Este cinema é mais marcado pela subjetividade, pela experimentação e pela singularidade de estilos do que pela unidade e proximidade”, analisa Pedro.

Dentro da programação da mostra, no dia 2 de Junho (sábado), às 19h, será realizado ainda um debate sobre o Cinema soviético moderno, com participação de Hernani Heffner e Luiz Carlos Oliveira Jr.

Programação:

22 de maio (terça-feira)

CINEMA 1
18h20 – Sessão de Abertura A Comissária (1967/88), de Aleksandr Askoldov, 110 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2
16h – Quando voam as cegonhas (1957), de Mikhail Kalatozov, 97 min, HD, 14 anos

23 de maio (quarta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo

17h – Balada de um Soldado (1959), de Grigory Chukhrai, 88 min, 35mm, 14 anos
19h – Cinco tardes (1979), de Nikita Mikhalkov, 103 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2

16h50 – Não há caminho sob o fogo (1968), de Gleb Panfilov, HD, 95 min, 14 anos
18h40 – Nove dias de um ano (1961), de Mikhail Romm, 111 min, HD, 12 anos

 

24 de maio (quinta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo

16h45 – Soy Cuba (1964), de Mikhail Kalatozov, 108 min, HD, 14 anos
18h50 – Tio Vânia (1971), de Andrei Konchalovsky, 104 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2
17h30 – O início de uma era desconhecida (1967), de Andrei Smirnov e Larisa Shepitko, 75 min, HD, 12 anos

19h05 – Meu amigo Ivan Lapshin (1986), de Aleksey German, 101 min, HD, 16 anos

 

25 de maio (sexta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo
16h50 – Stalker (1979), de Andrei Tarkovski, 142 min, HD, 14 anos
19h30 – Bem-vindo ou entrada proibida (1964), de Elem Klimov, 74 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
14h50 – Escrava do amor (1976), de Nikita Mikhalkov, 94 min, HD, 14 anos

17h30 – Tenho vinte anos (1962/65), de Marlen Khutsiev, 189 min, HD, 14 anos

26 de maio (sábado)

CINEMA 1
17h – Andrei Rublev (1966), de Andrei Tarkovski, 180 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
15h – A sombra dos antepassados esquecidos (1964), de Sergei Parajanov, 97 min, HD, 12 anos

17h30 – Difícil ser um Deus (2013), de Aleksey German, 177 min, HD, 16 anos

27 de maio (domingo)

CINEMA 1

16h – Chuva de julho (1967), de Marlen Khutsiev, 107 min, HD, 12 anos

18h10 – Vá e Veja (1984), de Elem Klimov, 142 min, 35mm, 16 anos

CINEMA 2
15h – Primeiro professor (1965), de Andrei Konchalovsky, 102 min, HD, 14 anos

18h40 – A Ascensão (1977), de Larisa Shepitko, 111 min, HD, 14 anos

29 de maio (terça-feira)

CINEMA 1

16h – Não há caminho sob o fogo (1968), de Gleb Panfilov, HD, 95 min, 14 anos

18h – Meu amigo Ivan Lapshin (1986), de Aleksey German, 101 min, HD, 16 anos

CINEMA 2
17h15 – O início de uma era desconhecida (1967), de Andrei Smirnov e Larisa Shepitko, 75 min, HD, 12 anos

18h50 – Nove dias de um ano (1961), de Mikhail Romm, 111 min, HD, 12 anos

30 de maio (quarta-feira)

CINEMA 1
15h30 – Escrava do amor (1976), de Nikita Mikhalkov, 94 min, HD, 14 anos

17h30 – Andrei Rublev (1966), de Andrei Tarkovski, 180 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
18h15 – Primeiro professor (1965), de Andrei Konchalovsky, 102 min, HD, 14 anos

31 de maio (quinta-feira)

CINEMA 1
15h – Cinco tardes (1979), de Nikita Mikhalkov, 103 min, 35mm, 12 anos
17h – A Comissária (1967/88), de Aleksandr Askoldov, 110 min, 35mm, 12 anos

19h10 – Balada de um Soldado (1959), de Grigory Chukhrai, 88 min, 35mm, 14 anos

CINEMA 2
15h15 – Quando voam as cegonhas (1957), de Mikhail Kalatozov, 97 min, HD, 14 anos

17h15 – A sombra dos antepassados esquecidos (1964), de Sergei Parajanov, 97 min, HD, 12 anos

1 de Junho (sexta-feira)

CINEMA 1
16h – Tio Vânia (1971), de Andrei Konchalovsky, 104 min, 35mm, 12 anos

18h – Vá e Veja (1984), de Elem Klimov, 142 min, 35mm, 16 anos

CINEMA 2
15h – A Ascensão (1977), de Larisa Shepitko, 111 min, HD, 14 anos

18h15 – Stalker (1979), de Andrei Tarkovski, 142 min, HD, 14 anos

2 de Junho (sábado)

CINEMA 1
16h30 – Chuva de julho (1967), de Marlen Khutsiev, 107 min, HD, 12 anos
19h – Debate Cinema soviético moderno, com Hernani Heffner e Luiz Carlos Oliveira Jr.

CINEMA 2
15h45 – Difícil ser um deus (2013), de Aleksey German, 177 min, HD, 16 anos

3 de Junho (domingo)

CINEMA 1

17h – Tenho vinte anos (1962/65), de Marlen Khutsiev, 189 min, HD, 14 anos

CINEMA 2
16h – Soy Cuba (1964), de Mikhail Kalatozov, 108 min, HD, 14 anos
18h – Bem-vindo ou entrada proibida (1964), de Elem Klimov, 74 min, HD, 12 anos

 

  • Serviço:
  • Mostra de Cinema Nouvelle Vague Soviética
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 22 de maio a 03 de junho de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Lotação:  Cinema 1 – 78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Cinema 2 – 80 lugares (mais 2 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Acesso para pessoas com deficiência
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Governo exclui norma que impedia venda de remédio de Parkinson para jovens portadores da doença

 

Com apoio de integrantes do Projeto Vibrar com Parkinson, parkinsonianos, com menos de 50 anos, já podem comprar Prolopa com preco acessível em farmácias Populares.


Representantes do projeto Vibrar com Parkinson junto ao Ministro da Saúde,  Gilberto Magalhães Occhi e ao Diretor de Assistência Farmacêutica,  Renato Teixeira Lima trataram das demandas das pessoas com Parkinson.

Com o apoio do deputado Ricardo Izar,  Presidente da Frente Parlamentar pelos Direitos das Pessoas com a Doença de Parkinson, a Norma 38SM (que impedia a compra do medicamento  Prolopa para portadores de Parkinson menores de 50 anos), pelo Programa Farmácia Popular, foi “DERRUBADA”. Após longo debate, os representantes do Vibrar  argumentaram e conveceram da importância da retirarada da trave. A partir de agora todos pacientes com a doença terão  acesso à  medicação, sem restrição de idade, a  preço acessível. Essa proibição ocorreu, após o governo alegar que a patologia só se desenvolvia em pessoas com idade acima de 50 anos e acreditar, por isso, que o desconto não se fazia necessário para indivíduos que não estivessem nessa faixa etária.

De acordo com muitas pesquisas e casos estudados ao longo de alguns anos, o Parkinson também atinge os jovens.  Nos pacientes da doença, cerca de 10% tem menos de 50 anos e 2 % menos de 40 anos. Essa é uma estatística importante, pensando no tratamento igual para todos, sem distinção de idade.

Para quem não sabe, os sintomas se manifestam em forma muito semelhante tanto em pessoas mais velhas, como pessoas mais novas. No caso dos jovens, essa patologia chega de mansinho e se manifesta de forma lenta, sem ser muito perceptível. Pode provocar movimentos musculares involuntários, mas não apresentam tanto desequilíbrio e instabilidade. O maior desafio para a juventude com Parkinson é a forma como lidar com a doença, não somente fisicamente, como também psicologicamente e socialmente. Tratar isso com a família, trabalho e amigos não costuma ser uma tarefa fácil.

O projeto Vibrar com Parkinson, idealizado pela cientista e pesquisadora Danielle Ianzer, foi criado para conscientizar e informar  pessoas que não sabem que  os jovens podem desenvolver essa disfunção. A finalidade do projeto é auxiliar pacientes, familiares e cuidadores na manutenção do bem-estar e da qualidade de vida, através de divulgação e difusão de informações sobre tudo que envolve a questão: Tratamentos, remédios, pacientes e etc.

 

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