Eva Andressa pratica sandboard em seu canal no YouTube e destaca que esporte trabalha bastante pernas e glúteos
A “Musa Fitness” Eva Andressa, uma das maiores celebridades quando o assunto é seguidores no Facebook e com mais de impressionantes 10,6 milhões de fãs na rede social, publicou o primeiro vídeo da série “Trip Radical” em seu canal no YouTube. Ela viajou até Florianópolis, em Santa Catarina, e praticou o sandboard nas dunas da Praia da Joaquina.
“O sandboard é um esporte bem bacana! Já tinha praticado o snowboard que, pelo fato de ser no gelo, desliza melhor, mas os tombos são piores e você se machuca mais. Achei que o sandboard seria mais fácil, mas como a prancha pega o atrito da areia se torna um pouco mais difícil. Exige muito equilíbrio, força para descer e para voltar pois é preciso subir as dunas o que é bem cansativo. É preciso ter um preparo. O sandboard trabalha bem pernas e glúteos, senti bem isso lá e como estava um calor absurdo, isso ajuda no desgaste e não consegui praticar por muito tempo”, conta a morena.
“Gostei muito e a praia da Joaquina é um lugar lindo! Moro em Curitiba, que é próximo de Santa Catarina, mas não conhecia nada em Florianópolis. Valeu muito a pena, estou apaixonada! Haverão outros lugares nos próximos episódios do ‘Trip Radical’. A intenção é visitar cidades brasileiras e no exterior para acharmos esportes diferentes. Mostraremos eu praticando o esporte para poder conhecê-lo melhor, conhecer a região onde é praticado esse esporte, falar um pouco do lugar, ponto turístico, alimentação, além de entrevistar instrutores e atletas desse esporte”, completa a “Musa Fitness”.
Conheça Noelle Nastri, a modelo que diz ser a nova apresentadora Xuxa Meneghel
A modelo Noelle Nastri, que atrai a atenção e os olhares do público por onde passa pela sua beleza, decide expor seu estilo e qualidade de vida na internet. Em seu canal no YouTube “Elle Xtreme”, ela fala sobre viagens, esportes radicais, experiências de vida, dicas sobre saúde e beleza. A apresentadora conta com o apoio de profissionais de diversas áreas que vão agregar valor a cada tema apresentado nos vídeos.
Noelle Nastri
“Queremos fugir do trivial, das entrevistas com globais, do foco apenas na estética, no sorriso bonito e na vida de ostentação. Queremos abordar a parte mais conceitual, o porquê de ter uma boa alimentação, o porquê de praticar esportes, etc… No segundo vídeo a Noelle Nastri faz uma tatuagem e fala sobre os cuidados que são precisos antes e depois da tattoo, como escolher um bom estúdio e um bom desenho”, explica Guilherme Bertoncini, diretor do “Elle Xtreme”.
Durante preparação para festa de lançamento do seu canal, a modelo revela o sonho ao ser comparada com a apresentadora Xuxa Meneghel. Talvez por ser loira de olhos verdes e ter um talento incrível para se comunicar, Noelle Nastri não atrai somente a atenção dos marmanjos de plantão, mas também da criançada e jovens talentos que estão brilhando e mostrando aos mais velhos como viver de uma forma mais equilibrada.
Quinta-feira, dia 8, às 20h, irá ao ar o vídeo com as promessas do skate nacional. Noelle Nastri entrevista jovens promessas das 4 rodas como: Victoria Bassi, um dos maiores e mais novos talentos femininos do skate nacional, Kauã Yuka campeão da primeira etapa do campeonato Clash Of Bowl Riders C.O.B.R e o pequeno Enzo Yoshida de apenas 7 anos que iniciou aos 4 anos no esporte.
“Nunca pensei ser comparada com a Xuxa, sou fã dela e era chamada de Xuxinha pela minha mãe, mas confesso que ao lançar meu canal me espelhei muito na carreira da Rainha dos Baixinhos. Ela é um ícone no Brasil e no mundo, influenciou a vida de muitas pessoas no Brasil, inclusive a minha e se eu puder influenciar positivamente a vida de quem me acompanha já terei meu objetivo alcançado”, destaca Noelle Nastri.
O canal Elle Xtreme vai ao ar com vídeos novos todas as terças e quintas e aos sábados rola uma interação especial com seus inscritos, cada semana com um tema diferente abordado por pautas dinâmicas e inusitadas.
O espetáculo mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, vítima da transfobia
Na TV Globo, “Segundo Sol” marcará a estreia de Luis Lobianco em novelas, no Canal Gloob o ator está no elenco da série infantil “Os Valentins” e na sexta temporada do humorístico “Vai que cola”, no Multishow. No cinema é protagonista do longa-metragem “Carlão e Carlinhos” de Pedro Amorim, ainda sem data de lançamento. Luis Lobianco é também criador dos espetáculos do Buraco da Lacraia, Rival Rebolado e Portátil
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O Teatro Rival Petrobras recebe, nos dias 23 e 24 de março, às 19:30h, o espetáculo “Gisberta, drama musical estrelado por Luis Lobianco que conta a história ainda pouco conhecida de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto. As apresentações comemoram o aniversário de 84 anos do Teatro Rival e de 1 ano de temporadas de “Gisberta” pelo Brasil.
Idealizado por ator Luis Lobianco, com direção de produção de Claudia Marques, texto de Rafael Souza-Ribeiro e direção de Renato Carrera, o espetáculo mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto, em Portugal. Gisberta atravessou o oceano para buscar um território livre, mas morreu no fundo do poço, afogada em ódio e água. Na ocasião o caso ganhou destaque nas discussões sobre a transfobia em Portugal e Gisberta se tornou (e até hoje é) ícone na luta pela conscientização para uma erradicação dos crimes de ódio contra gays, lésbicas e transexuais. Em 2016, dez anos após a sua morte, Gisberta foi amplamente lembrada em Portugal por meio de inúmeras reportagens. Recentemente, em 14 de fevereiro de 2017, Gisberta deu nome ao primeiro centro de apoio a população LGBT do norte de Portugal, “Centro Gis”, em Matosinhos, distrito do Porto.
“Já o Brasil, na contramão, é um dos países que mais comete crimes de transfobia e homofobia, números que não param de crescer junto com uma onda conservadora de intolerância com as diferenças. Se não conseguimos mudar as leis que não nos protegem, que a justiça seja feita no teatro, com música e luzes de Cabaré. Que venham as identidades de humor, gênero, drama, música, tragédia e redenção. O caso de Gisberta não é conhecido por aqui e decidi que Gisberta vai reviver a partir da arte e será amada pelo público.” – comenta Luis Lobianco
Para contar a história de Gisberta, que é praticamente desconhecida no Brasil e que é também a história de tantas outras vítimas da transfobia, Luis Lobianco interpreta vários personagens com texto concebido a partir de relatos obtidos em contatos pessoais com a família de Gis, do processo judicial, de visitas ao local da tragédia e por onde Gisberta passou. De forma muito delicada, a peça transita entre dois gêneros: o humor, pois Gisberta era uma pessoa muito alegre e divertida, e o drama. Em cena, três músicos acompanham o ator: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz).
“Gisberta não está em cena, o Luis Lobianco não interpreta a Gis, mas nós chegamos bem perto dela.” – afirma o diretor Renato Carrera
“Eu sou em cena o contador da história de Gisberta. Para que o público sinta a sua presença e ausência uso todos os recursos que posso para criar empatia a ponto de tê-la como alguém muito íntima, uma amiga querida.” – diz Luis Lobianco
Uma breve história de Gisberta
Caçula de uma família com oito ainda na infância Gisberta dava sinais de que estava num corpo que não correspondia à sua identidade. Após a morte do pai, deixou os cabelos crescerem definitivamente. Em 1979, aos 18 anos, quando suas amigas morriam assassinadas, na capital paulista, com medo de ser a próxima vítima, deixou o Brasil rumo a Paris. Mais tarde, já depois de realizar tratamento hormonal e fazer implante de silicone nos seios, mudou-se para o Porto, no Norte de Portugal. Muito alegre e divertida, rapidamente enturmou-se na cena gay local. Fazia apresentações em bares e boates. Por 10 anos foi a estrela brasileira da noite portuense. Sem muito jeito com qualquer tipo de liberdade viveu tudo o que nunca experimentou de forma voraz: cantou de Vanusa a Marilyn, bebeu, fumou, cheirou, amou e adoeceu no cabaré. Foi muito feliz, tinha muitos amigos e admiradores. Poupava energia para as cartas e fotos que mandava para a família, queria garantir que estava segura. Um dia os seus dois cães fugiram de casa e foram atropelados na sua frente. Gis definhou de depressão e Aids. Perdeu os cabelos conquistados e o visto de imigrante, passou a vestir trapos sem gênero e foi morar na rua. Num prédio abandonado foi encontrada, no final de 2005, por um grupo de 3 meninos mantidos pela Oficina de São José, uma instituição religiosa da vizinhança. No início as crianças ofereceram comida e agasalho, mas a lógica do grupo se converteu em um ódio súbito e inexplicável quando outros 11 meninos se juntaram ao grupo inicial. A partir de 15 de fevereiro de 2006, Gisberta sofreu vários dias de tortura e finalmente, acreditando que ela estava morta, foi jogada ainda com vida dentro de um poço cheio de água. Conclusão do processo: morte por afogamento. Gis, como ela gostava de ser chamada, já vivia sufocada, sua morte foi síntese da sua vida – culpa do ódio e não da água.
“O mundo passa por uma grande crise de identidade: o que somos essencialmente e onde podemos viver o que somos? Refugiados podem ser inteiros fora de seus territórios sem inspirarem ameaça? Há liberdade para indentidade de gênero mesmo que se tenha nascido em um corpo de outro sexo? Gays podem se amar sem exposição à violência? A reação para o rompimento com padrões sociais é uma explosão de violência cotidiana sem precedentes. Quanto mais ódio, mais a afirmação da identidade se impõe. No ar a sensação de um grande embate mundial iminente – não tem mais como se esconder no armário. Ser livre ou servir à intolerância: eis a questão.” – comenta Lobianco
Trajetória do espetáculo “Gisberta”
“Gisberta” estreou nacionalmente no dia 1º de março de 2017, no CCBB Rio de Janeiro, onde permaneceu em cartaz até 30 de abril. Em junho fez temporada no Teatro Dulcina, casa histórica no corredor cultural da Cinelândia, Centro do Rio. Em novembro de 2017 fez temporada no CCBB Brasília e em janeiro de 2018 no CCBB Belo Horizonte. Ainda em 2018 fará temporada em São Paulo e em 2019 fará temporadas em Lisboa e Porto.
Luis Lobianco, ator de teatro, cinema, TV e internet
Nascido no Rio de Janeiro, Luis Lobianco faz teatro desde 1994. Em 2012, se formou na CAL e foi dirigido por nomes, como: Aderbal Freire-Filho, Moacyr Chaves, Marcelo Saback e Ruy Faria; atuando em mais de 30 montagens teatrais até hoje. Também foi criador dos espetáculos do Buraco da Lacraia, Rival Rebolado e Portátil, todos em cartaz atualmente. Lobianco também é ator fixo do canal Porta dos Fundos desde sua criação há quatro anos. No cinema já esteve em dez produções entre 2012 e 2017. Lobianco foi indicado ao prêmio F5 da Folha de São Paulo por seu trabalho para TV, como o protagonista de “O Grande Gonzalez”, coprodução da FOX com o Porta dos Fundos. Em 2018: É protagonista do longa-metragem “Carlão e Carlinhos”, de Pedro Amorim, ainda sem data confirmada. Está na segunda temporada da série infantil “Os Valentins”, do canal Gloob, que estreia dia 12 de março, interpretando o vilão Randolfo, ao lado de Claudia Abreu, Guilherme Weber e Guida Vianna. Esta na sexta temporada do “Vai que cola”, do Multishow. Na TV Globo, “Segundo Sol” marcará sua estreia em novelas.
“O Buraco da Lacraia é um projeto que mudou minha vida. Uma ocupação teatral que desenvolve uma linguagem artística completamente nova, diferente de tudo, e ainda me deu uma família artística! É um projeto artesanal, muito respeitado e o lucro é na alma, não no bolso. É o meu brinquedo preferido mas também uma das coisas mais sérias que fiz na vida.” – comenta Luis Lobianco
Ficha técnica
Atuação: Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Músicos: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz)
Pesquisa Dramatúrgica: Luis Lobianco, Renato Carrera e Rafael Souza-Ribeiro
Investigação: Luis Lobianco e Rafael Souza-Ribeiro
Trilha Sonora e músicas compostas: Lúcio Zandonati
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Mina Quental
Figurino: Gilda Midani
Preparação Vocal: Simone Mazzer
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de divulgação: Elisa Mendes
Produção: Fabrica de Eventos
Idealização: Luis Lobianco
Serviço
“Gisberta”
com Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Sinopse: A peça mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006 na cidade do Porto, em Portugal.
Local: Teatro Rival. Rua Alvaro Alvim, 33, Centro do Rio (Próximo ao VLT e Metrô Cinelândia)
Informações/tel.: (21) 2240-4469
Únicas apresentações: 23 e 24 de março, às 19:30h
Ingressos / Vendas antecipadas a partir do dia 02/03: R$ 40,00 e R$ 20,00 e a partir do dia 12/03: R$ 50,00 e R$ 25,00
Horário da Bilheteria: Terça a sexta das 13h às 21, sábados e feriados das 16h às 22h
Site de venda pela internet – http://www.eventim.com.br
Site do Teatro Rival – www.rivalpetrobras.com.br
Classificação 14 anos
90 minutos
No dia 17 de março, sábado, é Dia de São Patrício, padroeiro da Irlanda, e que foi adotado pelos cariocas e incluído definitivamente no calendário de comemorações da cidade. A festa, que antes só era celebrada nos países de língua inglesa, chega aos bares do rio e colore de verde os chopes, pratos e ambientes com muitas novidades e promoções para data.
Na Barra, no Beer Cult acontece show com a banda Mr. Severin, com muito blues e rock’n’roll. Para celebrar a data a casa vende o Chope Pilsen Verde Old School (R$8,00 -300ml;). Para acompanhar a loja/bar oferece vários petiscos. Destaque para a Linguiça CaracolCalabresa com Queijo Coalho e Parmesão que acompanha um dos molhos da casa. (R$29,90)
O Hell’s Burger elaborou uma maionese verde para o dia, assim, o cliente que pedir um sanduíche mais batata tem direito a levar a iguaria preparada a base de ovos pausterizados e aioli verde de salsa. Vale apostar no Fifty-Fifty ( 200g de Burger, filé de costela e bacon em uma só moagem, queijo cheddar no pão com gergelim-R$27,00) com a batata frita da casa fica R$36,00.
On Tap Pub-St. Patricks Burger- Foto Ronaldo Lopes
No On Tap Pub, localizado na Tijuca, além dos chopes e hambúrguer especial a casa também vai entrar no clima com uma playslist especial, e um chapéu para os mais animados tirarem fotos. O chope pilsen do pub vai ser verde, o St Patrick Pilsen ( R$9,90 – half pint) /R$14,90 – pint ). A cervejaria carioca Motim traz a Hell de Janeiro Verde (R$14,90 -half pint /R$ 21,90 – pint) e o lançamento da Dublin Dry Stout (R$12,90 – half pint / R$ 19,90- pint ). Outro lançamento é o da Irish Coffe, da Old School. Para comer o local preparou um hambúrger especial no pão verde, o St. Patricks Burger (Hambúrger com um blend de 160g de fraldinha e peito temperados com ervas, alface roxa, cogumelos frescos e queijo. R$25,00). O combo do St. Patricks Burger com St. Patricks Pilsen sai a R$34,90, quem vier de verde e consumir o combo ganha uma St. Patrick Pilsen(Half Pint).
Ainda na Tijuca, o Hop Lab Pub montou um combo, para quem passar pela casa no dia 17. O combo inclui: 3 chopes: Motim Dubhlinn, Motim Green Hell de Janeiro e Hop Lab Dead hot Monk; 1 hambúrguer e 1 sobremesa.
No Beer Underground, loja especializada em cervejas especiais, no Centro, durante toda a semana, de 12 a 16 de março, vai rolar o Chope Verde Pilsen da Antuérpia (R$7,99). A loja que mudou de espaço no mesmo prédio recentemente no Centro abriga agora torneiras de chope em um ambiente mais amplo e sofisticado.
Na Freguesia, no Serpentina Bar Artesanal, as comemorações começam na sexta, 16/03, com show ao vivo com a dupla Dig e Pegüet , com muito rock britânico. No sábado é a vez da dupla Kleber Dias e Zilton Spencer tocando o melhor do blues clássico. Para quem gosta de um bom chope, sexta e sábado a casa vai oferecer o tradicional chope verde da Backer Pilsen(1/2 Pint R$8,90 – Pint –R$12,90), eleito o melhor pilsen do Brasil em 2017. Ainda nas comemorações o bar oferece o chope Irish Dry Stout, da cervejaria Motim e Chope Irish Red Ale, da Cervejaria Guapa, de Petrópolis(1/2 Pint R$10,90/ Pint R$16,90, ambos). Para comer, foi preparado um hambúrguer especial, apelidado de Leprechaun(figura folclórica Irlandesa): Hambúrguer de Costela 100% Bovina 180 gramas, maionese de wasabi e molho de salsa verde mexicana no pão verde(R$25,00).
Bar Bukowski_garagem_Guilherme Maia
Em Botafogo, o Legião Carioca preparou a festa “Se você cair eu estarei lá”. Serão 30 litros de chope pilsen verde, das marcas Zero9, e Pilsen Rio Up (R$11,00 400 ml). Ainda no verde, a casa remontou o seu tradicional hambúrguer Baby Dinossauro com o pão verde e um molho apimentado especial (Cheeseburger clássico com blend de 210g de bovino angus e mussarela R$20,00). Para agitar a noite o Legião preparou uma playlist especial com bandas de rock Irlandesas.
Também em Botafogo, o Casarão 1903 preparou duas opções para a festa. O Saint Burger (hambúrguer duo de fraldinha e salsicha alemã, queijo cheddar e aioli de mostarda no pão de espinafre R$23,90 ou R$33,80 acompanhado de batatas rústicas levemente picantes), e uma porção de Dadinhos de Tapioca verde com queijo derretido no meio acompanhado de molho ponzu de saquê picante. As opções ficam no cardápio do dia 06/03 até o final do mês. No dia 17 o bar oferece dose dupla do Chope Pilsen Verde da Old School (R$13,60) ao longo da noite.
O Bukowski, o bar mais rock da cidade, também entrou na festa. Dia 17, serão espalhados diversos trevos de três e quatro folhas pela casa, e o cliente que achar os de quatro folhas terá direito a trocar o trevo por uma dose se vodka verde. A noite é embalada ao som de muito rock nas pistas.
Horário (inclusive em feriados): Ter a Qui, das 18h às 23h| Sex, de 12h às 15h e 18h a 0h | Sáb, vésperas e feriados, das 18h a 0h | Dom, das 17h às 23h