CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS se apresentam na Sala Municipal Baden Powell

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS fazem única apresentação na Sala Municipal Baden Powell No dia 18 de abril

claudette soares e ayrton montarroyos

 Duas grandes vozes de duas gerações diferentes se juntam num show que passeia pelo melhor da música popular brasileira de todos os tempos.

Um encontro inusitado que tem dado muito certo pelos palcos do Brasil com duas figuras muito originais da música brasileira.

 E Então… Claudette Soares e Ayrton Montarroyos

Ela, um ícone da Bossa Nova, completou recentemente 80 anos e continua em forma, em plena atividade, e acaba de lançar o álbum “Canção de Amor”, inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, que conta a história e as histórias do samba-canção.

Ele com apenas 22 anos, lançou no ano passado seu elogiado primeiro disco, depois de ter ficado famoso em todo Brasil sendo finalista da penúltima edição “The Voice”, chamando atenção pelo repertório refinado e pela personalidade de sua voz.

A idéia do encontro nasceu depois de uma apresentação na TV em que os artistas homenagearam Dalva de Oliveira, na ocasião do centenário da artista, em 2017.  O que parecia ser um encontro inusitado, se transformou numa parceria com muitas coisas em comum, principalmente no que diz respeito ao repertório e a paixão que os artistas possuem pelos grandes clássicos da MPB e pelo piano.

Para formatar o show, o produtor e idealizador do projeto, Thiago Marques Luiz convidou o renomado pianista Vitor Araújo, considerado um dos melhores do Brasil, da nova geração. Um acompanhamento perfeito para Claudette, a “cantora dos pianistas”, que lançou tantos músicos consagrados, como César Camargo Mariano e Eumir Deodato, e para Ayrton, que teve Vitor entre os arranjadores de seu primeiro disco.

Números solos e duos dão o tom do roteiro que passeia pelas últimas seis décadas da MPB e inclui alguns dos clássicos que consagraram a carreira de Claudette, como “De tanto amor” (Roberto e Erasmo Carlos) e “Hoje”(Taiguara), além de músicas de autores novos que estão no trabalho de Ayrton.

O repertório ainda traz músicas de Paulinho da Viola (Sinal Fechado), Gilberto Gil (Mancada), Marcos e Paulo Sérgio Valle (Garra), Vinicius de Moraes e Baden Powell (Samba em Prelúdio) e Luiz Gonzaga (Qui nem Jiló).

Quando o produtor cultural Thiago Marques convidou Claudette Soares e Ayrton Montarroyos para uma apresentação conjunta, ambos os cantores se questionaram sobre a proposta. “Tenho mais de 50 anos de carreira e ele 20 de idade. Além do mais, o rapaz tem quase 1,90 m de altura e eu, pouco mais de um 1,50m”, ponderou Claudette. Já o cantor pensou: “Eu sou tenor e ela contralto”.Daí ambos pensaram: “Será que vai dar certo?”.

E não é que deu!? Desde a primeira vez que se apresentaram juntos, a empatia e a sintonia entre uma das musas da Bossa Nova e o finalista do programa The Voice, da TV Globo, foi total.

“Com 5 anos de idade, eu já ouvia Claudette no rádio”, diz Montarroyos. “Adorava ouvi-la, assim como a outros ídolos, como Dalva de Oliveira, Angela Maria e Cauby Peixoto. Neste show, mesclaremos grandes clássicos da música brasileira das décadas de 50, 60 e 70, com canções mais modernas que fazem parte do meu repertório.”

“Nossa apresentação tem três momentos distintos”, conta Claudette. Em dois deles, Ayrton e eu cantamos sozinhos e, em outro, formamos um dueto, no qual os versos das canções mostram a admiração que temos mutuamente, como em “Samba em Prelúdio”, de Vinicius de Moraes e Baden Powell, e “Você”, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli.

CLAUDETTE SOARES é uma dos mais importantes personagens da bossa nova.  Começou sua carreira  no final dos anos 1950, quando foi convidada por Sylvinha Telles para substituí-la como cantora do Plaza (RJ). Na casa noturna, dividiu o palco com Luís Eça, João Donato, Baden Powell e Milton Banana, entre outros músicos.
Gravou dezenas de discos (alguns deles com se parceiro Dick Farney) e teve quase todos eles relançados em CD na Europa e no Japão. No momento trabalho “Canção de Amor”, seu novo CD inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, “A Noite do Meu Bem”, que conta a história do samba-canção.

  Ayrton Montarroyos ficou famoso por suas interpretações televisivas de clássicos da música nacional, como “Força Estranha” e “Carinhoso”, no programa “The Voice Brasil”, onde foi vice-campeão. Automaticamente, foi alçado ao posto de ícone do resgate desse belo cancioneiro nacional. Só que esta é uma visão diminuta de sua capacidade.

O repertório do seu disco alterna novos compositores com clássicos da música brasileira, como em “Alto Lá”, de Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Sombrinha, pagode com letra séria transformado em tango com arranjo do incrível Artur Verocai. Ayrton extrai simplicidade e sossego de “Vamos Ficar Sol”, composição de Tibério Azul. Se ele foi alçado ao posto de esperança do resgate de canções dos conhecidos anos dourados, esta deixa de ser uma verdade indissolúvel com “E Então”, composta pela mesma geração de Ayrton, de Tiné. Suas leituras, essas sim têm aquele toque de bom gosto dos anos de ouro da cultura brasileira, apesar de ser uma música composta nos últimos anos.

O lado dramático de Ayrton fica exposto em “Não me Arrependo”, de Caetano Veloso. Talvez o (magistral) piano de Vitor Araújo seja uma das vozes da canção. Trabalho intrincado do produtor Thiago Marques Luiz, conhecido por trabalhar com grandes nomes da música como Cauby Peixoto e Ângela Maria. Engraçado é que até Marques Luiz sai da sua zona de conforto nesse disco. Percebe-se um produtor atento ao tempo e sensível as aparentes (e boas) mudanças de rota que Ayrton toma no meio do seu trilhar.

Serviço:

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS

Data: Dia 18 de Abril/2018

Quarta Feira 19h

Local: Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana, nº 360 – Copacabana

Capacidade: 489 lugares

Preço dos Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 (estudantes, jovens até 21 anos e a partir de 60, moradores de Copacabana e usuários do MetroRio).

 Venda de ingressos na bilheteria do teatro ou pela Ticket Mais

Duração: 70 minutos

Classificação: Livre

Gênero: Show Musical

PEÇA LEVA O INQUIETANTE UNIVERSO DE HILDA HILST AO PALCO DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

PEÇA LEVA O INQUIETANTE UNIVERSO DE HILDA HILST AO PALCO DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

Com direção e dramaturgia de Luciana Lyra, Fabiana Pirro estrela solo poético em tributo à escritora paulista

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 13 a 29 de abril (sexta a domingo), sempre às 19h, o espetáculo Obscena, um encontro com Hilda Hilst, escrito e dirigido pela pernambucana Luciana Lyra. Com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal, o solo poético apresenta a lírica da escritora paulista por meio de uma diversidade de linguagens artísticas, partindo da intersecção entre teatro, música, literatura, vídeo e artes plásticas, numa estética multidimensional.

Em cena, a atriz Fabiana Pirro, conterrânea da diretora, dá vida a Líria, uma mulher de 40 anos que transborda de desejo e dialoga com presenças e ausências. Um desejo que se expõe em convergência entre o sagrado e o profano. Como outros narradores-personagens de Hilda Hilst, ela está mergulhada num fluxo de consciência fragmentado, num lugar em que surgem os homens-fantasmas de sua vida: Avô, Pai, Filho e Deus.

A montagem surgiu da inquietação de Fabiana Pirro em adentrar no universo da poetisa, dramaturga e ficcionista Hilda Hilst, reconhecida como um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea. Na peça, o universo masculino é visitado e desejado em cena. As figuras do Pai, do Filho e do Amor são as linhas grossas deste bordado. A vida da escritora é misturada com a da atriz, que se deságua num texto profundamente humano.

“Quando comecei a adentrar na poesia da Hilda, fiquei muito impressionada. Vi que eu tenho muito dessa mulher. Ela veio como uma luz, trazendo em sua obra questões sobre as quais eu queria falar no palco, como a relação com o masculino, Deus, o amor e a loucura”, diz Fabiana Pirro. “Na sua linguagem, muitas vezes considerada hermética, Hilda nos faz perguntas fundamentais, tais como sobre a solidão e estranheza diante do comportamento humano, a perplexidade de pertencer à mesma espécie que abriga simultaneamente vilões, santos, heróis e demasiada truculência. Só por meio da pergunta e do exercício constante na busca do entendimento podemos pretender algum significado”, completa a atriz.

O projeto teve início em janeiro de 2014, com uma minuciosa pesquisa sobre a poética de Hilda Hilst. Intérprete e diretora passaram uma temporada na Casa do Sol – chácara, em Campinas, na qual a escritora viveu e onde hoje funciona o instituto que leva seu nome – e, em seguida, na Mostra Hilda Hilst de Prosa e Poesia, em Recife, imersas no universo hilstiano.Obscena estreou na capital pernambucana em janeiro do ano seguinte e, desde então, já viajou para a Paraíba, Portugal e São Paulo.

Produzida pela Janela Gestão de Projetos em parceria com a Duas Companhias, Obscena, um encontro com Hilda Hilst tem o design de luz criado por Luciana Raposo; direção musical e paisagens sonoras desenvolvidas por Ricardo Brazileiro; figurino de Virgínia Falcão; preparação corporal de Silvia Góes e direção de arte da atriz Nada Menezes.

 

Ficha técnica:

Atriz: Fabiana Pirro

Direção e dramaturgia: Luciana Lyra

Design de luz: Luciana Raposo

Operador de luz: Kelson Santos

Paisagem sonora: Ricardo Brazileiro

Operador de som: Ernesto Filho

Técnica de Projeção: Lorena Pirro

Cenotécnico: Mário Almeida

Figurino: Virgínia Falcão

Preparação Corporal: Sílvia Góes

Filmografia: Ernesto Filho e Renata Pires

Design gráfico: Tito França e Dida Maia

Fotografia: Renato Filho (Retouching Studio)

Produção local: Maria Siman (Primeira Página Produções)

Assistente de produção local: Fernanda Silva

Produção executiva: Fernanda Ferrario e Dida Maia (Janela Gestão de Projetos)

Direção de produção: Fabiana Pirro

Concepção: Fabiana Pirro (Duas Companhias)

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 Fotos: https://goo.gl/mYhDkg (crédito: Renato Filho – Retouching Studio)

 

Serviço:

Obscena, um encontro com Hilda Hilst

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Lotação: 176 lugares (mais 4 para cadeirantes)

Datas: 13 a 29 de abril de 2018 (sextas, sábados e domingos)

Horários: 19h

Duração: 50 min

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h

Classificação indicativa: 16 anos

Acesso para pessoas com deficiência

A 3ª edição do Mulheres à Obra realiza sua última aula nesse sábado, dia 7

Nesta terceira edição o MULHERES À OBRA voltou com mais gás e melhor. Trouxe novos cursos: ferramentas elétricas, reparos hidráulicos e o de pintura de parede, que logo despertaram o interesse das mulheres, esgotando rapidamente as vagas e com fila de espera para as desistências, algumas até arriscaram conseguir na hora alguma vaga.

Os perfis, eram os mais variados: mães e filhas, alunas das edições anteriores, jovens, senhoras… E o melhor, a maioria fez inscrição para mais de um curso.

A cena era: Mulheres manuseando ferramentas elétricas, fazendo reparos hidráulicos básicos e reparos elétricos básicos. Sabe que elas mandaram bem?? muito bem, por sinal.

“Pela enorme aceitação e pela forma como as aulas decorreram, certamente teremos esses novos cursos numa 4ª edição, que já está prevista para setembro”, afirma a criadora do projeto Isabel Gomes.​

“Uma outra coisa super legal foi o retorno das alunas. A aula acontecia no sábado, e na segunda feira já recebíamos fotos dos primeiros trabalhos. É realmente muito prazeroso para nós do Palácio da Ferramenta ter esse retorno. Todas as alunas não nos deixam dúvidas que MULHERES À OBRA é um projeto relevante, que cria impacto na vida dessas mulheres e que veio para ficar”, completa Isabel

Onde tudo começou – à frente do projeto está Isabel Gomes, Diretora de Marketing do Palácio da Ferramenta, que queria algo novo na movimentada loja. Aliás, o modelo hibrido é adotado há anos no atendimento. Ajudando aos clientes com indicação de quais peças usar e como utilizar. E esse cenário despertou em Isabel, algo maior, nasceu assim “Mulheres à Obra”, ganhando imediatamente a adesão de parceiros como Makita, Bosch, Lorenzetti, Suvinil e Legrand. E eles também apostam nessa demanda, no mercado já é possível encontrar ferramentas leves, práticas e até parafusadeira/furadeira e furadeira de impacto cor de rosa.

As aulas aconteceram nos dias: 3, 10, 17 e 24 de Março.  E finaliza agora dia 7 de Abril. Das 9h30m às 14h – A inscrição tem o valor simbólico de R$ 50,00. Na verdade, vira um voucher para utilizar na loja. Um dia todo só para mulheres, com dicas e orientações para utilizar diversas ferramentas. Elas ganham alguns mimos como camiseta, bandana, lanche e sorteio de ferramentas.

Fotos de Espiral Conteúdo Estratégico ​

Local das aulas: Escola Técnica Centro Rio

Inscrições no site: www.palacio.com.br

Aricia Silva revela que fez diversas terapias para entender por que está solteira
Aricia Silva revela que fez diversas terapias para entender por que está solteira
Jovem, linda e com um corpo escultural! Aricia Silva é, sem dúvidas, um retrato da beleza da mulher brasileira. O que muitos questionam, no entanto, é por que a ex-Panicat está solteira se é tão cobiçada e bonita.
“Essa é uma pergunta que venho me fazendo todos os dias há um bom tempo (risos). Quem me acompanha nas redes sociais sabe que é muito claro na minha vida a insatisfação de ser solteira, bem como a maneira leve e extrovertida que aprendi a lidar com isso. Nos últimos anos fiz diversos tipos de terapias e procurei vários profissionais a fim de encontrar a resposta justamente para esta pergunta. Psicólogos, psicanalistas, terapias holísticas e por último, na minha opinião o mais eficiente de todos, um coach”, revela a modelo.
“Depois de muito pensar e estudar sobre a minha própria realidade, tinha total consciência de que eu era uma menina jovem, desejada, orgulho da família, exemplo e inspiração na vida de muitas pessoas, no entanto não me sentia completa. Foi aí que procurei o coach Igor Carvalho e pedi para que ele me provasse, racionalmente, com base nos seus estudos, que sim, eu já nasci completa. E que a minha plenitude e felicidade depende única e exclusivamente só de mim”, explica Aricia Silva.
A catarinense de 24 anos diz ainda que, quanto mais famosa, menos acesso as pessoas têm à ela: “De fato eu sou cobiçada e acredito que, estar solteira ainda, tem a ver com o meu trabalho e com a exposição do corpo que ele sempre exigiu, ao estereótipo que criou-se em relação às Panicats. A fama não me bloqueia porque ela é só uma consequência. O trabalho e o meio em que vivo acredito que bloqueia um pouco sim. Chega uma hora que a nossa vida se resume a empresários, assessores, produtores, maquiadores, cabeleireiros e contratantes. Só muda o look do dia e o destino do voo. A vida social fica meio bloqueada mesmo, mas faz parte. Acho válido passar por essa fase para alcançar os meus objetivos. Assim como em qualquer trabalho e em qualquer outro tipo de emprego. Cada escolha, uma renúncia né?!”.
Por fim, Aricia Silva afirma que ser famosa atrai homens de todos os tipos: “Homens interessantes, curiosos, deslumbrados, loucos, assim como atrai para todo mundo. A diferença é a exposição. Todo mundo sabe da minha vida mesmo eu nem sendo tão famosa assim. Basta dar um Google para a pessoa saber dos meus gostos, onde eu estou no momento… Se a pesquisa for dedicada sabe até do meu perfume antes de chegar perto de mim (risos)”.