MOSTRA SOBRE A CINEASTA MARGARETHE VON TROTTA APRESENTA FILMES PREMIADOS E INÉDITOS

MOSTRA SOBRE A CINEASTA MARGARETHE VON TROTTA APRESENTA FILMES PREMIADOS E INÉDITOS NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

Além da exibição de 10 longas-metragens, serão realizados encontros e debates, tudo com entrada franca

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 6 a 18 de março de 2018 (terça-feira a domingo), a mostra O Cinema de Margarethe Von Trotta, que exibirá 10 longas-metragens da premiada diretora alemã em sessões gratuitas. A curadoria é de Lívia Perez e o projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O Mundo Fora do Lugar

Uma das mais importantes cineastas contemporâneas, Margarethe Von Trotta registrou temas marcantes da vida política da Alemanha do século XX, sempre através de grandes personagens femininos. De maneira a debater aspectos temáticos e estéticos de sua obra, a programação inclui quatro debates e encontros que também proporcionarão uma reflexão sobre história, política e as mulheres nos filmes da diretora.

Iniciando na semana do “Dia internacional da mulher”, a retrospectiva oferece ao público a oportunidade de conhecer amplamente a obra de Von Trotta, que retratou a vida de mulheres marcantes em filmes como Rosa Luxemburgo (1985), biografia da lendária ativista política do início do século XX; Visão – Sobre a Vida de Hildegard Von Bingen (2009), sobre a freira visionária e compositora; e Hannah Arendt (2012), sobre a filósofa e teórica política; todos estrelados por Barbara Sukowa, uma das atrizes preferidas da cineasta. Sukowa, inclusive, conquistou os prêmios de Melhor Atriz no Festival de Cannes, por Rosa Luxemburgo, e no Festival de Veneza, por Os Anos de Chumbo (1981), primeiro grande sucesso de Von Trotta, vencedor também do Leão de Ouro em Veneza.

Entre os destaques da mostra estão ainda A Honra Perdida de Katharina Blum (1975), seu primeiro filme, codirigido com Volker Schlöndorff; As Mulheres de Rosenstrasse (2003), inspirado em um episódio da resistência dos alemães durante o regime nazista; e o inédito A Caminho da Loucura (1983), estrelado por Hanna Schygulla e Angela Winkler.

“Apesar de muitas vezes ser rotulada como cineasta do engajamento, os filmes de Von Trotta vão além da estrutura política, explorando também dimensões do feminino, da existência e da poética”, comenta a curadora Lívia Perez.

Atividades extras:

Como parte da programação, serão realizados quatro encontros durante a mostra, às quintas e sábados, às 19h30, sempre com mediação da curadora Livia Perez. No dia 8 de março (quinta), Dia Internacional da Mulher, logo depois da exibição de As Mulheres de Rosenstrasse, a pesquisadora e crítica de cinema Samantha Brasil, curadora do Cineclube Delas e integrante do podcast Feito por Elas, e Maria Caú, formada em Cinema pela UFF e doutora em Literatura Comparada pela UFRJ, ambas integrantes do Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema, conversam sobreAs mulheres de Margarethe Von Trotta.

 

No dia 10 (sábado), a escritora e professora de filosofia Susana de Castro debate com o público, após a sessão de Hannah Arendt. No dia 15 (quinta), o tema do encontro após a exibição de Rosa Luxemburgo é Mulheres, História e Política na obra de Margarethe von Trotta, com a convidada Isabel Wittman, crítica de cinema, membra do Elviras, roteirista, jornalista. O último evento, no dia 17 (sábado), será o encontro O cinema de Margarethe Von Trotta, com a participação da crítica de cinema, roteirista e jornalista Lorenna Montenegro.

Sobre a cineasta:

Margarethe Von Trotta nasceu na Berlim de 1942, em plena Segunda Guerra Mundial. Iniciou sua carreira de atriz, em 1965, no Teatro de Stuttgart, e estreou no cinema em 1967, no filme Tränen trocknet der Wind, de Heinz Gerhard Schier. Foi uma das atrizes mais destacadas do Novo Cinema Alemão, tendo atuado, até 1981, em cerca de 15 filmes de diretores como Rainer Fassbinder e Volker Schlöndorff, com quem se casou em 1971. Em 1975, tornou-se roteirista e diretora ao assinar com seu marido a direção do filme A Honra Perdida de Katharina Blum. Sua primeira direção solo foi em 1977, com O Segundo Despertar de Christa Klages.

A filmografia de Margarethe Von Trotta como cineasta é composta de 26 obras realizadas para o cinema e para a TV, sendo que apenas cinco longas-metragens foram exibidos comercialmente no Brasil: A Honra Perdida de Katharina BlumOs Anos de ChumboRosa LuxemburgoA Promessa e Hanna Arendt.

Margarethe Von Trotta conquistou diversos prêmios em festivais internacionais, como o prêmio da OCIC no Festival de San Sebastián, em 1975, por A Honra Perdida de Katharina Blum; o Grande Prêmio do Festival Internacional de Mulheres de Créteil, em 1979, por O Equilíbrio da Felicidade; o Leão de Ouro no Festival de Veneza e o David di Donatello de melhor filme estrangeiro por Os Anos de Chumbo, em 1981; o prêmio de melhor filme da Academia da Alemanha, em 1986, por Rosa Luxemburgo; o prêmio da OCIC no Festival de Berlim, em 1983, por A Caminho da Loucura; o prêmio do júri Ecumênico e do público no Festival de Montreal de 1993, por O Longo Silêncio; e o prêmio David di Donatello de melhor filme europeu de 2004, por As Mulheres de Rosenstrasse.

“Os personagens que me atraem são sempre mulheres fortes que também têm momentos de fraqueza. Portanto, eu nunca tento fazer delas heroínas. Ao invés disso, eu mostro como elas lutaram para encontrar seu próprio caminho, como se colocaram lá fora e o quanto tiveram que engolir para se encontrar. Eu sou fascinada pela maneira como elas superam obstáculos para alcançar seus objetivos”, disse Margarthe Von Trotta em uma entrevista para o site Spirituality Practice.

Outras informações sobre a mostra, fotos e sinopses dos filmes exibidos, podem ser acessadas no endereço https://www.facebook.com/doctela/

 

Programação:

6 de março (terça-feira)

17h – O Segundo Despertar de Christa Klages (Alemanha,1978), de Margarethe von Trotta, 93 min, DVD, 14 anos

19h – Visão – Sobre A Vida de Hildegard von Bingen (Alemanha/França, 2009), de Margarethe von Trotta, 110 min, blu-ray, 14 anos

7 de março (quarta-feira)

16h – Rosa Luxemburgo (Alemanha,1986), de Margarethe von Trotta, 123 min, DVD,14 anos

19h – Hannah Arendt (Alemanha/França/Israel, 2012), de Margarethe von Trotta, 100 min, blu-ray,14 anos

8 de março (quinta-feira)

17h – As Mulheres de Rosenstrasse (2003), de Margarethe von Trotta, 135 min, 14 anos

19h30 – Encontro As mulheres de Margarethe von Trotta Convidadas, com Samantha Brasil e Maria Caú. Mediação: Lívia Perez

9 de março (sexta-feira)

17h – A Honra Perdida de Katharina Blum (Alemanha,1975), de Margarethe von Trotta, 106 min, bluray, 16 anos

19h – Os Anos de Chumbo (Alemanha,1981), de Margarethe von Trotta, 107 min, DVD, 16 anos

10 de março (sábado)

15h – A Promessa (Alemanha,1994), de Margarethe von Trotta, 115 min, blu-ray, 16 anos

18h – Hannah Arendt (Alemanha/França/Israel, 2012), de Margarethe von Trotta, 100 min, blu-ray,14 anos + Debate com Susana de Castro. Mediação: Lívia Perez

11 de março (domingo)

16h – A Promessa (Alemanha,1994), de Margarethe von Trotta, 115 min, blu-ray, 16 anos

18h30 – As Mulheres De Rosenstrasse (2003), de Margarethe von Trotta, 135 min, 14 anos

13 de março (terça-feira)

17h – O Mundo Fora do Lugar (Alemanha, 2014), de Margarethe von Trotta, 101 min, blu-ray, 14 anos

19h – Visão – Sobre A Vida de Hildegard von Bingen (Alemanha/França, 2009), de Margarethe von Trotta, 110 min, blu-ray, 14 anos

14 de março (quarta-feira)

17h – Os Anos de Chumbo (Alemanha,1981), de Margarethe von Trotta, 107 min, DVD, 16 anos

19h – A Caminho da Loucura (Alemanha/França,1983), de Margarethe von Trotta, 105 min, blu-ray,16 anos

15 de março (quinta-feira)

17h – Rosa Luxemburgo (Alemanha,1986), de Margarethe von Trotta, 123 min, DVD,14 anos

19h30h – Encontro Mulheres, História e Política na obra de Margarethe von Trotta, com Isabel Wittman. Mediação: Lívia Perez

16 de março (sexta-feira)

17h – A Honra Perdida de Katharina Blum (Alemanha,1975), de Margarethe von Trotta, 106 min, bluray, 16 anos

19h – O Segundo Despertar de Christa Klages (Alemanha,1978), de Margarethe von Trotta, 93 min, DVD, 14 anos

17 de março (sábado)

15h – A Caminho da Loucura (Alemanha/França,1983), de Margarethe von Trotta, 105 min, blu-ray,16 anos

18h – Os Anos de Chumbo (Alemanha,1981), de Margarethe von Trotta, 107 min, DVD, 16 anos + Encontro O cinema de Margarethe Von Trotta, com Lorenna Montenegro e Lívia Perez

18 de março (domingo)

17h – O Mundo Fora do Lugar (Alemanha, 2014), de Margarethe von Trotta, 101 min, blu-ray, 14 anos

19h – Hannah Arendt (2012), de Margarethe von Trotta, 100 min, 14 anos

 

  • Serviço:
  • Mostra O Cinema de Margarethe Von Trotta
  • Entrada franca (Distribuição de senhas 1h antes do início da sessão)
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 6 a 18 de março de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Lotação:  78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Acesso para pessoas com deficiência
  • Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Musa fitness, Gabriela Bayerlein vira emoji EUA e arrecada fundos para MISS CADEIRANTE

Com quase 400 mil seguidores no Instagram e mais de 500 mil curtidas em sua página no Facebook, Gabriela Bayerlein virou emoji nos Estados Unidos. É que o maior número de fãs da gata está concentrado no país do Tio Sam, com isso, logo uma empresa procurou pela musa com a proposta de transformá-la em emoji, tendo parte da renda revertida para uma causa social escolhida por ela.

Gabriela Bayerlein

“Fiquei muito feliz quando recebi o convite, recebi a proposta como reconhecimento ao meu trabalho. Eu devo tudo aos meus fãs, aos amigos que me acompanham e que são responsáveis por tudo o que venho colhendo de frutos do meu trabalho. Não foi nada fácil chegar aqui, mas eu nunca pensei em desistir”, revelou.

Gabriela escolheu a Miss Universo Cadeirante 2017, Kaká Sampaio, que ficou tetraplégica em um acidente de carro em 2015, para receber parte da renda do aplicativo que logo estará disponível. A Miss precisa fazer um tratamento de células tronco na Tailândia, que tem o custo de R$100 mil.

“A Kaká é uma menina linda, de um coração enorme e uma fé inabalável. O que me chamou a atenção e despertou o interesse em ajuda-la foi o fato dela nunca se colocar como vitima de nada. Ela é uma guerreira e tenho certeza que usará esse dinheiro de forma consciente e assim ajudará outras pessoas a acreditarem que é possível sim, superar e continuar”, contou a musa fitness.

 

Após revelar ter sido vítima de assédio, atriz Naty Bittencourt faz fotos sensuais
A atriz Naty Bittencourt, que revelou ter recebido diversas propostas indecentes na carreira, fez um belíssimo ensaio fotográfico pra lá de sensual.
“A barreira do que é correto ou errado em relação ao sensual é quebrada quando o comportamento da mulher prova sua índole”, dispara a loira de 24 anos.
Formada em Fisioterapia, ela faz teatro há mais de 10 anos e se mudou de Brasília para São Paulo pelo sonho de ser atriz. “Assédio sempre foi algo tranquilo pra mim. No Teatro as pessoas sempre foram muito abertas para conversar sobre tudo, mas tudo era colocado com respeito. Mas depois que participei do concurso da nova Musa de Ipanema os assédios ficaram bem maiores. Acho que devido às fotos de biquíni e aí tem homens que se acham no direito de propor umas coisas bem indecentes. Depois do concurso apareceram várias propostas, principalmente através de Instagram e Facebook para ser acompanhante, book rosa e etc”, lamenta a atriz e fisioterapeuta que já fez algumas participações em novelas.
“Algumas pessoas até vinham falando que tinham um job legal para mim e eu achava que era trabalho mesmo como modelo ou atriz, mas na verdade era outro tipo de ‘job’. Depois do concurso também recebi quatro propostas para posar para sites masculinos, todos nus, mas não topei nenhum. As pessoas confundem as coisas. Por terem me visto em fotos mais sensuais já associaram que eu aceitaria fazer programa”, relata Naty Bittencourt.
“Realmente temos que tomar muito cuidado com as propostas. Muita coisa que se diz na mídia é enganação. Às vezes alguns empresários convencem as meninas de que se elas toparem algumas coisas eles vão deixá-las famosas, mas na maioria das vezes é mentira. Acho que no passado já rolou muito teste do sofá para conseguir um papel na TV, mas hoje acho que é mais por competência mesmo ou porque conhece alguém lá dentro que vai te ajudar a entrar”, completa ela.
William Shakespeare, HAMLET,  reestreia dia 9 de março, na Fundição Progresso 
Versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de William Shakespeare, HAMLET, 
reestreia dia 9 de março, na Fundição Progresso (Espaço Armazém), Centro do Rio
“Trata-se de uma montagem histórica para o teatro nacional. Patrícia Selonk tem um desempenho monumental, construção de carne, afeto, razão desmedida, impossibilidade, flerte com o desejo humano desvairado de absoluto.” – Tânia Brandão, blog Folias Teatrais

O Espaço Armazém recebe, de 9 a 18 de março, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h, HAMLET, espetáculo indicado ao Prêmio Shell-RJ em 3 categorias (direção, cenário e iluminação) e ao Prêmio APTR em 7 categorias (espetáculo, direção, atriz protagonista, atriz coadjuvante, iluminação, cenário e figurino), vencedor do Prêmio Cenym de melhor atriz (Patrícia Selonk) e melhor companhia e também vencedor do Prêmio Cesgranrio de melhor iluminação (Maneco Quinderé). Partindo da obra fundamental de Shakespeare, a ideia geral da Armazém Companhia de Teatro foi de encontrar um Hamlet do nosso tempo. Um Hamlet cheio de som e fúria. Não numa atualidade forçada, mas ressaltando aspectos da obra que dialogam com esse coquetel de conflitos contemporâneos que vemos todos os dias jorrando nas grandes cidades do mundo. Sete atores e atrizes dão vida aos personagens de Shakespeare: Patrícia Selonk (Hamlet), Ricardo Martins (Claudius), Marcos Martins (Polonius/Coveiro), Lisa Eiras (Ofélia), Jopa Moraes (Laertes/Guildenstern/Ator), Isabel Pacheco (Gertrudes) e Luiz Felipe Leprevost (Horácio/Rosencrantz/Loba). A direção e roteiro são de Paulo de Moraes, com versão dramatúrgica de Maurício Arruda Mendonça.

“A direção de Paulo de Moraes é de um artesanato criterioso, com soluções de efeito e inteligência teatral. O primeiro ato reúne as características formais ampliadas numa sucessão de recursos surpreendentes. No segundo, o desenvolvimento da trama ganha o ritmo de um voo rasante.” – Macksen Luiz, Jornal O Globo

Em 2017 a companhia completou 30 anos de existência travando um complexo diálogo criativo com um dos melhores materiais dramatúrgicos da história. Hamlet é o príncipe da Dinamarca. Seu pai morreu repentinamente de uma doença estranha e sua mãe casou-se com o irmão do falecido marido, na frente de toda a corte, depois de apenas um mês. Hamlet tem visões de seu pai, que afirma que seu irmão o envenenou, e exige que ele se vingue e mate o novo Rei (seu tio e padrasto). Hamlet se finge de louco para esconder seus planos e vai perdendo o controle sobre sua própria realidade no meio deste processo. Ou seja, a invenção teatral do século XVI de um príncipe que fingia loucura e o espírito inflamado do nosso século entraram inevitavelmente em colisão. Já não há mais fingimento. A loucura de Hamlet tornou-se a loucura do mundo.

Shakespeare representa a corte real dinamarquesa como um sistema político corrupto que se torna um labirinto esquizofrênico para Hamlet. Assassinato, traição, manipulação e sexualidade são as armas usadas na guerra para preservar o poder. No centro dessa história está Hamlet, um homem desesperadamente preocupado com a natureza da verdade, um homem notável que quer ser mais verdadeiro do que, provavelmente, é possível ser. E que exige do resto do mundo que sejam todos verdadeiros com ele. Mas é possível conhecer a si mesmo integralmente? É possível conhecer integralmente as pessoas a seu redor? Hamlet se fragmenta, nossa época o faz assim, um sujeito destrutivo, atormentado e letal.

“Em mais um grande acerto, a Armazém Companhia de Teatro equilibra com maestria o clássico e o contemporâneo nesta releitura da tragédia de Shakespeare.” – Renata Magalhães, Revista Veja Rio


A respeito da tradução o diretor Paulo de Moraes comenta que “Maurício conseguiu uma poesia sem pompa, que comunica sem perder a beleza. E é grande mérito dos atores que essa poesia chegue rasgando, ela é língua, ela é corpo, ela é carne.” Moraes que conclui dizendo acreditar que “é importante tratar Shakespeare como se ele fosse um genial dramaturgo recém-descoberto com algumas coisas urgentes a dizer sobre a guerra, sobre a loucura do mundo e sobre nossos líderes políticos modernos.”

“A montagem de Paulo de Moraes enfatiza não apenas a semelhança entre a Dinamarca da ficção e o Brasil atual, mas também o poder letal daqueles que conseguem superar a melancolia e o desespero e resolvem agir. E tal superação transcende o pessoal e se afigura como um gesto político. (…) além disso o encenador conseguiu extrair uma das mais brilhantes performances de Patrícia Selonk. Na pele de Hamlet, a atriz potencializa ao máximo toda a fragilidade e potência do personagem, tornando verossímeis tanto a melancolia e inércia do personagem no início quanto a fúria devastadora que o domina a partir do momento em que decide efetivamente agir. E no que se refere ao célebre monólogo ‘Ser ou não ser’, proferido em voz baixa e impregnado de uma dor que chega a ser exasperante, bastaria este breve e sublime momento para ratificar o que todos já sabem: Patrícia Selonk é uma das melhores intérpretes do país.” – Lionel Fisher

HAMLET teve estreia nacional em junho de 2017 no Teatro I do CCBB Rio de Janeiro, fez temporadas em Londrina, Curitiba, Belo Horizonte, Vitória e novamente no Rio de Janeiro.

Ficha técnicaDireção: Paulo de Moraes
Versão Dramatúrgica: Maurício Arruda Mendonça
Montagem da Armazém Companhia de Teatro
Elenco: Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Marcos Martins, Lisa Eiras, Jopa Moraes, Isabel Pacheco e Luiz Felipe Leprevost
Participação em Vídeo: Adriano Garib (Espectro)
Cenografia: Carla Berri e Paulo de Moraes
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: João Marcelino e Carol Lobato
Música: Ricco Viana
Preparação Corporal: Patrícia Selonk
Coreografias: Toni Rodrigues
Preparador de Esgrima: Rodrigo Fontes
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotografias e Vídeos: João Gabriel Monteiro
Programação Visual: João Gabriel Monteiro e Jopa Moraes
Produção Executiva: Flávia Menezes
Produção: Armazém Companhia de Teatro
Site Oficial: www.armazemciadeteatro.com.br

Serviço

Local: Fundição Progresso (Espaço Armazém) – Rua dos Arcos, 24, Lapa, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 21 2210-2190
Capacidade de público: 120 lugares
Temporada: 9 a 18 de março, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h
Ingressos: R$ 40,00 (casos previstos em lei pagam meia entrada)
Vendas antecipadas pela internet: http://bit.ly/2BFiOyV
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 140 minutos (incluído 10 minutos de intervalo)
Drama

Del Feliz, da edição 2015 do The Voice, vira Embaixador da Cachaça 

O cantor e compositor Del Feliz, um dos nomes mais respeitados do cenário artístico do Nordeste, recebeu um título bastante inusitado na Bahia: Embaixador da Cachaça. A alcunha foi dada por empresários do setor produtor de aguardente, que pretendem divulgar para todo o Brasil uma nova imagem da bebida.

“A gente está querendo quebrar paradigmas e mudar a imagem ruim que alguns têm da cachaça. Uma cachaça boa tem de ser respeitada tanto quanto um bom vinho, um uísque. É uma bebida nobre, elegante. O Brasil tem uma imagem distorcida da bebida por conta da qualidade de algumas cachaças. Mas queremos mudar isso”, afirma Del, que tem rodado por várias fazendas produtoras da bebida e fez até uma música sobre a pinga que já está repercutindo na região.

“Até para fazer música para agradar a cachaça, ela ficava negativa para a bebida. Mas a minha música passa uma mensagem boa sobre a bebida, que é um ícone”, destaca o cantor, que se antecipa a possíveis críticas sobre a apologia ao álcool.

“Quero destacar que a pessoa tem de beber com prudência e com responsabilidade. Na Semana de Arte Moderna se brindou com cachaça, pra você ver a importância da bebida. Hoje grandes chefs harmonizam pratos chiques com a bebida. Então é importante separar a boa bebida da ruim” explica.

Músico com carreira de destaque no exterior, Del Feliz conta que a bebida é, muitas vezes, mais bem recebida pelos gringos do que pelos brasileiros.

“Hoje, fora do Brasil, dão mais valor à cachaça do que aqui. Na Europa, existe um mercado incrível para a bebida”.

Del Feliz participou do The Voice Brasil em 2015. Na oportunidade, os quatro técnicos viraram a cadeira para o baiano. Mesmo não sendo um dos finalistas, Del foi muito elogiado e chegou a gravar uma música com Michel Teló. Carlinhos Brown, Dominguinhos, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Gilberto Gil e Maria Bethânia também já formaram parcerias com o forrozeiro.

Mitos e verdades sobre a cirurgia bariátrica

A obesidade é considerada atualmente um dos maiores problemas de
saúde pública no mundo. De acordo com dados da Organização Mundial
de Saúde, a projeção é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos
estejam com sobrepeso e mais de 700 milhões, obesos.
E, nesse sentido, a cirurgia bariátrica surge como uma alternativa para
quem quer se livrar do problema e adquirir qualidade de vida. De acordo
com o cirurgião Guilherme Cotta, Membro da Sociedade Brasileira de
Cirurgia Bariátrica e Metabólica-RJ, deve-se pensar bem e analisar as
possibilidades antes de decidir pelo procedimento. “A cirurgia bariátrica
deve ser vista como parte de uma grande mudança que deve acontecer na
vida do paciente e isso também inclui reeducação alimentar, prática
frequente de atividade física. São várias questões envolvidas nessa
decisão e elas devem ser levadas em consideração”, afirma o especialista.
Guilherme Cotta aponta alguns mitos e verdades relação ao
procedimento.
1. Qualquer um pode fazer uma cirurgia bariátrica.

Mito – Existem pré-requisitos para que uma pessoa se torne um
paciente. Geralmente, o procedimento é indicado para pessoas a partir
de 16 anos com o índice de massa corpórea acima de 40 kg/m² com ou
sem doenças associadas, como diabetes, hipertensão.

2. Existe contraindicação

Verdade – A cirurgia não pode ser realizada em pacientes portadores de
doenças psiquiátricas, usuários de drogas e alcóolatras, além de
pacientes que sofrem de compulsão alimentar e em quem tem doença
cardíaca em estágio avançado.
3. O paciente pode continuar com seus hábitos alimentares regulares
depois da cirurgia bariátrica
Mito – Precisa haver alguns cuidados depois do procedimento. Se ele
continuar consumindo alimentos com alto teor calórico e sem controle
nutricional ganhará novamente todos os quilos perdidos.
4. Há um emagrecimento considerável nos seis primeiros meses
após a cirurgia.

Verdade – Realmente, no começo, o metabolismo queima mais gordura.
O emagrecimento total acontece em até dois anos. A expectativa é que
se perca de 30 a 40% do peso inicial.

5. O paciente terá necessariamente de fazer plásticas para retirar o
excesso de pele.

Mito – Vai depender muito do paciente e da quantidade de quilos
perdidos. Para pacientes mais jovens há uma vantagem já que a pele é
mais elástica.

6. A cirurgia bariátrica é mais arriscada que outras cirurgias.

Mito – O risco de complicações é o mesmo de qualquer outro
procedimento cirúrgico abdominal.

7. O acompanhamento psicológico é importante antes e após a
cirurgia.

Verdade – É imprescindível para conhecer as expectativas do paciente
em relação à cirurgia, se não está passando por algum momento de
depressão ou estresse muito grande ou se tem algum outro problema
que possa atrapalhar o tratamento.

8. O apoio da família é essencial.

Verdade – Todos que convivem com o paciente precisam colaborar.
Isso também inclui uma mudança de hábito da família, se possível
evitando alimentação gordurosa, além de dar apoio e não fazer
cobranças exageradas.

Serviços:

CLÍNICA MULTIDISCIPLINAR GUILHERME COTTA-
CIRURGIA GERAL, BARIÁTRICA E VIDEOLAPAROSCOPIA
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 445, sala 705 – Humaitá-RJ
Telefones:(21) 3597-2866 / (21) 2527-2866 / (21) 2527-1574 / (21) 98187-8187

guilhermelcp1@me.com
consultoriomarcacaogc@gmail.com

É POSSÍVEL CASAR COM O DINHEIRO SEM MENOSPREZAR O AMOR? ESPECIALISTA DIZ QUE SIM
É possível casar com o dinheiro sem menosprezar o amor? Especialista diz que sim
Quando amor e dinheiro dão match
As autoras do livro “Smart Girls Marry Money” (Garotas espertas casam com o dinheiro), Drake e Elizabeth Ford, afirmam que o romance servir de alicerce para o casamento é uma estupidez. Ponderam que “em vez de procurar o amor, procure por segurança”. Não é regra geral, mas problemas financeiros são fatores determinantes nos pedidos de divórcio.
A matchmaker, CEO e fundadora da rede de relacionamentos Meu Patrocínio, Jennifer Lobo, considera que o alinhamento de projetos e metas, com muita transparência e honestidade, é a chave do sucesso de uma relação. As expectativas do casal devem estar claras desde o início para minimizar frustrações futuras. É exatamente o que acontece em um relacionamento “Sugar”: os aspectos financeiros são discutidos abertamente. Homens bem-sucedidos, que incorporam a figura do provedor, fazem com que as mulheres, mesmo relutando contra a dependência, se apaixonem e possam voltar a sonhar com uma união economicamente estável e romântica.
Apesar de baseados em características que parecem um pouco racionais, as relações “sugar” também têm a sua dose de romantismo, podem aliar os luxos proporcionados por uma conta bancária repleta de dígitos com o amor. Histórias que acontecem no mundo real.
“Não era a minha expectativa inicial, mas acabou acontecendo naturalmente”, conta Mariana, arquiteta, 28 anos. “Entrei para o mundo sugar há dois anos, sem muitas pretensões, desejando conhecer um homem mais velho, bem-sucedido, que me ajudasse a bancar os últimos anos de faculdade. Fiz a inscrição no Meu Patrocínio e conheci algumas pessoas interessantes, mas as relações não prosperaram. Depois de alguns encontros, Maurício surgiu na minha vida. Ele, um empresário poderoso, culto e extremamente charmoso, foi logo colocando o que esperava de um relacionamento: uma mulher atraente, segura de si, inteligente e que pudesse ser apresentada em seu círculo social. Uma mera acompanhante, pensei. Com 52 anos, Maurício era divorciado, com três filhos adultos e independentes. Parecia querer somente aproveitar a vida ao lado de uma mulher interessante. E era isso mesmo! Mas, o que aconteceu com a gente foi um encantamento mútuo. Com o passar do tempo, fomos nos envolvendo cada vez mais. As curtas viagens de final de semana foram ficando cada vez mais frequentes e comecei a acompanhá-lo em rotas internacionais, viagens de negócio. Percebemos com a proximidade que tínhamos muito em comum, apesar da diferença de idade. Os mesmos gostos e interesses em assuntos variados, havia uma troca intensa de experiências e emoções que compartilhávamos todas as vezes que estávamos juntos. A combinação inicial de nos vermos duas vezes por semana caiu por terra. Seis meses depois, ele me convidou para morarmos juntos. Recebíamos em casa os amigos, outros empresários e suas esposas. Como tive uma boa educação, sempre gostei destes momentos, de poder receber e conversar com pessoas diferentes. Fui me aprimorando em regras de etiqueta, em como tornar estes momentos cada vez mais agradáveis. Acho que foi este meu jeito, sem arrogância, mas com muita delicadeza, que mostrou a Maurício que eu era a companheira perfeita. Ao completarmos um ano de namoro, fui surpreendida com um pedido de casamento formal. Jamais imaginei, apesar de secretamente desejar, que a nossa relação fosse evoluir desta maneira. O casamento aconteceu há quatro meses, em uma cerimônia íntima, somente para familiares e o grupo de amigos mais próximos. Mesmo sem estar à procura de um homem rico para um casamento por dinheiro, consegui conciliar amor e uma vida extremamente confortável. Deixei o meu trabalho para poder estar sempre ao lado de Maurício em suas inúmeras viagens de negócio, mas continuo com os meus cursos e tenho a ideia de montar um pequeno negócio que não tome muito o meu tempo e não me afaste dele. Com isso, aprendi que é possível ter tudo o que a vida pode oferecer de melhor, estar apaixonada em alto estilo”, finaliza Mariana.
Jennifer Lobo comenta que o relato de Mariana não é caso isolado. “Nos três anos de atividade do Meu Patrocínio, temos recebido cada vez mais depoimento de casais que se formaram por meio da plataforma. Pessoas que só desejavam um mentor e provedor e acabaram encontrando algo mais profundo e duradouro. Afinal, quer um match melhor do que amor e dinheiro?”, questiona.
Sobre o Meu Patrocínio
O Meu Patrocínio é o primeiro e maior site de relacionamento para Sugar Babies e Sugar Daddies do Brasil. Criado em 2015, é hoje a rede social mais exclusiva e seletiva do país. Bastante comum nos Estados Unidos e alguns países da Europa, o estilo de vida Sugar reúne homens ricos e bem-sucedidos a mulheres jovens e atraentes para relacionamentos verdadeiros, sempre com transparência, acordos preestabelecidos, expectativas alinhadas e benefícios mútuos. Hoje, em sua base de dados, o site conta com mais de 400 mil cadastrados entre homens e mulheres.
CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL SP

APRESENTA RETROSPECTIVA INÉDITA COM TODA A FILMOGRAFIA DA CINEASTA “HELENA SOLBERG”

 A diretora Helena Solberg, única cineasta mulher a participar do Cinema Novo, ganha de 7 a 19 de março uma mostra inédita no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. A retrospectiva, nunca antes realizada no Brasil, irá exibir toda filmografia da diretora, que completará 80 anos em junho deste ano, além de debates e uma aula magna. A entrada é gratuita para todas as sessões.

Detentora de uma carreira singular que completa cinco décadas, a diretora viveu por 30 anos nos EUA, onde construiu uma trajetória sólida do cinema militante e feminista. Embora pouco exibidos e raramente debatidos em âmbito nacional, os filmes de Solberg tiveram reconhecimento fora do Brasil e foram premiados em importantes festivais internacionais como o Festival de Havana, Festival de Chicago, American Fim Festival, e o prêmio Emmy para “Das Cinzas – Nicarágua Hoje”, entre outros.

Com curadoria de Carla Italiano e Leonardo Amaral, a programação traz toda a obra de Helena Solberg, entre eles os curtas a “Entrevista” (1966), que entrevista moças de formação burguesa do Rio de Janeiro sobre casamento, sexo e política; o poético “Meio Dia” (1970), inspirado em “Zero de Conduta” (1933) do cineasta francês Jean Vigo; e a primeira realização de Solberg nos EUA “A Nova Mulher” (1974). Esta última, costurada coletivamente pelo grupo International Women’s Film Project, oferece um panorama histórico da luta feminina por igualdade desde o século XIX.

Juntamente a “A nova mulher”, as duas produções seguintes da cineasta compõem o que a pesquisadora Mariana Tavares chamou de “Trilogia da Mulher”: “The Double Day” (1975) e “Simplesmente Jenny“ (1978). O primeiro examina as condições da mão de obra feminina na Argentina, Venezuela e Bolívia, enquanto o último se dedica à vivência de três jovens em um reformatório boliviano para adolescentes.

O olhar formal aguçado se alia a um sentido de urgência a fim de responder a sua época, culminando na segunda, e mais prolífica, frente de investigação de seu cinema: os documentários politicamente engajados, militantes, que transitam por países da América Latina. Dentre eles, destacamos: “Das Cinzas – Nicarágua Hoje” (1982), acerca do Movimento De Libertação Sandinista e sua luta contra o regime ditatorial de Somoza na Nicarágua; “Chile: pela razão ou pela força” (1983); e “Terra dos Bravos” (1986).

Não por acaso, o retorno da realizadora ao Brasil ocorreu por meio de uma das brasileiras de maior reconhecimento internacional, no filme “Carmem Miranda: Banana is My Business” (1994), finalizado no momento da chamada “retomada do cinema nacional”, nos anos 90.

A atual fase de sua carreira aponta para novos rumos: a adaptação ficcional de um diário toma forma em “Vida de Menina” (2004), marcando sua estreia na direção de uma ficção em longa-metragem, enquanto “Palavra (En)cantada” (2009) e “Alma da gente” (2013) estreitam as relações entre música popular e poesia brasileira. Por fim, realiza o longa-metragem “Meu corpo, minha vida” (2017), que trata de uma discussão seminal nos atuais contextos sociais e políticos brasileiros: o aborto.

A Retrospectiva é patrocinada pelo Banco do Brasil e organizada pela coletivo Filmes de Quintal.

Fotos e trechos dos filmes no link abaixo: www.dropbox.com/sh/n89la5h167wzzol/AAAAsQ-EZIufmO_JR4aHivgYa?dl=0

  • Serviço
  • Retrospectiva Helena Solberg
  • Data: de 07 a 19 de março de 2018
  • Entrada Franca
  • Local: CCBB São Paulo
  • Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro | São Paulo – SP
  • Capacidade Cinema: 70 lugares
  • Horários e classificação indicativa no site
  • Ingressos: serão distribuídos a partir de uma hora antes de cada sessão, na bilheteria do local
  • Funcionamento da bilheteria: de quarta a segunda, das 9h às 21h.

*** Evento acontece de 7 a 19 de março no CCBB São Paulo

*** Aula Magna com a diretora no dia 17/03

***Sessões comentadas por pesquisadores especialistas e debates

*Entrada gratuita

 

  • GRADE DE PROGRAMAÇÃO
  • SÃO PAULO – DIA A DIA
  •  
  • 07/03 – Quarta
  • 19h15 Carmen Miranda: Bananas Is My Business (92′, 1994, 35mm) / 14 anos
  •  
  • 08/03 – Quinta – Dia da mulher
  • 17h Simplesmente Jenny (32′, 1977), A Dupla Jornada (54′, 1975, digital) / 16 anos
  • 19h30 Meu Corpo Minha Vida (73′, 2017, digital) / 16 anos
  •  
  • 09/03 – Sexta
  • 15h30 Terra dos Bravos (60′, 1986, digital) / 14 anos
  • 17h Retrato de um Terrorista (28′, 1985, digital), A Conexão Brasileira (58′, 1982/1983, digital) / 16 anos
  • 19h A Terra Proibida (58′, 1990, digital) / 16 anos
  • Seguida de debate com Mariana Souto
  •  
  • 10/03 – Sábado
  • 16h30 Meio-dia (11′, 1970, digital), A Entrevista (20′, 1966, digital), A Nova Mulher (40′, 1974, digital) / 14 anos
  • Seguida de debate com Ramayana Lira
  • 18h45 Chile: Pela Razão ou Pela Força (60′, 1983, digital) / 16 anos
  •  
  • 11/03 – Domingo
  • 16h30: Das Cinzas… Nicarágua Hoje (60′, 1982, digital) / 16 anos
  • 18h00 Vida de Menina (101′, 2004, digital) / 14 anos
  •  
  • 12/03 – Segunda
  • 17h Palavra (En)cantada (84′, 2009, digital) / 12 anos
  • 19h30 Terra dos Bravos (60′, 1986, digital) / 14 anos
  •  
  • 14/03 – Quarta
  • 15h30 Chile: Pela Razão ou Pela Força (60′, 1983, digital) / 16 anos
  • 17h Brasil em Cores Vivas (30′, 1997), A Alma da Gente (80′, 2013, digital) / 14 anos
  • 19h30 A Terra Proibida (58′, 1990, digital) / 16 anos
  •  
  • 15/03 – Quinta
  • 17h Retrato de um Terrorista (28′, 1985, digital), A Conexão Brasileira (58′, 1982/1983, digital) / 16 anos
  • 19h MESA REDONDA Engajamento e militância décadas 1970-1980 / Livre
  • com Edson Teles e Thais Blank
  •  
  • 16/03 – Sexta
  • 17h Das Cinzas… Nicarágua Hoje (60′, 1982, digital) / 16 anos
  • 19h Meu Corpo Minha Vida (73′, 2017, digital) / 16 anos
  • Seguida de debate com Elisa Gargiulo e Zita Carvalhosa
  •  
  • 17/03 – Sábado
  • 16h AULA MAGNA com Helena Solberg / Livre
  • 18h15 Meio-dia (11′, 1970, digital), Vida de Menina (101′, 2004, 35mm) / 14 anos
  •  
  • 18/03 – Domingo
  • 16h30 Carmen Miranda: Bananas Is My Business (92′, 1994, 35mm) / 14 anos
  • 18h30 Meio-dia (11′, 1970, 16mm), A Entrevista (20′, 1966, 16mm), A Nova Mulher (40′, 1974, 16mm) / 14 anos
  •  
  • 19/03 – Segunda
  • 15h Palavra (En)cantada (84′, 2009, digital) / 12 anos
  • 17h Brasil em Cores Vivas (30′, 1997, digital), A Alma da Gente (80′, 2013, digital) / 14 anos
  • 19h15 Simplesmente Jenny (32′, 1977, digital), A Dupla Jornada (54′, 1975, digital) / 16 anos
  •  
  • SÃO PAULO
  • DEBATES
  •  
  • 09/03 – Sexta
  • 19h A Terra Proibida (58′, 1990) / 16 anos
  • Seguida de debate com a pesquisadora Mariana Souto
  •  
  • 10/03 – Sábado
  • 16h30 Meio-dia (11′, 1970), A Entrevista (20′, 1966), A Nova Mulher (40′, 1974) / 14 anos
  • Seguida de debate com a professora Ramayana Lira
  •  
  • 15/03 – Quinta
  • 19h MESA REDONDA Engajamento e militância décadas 1970-1980
  • com o professor Edson Teles e a pesquisadora Thaís Blank / 12 anos
  •  
  • 16/03 – Sexta
  • 19h Meu Corpo Minha Vida (73′, 2017) / 16 anos
  • Seguida de debate com a ativista Elisa Gargiulo e a produtora Zita Carvalhosa
  •  
  • 17/03 – Sábado
  • 16h AULA MAGNA com Helena Solberg / Livre
  • com tradução em libras
Sete navios trazem mais de 20 mil turistas ao Pier Mauá nesta semana

O Pier Mauá recebe, nesta semana (de 27/02 a 04/03), sete navios. Com capacidade para apenas 240 passageiros, o Hanseatic é o único cruzeiro de expedições cinco estrelas do mundo. Como seu porte é pequeno, ele é capaz de navegar sem problemas pelos 4 mil quilômetros de extensão do rio Amazonas, por exemplo. Após passar por Paraty, o navio atraca no Pier Mauá no dia 27 de fevereiro e seguirá viagem para Búzios no dia 28.

No dia 01 de março dois navios ficarão atracados simultaneamente. O navio MSC Musica atraca às 7h e o navio Sovereign, às 9h. O MSC Musica completa a frota da MSC no Brasil nesta temporada e realiza cruzeiros para a Argentina e o Uruguai, visitando Punta del Este, Montevidéu e com pernoite em Buenos Aires. O navio Sovereign faz mini cruzeiros de bate e volta que parte de Santos, atraca no Pier Mauá e no mesmo dia segue viagem para Búzios. Com capacidade para 2.870 passageiros e com 803 pessoas na tripulação, é o único navio da temporada brasileira a oferecer o padrão de alimentação tudo incluso.

No dia 03 de março, o Pier Mauá terá três cruzeiros atracados. O Seabourn Quest atraca no Pier Mauá dia 02 de março vindo de Buenos Aires. Antes de passar no Rio ele atraca em Ilha Bela e segue destino para Búzios no dia 03. O MSC Poesia chega e zarpa no próprio dia 03 e o Costa Fascinosa atraca dia 03 partindo no dia 05, à noite.

Navio MSC e turistas- foto Hayla Leite

No dia 04 de março o MSC Musica retorna ficando apenas um dia na cidade.

Desde outubro de 2017, quando se iniciou a temporada 2017/2018, o Pier Mauá já recebeu 82 navios. A previsão é que até abril, fim da temporada, a capital receba 93 cruzeiros, desembarcando mais de 380 mil passageiros.

ENTREVISTA COM MC LOMA E AS GÊMEAS LACRAÇÃO
EM ENTREVISTA COM CAROL DIAS, MC LOMA E AS GÊMEAS LACRAÇÃO FALAM SOBRE “CRUSH”, MÚSICA NOVA E QUEM LEVARIAM PRA UMA ILHA PARADISÍACA .
 
MC Loma e as gêmeas lacração são a grande sensação do momento. Elas tem conquistado o público com seu jeito espontâneo e divertido. Em entrevista exclusiva para o canal no YouTube da ex-panicat Carol Dias, as meninas de Pernambuco revelaram um pouco mais de sua intimidade, sonhos e como estão lidando com a fama repentina. 
Lacração é pouco para descrever o sucesso: Elas entraram na lista das “50 virais do mundo” do Spotify e ate o momento acumulam mais de 110 milhões de visualizações no YouTube, além de serem endossadas por ninguém menos que Anitta, e tantos outros famosos que entraram no clima envolvente de suas músicas.
 
As meninas, em clima de descontração, e usando um vocabulário no mínimo peculiar, com várias gírias e expressões como “escama só de peixe”, contaram o que chama atenção delas em um garoto e qual o seu conceito de beleza. Dispararam: “A beleza um dia vai se acabar, é uma coisa simples e opaca. Se você tem um rosto feio, mas é bonito por dentro, é isso que importa.” Elas deram dicas de poses para os rapazes evitarem durante as fotos que postam nas redes sociais
Elas, como qualquer adolescente, tem seus “crushes”: meninos por quem elas tem uma queda. Perguntadas por Carol Dias: “quem vocês levariam para uma ilha paradisíaca”, elas revelaram quem gostariam de ter como companhia no paraíso: ”Justin Bieber, Felipe Tito e Caio Castro”. 
 
Carol Dias além de estar investindo em seu canal no YouTube, atuando como entrevistadora e apresentadora, foi convidada para o próximo clipe das meninas, que será lançado nessa sexta-feira, de uma nova música, que promete ser mais um hit: “meu ritmo”.
Link da entrevista