A comédia “O Rio não é Hollywood”, de Bruna Fachetti, estreia dia 3 de outubro, às 20h, no Teatro Café Pequeno.
Monólogo a partir de histórias verídicas relata as dificuldades de uma atriz em busca do sonho da atuação teatral.
Uma atriz, um sonho, muita determinação e, sobretudo, o desejo de atuar nos palcos cariocas fizeram com que Bruna Fachetti, natural de Blumenau, SC, deixasse família e amigos para se estabelecer no Rio de Janeiro. Desde a saída da cidade natal até a chegada e estada na cidade maravilhosa renderam-lhe ótimos relatos que compõem o monólogo “O Rio não é Hollywood”, que estreia dia 3 de outubro no Teatro Café Pequeno.

Escrita pela própria atriz, que se desdobra em várias personagens, e dirigida por Mauro Eduardo, comédia musicada e rimada fica em cartaz terças e quartas-feiras, às 20h, até o dia 25 de outubro apresentando, de forma divertida, o dia a dia de quem sonha chegar aos palcos de Hollywood, mas que passa por muitos problemas na vida de anonimato.
O roteiro foi pensado para levar ao palco essa experiência pela qual tantos jovens atores passam quando migram para a cidade em busca desse mercado. “As diferenças culturais entre o Rio de Janeiro e Blumenau são enormes. Isto fez com que eu tivesse uma dificuldade de adaptação no Rio e daí surgiram várias histórias engraçadas relatadas no texto. O que será apresentado retrata as experiências de tantos outros atores amigos meus que vieram de várias cidades do país” explica Bruna que, recentemente, apresentou-se em Blumenau, onde recebeu excelentes críticas pela atuação e texto.

“O modo como a autora Bruna Fachetti escolheu para tornar pública a sua caminhada retrata a antagonia interna que essa realidade significou para ela. A simbologia inteligente da narração espelha a realidade daqueles que, de um modo geral, buscam viver da arte e para a arte. As rimas falam da poesia, as músicas, apresentadas numa variedade de ritmos, demonstram as nuances de personalidade que a atividade artística exige a todo instante. O cenário simples remete à quase sempre presente escassez de recursos e o figurino escolhido está ligado diretamente àqueles que saem do interior e buscam a ribalta: de maneira simples, sem espalhafato, sem criar estereótipo ou caricatura, as roupas retratam a ingenuidade, quase inocência que é traço marcante da personalidade desses aventureiros. Um texto inteligente que conta fielmente as vicissitudes da atriz, tornando claras as emoções que ela viveu: surpresa, empolgação, medo, deslumbramento, vergonha, tudo é colocado diante do espectador de maneira clara, precisa e muito bem humorada. Enfim, “O Rio não é Hollywood” não é lenda, é vida!”. Mauro Eduardo – Diretor Geral
SINOPSE SUGERIDA – Comédia retrata trajetória e dificuldades de uma jovem atriz do interior que chega ao Rio de Janeiro em busca do sonho da atuação.
CURRÍCULOS
Bruna Fachetti iniciou sua trajetória artística em 2007, na Cia Carona de Teatro, em Blumenau. A partir daí fez parte do grupo Atores do Imperador e um curso profissionalizante de atores em paralelo à faculdade de Direito. Em 2012, mudou-se para o Rio de Janeiro e escreveu sua primeira peça, Crime em Blumenau. Em 2013, ingressou na Escola de Atores Wolf Maya, e em 2014 trabalhou como atriz e assistente de direção na Cia ACENA, onde ganhou seu primeiro prêmio como atriz no festival de cenas curtas do Teatro Arthur Azevedo. Em 2015, passou a integrar o elenco da Cia Arte Nova, dirigida por Marcello Gonçalves. Produziu três espetáculos. Em 2017, participou do filme “O Segredo de Giovani”, dirigido por Bernardo Barreto.
Mauro Eduardo trabalhou de 1978 a 1980 com os alunos do curso de teatro Jaime Barcelos, no Rio de Janeiro. Após a morte do ator, Mauro se afastou do teatro seguindo por novos horizontes profissionais e retornando com a peça “O Rio não é Hollywood”. No currículo as peças: O tempo e os Conways – JB Priesley; A visita da velha senhora – Dürrenmat; O sorriso de pedra: baseado no livro espírita de Valter Turini; Fedra – Racine: baseado no mito da paixão de Fedra por Hipólito, seu enteado.
- SERVIÇO
- Estreia: 03 de outubro
- Local: Teatro Municipal Café Pequeno
- Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Telefone 21 2294 4480
- Horários: Terças e Quartas – às 20h
- Temporada: De 03 de outubro até 25 de outubro
- Capacidade: 80 lugares
- Preço: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia entrada)
- Duração: 60 minutos
- Classificação: 12 anos
- Gênero: Comédia Musicada
- Bilheteria: De terça a sexta, das 7h às 20h. Sábado e domingo, das 9h às 20h.
- Vendas online: https://ticketmais.com.br/
- FICHA TÉCNICA:
- Texto, Músicas Inéditas e Atuação: Bruna Fachetti
- Direção Geral e Trilha Sonora: Mauro Eduardo
- Assistente de Direção: Irene Rodrigues
- Direção de Movimento: Clarice Silva e Paulo Denizot
- Direção Musical, Arranjos e Música ao Vivo: Marlon Yuri
- Iluminação: Paulo Denizot
- Figurino: E. Antoine
- Preparação Vocal: Juliana Veronezi
- Projeto Gráfico: Fábio Nóbrega
- Fotos: Brenda Henker
- Assistente de Marketing: Maikiaine Nascimento
- Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
- Idealização e Produção: Bruna Fachetti
- Realização: Fisiotaise – Fisioterapia Trabalhista e Forense Expertise
- Facebook: @brunablumenauoficial


Além disso, o autor também levou para o evento literário uma outra novidade: um de seus principais títulos infanto-juvenis, “Meus dois pais”. Um projeto editorial completamente renovado e com design gráfico assinado por Ana Matsusaki. O título é um marco na literatura infantil brasileira ao trazer para as páginas do livro, a temática homossexual direcionada a leitores a partir dos 9 anos.
– Tudo foi preparada com muito carinho, amor, caridade, pois a Igreja não tem vida se não expandir seus ensinamentos para fora das quatro paredes. O Festival, além de proporcionar este momento, tem o foco de arrecadar fundos para a realização do encontro anual de resgate de jovens, do Movimento Vinde e Vede. Esperamos todos para esta momento de luz – disse Dionatan Soares, coordenador do Movimento Vinde e Vede do Rio de Janeiro.


Maurício de Sousa, ao lado de Mônica e Cebolinha, lançou livro que revive personagens de Alice no país das Maravilhas.Romário lançou o livro ‘Um olho na bola, outro no cartola’ e também participou de um debate.
Bella Falconi, a musa fitness brasileira mais conceituada nas redes sociais, detalha a dieta da sua filha Vicky, de dois anos, e fala sobre a possibilidade da pequena se interessar por atividades físicas no futuro.
Ela, no entanto, ressalta que não é neurótica com relação à alimentação da filha: “Como toda criança permito que ela coma de vez em quando algo fora da dieta. Um brigadeiro em uma festa, um chocolate, um pirulito no fim de semana, algumas batatas fritas… Não sou neurótica com isso pois sei que a dieta dela de uma forma geral é bem saudável. Então não me preocupo que ela coma alguma coisa que seja fora desta dieta. Agora há limites e riscos, obviamente. Vemos muitas crianças tomando muito refrigerante, comendo muita fritura, muito fast-food e isto é muito perigoso porque você já está não só modulando o paladar da criança para gostar deste tipo de comida durante a vida adulta, mas também o organismo. Danifica as células e as consequências vão ser colhidas progressivamente ao longo da vida dessa criança. Não dou para ela refrigerante, espero que ela nunca beba porque refrigerante é uma coisa que realmente abomino na vida. Coloco bastante limite de porção e de frequência. Obviamente respeito limites e uso bom senso sempre”.
“Sou um pouco contra qualquer tipo de exagero, então qualquer coisa que tire a criança da infância dela para mim já é um pouco de loucura. Vou deixar minha filha ser criança o tempo que ela quiser ser criança. E o esporte que ela escolher fazer vou apoiá-la e jamais vou forçá-la a fazer absolutamente nada com relação a academia, nada disso. A criança já tem uma inclinação natural ao esporte, principalmente aqui nos Estados Unidos que as escolas incentivam muito. Então de ver os coleguinhas fazendo elas acabam querendo fazer também. E como aqui em casa a gente pratica esporte, no caso academia, bicicleta e etc, ela já vai crescer vendo isso muito naturalmente. Então imagino que ela já vá querer praticar algum esporte”, completa a beldade.
Com 32 anos e um abdômen pra lá de trincado, Bella Falconi fala sobre como pode ser o corpo de Vicky no futuro: “Ter um abdômen trincado vai depender muito da genética dela, muito do tipo de atividade física que ela vai gostar de fazer e da alimentação que ela vai continuar seguindo. Dou o exemplo, ensino a lição, mas nem sempre temos 100% de controle em cima disso. Espero que ela continue sendo saudável, mas se ela vai querer ter abdômen definido ou não é uma decisão pessoal dela que jamais irei interferir”.

A Bienal do Livro no Rio, primeira parada da dupla, foi um sucesso, maior vendagem e expectativa da editora Astral Cultural e também da feira. Neagle esta sendo a maior procura pelo público pré adolescente. Nos dois dias de presença, aproximadamente 15 mil pessoas foram ao encontro Neagle, num espaço que só cabia 4 mil pessoas. O alvoroço foi tanto, que eles não conseguiram ir pra sala de autores, nem visitar o estande onde o livro está exporto. Por motivo de segurança, saíram dos palcos, Maracanã e Copacabana, direto para o carro levá-los embora.
O ator conseguiu sair a tempo da leitura de texto nos estúdios da Record, mas teve que correr, pois chegou os rapazes já estavam indo embora. Eagle e Neox receberam o mirim e ainda fizeram uma farra com Pedro. O ator é tão fã que tem desenho dos Neagles feito por ele mesmo!
Evento conta ainda com o Tributo ao Mestre Wilson das Neves, com a participação dos cantores Nilson Rangel, Zé Luiz do Império. Família do baluarte estará presente na grande homenagem.

