Paulo Verlings dirige e atua em “A Peça Escocesa”




Não poderia haver melhor casa para um espetáculo que une música e humor
Não é de hoje a relação do cantor e compositor Eduardo Dussek com o Rival Petrobras. Afinal de contas, a tradição teatral e musical dos espetáculos de revista tem tudo a ver com showman que é Dussek. E é exatamente uma combinação de música e humor que o artista vai apresentar no próximo dia 22, às 19h30, no Rival Petrobras.
Neste show em pleno verão carioca, Dussek vai reviver canções de várias épocas, umas conhecidas, outras esquecidas no baú, garimpadas e renovadas; além de algumas inéditas. O artista preparou um repertório mesclando músicas engraçadas com seus standards românticos, sempre interagindo com a plateia, usando e abusando de seu humor diferenciado. A garantia é de um espetáculo alegre, alto astral, que faz o público participar e rir sem medo de ser feliz.
Acompanhado pelo baterista e percussionista Márcio Mazza e do baixista e bandolinista Franklin Gama, Dussek ataca com seu inseparável piano, num show animado e contagiante. Com a irreverência que é sua marca, o artista exorciza os fantasmas dele e os nossos, fazendo o público cantar e dançar com descontração.
A tradição teatral de Dussek faz com que seus shows sejam altamente divertidos, com outros focos além da música. Há textos, brincadeiras e pequenas performances que fazem com que o roteiro não fique limitado apenas à apresentação de uma sequência de canções. Mas é certo que não vão faltar as pérolas dussekianas, como “Nostradamus”, “Rock da cachorra” (o big presente de Leo Jaime, cantada em bossa nova), “Cantando no banheiro” ( com versão em inglês), “Pilosofia Vurtuguesa” (impagável) e a “romântica” “A vingança é um caminhão sem freio que vem na contramão”.
É show para todo mundo esquecer os problemas lá fora, acabar com o estresse do dia a dia e se divertir com um espetáculo com a irreverência do carioca, a cara do Rio de Janeiro, que só podia mesmo ser no Teatro Rival!
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Bilheteria do Teatro Rival
Rua Álvaro Alvim, 33/37
Terça a sexta-feira das 13h às 21h
Luanda Fraga tira a roupa novamente logo após estampar a capa da revista Sexy
Vice-campeã do concurso Musa do Brasil, Luanda Fraga dividiu a capa da edição de janeiro da revista Sexy com a campeã Vanessa Perez. Convidada pelo FaceGirl, a gata tirou a roupa novamente e, agora, ela brilha sozinha. Colhendo os frutos pela boa colocação no concurso que elegeu a mulher mais bonita do Brasil em 2017.


“Não foi nada fácil competir com mulheres tão maravilhosas, cada uma com a sua beleza e a sua personalidade. Me sinto vitoriosa por tudo o que vem acontecendo. Ter dividido a capa da Sexy de janeiro com a campeã foi ótimo, porém, fazer um ensaio nu, sozinha, era algo que eu queria e já esperava. O ensaio e o vídeo ficaram lindos” contou a modelo.
Luanda falou ainda sobre ter representado uma das chacretes na escola de samba Acadêmicos do Grande Rio, que levou para a avenida, a história do Velho Guerreiro. A escola, no entanto, caiu para o grupo A. A modelo falou pela primeira vez sobre o rebaixamento da escola.
“Foi um momento mágico, me senti realmente uma chacrete e pude de fato viver aquele momento. Fizemos um desfile maravilhoso, mas faz parte da festa, ganhar ou perder. Chacrinha é um ser eterno, não morrerá jamais. A Grande Rio está indo abrilhantar o carnaval da série A e logo estará de volta”.
Foi recebida a denúncia de peculato contra a deputada estadual Lúcia Helena Pinto de Barros, conhecida como Lucinha (PSDB), apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), em julho de 2017, pelos desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), em sessão realizada na segunda-feira (19/02).
Segundo a denúncia, feita a partir de investigação do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça (GAOCRIM/MPRJ), a parlamentar nomeou Baltazar Menezes dos Santos em cargo comissionado de seu gabinete de fevereiro de 2011 a agosto de 2015. No período, ele prestou serviços particulares para Lucinha como pedreiro e cabo eleitoral em locais de interesse político da deputada. O MPRJ afirma que Baltazar nunca exerceu qualquer função na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), mas prestava serviços de pedreiro e auxiliar de serviços gerais nas propriedades particulares da parlamentar e de seus correligionários.
Os desembargadores entenderam que o fato denunciado se enquadra, em tese, como crime de peculato-desvio. O prejuízo para o erário com a contratação do “funcionário fantasma” somou R$ 173.470,57, considerados os 56 meses em que recebeu a remuneração líquida de cerca de R$ 3 mil. A investigação aponta que é evidente o vínculo empregatício particular entre a denunciada e Baltazar, uma vez que o pedreiro, após ser exonerado do cargo público, em 31 de agosto de 2015, ingressou com reclamação trabalhista contra a parlamentar.









