Conheça a “Musa do Sport” que tem 105cm de bumbum e muito amor pelo Leão da Ilha
Conheça a “Musa do Sport” que tem 105cm de bumbum e muito amor pelo Leão da Ilha
Milla Felix é uma daquelas torcedoras que fazem de tudo pelo time do coração. Não à toa ela está sendo considerada em Recife como a “Musa do Sport”.
Nascida na capital pernambucana, a morena de 23 anos faz academia todos os dias e não esconde que adora cuidar do seu corpo. “Cresci no meio de fotografia na empresa do meu pai e sempre gostei de fotografar com o sonho de um dia ser modelo! Sou louca pelo meu Sport e atualmente surgiu a oportunidade e o desejo enorme de me tornar musa do Leão da Ilha”, exalta ela.
Milla Felix é um fenômeno nas redes sociais, descoberta pelo fotógrafo Felipe Camargo, a morena todo mês vai até o Rio Grande do Sul para fotografar com ele. Ela adora postar fotos exibindo seu corpo escultural com 105cm de bumbum, 94
cm de busto, 70cm de cintura, 63cm de coxa distribuídos em seus 1,70m de altura e 68kg.
Nossos Mortos Têm Voz Estreia do aclamado documentário em Nova Iguaçu

No dia 24 de maio de 2018 acontecerá a estreia oficial na Baixada Fluminense do documentário “Nossos Mortos Têm Voz”. O evento acontecerá no Teatro SESC, localizado na Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá, Nova Iguaçu.

 A exibição do filme começa às 18:30h e em seguida haverá um debate com a presença dos diretores do filme, representantes do Fórum Grita Baixada, do Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu e da Rede de Mães e Familiares de Vítimas da Violência de Estado na Baixada Fluminense, protagonistas do filme.

O documentário “Nossos Mortos Têm Voz” foi realizado a partir da parceria entre a Quiprocó Filmes, o Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu, o Fórum Grita Baixada e a Misereor. Tendo como foco principal o depoimento de mães e familiares de vítimas da violência de Estado na Baixada Fluminense, o documentário pretende trabalhar com as histórias atravessadas por essas perdas. Pretende-se resgatar a memória das vidas interrompidas trazendo uma visão crítica sobre a atuação do Estado através das polícias na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito à violência contra jovens negros.

Os diretores Fernando Sousa e Gabriel Barbosa explicam que “Nossos Mortos Têm Voz” busca traduzir para a linguagem cinematográfica o grito das mães e familiares vítimas da violência de Estado na Baixada Fluminense, que lutam pela memória e justiça dos seus filhos e familiares: “Queremos provocar inquietação nos agentes do Estado e nas suas instituições, mas sobretudo desejamos que o filme potencialize todo o trabalho e militância das mães e

familiares massacrados pelo Estado. ‘Nossos Mortos têm Voz’ é um grito que expressa a dor das mães ao mesmo tempo em que as coloca como protagonistas na luta pelo direito à vida nas favelas e periferias do Brasil”, contam.

Para o coordenador do Fórum Grita Baixada Adriano de Araujo, desde a pré-estreia, ocorrida no Cine Odeon em março, observa-se que o filme tem provocado uma série de reflexões muito fortes sobre a trajetória de luta dessas mães, ao mesmo tempo que evidencia como o Estado continua matando, seja pelos assassinatos em si, mas também pela não responsabilização e reparação desses crimes bárbaros.

Padre Marcio Rodrigues, coordenador do Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu explica que o lançamento do filme vai representar a maior visibilidade da Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência na Baixada: “Esperamos que o filme fortaleça a caminhada da Rede, dessa trajetória de mulheres que com muito esforço buscam somar forças para uma Baixada Fluminense sem violência”

Sinopse

A narrativa do documentário é construída a partir do depoimento e do protagonismo das mães e familiares vítimas da violência de Estado da Baixada Fluminense. Tendo como ponto de partida esses casos, mas não se limitando à crueza da violência praticada, o documentário trabalha com as histórias atravessadas por essas perdas. Pretende-se resgatar a memória dessas vidas interrompidas trazendo uma visão crítica sobre a atuação do Estado através das polícias na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito à violência contra jovens negros.

 

Contexto histórico

Entre as décadas de 50 e 70, a Baixada Fluminense foi projetada nacionalmente pela atuação de esquadrões da morte. Nos anos 1980, a Baixada novamente ficaria marcada pela atuação de grupos de extermínio, ambos compostos por policiais e outros agentes do Estado. Ao longo desse período, matadores foram eleitos a cargos políticos e a influência dos grupos criminosos penetrou nas estruturas de poder legislativo, executivo e do judiciário.

A partir da década de 90 observa-se a expansão e a presença do tráfico varejista de drogas e a emergência das milícias, especialmente nos anos 2000 e 2010. As estruturas de poder político e de ganhos econômico-sócio-culturais calcadas na violência se consolidaram, modificaram e se reconfiguram permanentemente, sobretudo nas esferas do poder econômico e político.

Essa configuração faz com que as taxas de violência letal sejam umas das mais altas do país. Somente entre os anos 2006 e 2016, foram assassinadas 20.645 pessoas na Baixada Fluminense. Esse número representa 30% das mortes violentas do estado do Rio, com taxas anuais que superam 60 assassinatos por 100 mil habitantes. A letalidade policial soma a essa realidade números alarmantes, com 2216 casos registrados durante mesmo período, correspondendo a aproximadamente 12% das mortes violentas da Baixada.

Trilogia da memória

O documentário “Nossos Mortos Têm Voz” é o segundo filme da “Trilogia da Memória”, da qual fazem parte os documentários “Nosso Sagrado” e “Entroncamentos”. Enquanto dimensão incontornável da nossa humanidade, a memória não só nos define como também constrói nossa experiência social. A luta contra o esquecimento é a luta contra a morte, o fenecimento. Na “Trilogia da Memória”, ela aparece como um instrumento de resistência contra o Estado que, de forma violenta, insiste em apagar as memórias de pessoas e lugares. Recontar a história a partir da narrativa não oficial é o passo fundamental para a transformação do presente e do futuro. A narrativa da memória é a arma com a qual buscamos continuar contando (para nós mesmos) quem somos.

Página do filme no Facebook: www.facebook.com/NossosMortosTemVoz

Ficha Técnica

Direção: Fernando Sousa & Gabriel Barbosa.

Argumento e roteiro: Fernando Sousa & Gabriel Barbosa.

Produção: Gabriel Barbosa.

Pesquisa: TerineHusek e Vinicius Santiago.

Direção de fotografia: Luis Felipe Romano.

Câmeras: Debora Indio do Brasil, Jorge Bernardo, KarimaShehata e Luis Felipe Romano.

Som direto: Vilson Almeida.

Montagem: Debora Indio do Brasil.

Assistente de edição: Lucas Vieira.

Designer: Luiza Chamma.

Música: “Mãe”. Autores: Emicida, DjDuh, Dona Jacira, Renan Inquérito. Intérprete: Emicida, Anna Tréa, Dona Jacira. Gravadora: Laboratório Fantasma. Fonograma gentilmente cedido pelo Laboratório Fantasma.

Produção: Quiprocó Filmes.

Co-produção: Arpoador Comunica Filmes.

Apresentação: Fórum Grita Baixada, Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu e Misereor.

Apoio: Fundação Heinrich Böll, Rede de Comunidades Contra a Violência, Fundo Brasil de Direitos Humanos e Casa Fluminense.

Realização da Programação: SESC Nova Iguaçu.

Classificação Etária: 12 anos.

COMUNICAÇÃO FÓRUM GRITA BAIXADA:  Fabio Leon – 98172-1973 (Cel/WHATSAPP) fabio.socialrj@gmail.com

 

KADU MOLITERNO: ESTOU SENDO CRUCIFICADO EM UM PROCESSO

JÁ RESOLVIDO. SE NÃO ME DEFENDER VOU FICAR SEM EMPREGO E MARCADO PARA SEMPRE

“Estou sendo crucificado sem piedade em um processo já resolvido e passível de processo por danos morais. Quero ser avaliado pelo talento e pelos trabalhos realizados nos 49 anos de carreira e não por um acontecimento na vida pessoal ou por uma falta de sorte por ter acontecido no momento errado. Por ser uma personalidade pública, isto é um prato cheio para mídia”, afirma o ator de 65 anos.
“A revista Veja, ao comentar o caso do juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos, fez uma comparação com o caso do Kadu de uma maneira inapropriada. Esse caso do Kadu já foi processado e encerrado. Não há razão para que órgãos da imprensa fiquem fazendo comparações a outros casos atuais. Como se trata de um artista, com certeza absoluta a revista infringiu a proteção à imagem, a proteção à moral, dignidade e até ao lucro cessante. Cabe ao Kadu responsabilizar a revista Veja por essa comparação infeliz, por novamente tocar nesse assunto de maneira irregular, inapropriada e pedir uma reparação por dano moral, por dano à sua imagem que vem junto com o lucro cessante, mostrando que com isso ele está perdendo oportunidades de trabalho e que não existe razão que justifique a revista mencionar um caso que ocorreu há 12 anos. De uma forma que denigre o próprio ator, a própria pessoa, que já foi decidido pela justiça. Então cabe um pedido de direito de resposta no mesmo espaço na revista. Se a revista negar, o Kadu então vai usar do Judiciário para a sua proteção e de seus direitos. Assim como ele fez em relação à Luana Piovani, em relação à outros casos, à outros órgãos da imprensa. Não podem esses órgãos da imprensa em qualquer assunto que venha a público referente à violência doméstica, violência contra a mulher, buscar o caso do Kadu Moliterno como comparação. Isso é irregular, ilegal, atinge, fere o direito à imagem, ao trabalho, ele está em plena atividade laboral, então isso o atrapalha gerando lucro cessante”, explica o Dr. Jonas Tadeu Nunes, advogado de Kadu Moliterno.
“Me sinto como se tivesse preso por 12 anos e agora chegou a hora de falar e lutar por liberdade!”, diz o ator.
“Na época não quis entrar na polêmica nem responder na imprensa. Não quis me defender e contar o que realmente havia acontecido por respeito à mãe dos meus filhos, para preservar a família, as crianças na escola e no seu convívio social. O meu desejo sempre foi manter a família unida e consegui pois vivemos em harmonia. Mesmo que para isso fosse me prejudicar. Agora vejo que tenho que mexer na ferida e acabar de vez com isso. Sempre evitei falar nesse assunto que na verdade me deixa doente, mas agora depois de 13 anos percebo que se não me defender vou ficar sem emprego e marcado para sempre”, completa ele.
Vale lembrar que a atriz Luana Piovani foi intimada a ir à 42ª Delegacia de Policia Civil, no Recreio, no Rio de Janeiro, para dar satisfação sobre as palavras de difamação e injúria contra o ator Kadu Moliterno ditas por ela em seu canal no YouTube no dia 3 de abril de 2017. Ao compará-lo com o goleiro Bruno, ela foi processada. Assista: https://www.youtube.com/watch?v=xJN6ovTrgxE
“É um absurdo carregar essa imagem e que as pessoas e imprensa possam lançar mão do meu nome como exemplo. Estou casado com Cristianne Moliterno há 3 anos e meio e levamos uma vida de amor a harmonia. Só desejo paz para poder trabalhar e temos o direito de sermos felizes em família!”, diz Kadu Moliterno.
“Viver em paz é o que todos nós seres humanos queremos. Todos somos passíveis de erros e acertos. O belo da vida está justamente na oportunidade que todos temos de reconhecer, virar a página e recomeçar. Ninguém pode julgar. Atirar a primeira pedra. Chega de crueldade. Tocar na ferida alheia. Que sejamos gentis. Só quem convive com meu esposo sabe o quanto ele é paciente, calmo, resiliente. Uma pessoa de coração enorme. Alegre, engraçado, do bem. São 12 anos que separam este fato infeliz, retratado, julgado e resolvido, dos dias de hoje. 12 anos de tentativa de ser feliz. Tenho vontade de protegê-lo de tudo isso. E o que está em minhas mãos é atestar que em cada dia a seu lado aprendi que existe pessoa de alma boa, idônea, tranquila e que faz de tudo para viver em harmonia”, destaca Cristianne Moliterno.